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SUMÁRIO
LÍNGUA PORTUGUESA pág 01
Planejamento 1: Escrevendo uma carta pessoal - 3º ano pág 02
Planejamento 2: Infográfico - 4º ano pág 07
Planejamento 3: Cartas do leitor - 5º ano pág 11
Planejamento 4: Escrevendo receitas - 3º ano pág 17
Planejamento 5: Pesquisando e aprendendo - 4º ano pág 23
Planejamento 6: Com que letra se escreve? - 5º ano pág 26
Planejamento 7: Lendo e compreendendo um conto - 3º ano pág 30
Planejamento 8: Fábulas - 4º ano pág 35
Planejamento 9: Conto popular e texto teatral - 5º ano pág 41
Planejamento 10: Texto teatral - 3º ano pág 49
Planejamento 11: Texto teatral ou dramático - 4º ano pág 57
Planejamento 12: Poemas concretos - 5º ano pág 63
Planejamento 13: Texto publicitário - 3º ano pág 67
Planejamento 14: Lendo poemas - 4º ano pág 71
Planejamento 15: Polissemia - 5º ano pág 75
Planejamento 16: Paragrafação - 3º ano pág 79
Planejamento 17: Divulgação científica - 4º ano pág 85
Planejamento 18: Textos digitais - 5º ano pág 92
ARTE pág 104
Planejamento 1: Os elementos da música - 3º ano pág 105
Planejamento 2: Partitura - 4º ano pág 110
Planejamento 3: Registrando sons no papel - 5º ano pág 116
EDUCAÇÃO FÍSICA pág 121
Planejamento 1: Danças Indígenas - 3º ano pág 122
Planejamento 2: Equilíbrio - 3º ano pág 125
Planejamento 3: Capoeira - 4º ano pág 127
Planejamento 4: Pirâmides - 4º ano pág 129
Planejamento 5: Maculelê - 5º ano pág 132
MATEMÁTICA pág 138
Planejamento 1: Consolidação dos conceitos de adição e subtração,
elaboração e resolução de problemas - 3º ano pág 139
Planejamento 2: Estudo da multiplicação na resolução de
problemas - 3º ano pág 144
Planejamento 3: Medidas de tempo e o uso de relógios analógicos
e digitais - 3º ano pág 148
Planejamento 4: Interpretação de gráfico e tabelas - 3º ano pág 153
Planejamento 5: Cálculos envolvendo operações inversas nas relações
entre adição e subtração, multiplicação e divisão - 4º ano pág 156
Planejamento 6: Análise de chances de eventos aleatórios - 4º ano pág 161
Planejamento 7: Elaboração e interpretação de gráficos
e tabelas - 4º ano pág 164
Planejamento 8: Fração e identificação de números racionais na
reta numérica - 5º ano pág 168
CIÊNCIAS pág 182
Planejamento 1: Solo - 3º ano pág 183
Planejamento 2: Pontos cardeais - 4º ano pág 186
Planejamento 3: Sistema reprodutor masculino e feminino - 5º ano pág 190
Planejamento 4: Recursos naturais e o meio ambiente - 5º ano pág 195
Planejamento 5: Ações humanas e suas consequências - 5º ano pág 199
GEOGRAFIA pág 207
Planejamento 1: Atividades predominantes no campo - 3º ano pág 207
Planejamento 2: População e trabalho - 4º ano pág 219
Planejamento 3: Cidades e seus desafios - 5º ano pág 226
HISTÓRIA pág 235
Planejamento 1: Marcos da memória - 3º ano pág 236
Planejamento 2: A importância das vias de circulação e meios
de transporte - 4º ano pág 244
Planejamento 3: Memórias do meu povo - 5º ano pág 259
ENSINO RELIGIOSO pág 272
Planejamento 1: Práticas celebrativas - 3º ano pág 272
Planejamento 2: Ritos e representações religiosas na arte - 4º ano pág 282
(
3
)Planejamento 3: Mitos da criação - 5º ano ............................................ pág 292
MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVA
(
ANO
DE
ESCOLARIDADE
Ciclo
Complementar
) (
REFERÊNCIA
Ensino
Fundamental
ANO
LETIVO
2023
)
(
COMPONENTE
CURRICULAR
) (
ÁREA
DE
CONHECIMENTO
Linguagens
)
PRÁTICAS DE LINGUAGENS:
Análise linguística/semiótica (ortografização). Leitura/escuta (compartilhada e autônoma).
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Compreensão em leitura Escrita colaborativa Edição de textos
Revisão de textos
(EF03LP12) Ler e compreender, com autonomia, cartas pessoais e diários, com expressão de sentimentos e opiniões, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções do gênero carta e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF03LP13) Planejar e produzir cartas pessoais e diários, com expressão de sentimentos e opiniões, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções dos gêneros carta e diário e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
(EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá- lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
Estratégia de leitura.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos.
Forma de composição dos textos
Morfologia Edição de textos
(EF35LP16) Identificar e reproduzir, em notícias, manchetes, lides e corpo de notícias simples para público infantil e cartas de reclamação (revista infantil), digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.
(EF05LP07) Identificar, em textos, o uso de conjunções e a relação que estabelecem entre partes do texto: adição, oposição, tempo, causa, condição, finalidade.
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital.
(
100
)
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Escrevendo uma carta pessoal.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A carta pessoal é um gênero textual que, embora não seja mais tão comum em nosso dia a dia, nos possibilita desenvolver nos estudantes habilidades de leitura e escrita de maneira simples e eficiente. Por se tratar de texto em que se pode usar a linguagem informal e escrever coisas triviais, do cotidiano da criança, é possível partir de habilidades mais simples para as mais complexas, incluindo as adequações necessárias ao gênero, a revisão e reescrita de um texto e o planejamento considerando o tipo de leitor a que se destina.
Além disso, partindo da escrita de cartas pessoais, é possível abordar as formas de comunicação escrita atuais, digitais em sua maioria, mas que ainda trazem algumas normas oriundas do gênero carta.
Outro aspecto importante a ser considerado diz respeito à socialização inerente à troca de cartas e precisa ser trabalhada na escola, tendo em vista a excessiva exposição das crianças e jovens ao meio virtual, que tanto prejudica a convivência com os pares.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Inicie a aula perguntando aos estudantes se eles já leram uma carta (como é um gênero textual pouco utilizado no âmbito pessoal hoje em dia, provavelmente as crianças vão se referir às cartas de cunho comercial).
Pergunte às crianças: Como as pessoas se comunicavam com quem estava distante antes de existir o celular, os aplicativos de mensagens (Whatsapp) e as redes sociais?
A partir das respostas que a turma apresentar, fale sobre a carta. Pergunte à turma: Hoje em dia é comum receber cartas de amigos ou familiares?
Professor, fale da sua experiência com a escrita de cartas. Caso prefira e possua, pode trazer uma carta antiga para mostrar para a turma. Permita que as crianças manuseiem o envelope e a carta.
Projete o modelo de carta a seguir.
Belo Horizonte, 17 de abril de 2023. Querida Lulu,
Que saudades de você!
Lulu, você sabe que é minha melhor amiga. Desde que você se mudou para outra cidade, tenho me sentido sozinha. Pois é, ninguém tomou o seu lugar! rsrsrs
Como estão todos por aí: Dona Milu, Seu Carlinhos, Priscilla e João Augusto? Espero que tudo esteja bem.
Por aqui estamos indo, como diz a tia Cilene. Minha mãe continua trabalhando bastante. No mês passado ela conseguiu pegar várias encomendas de doces e isso garantiu um bom dinheiro para ajudar na despesa da casa.
Papai ainda está procurando trabalho. Às vezes ele consegue uns bicos, mas parece que a situação não está muito boa. A vovó Dedé tem ajudado muito por aqui.Mas, fazer o que, né? Está difícil pra todo mundo.
Bem amiga, depois nos falamos mais. Mande notícias!
Dê um beijo em todos por mim. Gigi
Ao projetar o modelo de carta, destaque os principais elementos que compõem o gênero: local, data, saudação, para quem (destinatário),mensagem (texto), despedida e quem escreveu (remetente). Faça isso instigando a turma com perguntas: Quando esta carta foi escrita? Quem escreveu? Para quem?
Projete o modelo de envelope a seguir.
(
Remetente:
Gigi
Araújo
Endereço: Rua das Rosas, 120, bairro Jardins- Belo Horizonte- MG
CEP: 30000-000
)
(
Destinatário:
Lulu
Silva
Endereço: Rua São José, 580, bairro Candeia- Campo Grande - MS
CEP: 70000-000
)
Pergunte às crianças: Se vocês fossem escrever uma carta, para quem seria? Vocês gostariam de receber uma carta?
Ao finalizar a aula, entregue uma cópia desta carta para os estudantes, pois ela será necessária para a realização das atividades ao final deste planejamento.
Peça às crianças para pensarem para quem gostariam de escrever uma carta, pois na próxima aula elas o farão.
AULA 2
Inicie a aula retomando o que foi estudado sobre o gênero textual carta pessoal na aula anterior. Faça perguntas como: Vocês se lembram da carta que vimos na aula passada? Pensaram sobre escrever uma carta para quem vocês quiserem? Informe que é isso o que farão hoje.
Antes de iniciar a produção escrita, retome os elementos da carta: local, data, saudação, destinatário, mensagem, despedida, remetente.
Organize a turma em duplas ou trios para que possam trocar ideias sobre a escrita da carta e entregue a cada uma folha, de preferência pautada e uma folha A4 branca, para que façam o envelope.
Professor(a), oriente a turma na confecção de um envelope, mostrando a forma mais adequada de dobrar a folha. Percorra as duplas ou trios para orientar as crianças.
Com os envelopes prontos, é hora de produzir as cartas. Proponha aos estudantes a escrita de uma carta para um colega da escola. Caso haja duas turmas de 3º ano, você pode propor a troca de cartas entre as crianças das turmas. Se isso não for possível, proponha que faça a troca entre os colegas de sala.
Retome os elementos que compõem uma carta e acompanhe o desenvolvimento da atividade proposta, realizando as mediações e as intervenções necessárias. Observe aspectos como a pontuação e a ortografia, sempre considerando o que se espera para a idade e etapa escolar. Em seguida, faça uma nova leitura da carta para verificar a reescrita feita pelo estudante.
RECURSOS
Projetor multimídia, folhas pautadas, folhas A4 brancas,modelo de carta impresso para todos os estudantes.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), considere o envolvimento das crianças na proposta de produção da carta e a forma de participação na atividade, contribuindo com os colegas na elaboração de forma respeitosa e proativa. Acompanhe a escrita das cartas, observando se as crianças compreenderam os elementos necessários desse gênero textual e a correspondência da escrita à mensagem que querem passar ao destinatário. Além disso, a revisão e reescrita da carta são fundamentais para acompanhar o desenvolvimento das habilidades relacionadas à escrita.
ATIVIDADES 3º ANO
(
Lagoa
Santa,
15
de
maio
de
2023
Querido
vizinho
João,
Vou
viajar e
não
tenho
com
quem
deixar
meu
cachorrinho,
o
Rex.
Gostaria
de
saber
se
posso
deixar
na
sua
casa
por
uma
semana.
Se
você
puder
ficar
com
ele,
deixarei
a
ração
e
os
brinquedinhos
dele.
Ah!
A
caminha
também,
claro!
Aguardo ansioso a sua resposta.
Um
abraço!
Tiago
)
1 – Releia a carta acima e responda às perguntas:
A) Quem escreveu a carta?
B) Em que lugar estava a pessoa que escreveu a carta?
C) Como a pessoa que escreveu a carta cumprimentou a pessoa para quem ela enviou a carta?
D) Para quem a carta foi escrita?
2 – Ler uma boa história é uma delícia, não é mesmo? Então, compartilhe com um colega a sua opinião sobre um livro que você leu e gostou muito. Para isso, escreva uma carta contando para ele(a) o nome do livro, o assunto e contando a sua opinião sobre ele. Não se esqueça de colocar todos os elementos importantes em uma carta: o remetente, o destinatário, o local e a data, a saudação e a despedida. Faça um envelope para colocar a carta.
3 – Troque sua carta com algum(a) colega que não seja o destinatário. Você fará a revisão da carta dele(a) e ele(a) fará a sua. Conversem sobre o que cada um achou da carta e reescrevam o que for preciso.
4 – Mostre ao professor a sua carta e, caso seja necessário, reescreva realizando os ajustes que ele sugerir.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Infográfico.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Professor(a), os infográficos estão presentes em vários suportes utilizados no cotidiano: em vídeos, revistas impressas ou digitais, redes sociais dentre outros.
São textos que trazem assuntos de interesse a determinado grupo ou informações importantes para uma comunidade, como campanhas de conscientização, por exemplo.
Trata-se de um material muito rico e atraente para se trabalhar habilidades de leitura nos anos iniciais do ensino fundamental, visto que possibilita explorar a relação entre imagens e texto, ou seja, a linguagem verbal e não verbal, além da forma de organização das informações no material e a percepção da intencionalidade do autor ao dispor os elementos desta ou daquela forma.
Neste planejamento, propõe-se a análise de um infográfico que apresenta hábitos de estudo, tema necessário e integrante da realidade das crianças, estimulando a percepção dos elementos gráficos utilizados pelo autor para transmitir a mensagem.
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), inicie a aula perguntando para as crianças:
· O que você mais gosta de estudar?
· Como você estuda em sua casa? Há alguém para lhe ajudar?
· O que pode atrapalhar na hora de estudar?
· Você pode dar uma dica para os colegas sobre o que o ajuda na hora de estudar?
Incentive a participação de todos nas discussões para que possam compartilhar suas experiências e, principalmente, perceber o que têm em comum na hora de estudar e o que fazem de forma diferente.
Informe à turma que verão um infográfico com dicas de estudo. Explique para as crianças que o infográfico é um gênero textual informativo, que traz elementos gráficos que contribuem para a compreensão das informações ali presentes, como cores, letras, e algumas vezes, imagens, gráficos e outros recursos visuais.
Projete o infográfico a seguir:
Imagem 1-Infográfico.
(
Hábitos
de
estudo
para
ser
um
estudante
nota
10
)
Fonte: Adaptado (PINTEREST, 2023)
Selecione 7 estudantes para fazerem a leitura do infográfico em voz alta. Cada um fará a leitura de um hábito de estudo. Oriente-os a pausar a cada hábito lido para que possam conversar sobre cada um deles. Direcione as discussões com perguntas como por exemplo:
· O que você acha desse hábito que o autor do infográfico listou?
· Você também tem esse hábito na hora de estudar?
· Você incorporaria esse hábito na sua rotina de estudos?
Após a leitura e as discussões sobre os hábitos de estudo presentes no infográfico, introduza a observação dos elementos visuais presentes nele: o tipo de letra, os destaques de algumas palavras e as ilustrações. Você pode levar os estudantes a perceberem esses elementos e sua
intencionalidade por meio de perguntas como:
· Observem as palavras destacadas em cada item. Por que o autor utilizou esse recurso?
· Vejam as ilustrações utilizadas no infográfico. Elas complementam as informações transmitidas ou apenas deixam o material mais atraente para o leitor?
· Que outro recurso visual o autor poderia utilizar no infográfico para deixar o material ainda mais atrativo?
Após as discussões, finalize a aula sistematizando as contribuições das crianças e explicando que os elementos observados revelam a intenção do autor do material em chamar a atenção do leitor para cada hábitoque ele listou, sugerindo que todos são importantes no momento de estudar.
RECURSOS:
Projetor multimídia
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), observe a forma de participação dos estudantes nas discussões realizadas. Considere o seu envolvimento, o respeito às participações dos colegas e atitudes colaborativas na contribuição às discussões. Observe as respostas dadas pelas crianças nas perguntas sobre os elementos visuais do infográfico, pois elas indicarão a percepção que tiveram da intencionalidade do autor no uso desses recursos.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Leia o infográfico a seguir:
Imagem 2-infográfico.
