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Desenho de Observação: Fundamentos

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Representação de claro e escuro é a forma como o desenhista modela o formato para gerar sensações tridimensionais, “formas” na folha de papel de maneira mais próxima do mundo natural – como vemos. Uma representação convincente a partir de desenho de observação pode considerar a utilização de nove tons de cinza, sendo três deles cinza claro, três deles cinza médio e três deles cinza escuro, mais o preto e o branco.

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Questões resolvidas

Representação de claro e escuro é a forma como o desenhista modela o formato para gerar sensações tridimensionais, “formas” na folha de papel de maneira mais próxima do mundo natural – como vemos. Uma representação convincente a partir de desenho de observação pode considerar a utilização de nove tons de cinza, sendo três deles cinza claro, três deles cinza médio e três deles cinza escuro, mais o preto e o branco.

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DISCIPLINA: Atelier de artes visuais – Desenho 
 
TEMA: Desenho de observação: natureza morta. 
 
OBJETIVO: Escolher elementos do cotidiano para realizar um desenho de 
observação, levando em consideração o enquadramento, a proporção, a 
profundidade e a maneira de representação de claro e escuro. 
 
COMPETÊNCIAS: 
- Articular vivências e processos de criação em poéticas visuais; 
- Estimular criações visuais e sua divulgação como manifestação do potencial 
artístico, objetivando o aprimoramento da sensibilidade estética dos diversos 
atores sociais. 
 
EXPERIMENTE E PRODUZA: 
 
O ato de se desenhar pode levar em conta muitas possibilidades de 
materiais, processos, técnicas, podendo até confundir os especialistas sobre 
quais seriam os limites desta linguagem. 
 Para esta discussão, no entanto, trataremos de alguns dos fundamentos 
mínimos para que um desenhista consiga reproduzir, de forma mais fiel possível, 
objetos do mundo natural. Muitos outros poderiam ser trabalhados aqui como 
aborda Curtis (2015)1. Esses fundamentos são: enquadramento, proporção, 
profundidade e representação de claro e escuro. Vamos identificar cada um 
destes fundamentos a seguir. 
 Enquadramento pode ser compreendido, de forma bem simplificada, 
como a maneira como os elementos observados estão dispostos na superfície 
do papel. Por exemplo, uma boa estratégia, caso o desenhista não queira 
chamar a atenção e manter a composição equilibrada é não “sangrar o objeto na 
folha”. Este termo é utilizado quando uma parte do objeto não é representado no 
papel por falta de espaço compositivo ou por erro no planejamento do conjunto 
a ser desenhado. Essa estratégia deve ser extremamente bem pensada caso o 
desenhista opte por utilizá-la. Vejamos como fica uma “composição com 
sangramento”, por meio da figura 01-A e uma “composição sem sangramento” e 
mais equilibrada, por meio da figura 01-B. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 CURTIS, Brian. Desenho de Observação. Mc Graw Hill, 2015 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 01 – a) sem sangramento do cubo e b) com sangramento do cubo. 
 
Fonte: Shutterstock 
 
Por vezes, o “sangramento” pode ser uma estratégia válida caso o 
desenhista queira gerar alguma espécie de “choque”, “contraste” na percepção 
do observador. 
Outra questão que pode ajudar no enquadramento é preocupar-se com a 
“regra dos terços” ou “lei dos terço”. Consiste em dividir a folha em nove 
quadrante iguais, como se fosse um “jogo da velha”. A partir desta divisão geram-
se quatro pontos que tendem a chamar mais a atenção do observador. Procure 
alinhar sua composição em pelo menos três destes quatro pontos e seus 
elementos, possivelmente, vão estar equilibrados – pensando apenas nas suas 
disposições. Vejamos um exemplo por meio da figura 02. 
 
Figura 02 – desenho com a regra dos terços 
 
Fonte: Shutterstock 
 
 Perceba que apenas o cilindro está apoiado nos dois pontos em destaque 
e o cubo está ligeiramente mais para a direita do “jogo da velha”, o que torna a 
composição um pouco pendente para a esquerda e ligeiramente desequilibrada. 
 
 
 
A B 
 
 
 
 
 
 
 
 
Proporção pode ser entendido como relação, ou seja, um elemento “A” é 
tantas vezes maior do que o elemento “B” etc. Vejamos a figura 03-A e 03-B para 
entendermos um pouco mais. 
 
Figura 03 – A) desenho como um todo e b) proporção do cilindro em relação ao cubo 
 
Fonte: Shutterstock 
 
 
 Portanto, para acertar a proporção você pode se perguntar “n” vezes o 
quanto um determinado elemento está para outro elemento. No caso da figura 
03, vimos que cilindro mede uma vez e 1/3 da altura total do cubo. Muitas outras 
perguntas poderiam ser elaboradas neste sentido. 
 Profundidade é sempre uma questão de ilusão quando desenhamos algo 
em uma folha de papel, isso porque a folha possui apenas duas dimensões, 
necessitando de claro e escuro (nosso próximo assunto) ou de linhas diagonais 
para sugerir essa dimensão inexistente, como sustentam Arnheim (2004)2 e 
Ostrower (2004)3. De qualquer modo, se você possui mais de um elemento para 
ser representado de modo figurativo, geralmente, se faz necessário a 
evidenciação de uma espacialidade coerente para cada um dos objetos. 
Os objetos devem ser desenhados a partir de sua estruturação 
geométrica como se fossem todos de vidro transparente, independentemente se 
depois receberão tonalidades e aqueles que estão mais à frente esconderão 
parte dos que estão mais ao fundo. Vejamos a figura 04 para entendermos um 
pouco melhor como deve ocorrer a estruturação das formas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Pioneira 
Editora, 2004 
3 OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2004. 
A B 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 04 – Estruturação das formas a partir de desenho de observação. 
 