(
Delícia
cremosa
de
chocolate
)
Fonte: Adaptado (PINTEREST, 2023)
a) Qual é o assunto do infográfico?
b) Se este infográfico não tivesse ilustrações, seria possível compreender as informações por ele apresentadas? Marque a resposta correta:
( ) Sim, pois elas são apenas decorativas, para chamar atenção do leitor.
( ) Não, pois elas são complementares às informações escritas e, portanto, sem elas não é possível compreender o infográfico.
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Cartas do leitor.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A carta do leitor é um dos exemplos de gêneros textuais que passaram por modificações em razão da transição da cultura analógica e impressa para a digital e virtual.
Assim, esse trabalho possibilita a abordagem de um gênero quase ausente hoje em dia para a sua transformação em formato digital, cujo envio e apresentação ocorre por meios eletrônicos virtuais.
Além dos elementos característicos do gênero textual carta, que se mantêm em algumas situações de comunicação eletrônica, como a comunicação comercial e profissional, por exemplo, é possível trabalhar habilidades leitoras e de escrita importantes.
Neste planejamento, os estudantes conhecerão o gênero carta do leitor e poderão compará- lo ao correspondente em formato digital, observando a prevalência de alguns elementos e alteração de outros em decorrência do suporte e de aspectos culturais. Inserido no gênero textual em questão, também será trabalhada habilidade de identificação de conjunções, importantes elementos de construção de produção textual e interpretação.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Inicie a aula fazendo as perguntas: Quais são as revistas em quadrinhos preferidas de vocês? Vocês já sentiram vontade de se comunicarem com as personagens das revistas em quadrinhos? Será que isso é possível? Como?
Possivelmente algumas crianças vão se lembrar que nas revistas em quadrinhos da Turma da Mônica, há uma seção de cartas ou mensagens dos leitores.
Informe às crianças que hoje elas aprenderão como escrever uma carta para o seu personagem favorito de revista em quadrinhos.
Projete a imagem abaixo. Trata-se de uma imagem desse tipo de seção de uma revista chamada Parque da Mônica, publicada em 1996.
Imagem 3- Correio da turma.
Fonte: (REVISTA PARQUE DA MÔNICA, 1996)
Explique às crianças que antigamente, os leitores podiam se comunicar com suas publicações favoritas enviando cartas como as que aparecem na imagem.
Pergunte às crianças: como essa comunicação é feita hoje em dia? Provavelmente as crianças vão citar mensagens eletrônicas por aplicativos ou e-mails.
A seguir, projete a próxima imagem:
Imagem 4 -Correio do Cebolinha.
Fonte: (CEBOLINHA, 2010)
Peça para as crianças compararem as imagens, especialmente, como os textos dos leitores foram escritos, como foram enviados para a revista. Pergunte:
· O que mudou de uma revista para a outra?
· Para qual revista em quadrinhos você gostaria de escrever?
· Você enviaria uma foto para ser publicada na revista?
Distribua folhas brancas para toda a turma. Peça para escreverem uma mensagem, como se fossem enviar para a revista em quadrinhos preferida. As crianças podem fazer um autorretrato para acompanhar a mensagem. Depois, monte um mural com as produções.
Finalize a atividade com a observação dos trabalhos dos colegas por toda a turma.
AULA 2
Inicie a aula retomando o que foi estudado na aula anterior: as cartas de leitores para revistas infantis.
Projete novamente a segunda imagem exibida na aula passada, a imagem do “Correio do Cebolinha”.
Peça para 3 crianças lerem as mensagens publicadas naquela página.
Anote na lousa as seguintes frases das mensagens, destacando as conjunções:
· “Quem sabe assim conseguem vencer a Mônica?”
· “Acho divertido tudo o que o Cebolinha faz, como dar nós na orelha do Sansão e
desenhar a Mônica.”
Organize os estudantes em duplas e peça a eles para lerem as frases sem as palavras destacadas. Pergunte-os:
· O que vocês perceberam ao retirarem as palavras, elas fizeram falta nas frases? Por quê?
Explique para a turma que estas palavras são chamadas “conjunções”. A partir das respostas das crianças, escreva uma definição coletiva para esta classe gramatical. Espera-se que as crianças percebam a função de estabelecer relações no texto, que a conjunção exerce.
Projete a tabela abaixo:
Imagem 5 - Quadro de conjunções
Fonte: (PAULINO, 2023)
Explique para a turma que existem vários tipos de conjunções e que elas estabelecem relações e diferentes ideias.
Retome as frases retiradas das mensagens de leitores da revista do Cebolinha. Peça para as crianças, consultando a tabela, que descubram quais ideias aquelas conjunções estão se referindo.
Passe as frases abaixo na lousa e peça para as crianças completarem com as conjunções que melhor se encaixam em cada caso:
· Magali foi ao supermercado para comprar pão leite. (ideia de adição)
· Cascão estava cansado, foi jogar bola. (ideia de oposição)
· Cebolinha dará um nó nas orelhas do Sansão a Mônica não estiver olhando. (ideia de tempo)
· Franjinha faltou à escola estava com febre. (ideia de causa)
· A Mônica vai brigar com o Cebolinha ele pegar o Sansão. (ideia de condição)
· Vou escrever para a revista da Turma da Mônica sugerir uma história. (ideia de finalidade)
Finalize a aula com a correção coletiva da atividade.
RECURSOS:
Projetor multimídia, folhas brancas A4.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), sobre a aula 1, considere a forma de participação das crianças nas discussões: o respeito às contribuições dos colegas e o envolvimento nas atividades e discussões propostas. Nas mensagens que as crianças produzirem, verifique se elas possuem os elementos necessários, como as mensagens da revista. Atente-se para a forma de apreciação dos trabalhos pelas crianças e realize as intervenções necessárias.
Sobre a aula 2, observe se as crianças perceberam a diferença entre as ideias relacionadas às conjunções. Isso ficará evidente nas escolhas que fizerem para completar as frases.
ATIVIDADES 5º ANO
1 – Complete a carta do leitor com as conjunções do quadro abaixo:
IDEIAS
CONJUNÇÕES
Adição
e
Oposição
mas
Tempo
enquanto
Causa
porque
Condição
se
Finalidade
para
(
Olá,
turma!
Adoro as historinhas da Mônica. Principalmente aquelas em que o Cebolinha
consegue
pegar
o
Sansão
a
Mônica
está
distraída.
Ela
fica
muito
nervosa
não gosta que mexam no seu coelhinho. Gosto muito da
Mônica,
acho muito engraçado quando ela corre atrás do Cebolinha
ele
sempre
se
dá
mal.
Acho
que
ele
faz isso
chamar
a
atenção
dela.
Um
beijão
para toda
a
turma!
Roberta Luiza
10
anos
Belo Horizonte.
por
email
)
PRÁTICAS DE LINGUAGENS:
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma), produção de textos, análise linguística/semiótica.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Compreensão em leitura.
Forma de composição dos textos.
Escrita colaborativa.
(EF03LP11) Ler e compreender, com autonomia, textos injuntivos instrucionais (receitas, instruções de montagem etc), com a estrutura própria desses textos (verbos imperativos, indicação de passos a ser seguidos) e mesclando palavras, imagens e recursos gráfico-visuais, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF03LP16) Identificar e reproduzir, em textos injuntivos instrucionais(receitas, instruções de montagem, digitais ou impressos), a formatação própria desses textos (verbos imperativos, indicação de passos a ser seguidos) e a diagramação específica dos textos desses gêneros (lista de ingredientes ou materiais e instruções de execução – "modo de fazer").
(EF03LP14) Planejar e produzir textos injuntivos instrucionais, com a estrutura própria desses textos (verbos imperativos, indicação de passos a ser seguidos) e mesclando palavras, imagens e recursos gráfico-visuais, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto.
Pesquisa.
Produção de textos.
(EF35LP17) Buscar e selecionar, com o apoio do professor, informações de interesse sobre fenômenos sociais e naturais, em textos que circulam em meios impressos ou digitais.
(EF04LP21) Planejar e produzir textos sobre temas de interesse, com base em resultados de observações e pesquisas em fontes de informações impressas ou eletrônicas, incluindo, quando pertinente, imagens e gráficos ou tabelas simples, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
Escrita colaborativa.
Construção do sistema alfabético e da ortografia.
(EF05LP12) Planejar e produzir, com autonomia, textos instrucionais de regras de jogo, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções do gênero e considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto.
(EF05LP01) Grafar palavras utilizando regras de correspondência fonema-grafema regulares, contextuais e morfológicas e palavras de uso frequente com correspondências irregulares.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Escrevendo receitas.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Uma receita culinária é um tipo de texto instrucional, que ocorre no cotidiano das crianças. Por meio da leitura de receitas, além dos aspectos gramaticais, como a função dos verbos que
expressam comandos a serem realizados, é possível desenvolver habilidades de leitura e compreensão de textos. Além disso, esse é um tipo de texto que possibilita aproximar as atividades escolares da realidade onde a criança está inserida, pois é possível trabalhar com receitas trazidas de casa, incentivando, assim, a participação das famílias nas atividades escolares das crianças.
Nesse planejamento, os estudantes compreenderão o funcionamento e utilização do gênero textual receita culinária. As crianças acompanharão a preparação de uma receita culinária na cantina da escola, o que poderá, também, contribuir para incentivar a adoção de uma alimentação saudável e conscientizar sobre a necessidade de se evitar o desperdício de alimentos.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), para esta aula você vai precisar da ajuda dos(as) auxiliares de serviços que trabalham na cantina da escola. Combine antes com eles (as) o melhor horário para levar as crianças até lá, para que elas acompanhem o preparo da merenda daquele dia. Verifique o cardápio da escola para saber qual será a merenda servida no dia combinado. Você pode pesquisar a receita do prato que será servido ou perguntar na cantina se há esta receita escrita que possam fornecer para você. Faça cópias dessa receita para que cada criança possa acompanhar a elaboração.
Leve a turma para a cantina. Organize as crianças no espaço. Instigue a turma com as perguntas:
Informe à turma que hoje aprenderão uma receita culinária, acompanhando com é feita a merenda da escola.
Explique que a pessoa que fará a merenda vai realizar todo o preparo relatando o passo a passo para que possam acompanhar o que está sendo feito.
Leve a turma para a cantina, organize-a no espaço e instigue-a com as perguntas:
· Vocês gostam da merenda da escola?
· Qual é o prato preferido de vocês?
· Vocês já ajudaram a fazer alguma receita em casa? Qual? Ao final da aula, pergunte às crianças:
· O que vocês acharam da receita que acompanhamos hoje? Foi difícil de fazer? Há muitos passos a serem seguidos para que a receita fique pronta?
· Para conseguirmos fazer a receita, que informações ela precisa trazer? (observe se as crianças vão citar os ingredientes e o modo de preparo).
Ao final da aula, solicite às crianças que tragam uma receita que a família costuma preparar, anotada no caderno.
AULA 2
Inicie a aula socializando as receitas que as crianças trouxeram. Permita que todos apresentem.
Organize a turma em grupos com 4 ou 5 crianças. Projete a receita a seguir:
(
Brigadeiro
Imagem
1-
Brigadeiro.
Ingredientes:
1
lata
de
leite
condensado
6
colheres
(sopa)
de
achocolatado
1
colher
(sopa)
de
margarina
sem
sal
chocolate
granulado
Fonte:
(PINTEREST,
2023)
Modo
de fazer:
Em
uma
panela,
coloque
o
leite
condensado,
a
margarina
e
o
achocolatado.
Cozinhe
e
mexa
até que o
brigadeiro
comece
a
desgrudar da
panela.
Deixe
esfriar
e
faça
pequenas
bolinhas
com
a
mão,
passando
no
chocolate
granulado.
Tempo
de
preparo:
30
minutos
)
Explore os elementos da receita com as crianças através de perguntas:
· Que tipo (gênero textual) de texto é este?
· Para que ele serve?
· O texto se divide em partes. Quais são elas?
Oriente os grupos para que comparem as receitas que trouxeram, verificando se elas possuem as partes necessárias da receita (ingredientes e modo de preparo). Peça, também, para as crianças dizerem se são receitas conhecidas por elas ou não.
Peça para que um representante de cada grupo apresente o que constataram sobre as receitas analisadas, conforme o que foi solicitado.
Retome a projeção e destaque os verbos imperativos do modo de preparo (acrescente, cozinhe, mexa, deixe e faça). Pergunte às crianças se elas percebem por que estas palavras são importantes no texto. Possivelmente as crianças dirão que são ordens que mostram o que se deve fazer na receita. Caso não percebam esta função, explique para a turma que este tipo de palavra é importante porque vai informar as ações a serem feitas para que a receita seja feita.
Pergunte a cada grupo se nas receitas que eles trouxeram aparecem ordens (verbos) diferentes.
RECURSOS:
Projetor multimídia, cópias da receita que será preparada na merenda no dia da aula 1.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), acompanhe a participação das crianças na aula 1, considere a interação entre as crianças e o envolvimento na atividade. Na aula 2, é importante observar as respostas que as crianças deram, pois elas demonstrarão se as crianças compreenderam ou não a formatação própria do gênero textual receita culinária. Além disso, no momento da atividade em grupo, quando farão a comparação das receitas, é possível avaliar se elas conseguem identificar os elementos próprios do gênero textual e a importância dos verbos imperativos que orientam a forma de preparo. Também é importante observar como trabalharam em grupo, o engajamento na atividade e demonstração de atitudes colaborativas.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Leia a receita a seguir:
Imagem 2 - Bolo de caneca de chocolate.
Fonte: (PINTEREST, 2023)
Agora, responda às questões:
2 – Para que serve o texto acima?
3 – Em quantas partes o texto se divide? Quais são elas?
4 – Você gosta de ajudar na cozinha, em casa? Que tal criar uma receita diferente? Peça ajuda a um adulto em sua casa e escreva, em seu caderno, uma receita utilizando os ingredientes que você quiser. Não se esqueça de listar os ingredientes e explicar o modo de fazer!
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Pesquisando e aprendendo.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A pesquisa é inerente à vida acadêmica. Até mesmo no cotidiano, constantemente precisamos buscar e selecionar informações para resolver problemas comuns como buscar endereços ou informações gerais sobre assuntos que nos interessam. Além disso, o processo de seleção de informações é complexo e exige um cuidado maior no momento de decidir quais são as fontes consideradas confiáveis e quais são duvidosas. Também é importante desenvolver o senso críticono que se refere ao compartilhamento dessas informações, tendo em vista todos os transtornos causados pela disseminação de fakenews.
Definir um tema, a pergunta de pesquisa, selecionar as fontes e informações confiáveis, relatar as descobertas, são procedimentos importantes para o pesquisador cujas habilidades necessárias precisam ser desenvolvidas desde a infância, com níveis de complexidade adequados.
O Currículo Referência de Minas Gerais, bem como a Base Nacional Curricular, elencaram habilidades relacionadas ao estímulo ao interesse pela pesquisa e ao comportamento pesquisador.
Este planejamento propõe a realização de uma pesquisa com orientações, cujo objetivo é desenvolver a valorização e aprendizagem, nas crianças, com o apoio da ciência.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), comece a aula instigando os estudantes com algumas perguntas:
· O que vocês mais gostam de estudar?
· Vocês costumam pesquisar na internet? Sobre o que vocês costumam pesquisar? A partir das respostas das crianças, organize grupos de 3 ou 4 estudantes.
Informe às crianças que elas farão pesquisas em grupo.
Explique que para se realizar uma boa pesquisa é preciso seguir alguns passos. Escreva na lousa:
· Escolher o tema que será pesquisado (pode ser um tema do seu interesse ou alguma pesquisa escolar).
· Anotar o que exatamente você quer pesquisar sobre este tema (faça perguntas sobre o tema escolhido).
· Utilizar um bom mecanismo de pesquisa na internet.
· Consultar mais de uma fonte sobre o mesmo tema (dê preferência às fontes que apresentam referências, ou seja fontes que informam o que consultaram para publicar aquelas informações.
· Anotar as informações que respondem as perguntas que você fez sobre o tema.
· Com base nas anotações que você fez, crie um texto que revele todas informações: o tema, as perguntas feitas sobre ele e as informações encontradas. Certifique-se de mencionar todos os lugares onde você obteve os dados para o estudo.
Professor(a), estabeleça um tempo da aula para que as crianças definam o tema e o que querem pesquisar sobre o ele.
AULA 2
Professor(a), reserve o laboratório de informática da escola, ou combine previamente com os estudantes o uso dos celulares. Caso tenham, peça que disponibilizem o wifi da escola para que todos possam buscar as informações que precisam. Caso a escola não disponha de computadores ou internet, você pode, ao final da aula 1, realizar uma prévia das pesquisas, baixar o material necessário, ou retirar na biblioteca, e levar para a sala de aula para que os grupos explorem o material em busca das informações que precisam.
Organize os mesmos grupos da aula anterior e retome com eles os temas e perguntas de pesquisa definidos.
Oriente as crianças para que procurem informações que respondam às perguntas que fizeram sobre o tema que escolheram.
É importante acompanhar o trabalho das crianças, orientando a seleção das informações relevantes e, depois, a escrita.
Ao terminarem a seleção das informações necessárias, a escrita poderá ser por meio digital ou manuscrita, conforme a disponibilidade da escola.
Ao finalizarem as pesquisas, proponha a apresentação dos resultados. Isso pode ser feito para a própria turma ou outras turmas. Também é possível organizar um mural com as produções das crianças.
RECURSOS:
Computadores ou celulares com acesso à internet, livros, revistas ou textos impressos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), observe como os estudantes selecionam as informações para responder às questões que elaboraram, se há a adequação esperada ao assunto. Considere o envolvimento das crianças na realização da atividade, a colaboração com os colegas e a forma de participação. A organização das informações na construção do texto também deve ser considerada nesta observação, visto que se trata de uma atividade de produção textual.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Leia o folheto abaixo:
Imagem 3 - O perigo aumentou.
Fonte: (BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal, 2018)
Dengue, Zika e Chikungunya são doenças perigosas e que podem ser evitadas com ações simples. Como os casos dessas doenças aumentaram muito, que tal fazer uma campanha na escola para conscientizar as pessoas de que todos podemos ajudar a combatê-las?
Realize uma pesquisa para descobrir quais ações podemos realizar para combater essas doenças.
Faça um folheto, como no exemplo acima, apresentando as informações que você conseguir. Para deixar o seu folheto mais interessante, faça ilustrações ou cole imagens. Seja criativo!
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Com que letra se escreve?
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A leitura e a escrita em Língua Portuguesa dependem do conhecimento do sistema alfabético e suas combinações para formar unidades, as sílabas e, consequentemente, a formação de palavras.
No sistema alfabético, às letras, os grafemas, foram atribuídos sons, os fonemas, alguns relacionados ao nome da letra, outros não. Há situações em que o som de letras é compartilhado, como por exemplo o X e o dígrafo CH, que podem compartilhar o mesmo som, mas são empregados nas palavras conforme convenções ortográficas e isso ocasiona dúvidas nas crianças no momento da escrita. Outro exemplo de situação que costuma gerar bastante dúvida é no emprego do M ou N como som nasal no final de sílabas em que há regra para se determinar qual deverá ser usado em cada situação.
Este planejamento visa trabalhar a correspondência fonema-grafema regulares diretas e contextuais, nos casos citados de forma lúdica, com a elaboração de um jogo e suas regras, o que permitirá o trabalho com gênero texto instrucional.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), inicie a aula instigando a turma com as seguintes perguntas:
· Vocês gostam de jogos?
· Qual é o seu jogo preferido?
Informe às crianças que, nessa aula, elas criarão um jogo.
Selecione qual correspondência deseja que as crianças abordem nos jogos, palavras com correspondência regular entre fonema e grafema ou irregular. Alguns exemplos: g ou j, x ou ch, m ou n no final de uma sílaba.
Explique que o jogo será sobre a escrita de palavras e se chamará “Com que letra se escreve?”.
Divida a turma em grupos de 4 ou 5 estudantes e informe que cada grupo criará um jogo diferente sobre o tipo de correspondência que você escolheu previamente. Distribua entre os grupos, folhas A4 brancas para que escrevam as regras dos jogos.
A partir do tipo de correspondência entre fonema e grafema que você escolheu, peça para cada grupo escrever uma lista com algumas palavras que eles conhecem que se enquadram nesta situação.
Distribua dicionários entre os grupos para que as crianças consultem a grafia convencional das palavras.
Oriente os grupos para elaborarem as regras do jogo e decidam qual o formato e quais materiais precisam para montá-lo.
Explique que as regras devem ser detalhadas e explicar de forma que o jogador compreenda
como o jogo funciona, o que pode ou não fazer e as condições para vencer. O jogo será montado e utilizado na próxima aula.
AULA 2
Organize os grupos novamente. Se for o caso, distribua os materiais solicitados pelos estudantes para montar os jogos.
Estabeleça um tempo da aula para a montagem dos jogos.
Ao final da montagem, proponha que os grupos apresentem para a turma os jogos e as regras que eles escreveram.
AULA 3
Inicie a aula relembrando os jogos que foram montados pela turma.
Organize novamente os grupos e distribua os jogos aleatoriamente. Faça a troca de jogos entre os grupos para que todos possam jogar os diferentes jogos que foram produzidos.
RECURSOS:
Dicionários da Língua Portuguesa, folhas A4, outros materiais para a montagem dos jogos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), acompanhe a elaboração da lista de palavras de cada grupo, observe a escrita prévia e a correção ortográfica após a consulta ao dicionário.
Oriente e acompanhe a escrita das regras dos jogos, realizando as intervenções necessárias, observando o detalhamento, a adequação ao tema e explicações necessárias ao jogador.ATIVIDADES 5º ANO
1 – Complete o poema a seguir com X ou CH:
(
A
chácara
do Chico Bolacha
Na
ácara do
ico
Bola
a
o
que
se
procura
nunca se
a
a!
Imagem
4
–
Agricultor.
Quando
ove
muito,
o
ico brinca de barco,
porque
a
chácara vira
arco.
Quando
não
ove nada,
ico trabalha com
a
en
ada
e
logo
se
ma
uca
e fica com
a
mão in
ada.
Por
isso,
com
o
ico Bola
a,
o que se procura
nunca se
a
a.
Dizem
que
a
ácara
do
ico
só
tem
mesmo
u
u
e
um
ca
orrinho
co
o
que se
ama
Ca
ambu.
Outras coisas, ninguém procura,
porque
não
a
a.
Coitado
do
ico Bola
a!
Fonte:
(ALVES,
2010)
Fonte:
MEIRELES,
Cecília.
Ou
isto
ou
aquilo
.
Rio
de
Janeiro:
Nova
Fronteira,
1990,
p.
66.
)
2 – Loteria do M ou N. Complete a tabela marcando um X na coluna correta e complete as palavras:
PALAVRA
M
N
PALAVRA
M
N
Imagem 5 - Menino com livros.
Fonte: (FREEPIK, 2010)
ta pa
fo te
ba da
fa tasia
i teligent e
pla tas
ca peão
mere da
se tado
e bora
te pero
ta bor
e latado
quita da
1) Lucas está brincando com seu amigo Eduardo. Veja o que eles estão jogando:
(
Imagem 6 - Vista superior de
jogos
de tabuleiro.
Você conhece este jogo? Ele se chama Jogo da
Velha.
Faça
uma
pesquisa
e
escreva,
em
seu
caderno,
as
regras
deste
jogo.
Fonte:
(FREEPIK,
2010)
)
PRÁTICAS DE LINGUAGENS:
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma), produção de textos, análise linguística/semiótica.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Leitura colaborativa e autônoma.
Estratégia de leitura.
(EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas.
(EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto.
Escrita autônoma e compartilhada.
Formação do leitor literário.
Formas de composi- ção de narrativas.
EF35LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os elementos da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso indireto e discurso direto.
(EF35LP22) Perceber diálogos em textos narrativos, observando o efeito de sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de variedades linguísticas no discurso direto.
(EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas.
Formas de composi- ção de narrativas.
Estratégia de leitura. Textos dramáticos.
(EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas.
(EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronominais (uso de pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto.
(EF35LP24) Identificar funções do texto dramático (escrito para ser encenado) e sua organização por meio de diálogos entre personagens e marcadores das falas das personagens e de cena.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Lendo e compreendendo um conto.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Os contos estão presentes na vida escolar e muitas vezes familiar das crianças. Por meio da contação de histórias, as crianças desenvolvem o gosto pela leitura e ativam, ainda mais, a imaginação e a criatividade.
Por isso, utilizar os contos para o desenvolvimento de habilidades leitoras importantes como a inferência e a identificação de elementos constantes da narrativa, é uma ótima estratégia para alcançar a aprendizagem das crianças de forma prazerosa para elas.
Além disso, com uma contação de histórias é possível desenvolver habilidades de escuta e participação em discussões e apreciação da história lida.
A contação de histórias permite, ainda, explorar a importância da pontuação no desenvolvimento de uma leitura fluente, ressaltando a entonação para que as crianças percebam a diferença entre os diferentes sinais utilizados e porque precisam ser considerados no momento da leitura.
Neste planejamento, propõe-se uma contação de histórias, através da qual se abordará a identificação de elementos presentes no texto e que são fundamentais para a interpretação e compreensão textual.
B) DESENVOLVIMENTO:
Organize as crianças em uma roda, de preferência em algum ambiente diferente da sala de aula. Providencie algum objeto que possa ser utilizado durante a atividade para sinalizar com quem está a palavra (pode ser um boneco, um bicho de pelúcia ou algum objeto que você preferir).
Informe que você contará uma história. Estabeleça alguns combinados antes de iniciar a contação de história:
· Hoje, contarei uma história muito interessante para vocês. Para que todos a entendam precisam manter o silêncio e prestar atenção.
· Depois que a história acabar, comentaremos algumas coisas importantes sobre o que vocês entenderam da história. Todos poderão participar.
· Entretanto, para que todos possam ouvir as contribuições dos colegas, vamos utilizar algum dos objetos citados para indicar quem está com a palavra.
· Depois que o(a) colega terminar, ele(a) passará o objeto para o próximo que quiser falar.
A PRINCESA E A ERVILHA
Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa. Mas o nobre rapaz não iria se contentar com pouco e queria uma princesa de verdade. Ah, mas como era difícil encontrar princesas de verdade naqueles tempos.
Ele viajou pelos reinos mais distantes, à procura da princesa de seus sonhos, mas todas as que encontrava, tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas não, muitas se achavam princesas, mas a dificuldade era saber se realmente eram quem diziam ser. O príncipe retornou ao seu castelo desiludido, pois gostaria muito de ter encontrado uma princesa de verdade.
Uma noite desabou uma tempestade no reino. Eram relâmpagos clareando o céu, raios estrondosos e um aguaceiro danado no castelo! Em meio aos trovões, bateram à porta e o rei em pessoa foi atender - os criados estavam ocupados enxugando os cômodos cujas janelas foram abertas pela tempestade. Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal modo que os seus cabelos estavam em frangalhos, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos enlameados, as meias quase desmanchando, a menina estava um caco... Era difícil acreditar que fosse realmente uma princesa!
Porém, a moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que dizia era verdade. Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões e vinte lençóis no quarto das visitas e, sem que a hóspede soubesse, colocou embaixo deles uma ervilha. Aquela seria a cama da hóspede que se dizia princesa.
Quando foi dormir, a moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de uma escada, se deitar. No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido.
- Oh! Não consegui dormir direito – respondeu a moça. – Havia algo me machucando na minha cama, que me deixou até com manchas roxas nas costas!
O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa.
A moça era realmente uma princesa! Somente uma princesa verdadeira teria pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte colchões e lençóis! O príncipe, realizado, se casou com aprincesa, e a ervilha foi enviada para um museu e, se ninguém a pegou, ainda deve estar por lá... Portanto, esta é uma história real!
Imagem 1 - Princesa.
Fonte: (FREEPIK, 2010)
Fonte: ANDERSEN, Hans C. A princesa ervilha. Ciranda Cultural.
[s.l.] 2008. Disponível em: chrome- extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.alagoin has.ba.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/CONTO-3%C2%BA- 4%C2%BA-E-5%C2%BAANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA.pdf
Inicie a contação de história, informando seu título. Pergunte se as crianças conhecem a história, como conheceram (se leram ou se alguém leu para eles). Enfatize as pontuações e, principalmente, o momento do clímax da história. Se preferir, poderá fazer pausas, dividindo o texto em partes, conversando com os estudantes sobre o que acontecerá na história.
Ao terminar a contação da história, faça perguntas relacionadas às habilidades que estão sendo trabalhadas. A partir das respostas dos estudantes, observe se houve compreensão e faça as intervenções necessárias. Estimule a participação de todos. Questione-os:
· Quem são as personagens da história? Quem é a personagem principal?
· Onde a história se passa?
· O que deu origem a esta história? Por que as coisas aconteceram daquele jeito?
· O narrador está participando da história?
· O que o autor do texto quis dizer com com as palavras:
· “aguaceiro danado”;
· “frangalhos”.
Ao final da aula, distribua folhas em branco para as crianças e peça para ilustrarem a história. As ilustrações podem ser afixadas em um mural.
Em seguida, estimule as crianças a recontarem a história ilustrada ou outras que conhecerem, realizando novas ilustrações..
RECURSOS:
Folhas A4 em branco
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), considere a participação das crianças durante a contação de histórias, especialmente a atenção na escuta. Durante as discussões, observe suas respostas e o seu envolvimento na atividade, bem como a compreensão do texto e a criatividade.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Leia o texto a seguir:
A festa no céu
Certa vez, todas as aves foram convidadas para uma festa no céu. O sapo não era ave, logo não foi convidado. Um pouco antes do evento, o urubu visitou a beira do rio só para rir do bicho. O sapo disse que iria à festa de qualquer jeito.
O urubu gargalhou e começou a conversar com a cobra, que por ali passava. Sem que a ave percebesse, o sapo pulou dentro do violão do urubu. Em seguida, o urubu partiu. Ao chegar à festa, estranhando o peso do violão, guardou o instrumento.
Foi quando o sapo saiu e surpreendeu a todos, que queriam saber como ele havia chegado lá. Mas o sapo só dizia:
- Eu tenho os meus segredos…
Com todo esse convencimento, depois de se divertir, o sapo esqueceu que precisava da “carona” para voltar, mas já era tão tarde que o urubu já havia ido embora. Desesperado, sem pensar, disfarçou e saltou na tuba da garça.
Tão logo a garça começou a voar, o sapo não teve como se segurar no instrumento. O pobre coitado escorregou, despencou lá de cima e se estatelou todinho no chão. Foi assim que o sapo aprendeu direitinho que, sem convite, festa não existe!
Fonte: ROCHA, Regina B. FRANCISCO, Carla da S. AMANCIO, Isabel P. Mundo de explorações - Língua Portuguesa: manual do professor. 1ª edição. São Paulo: Moderna, 2021, p. 248.
2 – Quais são as personagens da história? 3 – Onde a história se passa?
4 – Releia o trecho a seguir:
“O pobre coitado escorregou, despencou lá de cima e se estatelou todinho no chão.”
O que o autor quis dizer com a palavra destacada no trecho acima?