Fonte: Shutterstock 
 
Vejamos, agora, o último fundamento mínimo para a elaboração do 
desenho, a representação de claro e escuro. 
 
Representação de claro e escuro é a forma como o desenhista modela o 
formato para gerar sensações tridimensionais, “formas” na folha de papel de 
maneira mais próxima do mundo natural – como vemos. 
 
Uma representação convincente a partir de desenho de observação pode 
considerar a utilização de nove tons de cinza, sendo três deles cinza claro, três 
deles cinza médio e três deles cinza escuro, mais o preto e o branco. Na figura 
05 podemos compreender como se apresentam essas tonalidades em uma 
forma utilitária. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 05 – Tonalidades de cinza em uma composição. 
 
 
Fonte: Shuterstock 
 
 Uma forma de se elaborar o degradê de maneira convincente é mapear 
as sombras e depois agregar as tonalidades aos poucos até chegar à tonalidade 
mais escura. Um bom método para realizar essa ação é o proposto por Bargue 
(2013)4, vale a pena conferir. 
 Vejamos adiante quais as atividades que você deverá realizar. 
 
Para a primeira atividade, você deverá selecionar uma garrafa e dois 
frutos típicos de sua região (dê preferência para frutos com aspectos 
contrastantes: cascas lisas em contraste com cascas rugosas; frutos redondos 
ou regulares em contrastes àqueles que possuem uma forma irregular). Uma vez 
que você tenha selecionado esses objetos, varie a posição de cada um deles e 
tire 3 fotos diferentes. Explore as diferentes possibilidades de composições. 
 
 Na segunda atividade, faça um desenho de observação a partir de uma 
das composições realizadas na atividade anterior, de forma que a profundidade 
seja evidenciada. Para isso, desenhe as formas apenas a partir de seus 
contornos, assim como o exemplo mostrado por meio da figura 04. Registre essa 
etapa por meio de uma fotografia que seja bem descritiva, sem ruídos e com boa 
iluminação. Pense que a foto será a fonte para que o leitor compreenda o seu 
trabalho, por este motivo a necessidade de ser bem executada. 
 
Na terceira atividade, mostre-nos por meio de uma fotografia, o seu 
desenho de observação já sombreado. Registre essa etapa por meio de uma 
fotografia que seja bem descritiva, sem ruídos e com boa iluminação. Pense que 
 
4 BARGUE, Charles. Curso de Desenho. Editora Criativo, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
a foto será a fonte para que o leitor compreenda o seu trabalho, por este motivo 
a necessidade de ser bem executada. 
 
 
ATENÇÃO: IMAGENS E TEXTOS COPIADOS DA INTERNET OU QUALQUER 
OUTRO MEIO SEM AS DEVIDAS CITAÇÕES SERÃO INVALIDADOS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MATERIAIS DE APOIO: 
caso o estudante e/ou grupo desejar poderá ampliar a compreensão teórica e 
prática do tema a partir das seguintes indicações: 
 
RAMOS, Geisiel. Desenho de observação. Curitiba: Editora InterSaberes, 
2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NO QUE CONSISTE A ATIVIDADE PRÁTICA LOCORRREGIONAL? 
O QUE COMPREENDEMOS POR COMPETÊNCIA? 
 
Confira no vídeo 1 as orientações da professora Jeimely e do professor André: 
https://vod.grupouninter.com.br/2023/FEV/10202300780-P01.mp4QUAIS SÃO OS FUNDAMENTOS DA ATIVIDADE PRÁTICA LOCORREGIONAL? 
O QUE ESPERAMOS QUE O ESTUDANTE CONSIGA COMPREENDER? 
 
Confira no vídeo 2 as orientações da professora Jeimely e do professor André: 
https://vod.grupouninter.com.br/2023/FEV/10202300780.mp4 
 
 
EM QUAIS DISCIPLINAS ACONTECEM A ATIVIDADE PRÁTICA LOCORREGIONAL? 
A ATIVIDADE PRÁTICA LOCORREGIONAL FAZ PARTE DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO? 
QUANTO REPRESENTA NA MÉDIA? 
 
Confira no vídeo 3 as orientações da professora Jeimely e do professor André: 
https://vod.grupouninter.com.br/2023/FEV/10202300780-P03.mp4 
 
https://vod.grupouninter.com.br/2023/FEV/10202300780-P01.mp4
https://vod.grupouninter.com.br/2023/FEV/10202300780.mp4
https://vod.grupouninter.com.br/2023/FEV/10202300780-P03.mp4

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