5 – Escreva V para as frases verdadeiras e F para as falsas, de acordo com o texto:
a) ( ) O sapo foi convidado para a festa no céu.
b) ( ) O urubu ficou com pena do sapo.
c) ( ) O sapo se escondeu no violão do urubu para ir escondido à festa porque não foi convidado.
d) ( ) O sapo não saiu do violão durante a festa.
e) ( ) O sapo se escondeu na tuba da garça porque esqueceu de se esconder no violão do urubu para voltar da festa.
f) ( ) O sapo chegou da festa em segurança.
g) ( ) O sapo se deu bem no final da história.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Fábulas.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Professor(a), as fábulas são gêneros textuais tradicionais, muito presentes nos primeiros contatos das crianças com a leitura, em contação de histórias, vídeos infantis e tradições familiares. Trata-se de narrativas curtas, em geral tendo animais como personagens e que sempre trazem um ensinamento, uma moral.
Por ser uma narrativa, é possível utilizar este gênero textual para trabalhar a diferenciação dos discursos diretos e indiretos. Por serem histórias curtas e muito conhecidas pelas crianças, é um gênero que favorece, também, trabalhar a percepção de elementos próprios das narrativas e suas inter-relações na construção do texto.
Portanto, neste planejamento propõe-se a comparação de uma fábula com outra versão da mesma história, evidenciando as particularidades e implicações de cada tipo de discurso.
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), inicie a aula conversando com as crianças sobre fábulas. Instigue a turma com perguntas como:
· Quem já leu um texto chamado “O Galo e Raposa”?
· Vocês se lembram da história?
· Quem pode nos contar o que acontece nesta história?
Explique para as crianças que esta história é chamada de fábula, principalmente porque as personagens, geralmente, são animais com atitudes humanas como conversar, trabalhar, cantar, por exemplo; e porque há um ensinamento no final da história. Além disso, uma fábula pode ter diferentes versões.
Entregue para cada criança, uma versão da fábula “O Galo e a Raposa”.
Versão 1
O Galo e a Raposa
Empoleirado em um alto galho de árvore, um galo estava de sentinela vigiando o campo para ver se não havia perigo para as galinhas e os pintinhos que ciscavam o solo à procura de minhocas.
Ali por perto passava uma raposa que, vendo-os no chão, logo imaginou o maravilhoso almoço que teria se comesse um deles. Quando viu o galo de vigia, rapidamente a raposa inventou uma historinha para enganá-lo.
Ela disse ao galo para ficar sossegado, que não precisava alertar as galinhas e os pintinhos sobre a chegada dela porque vinha em paz.
O galo, desconfiado, perguntou o que estava acontecendo, já que as raposas sempre foram suas inimigas.
A raposa justificou, dizendo que isso era passado e que, todos os bichos fizeram as pazes e estão convivendo em harmonia e, portanto, não são mais inimigos. Para provar que estava dizendo a verdade, ela pediu ao galo para descer e lhe dar um abraço.
O que a raposa queria, na verdade, era impedir que o galo voasse para longe. Se ele descesse até onde ela estava, seria fácil dar-lhe um bote.
Mas o galo não era bobo. Desconfiado das intenções da raposa, ele lhe perguntou se a raposa tinha certeza do que estava dizendo porque e se, por isso, ela deixou de ter medo dos cães de caça.
A raposa confirmou que não tinha mais medo dos cães de caça e, então, o galo disse que estava avistando, lá de cima, um bando de cães que vinha correndo para lá. Mas como a raposa afirmou não ter medo, não havia perigo.
A raposa ficou apavorada, mas o galo tranquilizou-a dizendo que os cães vinham para lhe abraçar, como o abraço que ela queria dar nele.
Mas a raposa, tremendo de medo, fugiu em disparada, antes que os cães chegassem.
Moral da história: Muitas vezes, quem quer enganar acaba sendo enganado.
Fonte: ESOPO. O galo e a raposa. Cantos e Encantos. [s.l.] 2013. Disponível em: http://cantoseseusencantos.blogspot.com/2013/08/o-galo-e-raposa-empoleirado-em-um-
alto.htmhtt - Adaptado.
Versão 2
O Galo e a Raposa
Empoleirado em um alto galho de árvore, um galo estava de sentinela vigiando o campo para ver se não havia perigo para as galinhas e os pintinhos que ciscavam o solo à procura de minhocas.
Ali por perto passava uma raposa que, vendo-os no chão, logo imaginou o maravilhoso almoço que teria se comesse um deles. Quando viu o galo de vigia, rapidamente a raposa inventou uma historinha para enganá-lo:
· Amigo galo,pode ficar sossegado. Não precisa cantar para avisar as galinhas e os pintinhos que estou chegando. Eu vim em paz.
Desconfiado, o galo perguntou:
· O que aconteceu? As raposas sempre foram nossas inimigas. Nossos amigos são os patos, os coelhos e os cachorros. Que é isso agora?
Mas a espertalhona continuou:
· Caro amigo, esse tempo já passou! Todos os bichos fizeram as pazes e estão convivendo em harmonia. Não somos mais inimigos. Para provar o que digo, desça daí para que eu possa lhe dar um grande abraço!
O que a raposa queria, na verdade, era impedir que o galo voasse para longe. Se ele descesse até onde ela estava, seria fácil dar-lhe um bote.
Mas o galo não era bobo. Desconfiado das intenções da raposa, ele lhe perguntou:
· Você tem certeza de que os bichos são todos amigos agora? Isso quer dizer que você não tem mais medo dos cães de caça?
· Claro que não! - confirmou a raposa. Então o galo disse:
· Ainda bem! Porque, daqui de cima, estou avistando um bando que vem correndo para cá. Mas, como você disse, não há perigo, não é mesmo?
· O que?! - gritou a raposa, apavorada.
· São os seus amigos! Não precisa fugir, cara raposa. Os cães estão vindo para lhe dar um grande abraço, como esse que você quer me dar.
Mas a raposa, tremendo de medo, fugiu em disparada, antes que os cães chegassem.
Moral da história: Muitas vezes, quem quer enganar acaba sendo enganado.
Fonte: ESOPO. O galo e a raposa. Cantos e Encantos. [s.l.] 2013. Disponível em: http://cantoseseusencantos.blogspot.com/2013/08/o-galo-e-raposa-empoleirado-em-um-
alto.htm
Peça às crianças para fazerem uma primeira leitura silenciosa do texto. Quando terminarem, oriente as crianças a trocarem, com o colega mais próximo, as versões do texto. Peça para fazerem a leitura silenciosa.
Em seguida, escolha três estudantes para fazerem a leitura oral da versão 2: uma criança será a raposa, outra será o galo e terceira será o narrador. Estabeleça alguns instantes para que as crianças se organizem para a leitura.
Após a leitura, faça o mesmo com a versão 1. Entretanto, apenas uma criança fará a leitura. A seguir, pergunte à turma:
· Vocês perceberam alguma diferença entre a leitura dos dois textos? Qual é a diferença?
· Por que a versão 2 foi lida por mais colegas do que a versão 1?
Professor(a), possivelmente as crianças vão comentar sobre a ausência de diálogo no texto 1. Caso o comentário não apareça, você pode instigar a turma com perguntas direcionadas para que as crianças percebam essa diferença, como por exemplo:
· O que o ratinho disse para o leão no início do texto 2? E no texto 1?
· Como é possível identificar a fala de uma personagem no texto?
Explique para as crianças que, em uma narrativa, como fábulas, contos, por exemplo, o autor pode colocar a fala das personagens literalmente, utilizando a pontuação adequada para sinalizar isso, o travessão, ou explicar o que a personagem falou. A diferença entre os textos está nos tipos de discursos. O discurso se refere às falas do texto. Quando o texto apresenta a fala literal de uma personagem, chamamos de discurso direto. Quando o narrador do texto é quem informa o que o personagem disse, chamamos de discurso indireto.
Destaque o trecho dos textos a seguir, na lousa ou em projetor, para mostrar a diferença entre o discurso direto e o indireto. Exemplo:
· “Quando viu o galo de vigia, rapidamente a raposa inventou uma historinha para
enganá-lo:
· - Amigo galo, pode ficar sossegado. Não precisa cantar para avisar as galinhas e os pintinhos que estou chegando. Eu vim em paz.” (trecho da versão 2)
· “Quando viu o galo de vigia, rapidamente a raposa inventou uma historinha para
enganá-lo.
· Ela disse ao galo para ficar sossegado, que não precisava alertar as galinhas e os
pintinhos sobre a chegada dela porque vinha em paz.” (trecho da versão 1)
Explore os trechos destacados, sempre enfatizando a diferença na forma de retratar a fala das personagens.
Destaque mais trechos e pergunte às crianças que tipo de discurso aparece em cada um. Conduza a discussão para que elas percebam a diferença entre os dois tipos de discurso. Finalize a aula explicando as diferenças e esclarecendo as dúvidas que surgirem.
RECURSOS:
Cópias impressas das duas versões do texto em quantidade suficiente para a turma.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Estimule a participação de todos os estudantes nos momentos de interpretação oral do texto. Observe as respostas das crianças, especialmente em relação ao reconhecimento dos tipos de discursos dos trechos destacados. Considere o envolvimento dos estudantes nas discussões e a forma de participação, com respeito às opiniões diferentes e respeitando os combinados para aguardar a vez de falar.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Analise as frases abaixo e escreva DD quando for discurso direto ou DI discurso indireto:
a) ( ) Alice, mamãe pediu para você arrumar o quarto.
b) ( ) - Alice, vá arrumar o seu quarto!
c) ( ) O professor explicou que hoje faremos atividades no laboratório de informática.
d) ( ) - Turma, hoje faremos atividades no laboratório de informática.
2 – Transforme as frases a seguir em discurso direto:
a) Carolina explicou para sua amiga Luciana que não poderá sair hoje à tarde, pois terá aula de natação.
b) Felipe contou a João que está passando mal.
c) A raposa disse ao galo que todos os animais são amigos agora.
d) Eu expliquei ao professor que não fiz o para casa porque estava com muitas dúvidas.
3 – Leia o texto a seguir, depois reescreva-o em seu caderno passando para o discurso indireto:
Imagem 2 – Anedota.
Fonte: (ENSINAR HOJE, 2023)
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Conto popular e texto teatral.
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Contos populares são narrativas cuja autoria geralmente é desconhecida e que são transmitidas às gerações seguintes por meio da oralidade. Muitos narram histórias divertidas, como os contos de esperteza do famoso personagem Pedro Malasartes, cujas aventuras foram contadas em livros e filmes.
Por serem histórias que estão presentes no convívio das famílias, são ótimas ferramentas para se trabalhar os elementos característicos do gênero conto, bem como a interpretação textual e, portanto, o desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita mais complexas.
Identificar os elementos de um conto (enredo, personagens, cenário da história, conflito gerador) e compreender a relação entre eles no delineamento da estrutura e da característica desse gênero textual, não é tarefa simples para as crianças. A compreensão de texto é uma habilidade que requer um trabalho gradual e constante. Por isso, utilizar textos que sejam atraentes para as crianças torna a atividade interessante, aguça a curiosidade delas e instiga a criatividade e o estimula o engajamento na realização das atividades propostas.
Aliado ao trabalho com textos narrativos temos os textos dramáticos, que trazem elementos comuns ao gênero textual conto, como o cenário onde a história se passa, o enredo, personagens, conflito e resolução. Inclusive muitas peças teatrais são adaptações de contos, alguns tradicionais e de domínio público, muito conhecidos pelas crianças. Por isso, podem ser utilizados para enriquecer o desenvolvimento das habilidades envolvendo textos narrativos.
Neste planejamento serão abordados os elementos do gênero textual conto e sua estrutura, além de aspecto morfológico importante para a construção de texto coeso e coerente, que são as substituições de substantivos por sinônimos ou pronomes. Além disso, propõe-se uma produção escrita adaptando um conto para um texto teatral, identificando e reconhecendo a importância dos elementos característicos desse gênero.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), inicie a aula explicando que estudarão um conto popular. Em seguida, instigue a turma com algumas questões:
· Vocês se lembram da leitura de algum texto deste gênero? Qual?
Explique que os contos populares são narrativas passadas de geração a geração. Por serem contos, possuem alguns elementos importantes.Para retomar esses elementos, projete a imagem a seguir:
Imagem 3 - Elementos do conto.
Fonte: (BLOG EDUCAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO, 2019)
Ao projetar o quadro com os elementos, você pode citar algum conto tradicional, por serem bem conhecidos das crianças, para demonstrar como esses elementos aparecem no texto.
A seguir, projete a imagem a seguir, que traz o conto “Sopa de pedras”:
Imagem 4 - Conto de esperteza.
Fonte: (SOESCOLA, 2016)
Escolha algumas crianças para fazerem a leitura em voz alta do texto. Divida a turma em duplas.
Volte no quadro anterior, com os elementos de um conto e peça para identificarem e escreverem no caderno, cada elemento no texto.
Socialize as respostas.
Projete o quadro a seguir, que apresenta a estrutura de um conto:
(
Imagem 5
- Estrutura
do
conto.
Fonte:
(LIVEWORSHEETS,
2023)
)
Volte à imagem do texto e solicite que os estudantes identifiquem estas partes do texto. Acompanhe o trabalho das duplas. Peça para indicarem em qual(is) parágrafo(s) se encontram estas partes. Caso perceba a necessidade, faça uma nova leitura compartilhada do texto.
Realize a socialização das respostas das duplas. Faça as intervenções necessárias.
Com a imagem do texto projetada, destaque os pronomes que aparecem no texto. Pergunte à turma:
· Vocês sabem por que o autor utilizou estas palavras (pronomes) no texto?
É provável que as crianças respondam que os pronomes são utilizados para evitar repetições. Caso a resposta não apareça, explique para a turma. Você pode selecionar um trecho do texto e fazer a leitura sem o pronome, fazendo a repetição, para que as crianças percebam a necessidade da substituição.
A seguir, destaque a palavra “panela”, que aparece várias vezes no texto.
Lance um desafio para as duplas: reescrever o primeiro parágrafo do texto, substituindo a palavra por um sinônimo. Distribua dicionários para auxiliar as crianças.
Após a socialização das respostas de cada dupla, finalize a aula explicando que o uso de sinônimos também é um recurso importante para deixar o texto mais agradável para o leitor.
AULA 2
Inicie a aula retomando os elementos do conto estudados na aula anterior: a trama (enredo), o cenário, problema/conflito e personagens.
Explique às crianças que esses elementos são importantes na construção do texto e que eles aparecem em outro gênero textual que será estudado nesta aula: o texto teatral.
Projete o trecho do texto teatral abaixo:
O Rei de Quase-Tudo Personagens: Rei Quase, Bobo, Ministro, Rainha.
Prólogo
(Telão representando o reino de Quase-Tudo. Montanhas que se perdem no horizonte. Entram os aldeões cantando.)
No palácio real
O reino de Quase-Tudo tinha até coisa demais. Mas o Rei de Quase-Tudo queria sempre mais.
Tinha ouro, muito ouro, mas o Rei achava pouco. Tinha terra, muitas terras. Mas o Rei queria mais.
Tinha natureza bela, lindas flores e animais, um primor de perfeição, mas o Rei queria mais!
(Sobe o telão. Surge a Sala do Trono no Palácio Real. Entra o Rei muito nervoso.)
Rei Quase — Preguiçosos! Vagabundos! Eu já estou acordado e vocês estão dormindo. É por isso que este reino não vai para frente. Ministros, guardas! (sai)
Bobo — Preguiçosos! Vagabundos! Eu já estou acordado e vocês estão dormindo. É por isso que este reino não vai para frente. Ministros, guardas!
Ministro (de pijama) — O que está acontecendo?
Bobo — O Big Brother acordou!
Ministro — Mas são duas horas da manhã.
Bobo — E qual é o problema?
Ministro — A gente trabalha o dia inteiro e tem o direito de dormir.
Bobo — Diz isso para ele e você vai para a masmorra.
Ministro — O pior é que na hora de receber os embaixadores todo mundo fica abrindo a boca de sono.
Bobo — Diz isso para ele.
Ministro — Eu não! Eu não sou bobo.
Bobo — Já sei, eu é que tenho que dizer.
Ministro — Isso mesmo. Você é o Bobo do Rei. Bobo pode dizer tudo e não acontece nada.
Bobo — Você é que pensa. Eu é que levo palmada.
Ministro — Mas palmada de rei não dói. (Passa o Rei, e o Bobo vai atrás imitando. Depois o Ministro entra na roda, em movimento circular constante.)
Rei Quase — Preguiçosos! Vagabundos! Eu já estou acordado e vocês estão dormindo. É por isso que este reino não vai para frente. Ministros, guardas! (sai)
Bobo — Preguiçosos! Vagabundos! Eu já estou acordado e vocês estão dormindo. É por isso que este reino não vai para frente. Ministros, guardas!
Ministro — Mas o que aconteceu, Majestade?
Rei Quase — Você não sabe? Ministro — O senhor não falou. Rei Quase — E preciso falar tudo? Bobo — Você não pode adivinhar? Ministro — Adivinhar?
Rei Quase — Isso mesmo, adivinhar.
Bobo — E por que não?
Ministro (à parte) — Eu ainda mato esse Bobo.
Rei Quase — E por que não?
Ministro — Porque ainda não acabei meu curso de adivinho. A Faculdade de Ciências Cultas e Alta Magia foi suspensa pelo Ministério da Falta de Educação, as mensalidades estavam muito altas, os professores ganhavam muito pouco e foram plantar batatas.
Rei Quase — Isso é um absurdo. Bobo — Batatas? Adoro batatas fritas. Ministro — Eu prefiro batata assada.
Rei Quase — Preguiçosos, vagabundos! Em vez de dar aulas, foram plantar batatas.
Ministro — Eu gosto com queijo.
Bobo — Batata frita com queijo parmesão é muito bom.
Ministro — E assada com queijo catupiri?
Rei Quase (nervoso) — Parem de falar em comida. Eu estou preocupado com o reino e vocês ficam nessa falação. Falando em batata assim, assada, frita, cozida, o reino está em perigo e vocês só falam em comer batata?
[...]
Fonte: RIBEIRO, José Luiz. O rei de quase tudo. Rio de Janeiro: Zit, 2004.
Selecione algumas crianças para realizarem a leitura do texto em voz alta. Após a leitura faça as perguntas a seguir para a turma:
· Vocês perceberam alguma coisa diferente nesse texto? Só há falas de personagens? Há falas do narrador?
· O que as informações entre parênteses indicam?
· E os nomes dos personagens antes das falas? Por que aparecem ali? Isso é importante? Por quê?
Explique para a turma que as informações entre parênteses são as rubricas e que elas são muito importantes no texto teatral porque indicam como os atores precisam se posicionar na cena, o que precisam demonstrar na fala e outras indicações importantes para a encenação. Também a indicação do personagem antes da fala é importante para que os atores que vão interpretar o personagem consigam visualizar com facilidade suas falas e ainda, conhecer as falas dos demais para saber em que momento participarão da cena.
Informe às crianças que há vários textos que foram adaptados para o teatro, inclusive contos famosos como Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve e outros.
Proponha para a turma:
Vamos fazer uma adaptação de um conto para o teatro?
Para isso, divida a turma em grupos de 4 ou 5 estudantes. Cada grupo vai transformar o conto
“Sopa de pedras”, estudado na aula anterior, em um texto teatral.
Projete novamente o texto “Sopa de pedras”. Realize uma leitura do texto ou selecione
estudantes para fazê-lo para toda a turma. Passe as orientações a seguir para as crianças:
· No início da adaptação, descrevam o cenário (quais elementos aparecem, que estará em cena naquele momento).
· As falas dos personagens precisam ser indicadas, sem o uso do travessão, mas com o nome de cada um à frente de cada fala.
· Criem rubricas que indicam o que precisam realizar no momento da interpretação do texto.
· Lembrem-se que não haverá falas do narrador. Portanto, utilizem as rubricas e, caso seja necessário, criem falas dos personagens. Isso pode ser feito porque estamos adaptando o texto para o teatro, isto é, para um texto que será encenado e que, geralmente, não será lido por quem vai assistir à encenação.
· Após a elaboração da adaptação, revisaremos os textos para verificar se precisam de ajustes.
Finalize a aula, após a revisão dos textos e reescrita, se necessário. Informe que na próxima aula cada grupo ficará responsável por encenar a sua adaptação.
AULA 3
Organize um espaço da escola para que as crianças possam encenar, preferencialmente em local diferente da sala de aula.
Sorteie a ordem de apresentaçãodos grupos.
Após as apresentações, organize os estudantes em roda. Inicie uma discussão sobre a experiência de realizar e encenar uma adaptação de conto. Você pode instigar o debate com
perguntas, como:
· O que vocês acharam dessa produção de texto? Adaptar um texto é mais fácil do que criar um texto, ou mais difícil? Por quê?
· E as rubricas? Elas são realmente importantes na hora de encenar? Se elas não trouxerem indicações precisas, o que pode ocorrer?
· As indicações das falas dos personagens pelo nome facilitou na hora de encontrá-las no texto?
Finalize a aula retomando os principais conceitos sobre o texto dramático estudados na aula:
· Na aula de hoje fizemos uma adaptação de um conto para um … (estimule os estudantes
a completarem a fala)
· Hoje aprendemos que as rubricas são…
· Elas são importantes porque…
· As falas dos personagens precisam estar sinalizadas com o nome para…
RECURSOS:
Projetor multimídia
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a) observe o envolvimento e participação dos estudantes nas atividades propostas. Acompanhe as respostas elaboradas pelas duplas, pois elas vão demonstrar a compreensão dos aspectos explorados no texto durante a aula. Considere as atitudes colaborativas e a participação ativa no desenvolvimento das atividades em grupo. Atente-se para os momentos de finalização das aulas, nos quais são retomados os principais aspectos trabalhados e que demonstrarão a compreensão das crianças.
ATIVIDADES 5º ANO
1 – Leia o texto a seguir:
Malazarte cozinhando sem fogo
Chegando à cidade, Pedro Malazarte foi se divertir em festas e bares e gastou suas economias. Mas antes de ficar de todo pobre, comprou uma panela e um pouco de comida seguiu seu rumo.
No meio do caminho, viu uma casa abandonada e parou para descansar.
Acendeu um fogo e colocou a comida na panela para aquecer.
Percebendo que chegava uma tropa, Pedro apagou rapidamente o fogo. A comida já estava quente e fumegante. Os homens observaram curiosos e perguntaram:
· Que coisa engraçada, você está cozinhando sem fogo?
E Pedro logo respondeu:
· Sim, mas isso é porque a minha panela é especial, ela é mágica!
· E como é isso? Não é preciso fogo para cozinhar nela?
· Pois é como estão vendo. Aliás, estou pensando em vendê-la. Vocês querem?
Os homens ficaram satisfeitos e pagaram uma boa quantia.
Mais tarde, quando foram usar a panela sem fogo, perceberam que foram enganados, mas a essa altura Pedro Malazarte já estava bem longe.
Fonte: AIDAR, Laura. 12 contos populares brasileiros. Cultura Genial. [s.l] 2023. Disponível em: https://www.culturagenial.com/contos-populares-brasileiros-comentados/
2 – Onde se passa esta história?
3 – Quem é a personagem principal da história?
4 – O que deu origem ao que acontece na história?
5 – Releia o trecho a seguir:
“Não é preciso fogo para cozinhar nela?”
A palavra destacada se refere a que? _
PRÁTICAS DE LINGUAGENS:
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma), produção de textos, análise linguística/ semiótica.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Textos dramáticos. Morfologia.
Discurso direto e indi- reto.
Fluência de leitura.
(EF35LP24) Identificar funções do texto dramático (escrito para ser encenado) e sua organização por meio de diálogos entre personagens e marcadores das falas das personagens e de cena.
(EF35LP14) Identificar em textos e usar na produção textual pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos, como recurso coesivo anafórico.
Decodificação e fluên- cia de leitura.
(EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e discurso direto, determinando o efeito de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de variedades linguísticas no discurso direto, quando for o caso.
(EF35LP01) Ler e compreender, silenciosamente e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textualidade adequado.
Forma de composição de textos dramáticos.
(EF04LP27) Identificar, em textos dramáticos, marcadores das falas das personagens e de cena.
Performances orais.
Escuta de textos orais.
Contagem de histó- rias.
(EF04LP25) Representar cenas de textos dramáticos, reproduzindo as falas das personagens, de acordo com as rubricas de interpretação e movimento indicadas pelo autor.
(EF35LP18) Escutar, com atenção, apresentações de trabalhos realizados por colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário.
(EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.
Apreciação estética e estilo.
Declamação.
Formação do leitor
literário e leitura multissemiótica.
(EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais.
(EF35LP28) Declamar poemas, com entonação, postura e interpretação adequadas.
Formação do leitor literário.
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
(EF35LP21) Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Texto teatral.
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O texto teatral possui características singulares que permitem o desenvolvimento de habilidades importantes de leitura, como a fluência na leitura e a observância da entonação adequada à situação. Além disso, são textos que permitem trabalhar a diferenciação dos tipos de discurso e a observação de um elemento indicativo que não está diretamente relacionado à história, mas que é importante para orientar a atuação, que é a rubrica.
Neste planejamento, as crianças terão a oportunidade de conhecer e estudar o trecho de uma peça bastante conhecida, encená-lo e, ao final, apreciar uma apresentação do texto na íntegra. Também será trabalhado o uso de elementos de coesão, como pronomes e o emprego de sinônimos.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Inicie a aula com a algumas perguntas para ativar os conhecimentos prévios das crianças sobre os textos dramáticos:
· Quem já assistiu a uma peça teatral? Qual?
· Vocês já leram o texto de uma peça teatral?
Informe às crianças que nesta aula elas vão conhecer e estudar um texto teatral. A peça escolhida é Pluft, o fantasminha, de Maria Clara Machado.
Passe o vídeo a seguir, que mostra um anúncio da encenação da peça:
Pluft o fantasminha.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Jkt1GD9YBQU. Faça perguntas após a exibição do vídeo:
· O que aconteceu neste vídeo?
· Vocês gostariam de assistir a essa peça?
Passe o vídeo a seguir, que mostra algumas cenas da peça:
Pluft, o fantasminha
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=bz-pxMCPQ8o.
Faça perguntas após a exibição do vídeo para direcionar os estudantes a compararem ambos e perceberem as características próprias do texto dramático:
· Nesse vídeo, o que as pessoas estavam fazendo?
· Qual é diferença deste para o vídeo anterior?
· Como vocês perceberam que se trata de uma encenação? Projete o trecho a seguir da peça Pluft, o fantasminha:
Pluft, o fantasminha
Maria Clara Machado Cenário:
Um sótão. À direita uma janela dando para fora de onde se avista o céu. No meio, encostado à parede do fundo, um baú. Uma cadeira de balanço. Cabides onde se vêem, pendurados, velhas roupas e chapéus. Coisas de marinha. Cordas, redes. O retrato velado do capitão Bonança. À esquerda, a entrada do sótão. Ao abrir o pano, a Senhora Fantasma faz tricô, balançando-se na cadeira, que range compassadamente. Pluft, o fantasminha, brinca com um barco. Depois larga o barco e pega uma velha
boneca de pano. Observa-a por algum tempo.
PLUFT: Mamãe!
MÃE: O que é, Pluft?
PLUFT: (Sempre com a boneca de pano) Mamãe, gente existe?
MÃE: Claro, Pluft. Claro que gente existe.
PLUFT: Mamãe, tenho tanto medo de gente! (Larga a boneca.)
MÃE: Bobagem, Pluft.
PLUFT: Ontem passou lá embaixo,perto do mar, e eu vi. MÃE: Viu o que, Pluft?
PLUFT: Vi gente, mamãe. Só pode ser. Três.
MÃE: E você teve medo?
PLUFT: Muito, mamãe.
MÃE: Você é bobo, Pluft. Gente é que tem medo de fantasma e não fantasma que tem medo de gente.
PLUFT: Mas eu tenho.
MÃE: Se seu pai fosse vivo, Pluft, você apanharia uma surra com esse medo bobo. Qualquer dia deste eu vou te levar ao mundo para vê-los de perto.
PLUFT: Ao mundo, mamãe?!!
MÃE: É, ao mundo. Lá embaixo, na cidade...
PLUFT: (Muito agitado vai até a janela. Pausa.) Não, não, não. Eu não acredito em gente, pronto...
MÃE: Vai sim, e acabará com estas bobagens. São histórias demais que o tio Gerúndio conta para você.
(Pluft corre até um canto e apanha um chapéu de almirante.)
PLUFT: Olha, mamãe, olha o que eu descobri! O que é isto?!
MÃE: Isto tio Gerúndio trouxe do mar. (Pluft fora de cena continua a descobrir coisas,
que vai jogando em cena: panos, roupas, chapéus etc.)
PLUFT: Por que tio Gerúndio não trabalha mais no mar, hem, mamãe?
MÃE: Porque o mar perdeu a graça para ele...
PLUFT: (Sempre remexendo, descobre um espartilho de mulher) E isto, mamãe, (aparecendo) que é isso? Ele trouxe isto também do mar? (Coloca o espartilho na cabeça e passeia em volta da mãe.)
MÃE: Pluft, chega de remexer tanto nas coisas...
PLUFT: (Larga o espartilho de mulher no chão e passeia na cena à procura do que fazer) Vamos brincar, tá bem? Finge que eu sou gente. (Veste-se de fraque e de cartola.)
MÃE: (Sem vê-lo) Chega de fazer desordem, meu filho. Você acaba acordando tio Gerúndio. (Ela olha para o baú.)
PLUFT: (Pé ante pé, chega por detrás da cadeira da mãe e grita) Uuuuh! (A mãe leva um grande susto e deixa cair as agulhas e o tricô) Eu sabia! Eu sabia que você também tinha medo de gente. Peguei! Peguei! Peguei mamãe com medo de gente...peguei mãe com medo de gente!...
MÃE: (Procurando de gatinhas os óculos e o tricô) Pluft, você quer apanhar?
Como é que eu posso acabar o meu tricô para os fantasminhas pobres, se você não me deixa trabalhar? (A mãe volta à cadeira bufando e Pluft volta à janela pensativo.)
PLUFT: Eu não iria nem a pau.
MÃE: Onde, Pluft?
PLUFT: Trabalhar no mar. Tenho medo de gente e de mar também. É muito grande e azul demais.. (De repente Pluft se assusta) Oh! (Corre até a mãe sem voz e torna à janela) Mamãe, olha lá. Iiii...Estão vindo (Corre e senta-se no colo da mãe) Mamãe, mamãe, acode!! Eles estão vindo...vindo do mar...e subindo a praia.
Fonte: VILALTA, Elisa G. Pluft o fantasminha. Nova Escola. [s.l.] Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/4ano/lingua-portuguesa/pluft-o-
fantasminha/2914.
Durante a projeção, pergunte às crianças:
· Que tipo de texto é este (gênero textual)?
· Este texto tem algo diferente de outros que estamos mais acostumados a ler? O quê?
Realize a leitura coletiva do texto. Você pode selecionar 3 crianças para fazerem a leitura do texto para a turma.
Após a leitura, explique às crianças que o texto dramático indica as falas de cada personagem que participa daquela cena. Compare com outro texto, no qual a fala de uma personagem não aparece diretamente, pois ela é apenas narrada, ou retire um trecho do texto e transforme-o em discurso indireto para que as crianças percebam a diferença. Exemplo:
· ‘PLUFT: Vi gente, mamãe. Só pode ser. Três.”
· Pluft disse à sua mãe que viu gente e que eram três.
Além disso, há informações chamadas rubricas, que indicam como os atores precisam agir durante a cena. Para apresentar um bom espetáculo os atores precisam estudar o texto, as falas de suas personagens e as rubricas, para saber como se movimentar durante a peça.
Divida os estudantes em duplas e entregue uma cópia deste trecho para cada dupla, para realizarem o estudo do texto.
Na lousa, destaque as frases a seguir, inclusive com os grifos realizados:
· “Ontem passou lá embaixo, perto do mar, e eu vi.”
· Se seu pai fosse vivo, Pluft, você apanharia uma surra com esse medo bobo. Qualquer dia deste eu vou te levar ao mundo para vê-los de perto.
· “Isto tio Gerúndio trouxe do mar.”
· “Porque o mar perdeu a graça para ele…”
· “E isto, mamãe, (aparecendo) que é isso?”
Pergunte às crianças quais destas palavras elas estão mais acostumadas a ver em textos. Possivelmente, as crianças vão reconhecer a maioria, apenas o pronome oblíquo “los” será apontado como uma palavra que eles não costumam ver com frequência nos textos que leem. Caso isso ocorra, explique que esta palavra se refere ao que diríamos no dia a dia “ver eles”, mas que na linguagem formal não podemos utilizar um pronome pessoal desta forma.
Pergunte, também, porque estas palavras costumam ser utilizadas em textos. Possivelmente, as crianças vão responder que estas palavras evitam as repetições. Caso as crianças não demonstrem esta compreensão, explique esta necessidade exemplificando com trechos do texto, substituindo os pronomes pelos substantivos a que se referem para que as crianças percebam a diferença. Para finalizar, você pode elaborar, junto com as crianças, uma justificativa para o uso de pronomes no texto.
Recolha as cópias do texto para utilizar na aula seguinte.
AULA 2
Retome o que foi estudado na aula anterior: o trecho da peça Pluft o fantasminha, as características do texto teatral e o uso de pronomes para evitar repetições desnecessárias no texto.
Organize novamente a turma em duplas e distribua as folhas com o texto.
Proponha à turma realizar a encenação deste trecho da peça Pluft, o fantasminha. Você pode escolher uma dupla para encenar, pedir a todas as duplas para encenarem ou dividir o trecho em partes para que diferentes duplas encenem. Estabeleça um prazo para que as crianças se preparem para a encenação. Se possível, você pode propor que as crianças se caracterizem para a encenação. Também é possível providenciar alguns elementos para compor a encenação.
AULA 3
Organize o espaço para a encenação. Estabeleça a ordem de apresentação das duplas. Após a encenação, proponha a realização de uma sessão pipoca, com a exibição da peça na íntegra, disponível no link a seguir:
PLUFT, O FANTASMINHA – 2013.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LEUCcG9LkoY.
RECURSOS:
Projetor multimídia com acesso à internet, vídeos disponíveis nos links indicados, cópias impressas do texto para toda a turma.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
É essencial observar a leitura oral das crianças.Também é importante anotar dados dos estudantes durante a encenação, se diferenciam as rubricas das falas das personagens e se compreendem as indicações dadas por elas. É necessário observar as respostas das crianças aos seus questionamentos sobre os pronomes e pedir para darem outros exemplos. Assim, você identificará o entendimento delas ou a necessidade de retomada do assunto.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Leia o trecho de uma peça intitulada O cão e o Gato:
(
Imagem
1
-
Leitura
dramática.
Fonte:
(GOIÂNIA.
Secretaria
Municipal
de
Educação,
2022)
)
2 – Por que, neste texto, os nomes das personagens vem escrito antes das falas?
_ 3 – Leia o trecho a seguir:
(
Camila chegou da escola com muita fome.
Camila
logo perguntou pelo almoço.
A
mãe
de
Camila
respondeu
que
já
estava
quase
pronto.
Então,
Camila
resolveu
tirar
um
cochilo
antes
de
almoçar.
)
As palavras destacadas podem ser trocadas por outras para que o texto não fique repetitivo? Faça as substituições necessárias, reescrevendo o trecho:
4) Leia os trechos a seguir:
(
Trecho
1
Alice
o segurou
firme
e falou,
zangada:
–
Não
abuse
da
minha
paciência!
Xadrez
é
um
jogo
para
ser
levado
a
sério.[...]
)
(
Trecho
2
Alice
o
segurou
firme
e
falou
zangada
para
ele
não
abusar
da
paciência
dela,
pois Xadrez
é
um
jogo
para
ser
levado
a
sério.
)
Fonte: SILVA, Cícero de O. SILVA, Elizabeth G. de O. Aprender juntos - Língua Portuguesa: manual do
professor. 9ª edição. São Paulo: Edições SM, 2021, p. 58
Marque um X na resposta correta:
( ) O trecho 1 está escritoem discurso direto porque a fala da personagem é escrita literalmente.
( ) O trecho 1 está escrito em discurso indireto porque a fala da personagem não é escrita literalmente, pois é o narrador que conta para o leitor o que ela diz.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Texto teatral ou dramático.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O texto teatral ou dramático possui características singulares, como: diálogo das personagens, ausência de narrador, figurino, cenário, atores, palco, plateia, linguagem corporal e gestual, é do tipo narrativo e são encenados. Esse gênero textual permite o desenvolvimento de habilidades importantes de leitura, como a fluência, a observância da entonação adequada à situação representada.
Além disso, são textos que permitem trabalhar a diferenciação dos tipos de discurso e a observação de um elemento indicativo que não está diretamente relacionado à história, mas que é importante para orientar a atuação, que é a rubrica.
Professor(a), explore a leitura em voz alta buscando o desenvolvimento da fluência e entonação adequadas por meio deste planejamento.
B) DESENVOLVIMENTO:
Organize a turma em duplas e entregue para cada estudante uma cópia do texto a seguir. Projete-o para realizar a atividade com as crianças.
Converse com as crianças sobre o teatro. Pergunte a elas se já assistiram a alguma encenação, qual era a história e se gostaram da experiência.
O PRÍNCIPE DESENCANTADO
(Adaptação do texto de Flávio de Souza)
Personagens:
PRÍNCIPE: Jovem valente, disposto a tudo para tirar do sono de cem anos da princesa adormecida. É inteligente e ágil na execução de suas ideias.
PRINCESA: Jovem enfeitiçada por uma bruxa malvada, deveria morrer aos 16 anos, quando tocasse o fuso de uma roca. Teve seu destino mudado pelas fadas: não morreria, mas dormiria por cem anos, até que um beijo de amor a despertasse.
Cenário:
O espaço do palco representa um castelo em cuja porta de entrada se lê: “ Castelo da Bela Adormecida: entrada exclusiva para príncipes”. Do lado esquerdo há uma placa que diz: “Estacione aqui o seu cavalo. R$ 5,00 a hora”. Deve haver também um quarto onde permanece a princesa encantada, deitada em seu leito. Alguns objetos (por exemplo: televisão, ventilador e aparelho de ginástica) dão um toque atual ao ambiente e antecipam o tom de paródia do texto.
PRÍNCIPE: (O príncipe atravessa a plateia, cavalgando seu cavalo. Simula com a espada estar lutando e cortando a densa vegetação que cerca o castelo. Chega ao palco e lê o que diz a placa principal) Castelo da Bela Adormecida: entrada exclusiva para príncipes. (Para a plateia) Ah, finalmente cheguei ao lugar tão desejado! (Emocionado) Foram tantas batalhas, tantos perigos! (Animado) Mas, finalmente vou poder beijar a mais bela e doce das criaturas. Ela despertará feliz e sorridente, nos casaremos e seremos felizes para sempre! (Olha ao redor, como que procurando onde deixar o cavalo; fala com o animal) Bem, acho que vou deixá-lo ali, à esquerda, amarrado àquela árvore. (Ao fazer menção de amarrar o animal, depara-se com a outra placa e a lê em voz alta) “Estacione aqui seu cavalo. R$5,00 a hora”. (Para a plateia) Nossa! Que absurdo! Isso é uma exploração! Vou reclamar com o autor da história. (O príncipe deixa seu cavalo estacionado e entra finalmente, ressabiado, assustado com os ruídos que ouve: correntes se arrastam e roncos grotescos cortam o ar. Ele faz o percurso até o quarto da Bela Adormecida, sobressaltado, espada em riste, desviando-se de teias de aranhas e animais que atravessam seu caminho. Às vezes grita apavorado com o que vê e ataca esses perigos desconhecidos.)
PRÍNCIPE: (Grito longo) Aaaaah! Uma barata! Enorme! (Investe contra ela com a espada) Tome, tome!
(Chega finalmente ao quarto da princesa. Os roncos são cada vez mais altos e ele se prepara pra enfrentar alguma fera perigosa. Mas, ilumina-se o canto da cena onde está a cama e ele se depara com a Bela Adormecida. Aproxima-se pé ante pé e os roncos vão aumentando. Decepcionado, percebe que quem ronca é ela.)
PRÍNCIPE: (Monologa enquanto se aproxima) Meu Deus, que horror! É ela quem ronca assim? (Desiludido) Isso meu avô não me contou! Bem, mas agora que cheguei até aqui, não posso recuar! Cuidaremos do ronco mais tarde. Procuraremos um especialista em distúrbios respiratórios durante o sono! (Aproxima-se do leito e contempla-a) Oh, é tão bela, tão meiga, tão doce, e dorme tão serenamente! Parece um anjo! (Aproxima-se de seu rosto e beija-a delicadamente; a princesa se mexe, se espreguiça, acorda e se depara com seu amado príncipe).
PRINCESA: Muito obrigada, meu querido príncipe. Você por acaso é solteiro?
PRÍNCIPE: Sim, sim, querida princesa.
PRINCESA: Então, nós temos que nos casar. E já! Você me beijou, afinal não fica bem, não é mesmo?
PRÍNCIPE: (Meio confuso com os argumentos da moça) É... querida princesa.
PRINCESA: (Senta-se na cama) Você tem um castelo, é claro.
PRÍNCIPE: Tenho... princesa.
PRINCESA: E quantos quartos tem o seu castelo, posso saber?
PRÍNCIPE: Trinta e seis.
PRINCESA: (Levanta-se) Só? Pequeno, hein! Mas não faz mal, depois a gente faz umas reformas… Deixa eu pensar quantas amas eu vou ter que contratar... umas… quarenta. É, quarenta eu acho que está bom!
PRÍNCIPE: (Assustado) Tantas assim?
PRINCESA: Ora, meu caro, você não espera que eu vá gastar as minhas unhas varrendo, lavando e passando, não é?
PRÍNCIPE: Mas, quarenta amas?!
PRINCESA: Ah, eu não quero saber. Eu não pedi pra ninguém vir aqui me beijar, e já vou avisando que quero roupas de grife, porque as minhas estão completamente fora de moda, afinal já se passaram cem anos, não é mesmo? E quero um personal trainer pra eu recuperar a minha forma. Tanto tempo aqui deitada, na mesma posição, estou um pouco flácida! E um astrólogo para fazer nosso mapa astral indicar o melhor momento para termos filhos. E quero uma limusine com motorista poliglota, um jatinho para pequenas viagens, um supercomputador para navegar na Internet e...joias, é claro. Eu quero anéis, pulseiras, colares, tiaras, coroas, cetros, pedras preciosas, semipreciosas, pepitas de ouro e discos de platina!
PRÍNCIPE: (Vai se indignando, ficando estarrecido enquanto ela fala, e explode) Mas eu não sou o rei das Arábias! O que é que você está pensando? Sou apenas um príncipe!
PRINCESA: (Senta-se na cama lixando as unhas) Não me venha com desculpas esfarrapadas! Eu estava aqui dormindo, você veio e me beijou e agora vai querer que eu ande por aí feito uma gata borralheira! Não, não e não, e outra vez não e mais uma vez não.
(O príncipe se aproxima, fingindo calma e chama a princesa. Ela vira-se para olhá-lo e ele rapidamente dá-lhe outro beijo, bem forte. A princesa cai sobre a cama, novamente adormecida. O príncipe dá um pulo de alegria.)
PRÍNCIPE: Yes!!! Deu certo! Dormiu de novo. (Olhando para ela) Deus me livre! T‘esconjuro! Agora é que eu não caso mais!
(Sai correndo, pega o cavalo e foge a galope cruzando a plateia.) (Cai o pano.)
Fonte: PARANÁ. Governo do estado. O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA
PARANAENSE - Produção Didático-Pedagógica. Paraná, 2009. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2009_unioeste_portugue
s_md_sueli_lucia_fritzen.pdf
Escolha alguns estudantes para fazer a leitura oral do texto. Após a leitura, faça as seguintes perguntas:
· Vocês conhecem este tipo de texto? O que ele tem de diferente?
· Por que em todo o texto está escrito “PRÍNCIPE” e “PRINCESA”?
· E as informações entre parênteses, para que servem?
Observe a devolutiva das crianças, caso seja necessário. Explique que se trata de um texto teatral ou dramático. Por isso, as falas das personagens vêm indicadas e que as informações entre parênteses são as rubricas, que servem para informar aos atores que estão representando como devem se mover e agir durante a cena.
Escolha outros estudantes para fazerem uma nova leitura do texto e, desta vez, leia as rubricas enfatizando o que os atores precisam fazer naquelesmomentos da encenação.
Proponha à turma realizarem a encenação do texto. Para isto, as duplas decidirão se organizarão para fazerem a apresentação. Para isto, você poderá dividir o texto em pequenas cenas para que todos possam participar da encenação.
RECURSOS:
Projetor multimídia, cópia do texto para toda a turma.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), observe a fluência da leitura das crianças, especialmente a entonação. Considere a forma de participação, o respeito às apresentações dos colegas e atitudes colaborativas na realização das atividades. No momento das encenações, observe se as crianças diferenciam as falas e se têm atenção às indicações das rubricas.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Acompanhe a leitura do texto teatral a seguir pelo(a) professor(a):
Eu chovo, tu choves, ele chove...
Personagens: Chuvisco (fantoche); Pingo; Chuveiro; Tia Nuvem; Galinha-d’Angola; Sereia; Ova de Peixe; Príncipe Elefântico; Ovo Bonifácio (objeto); Sol [...].
Cenário: Uma confusão de guarda-chuvas, nas cores azul, verde e lilás. Servem de biombos, cortinas etc. Surgem os atores, vestidos de trapos de plástico sobre malhas pretas. No início da peça, todos são pingos de chuva. Vão abrindo os guarda-chuvas, fazendo ruídos de pingos. Os guarda-chuvas abertos simbolizam uma cortina de teatro que se abre, começando o espetáculo.
[...]
(Por baixo de um guarda-chuva, surge o fantoche Chuvisco.)
Atores — Chuvisco chegou! Psiu! Psiu! Ploc! Chuvisco chegando é pingo-respingo molhando!
Ator — Bom dia, Chuvisco! Será que hoje vai chover?
Chuvisco — Psiu! Fale baixo. Psiu! Ui! Ui!
Atriz — O que foi que aconteceu, Chuvisco? O que é isto?
Chuvisco — Psiu! Ui! Ui! Ui! Ui! Ui... ai... ai! Ele está zangado! Psiu! Ele está zangadão!
Todos — Quem? Hein? Quem? Hein? Quem?
Chuvisco — O nosso Patrão! Está furioso! Calamidade! Calamidade!
Atriz — O que é calamidade, calamidade?
Chuvisco — (Tremendo) Não sei! Deve ser uma coisa horrível!
Ator — Já sei! Droga! Ele não vai deixar a gente chover hoje! Droga! (Sai, zangado)
Sol — Já que você pediu com tanto jeito, eu vou atender ao seu pedido... vou solar em outro lugar! (Música de “Ciranda-cirandinha”) Sou um sol de brincadeira sol maior eu vou cantar mas se a chuva for de pingos vou solar noutro lugar! (Sai)
Pingo — Obrigadinho, Senhor Sol! Até qualquer dia, hora ou lugar! (Surge Chuvisco, tremendo.)
Chuvisco — Pingo de Chuva! O nosso Patr... rrrrrrrrr... Patrão está chegando! Ele não quer deixar a gente chover, hoje! Quem sabe, você, que é jeitoso, consegue a licença pra gente chover, hein?
Pingo — Eu?
Chuvisco — Você conseguiu fazer o Sol ir embora, não conseguiu?
Pingo — Mas o Sol não é o nosso Patrão!
Chuvisco — Lá vem ele... ui... ui... peça a ele, sim?
Pingo — Ele está danado, hoje?
Chuvisco — Nosso Patrão Chuveiro está elétrico! Está danado, zangado e chato! Está trrrrrr... trovejante! Vou embora! Tchau! (Sai)
(Surge um cartaz onde se lê: Tempo instável.)
Pingo — Tempo instável? Tempo instável... sujeito a chuvas e trovoadas é coisa boa! Eu não tenho medo do nosso Patrão Chuveiro! Lá vem o Patrão Chuveiro, envolto em sua cortina de plástico!
(Barulho de trovões. O barulho é feito à vista das crianças, para não assustar. Deve ser ridículo. Surge o Chuveiro. Vem envolto em uma cortina de plástico e traz uma escova na mão, em pose de rei.)
Chuveiro (Canta)
Sou Chuveiro bem elétrico sou patrão... trão... trão...
manda-chu... va... va...
mando to... dos... dos...
tomar ba... nho... nho...
com escova, com chuveiro e sabão... bão... bão! Hoje estou mal-humora... do... do...
sou patrão... trão... trão...
dou sabão... bão... bão...
mando to... dos... dos...
tomar ba... nho... nho... mas eu mando e não tomo banho, não!
Fonte: ORTHF, Sylvia.Eu chovo, tu choves, ele chove… Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 15-26.
2 – Agora leia o trecho e depois marque um X na coluna C se a afirmação estiver certa e E se a afirmação estiver errada:
AFIRMAÇÃO SOBRE O TEXTO
CERTA
ERRADA
Todos os personagens queriam que chovesse.
O personagem chuvisco e um fantoche
As informações escritas entre parênteses são as falas dos personagens.
O Sol não quis colaborar e decidiu ficar por ali mesmo.
O Sol é o patrão dos outros personagens.
O patrão é o Chuveiro e não quer deixar chover.
A expressão “tempo instável” significa que poderá chover.
3 – Junte-se a 5 colegas. Façam mais uma leitura do texto. Depois, apresentem para a turma, o trecho da peça Eu chovo, tu choves, ele chove.
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Poemas concretos.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Os poemas concretos exploram recursos gráficos, sonoros e visuais e até mesmo a forma de disposição das letras e palavras, mesclando a linguagem verbal e não verbal para transmitir uma mensagem. As palavras costumam aparecer dispostas em forma de objetos mencionados no poema ou que se relacionam com alguma ideia transmitida por ele.
Os poemas concretos são excelentes instrumentos para colocar a criatividade em prática na produção textual, além da realização de inferências e da apreciação dos efeitos visuais aliados ao texto que compõem a mensagem que o poeta quer expressar.
Este planejamento propõe o estudo de poemas concretos e, ao final, a produção de um texto desse gênero.
B) DESENVOLVIMENTO:
Inicie a aula perguntando às crianças se elas conhecem algum poema e por que são diferentes de textos como contos ou fábulas. Possivelmente, as crianças vão associar poemas à rimas. Explique a elas que nem todos os poemas possuem rimas. É possível, também, que as crianças comentem que os poemas são escritos em versos e estrofes. Caso esta informação não apareça nos comentários das crianças, retome esta estrutura com elas.
Explique às crianças que nesta aula estudarão poemas concretos. Projete a imagem a seguir:
(
Imagem
2
-
A
chave
mestra.
Fonte:
(BAHIA,
2023)
)
Escolha uma criança para fazer a leitura oral do poema. Explore o poema com as crianças fazendo perguntas como:
· O que há de diferente neste texto? Ele se parece com os poemas que vocês costumam ler? Por quê?
· O formato do poema está relacionado com a mensagem que ele transmite?
Projete a imagem a seguir:
(
Imagem
3
-
Dos
benefícios
da
leitura.
Fonte:
(BAHIA,
2022)
)
Escolha outra criança para fazer a leitura em voz alta. Explore o poema fazendo perguntas às crianças:
· Qual é a mensagem deste poema?
· Qual é a relação entre o formato e o texto?
Explique para a turma que farão um poema visual.
Divida a turma em duplas ou trios. Distribua folhas em branco. Oriente as crianças na elaboração do poema. Primeiro, precisam definir o tema. Depois, precisam pensar no formato relacionado ao tema e no que será escrito sobre o tema.
Após terminarem a escrita, peça para apresentarem para os colegas o que produziram. Oriente as crianças na forma de ler o poema para que utilizem a entonação adequada. Monte um mural para exibir as produções das crianças.
RECURSOS:
Projetor multimídia, folhas A4 em branco.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Observe a apresentação dos poemas, a fluência na leitura adequada ao gênero. Considere a forma de participação dos estudantes, a escuta atenta às apresentações dos colegas. Acompanhe a escrita dos poemas observando se as crianças compreenderam os elementos que compõem um poema concreto.
ATIVIDADES 5º ANO
1 – Leia o poema a seguir:
(
Imagem
4
-
Missão:
clipe.
Fonte:
(BAHIA,
2021)
)
2 – Qual é a forma deste poema?
3 – A mensagem do poema está relacionada ao formato? Explique como.
4 – Você concorda com a mensagem trazida pelo poema? Por quê?
PRÁTICAS DE LINGUAGENS:
Leitura e escuta (autônoma e compartilhada), produção de textos, análise linguística/ semiótica.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Compreensão em lei- tura.
Estratégias de leitura. Morfologia.
(EF03LP19) Identificar e discutir o propósito do uso de recursos de persuasão (cores, imagens, escolha de palavras, jogo de palavras, tamanhode letras) em textos publicitários e de propaganda, como elementos de convencimento.
(EF03LP08) Identificar e diferenciar, em textos, substantivos e verbos e suas funções na oração: agente, ação, objeto da ação.
Forma de composição de textos poéticos.
Escrita autônoma.
Formação do leitor literário.
Compreensão de tex- tos orais.
(EF35LP31) Identificar, em textos diversificados, efeitos de sendo decorrentes do uso de recursos rítmicos e sonoros e de metáforas.
(EF35LP27) Ler e compreender, com certa autonomia, textos em versos, explorando rimas, sons e jogos de palavras, imagens poéticas (sentidos figurados) e recursos visuais e sonoros.
(EF35LP21) Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores.
(EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais de escuta de exposições, apresentações e palestras.
Conhecimento do alfa- beto do português do Brasil.
Ordem alfabética. Polissemia.
Morfologia.
(EF05LP02) Identificar o caráter polissêmico das palavras (uma mesma palavra com diferentes significados, de acordo com o contexto de uso), comparando o significado de determinados termos utilizados nas áreas científicas com esses mesmos termos utilizados na linguagem usual.
(EF05LP08) Diferenciar palavras primitivas, derivadas e compostas, e derivadas por adição de prefixo e de sufixo..
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Texto publicitário.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Os textos publicitários são elaborados com a finalidade de divulgação ou convencimento de alguém a adquirir algum produto, aderir a uma campanha ou participar de algum evento, por exemplo.
São textos ricos em elementos que podem ser explorados em sala de aula, como imagens e slogans, que possibilitam trabalhar várias habilidades de leitura e escrita importantes, como a percepção dos recursos persuasivos ali utilizados e a identificação de ações e agentes presentes nos dizeres do material.
Neste planejamento, propõe-se o estudo de um folheto de campanha, analisando os elementos citados e a elaboração, pelas crianças, de um slogan para o material, no qual elas vão exercer
a criatividade e colocar em prática a escrita com intencionalidade persuasiva, característica do gênero.
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), informe às crianças que nesta aula estudarão um texto publicitário.
Pergunte a elas de quais propagandas se lembram com mais facilidade e as que mais gostaram.
Entregue cópias impressas do cartaz abaixo. Se preferir, poderá projetar a imagem para trabalhá-la o material com as crianças.
(
Imagem
1
-
Vacina
solidária
Fonte:
(
CONTAGEM.
Prefeitura
Municipal,
2021)
)
Explore o texto com as crianças por meio de perguntas, como:
· Qual é o assunto deste cartaz?
· Ele foi criado com qual objetivo?
· De onde é essa campanha?
· Você concorda com este tipo de campanha? Por quê?
· O que o autor do cartaz utilizou para convencer as pessoas a participarem da campanha?
Pergunte às crianças quais palavras aparecem no texto que expressam ações, atitudes que as pessoas devem ter. Anote-as na lousa. Possivelmente, as crianças vão citar alguns verbos que aparecem no folheto.
Destaque os verbos da mensagem publicitária:
“Na hora de vacinar, se puder, doe alimento. Ajudar o próximo é um gesto de gratidão!”
Explique que as palavras destacadas são chamadas verbos e indicam ações, o que as pessoas devem fazer. No caso da campanha, os verbos expressam um chamado para que as pessoas aproveitem o momento da vacinação para doar alimentos a quem precisa. Além desses verbos há outros elementos que a campanha utiliza para sensibilizar as pessoas. Peça às crianças para
identificarem, assinalando no folheto. Espera-se que os estudantes identifiquem as imagens, tanto do título da campanha, quanto da foto da mulher mostrando a área do coração no corpo, que faz um apelo à solidariedade. Há ainda, ao fundo, a imagem de mãos sobrepostas, gesto que indica cooperação. Caso estas observações não apareçam nas respostas das crianças, você pode ajudá-las a perceber estes elementos. Aqui o importante é que as crianças entendam que o conjunto de elementos integrantes do folheto contribuem para o alcance do objetivo da campanha publicitária: convencer o leitor a contribuir.
Proponha a seguinte atividade para a turma: se fossemos realizar uma campanha de doação de alimentos aqui na escola,o que poderíamos escrever em um folheto para convencer as pessoas a contribuírem? Escrevam, no caderno, uma mensagem para esta campanha.
Após a escrita das crianças, estabeleça um momento da aula para que todos possam apresentar o que escreveram.
RECURSOS:
Cópias do texto para toda a turma, projetor multimídia (caso opte pelo uso).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), observe as respostas das crianças aos questionamentos que você fizer. Considere a forma de participação das crianças nas discussões, a postura respeitosa em relação às participações dos colegas. Além disso, verifique os elementos que as crianças assinalarem no texto e as mensagens publicitárias que escreveram, pois elas demonstrarão a compreensão das crianças acerca dos elementos necessários a um texto publicitário e sua função.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Leia o cartaz a seguir:
Imagem 2 - Dia da higiene das mãos.
Fonte: (SÃO PAULO. Prefeitura Municipal, 2022)
2 – O texto ao lado é:
( ) um anúncio publicitário. ( ) um tirinha.
( ) uma carta.
( ) uma página de diário.
3 – Este texto tem o objetivo de convencer as pessoas a
4 – A palavra da mensagem ao lado que indica a ação que a pessoa deve realizar é:
( ) Limpe.
( ) unidos.
( ) higienize.
( ) segurança.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Lendo poemas.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Ler poemas contribui para estimular a imaginação, além de contribuir para o desenvolvimento do senso estético.
O poema é um importante gênero textual para o desenvolvimento de habilidades de leitura como a inferência e a compreensão do que está nas entrelinhas de um texto, a polissemia e o sentido figurado.
Além disso, pode-se desenvolver a fluência na leitura e uso de entonação adequada.
Nesta proposta, pretende-se explorar a criatividade das crianças com a criação de um poema diferente, de improviso, abusando das rimas e possibilitando a participação coletiva.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), nesta aula serão lidos poemas selecionados por você. Para isto, é necessário consultar o acervo da biblioteca e selecionar livros com poemas adequados à faixa etária dos estudantes e em quantidade suficiente para que todos possam ler. Dê preferência àqueles que apresentam rimas.
Inicie a aula organizando uma roda com as crianças (se for possível dê preferência a um lugar diferente da sala de aula, onde as crianças possam ficar a vontade para realizar uma leitura deleite). Converse com as crianças sobre poemas fazendo perguntas como:
· Vocês se lembram de algum poema que leram? Como era?
Faça um jogo de rima, no qual você diz uma palavra do cotidiano das crianças e pede para dizerem outras que rimam. Assim, é possível aguçar o interesse das crianças e observar a compreensão delas sobre a rima de palavras. Incentive a participação de todos e realize as intervenções necessárias.
Distribua os livros para as crianças e incentive a troca de livros entre os colegas após terminarem a leitura.
Finalize a aula realizando uma roda de conversa sobre os poemas que leram, quais mais gostaram e por quê. Peça para lerem algumas rimas que acharam mais interessantes ou divertidas.
Solicite que as crianças tragam um objeto de uso cotidiano para a próxima aula, que será utilizado para fazer uma atividade. Você pode sugerir por temas, como por exemplo, brinquedos, itens de decoração de uma casa, produtos de higiene, alimentos preferidos e outros.
AULA 2
Inicie a aula retomando a atividade da aula anterior, a leitura de poemas. Fale sobre as rimasque as crianças encontraram nos poemas, os livros mais comentados e os poemas que elas
acharam mais divertidos. É possível realizar um ranking dos livros que elas mais gostaram.
Recolha os objetos trazidos pelas crianças em uma caixa ou saco. Informe à turma que hoje farão um jogo de rima, que resultará numa produção de texto coletiva. Será um poema divertido.
Antes de iniciar a brincadeira, explique as regras:
· O(a) professor(a) vai começar o jogo com um verso e mostrará um dos objetos trazidos pelas crianças, escolhido aleatoriamente.
· O próximo participante vai continuar o poema, entretanto, terá que incluir na parte que criar, o objeto que o(a) professor(a) mostrou. Esse estudante terá que concluir sua parte com uma rima ao objeto. Em seguida, ele(a) mostrará um outro objeto para que o próximo estudante faça o mesmo e assim sucessivamente, até que todos tenham contribuído.
· Peça para sugerirem títulos para o poema. A escolha deverá ser realizada pelas crianças.
· O(a) professor(a) precisa registrar na lousa os versos e estrofes à medida que forem criados.
· Após a criação do poema, organize uma leitura coletiva das crianças, individualmente ou em duplas para fazerem a leitura de cada verso. Oriente os estudantes antes do momento da leitura, ressaltando a importância da entonação adequada.
Finalize a aula com perguntas para retomar tudo o que foi estudado:
· O que vocês aprenderam sobre as rimas? Vamos ver alguns exemplos? Incentive as crianças a citarem exemplos.
RECURSOS:
Livros de poemas infantis contendo rimas, objetos diversos trazidos pelas crianças ou pelo(a) professor(a).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), observe as rimas realizadas pelas crianças, considerando a criatividade e o entendimento do que se trata. Observe, também, a forma de participação e o envolvimento dos estudantes na realização da atividade, especialmente no respeito ao combinado e a escuta atenta às participações dos colegas.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Você gosta de música? Oba, então vamos cantar!
Fico Assim Sem Você
Claudinho e Buchecha
Avião sem asa Fogueira sem brasa Sou eu assim sem você Futebol sem bola
Piu-Piu sem Frajola Sou eu assim sem você
Por que é que tem que ser assim Se o meu desejo não tem fim?
Eu te quero a todo instante Nem mil alto-falantes
Vão poder falar por mim
Amor sem beijinho Buchecha sem Claudinho Sou eu assim sem você Circo sem palhaço Namoro sem abraço
Sou eu assim sem você
Tô louco pra te ver chegar Tô louco pra te ter nas mãos Deitar no teu abraço Retomar o pedaço
Que falta no meu coração
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo Eu conto as horas pra poder te ver Mas o relógio tá de mal comigo Por quê? Por quê?
Neném sem chupeta Romeu sem Julieta Sou eu assim sem você Carro sem estrada Queijo sem goiabada
Sou eu assim sem você, você
Por que é que tem que ser assim Se o meu desejo não tem fim?
Eu te quero a todo instante Nem mil alto-falantes
Vão poder falar por mim
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo Eu conto as horas pra poder te ver Mas o relógio tá de mal comigo
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo Eu conto as horas pra poder te ver Mas o relógio tá de mal comigo Por quê, neném? Por quê?
[...]
Fonte: ABDULLAH. MORAES, Cacá. Fico assim sem você. [s.l.]. Disponível em: https://www.letras.mus.br/claudinho-e-buchecha/47176/.
2 – Agora é com você! Pinte, em cada estrofe, as palavras que rimam. Cada grupo de palavras deve ter uma cor diferente.
3 – Releia o trecho a seguir:
Avião sem asa Fogueira sem brasa Sou eu assim sem você Futebol sem bola
Piu-Piu sem Frajola Sou eu assim sem você
Os autores desta canção utilizam vários exemplos de situações ou coisas que não funcionam ou não podem existir sem outras coisas, como no trecho acima. Marque a resposta certa:
( ) Eles utilizam esses exemplos para expressar como o eu lírico se sente sem a pessoa para quem a canção pode ter sido escrita.
( ) Eles utilizam esses exemplos para deixar a canção mais bonita.
4 – Você percebeu que esta canção possui várias rimas. Qual é a função delas na canção? ( ) Não há função, pois foi apenas uma coincidência.
( ) As rimas contribuem para uma melhor sonoridade.
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Polissemia.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Compreender o significado das palavras mais comuns em nosso dia a dia é muito importante no estudo da Língua Portuguesa. Saber que muitas palavras em nossa língua possuem mais de um significado, a polissemia, também é fundamental, especialmente para a compreensão de textos.
A polissemia está diretamente relacionada a inferir, uma habilidade complexa e importante que está atrelada a outras habilidades leitoras, além das vivências do estudante, o que chamamos de conhecimento de mundo. Essa habilidade perpassa, também pela leitura nas entrelinhas, a análise do contexto e ainda, pela compreensão da linguagem figurada.
Assim sendo, o conhecimento da polissemia é importante para a compreensão de textos literários como poemas, crônicas, fábulas e contos, até mesmo para a compreensão de anedotas e outros textos humorísticos e ainda, conteúdos diversos como vídeos, posts em redes sociais e outros.
Neste planejamento, propõe-se a abordagem da polissemia a partir da leitura de um poema, gênero textual em que a linguagem figurada e os jogos de palavras são frequentes. A seguir, há a proposta de um jogo divertido para trabalhar a derivação de substantivos, ancorado na ideia de “famílias das palavras”, de fácil compreensão para as crianças para um contato inicial com a habilidade.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), comece a aula projetando a imagem a seguir para os estudantes:
(
Imagem
3
-
Polissemia
maluca.
Fonte:
(PAIVA,
2017)
)
Escolha 2 estudantes para fazerem a leitura do poema, cada um fará a leitura de uma estrofe. Faça perguntas:
· Qual é o gênero desse texto? O que vocês observaram nele que permitiram essa conclusão? Possivelmente, as crianças vão reconhecer o poema e justificar que está escrito em versos e estrofes. Caso as crianças mostrem dúvida, faça intervenções, como por exemplo: o texto está escrito em versos ou não há parágrafos.
· Qual palavra mais se repete no texto? É esperado que as crianças identifiquem a palavra dente.
· O que ocorre com a palavra dente ao longo do poema? Possivelmente, as crianças perceberão que são feitas rimas.
· Todas as vezes que a palavra dente aparece tem o mesmo significado? Que significados aparecem?
À medida que as crianças falarem, anote na lousa.
· Há outras rimas? Quais?
A partir das anotações que fizer na lousa, explique às crianças que a polissemia se refere aos vários significados que uma palavra pode ter conforme o contexto em que ela é utilizada, como o dente, o dente do pente e o dente de alho.
Proponha à turma a criação de um minidicionário de palavras polissêmicas do dia a dia. Para isso, divida a turma em trios ou quartetos, distribua folhas em branco e dicionários para auxiliá- los. Cada grupo deverá contribuir com 3 palavras diferentes e ao menos dois significados diferentes para cada uma. Para que as palavras não se repitam, acompanhe as palavras escolhidas pelos grupos e anote na lousa para que todos saibam quais palavras já foram escolhidas.
Ao final, socialize e monte um mural com as produções das crianças.
AULA 2
Retome o que foi estudado na aula anterior, com perguntas como:
· Vocês se lembram do que é polissemia?
· Dêem alguns exemplos.
Explique para as crianças que nesta aula elas vão rever algumas palavras da aula anterior, mas nesta aula estudarão palavras primitivas e derivadas.
Escreva na lousa as palavras do poema:
· olho,
· dente,
· pente,
· gente.
Peça às crianças para pensarem em palavras da mesma família dessas anotadas na lousa. Caso apareçam dúvidas, explique que palavras da mesma família são aquelasparecidas com a palavra inicial (primitiva). Você pode dar outros exemplos para ilustrar a explicação, como por exemplo: casa- casebre, sala - saleta, entre outros que julgar necessário.
Algumas respostas possíveis das crianças:
· olho: olheira, olhinho.
· dente: dentadura, dentista.
· pente: penteado, penteadeira.
· gente: gentalha, gentinha.
Explique para a turma que as palavras das quais escrevemos outras são chamadas de substantivos primitivos porque são aquelas que dão origem à outras palavras, que por sua vez são chamadas de substantivos derivados.
Proponha um jogo para a turma. Divida a sala em 2 equipes. A cada rodada você dirá um substantivo primitivo e cada equipe terá que dizer uma palavra derivada dela. Cada rodada valerá um ponto para a equipe. Ganhará a equipe que fizer mais pontos.
Sugestão de substantivos primitivos para o jogo: chuva, fogo, café, ferro, vidro, mala, porta, jardim, água, boca, caderno, banana, calor, criança, escola, carro, cabelo, planta, vento e papel.
RECURSOS:
Projetor multimídia, folhas em branco, minidicionário da Língua Portuguesa.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Acompanhe as produções das crianças. Por meio delas será possível perceber se elas compreenderam o conceito e a aplicação da polissemia. Sobre a derivação de substantivos, observe as derivações ditas pelas crianças durante o jogo, especialmente se elas conseguem diferenciar de palavras primitivas.
ATIVIDADES 5º ANO
1 – Com o auxílio de um dicionário, descubra e anote os significados das palavras destacadas a seguir, conforme o contexto:
a) Não estou com cabeça para isso agora!
b) Ai, que dor de cabeça!
c) Que letra bonita você tem!
d) Não conheço a letra desta música.
e) Depois do almoço é gostoso tirar um cochilo na rede.
f) Minha irmã trabalha numa grande rede de cinemas.
2 – Escreva uma palavra derivada para cada palavra primitiva:
a) Sol
b) Saúde
c) Universo
d) Lápis
e) Bom
f) Máquina _
g) Mar
h) Flor
i) Dança
j) Lixo
k) Sapato _
l) Terra
PRÁTICAS DE LINGUAGENS:
Leitura e escuta (autônoma e compartilhada), oralidade, produção de textos, análise linguística/semiótica.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Planejamento de texto, progressão temática e paragrafação.
(EF35LP09) Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as características do gênero textual.
Construção do sistema alfabético.
(EF03LP06) Identificar a sílaba tônica em palavras classificando-as em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas.
Compreensão em lei- tura.
Estratégias de leitura.
(EF04LP19) Ler e compreender textos expositivos de divulgação científica para crianças, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto.
Escrita autônoma.
(EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronominais (uso de pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto.
(EF04LP22) Planejar e produzir, com certa autonomia, verbetes de dicionário, de enciclopédia infantil, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto/finalidade do texto.
Produção de texto oral
Forma de composição de textos poéticos visuais.
Produção de texto Escrita colaborativa
(EF05LP13) Assistir, em vídeo digital, a postagem de vlog infantil de críticas de brinquedos e livros de literatura infantil e, a partir dele, planejar e produzir resenhas digitais em áudio ou vídeo.
(EF05LP28) Observar, em ciberpoemas e minicontos infantis em mídia digital, os recursos multissemióticos presentes nesses textos digitais.
(EF05LP19) Argumentar oralmente sobre acontecimentos de interesse social, com base em conhecimentos sobre fatos divulgados em TV, rádio, mídia impressa e digital, respeitando pontos de vista diferentes.
(EF05LP17) Produzir roteiro para edição de uma reportagem digital sobre temas de interesse da turma, a partir de buscas de informações, imagens, áudios e vídeos na internet, de acordo com as convenções do gênero e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Paragrafação.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Saber organizar um texto em parágrafos é uma habilidade importante para a produção escrita
e a interpretação. Embora seja uma habilidade de difícil desenvolvimento, com atividades de comparação de textos com construção diferente, como por exemplo um poema e uma fábula, é possível apontar o emprego dos parágrafos, não somente como elemento característico dos textos em prosa, mas também como recurso necessário para facilitar a compreensão do leitor.
O gênero textual fábula é uma alternativa interessante para se desenvolver a habilidade relacionada à paragrafação com crianças do 3º ano, pois trata-se de textos curtos, sendo a maioria muito conhecidos por elas e, por isso facilita a percepção, sob a orientação do professor, da razão de ser dessa forma de organização do texto.
Para desenvolver esta habilidade, este planejamento propõe, a partir da leitura de fábulas, atividades de percepção da função dos parágrafos, além da reorganização de um texto fatiado, deixando o texto coerente. Além disso, propõe-se, ainda, introduzir a ideia de tonicidade e suas possibilidades de classificação, utilizando o texto trabalhado no desenvolvimento da habilidade anterior.
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), inicie a aula projetando as imagens a seguir:
(
A
BAILARINA
Esta menina
tão
pequenina
quer
ser
bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas
sabe
ficar
na
ponta
do
pé.
Verso
Estrofe
Não
conhece nem
mi
nem
fá
Mas
inclina o
corpo
para
cá
e para lá
Não
conhece
nem
lá nem
si,
mas
fecha
os
olhos
e
sorri.
Roda,
roda,
roda,
com
os
bracinhos
no
ar
e
não
fica
tonta
nem
sai do
lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e
diz
que
caiu
do
céu.
Esta menina
tão
pequenina
quer ser
bailarina.
Mas
depois
esquece
todas
as
danças,
e também quer dormir como as outras
crianças.
Fonte:
MEIRELLES,
Cecília.
Ou
isto
ou
aquilo
.
São
Paulo,
Editora
Giroflê,
1964.
)
A raposa e as uvas
A raposa vinha pela estrada quando viu uma parreira carregada de suculentas uvas vermelhas.
– Essas uvas já estão no papo _ pensou.
Doce ilusão. A raposa tentou de tudo, mas os cachos estavam tão altos que não conseguiu apanhar um bago que fosse.
Matreira, ela comentou para quem quisesse ouvir:
— Reparando bem, essas uvas estão muito verdes. Raposas não comem uvas verdes, pois dão dor de barriga.
E foi embora.
Quando já tinha percorrido algumas léguas, um vento forte começou a soprar. Então a raposa voltou depressinha e pôs-se a farejar o chão em busca de bagos de
uva.
Moral da fábula: Quem desdenha quer comprar.
Fonte: LA FONTAINE, Jean de. Fábulas de Esopo. Adaptação de Lúcia Tulchinski. São Paulo: Scipione,
2004, p.18. Adaptado.
Escolha crianças para realizarem a leitura dos textos em voz alta. Pergunte às crianças:
· Qual é o gênero do 1º texto?
· E do 2º texto?
· Eles são escritos da mesma forma? No mesmo formato?
· Qual é a diferença na forma de escrita do texto no papel?
Explique para as crianças que há maneiras próprias de se escrever um texto conforme o gênero textual. Para exemplificar cite alguns exemplos como as cartas e os quadrinhos, que são gêneros textuais com elementos de formatação bastante diferenciados.
Juntamente com as crianças, compare os dois textos em relação a forma de organização:
· O primeiro texto é um poema. Como ele é organizado?
· O segundo texto é uma fábula. Como ele é organizado?
Mantenha a projeção no 2º texto. Explore o texto evidenciando a divisão em parágrafos. Explique que os parágrafos são como partes do texto. Eles servem para dividir o texto em conjuntos de informações sobre o assunto geral.
No caso do texto “A raposa e asuvas”, os parágrafos apresentam acontecimentos relacionados, como se fossem cenas diferentes de um mesmo filme. Peça às crianças para fecharem os olhos e imaginarem a cena do parágrafo que você vai ler. Faça a leitura para a turma, do primeiro parágrafo.
Em seguida, peça para abrirem os olhos novamente. Pergunte:
· Vocês conseguiram imaginar o que aconteceu na cena, a raposa tentando alcançar as uvas e não conseguindo?
Peça para fecharem os olhos novamente. Leia o segundo parágrafo.
· E agora, vocês imaginaram a raposa falando?
Faça isso com todo o texto, sempre instigando com perguntas ao final para que as crianças entendam com mais clareza o porquê da divisão do texto em parágrafos.
Entregue o texto a seguir, fatiado e fora de ordem para cada estudante. Oriente-os a realizar a leitura silenciosa das partes que receberam. A seguir, faça a leitura do texto íntegro para as crianças. Estabeleça um tempo para colocarem os parágrafos em ordem.
A Cegonha e a Raposa
A Raposa convidou sua amiga Cegonha para almoçar. Preparou um banquete, tudo bem molinho, como uma sopa. Porém, serviu as refeições sobre a pedra
A ave tentou se alimentar, mas, como tinha um bico longo, machucou-se e voltou faminta para sua moradia.
Em outra oportunidade, a Cegonha convidou a Raposa para a merenda. Quitutes gostosos foram elaborados com carinho e servidos em vasilhas estreitas e longas.
A Raposa fez várias tentativas, mas seu focinho não alcançou a comida. Desta vez, foi ela que voltou esfomeada para casa.
Fonte: BRASÍLIA. Ministério da Educação. A cegonha e a raposa e outras histórias [recurso eletrônico] / organizado por Ministério da Educação – MEC ; coordenado por Secretaria de Alfabetização - Sealf. – Brasília,
DF : MEC/Sealf, 2020. 16 p. : il. ; PDF ; 15,2 MB.
Finalize a aula resumindo o que foi estudado. Você pode iniciar frases para que as crianças completem, como por exemplo:
· Na aula de hoje, vocês aprenderam que os são partes de alguns textos, como as fábulas.
· Para ficar fácil de lembrar, basta relacionar cada de um texto a uma cena, como se fosse um filme.
AULA 2
Inicie a aula retomando o que foi estudado na aula anterior:
· A organização de textos em parágrafos.
· As duas fábulas lidas: A raposa e as uvas, A cegonha e a raposa. Pergunte à crianças:
· Vocês se lembram como separamos as palavras em sílabas? Diga 4 palavras para que elas façam a separação em voz alta, sugira que batam palma a cada sílaba. É importante que cada palavra tenha um número de sílabas diferente. Exemplos: mão, café, tapete e matemática.
· Quais são as classificações das palavras quanto ao número de sílabas? Possivelmente as crianças falarão das classificações, pois trata-se de assunto estudado no ano anterior. Caso seja necessário, retome essas classificações: monossílaba, dissílaba, trissílaba e polissílaba.
· Vocês perceberam que quando batemos palma em cada sílaba, algumas são mais fortes?
Explique às crianças que em todas as palavras com mais de uma sílaba, sempre haverá uma que é mais forte. Cite outros exemplos: caju, azedo, sílaba. Enfatize cada sílaba tônica dessas palavras.
Projete a fábula “A raposa e as uvas", utilizada na aula 1, novamente.
Escolha algumas crianças para fazer a leitura do texto.
Selecione algumas palavras do texto e peça para as crianças separarem em sílabas. É importante que sejam palavras com sílabas tônicas em posições distintas. Sugestões: raposa, parreira, uvas, fábula, ouvir, forte, estão, apanhar.
Organize as crianças em roda. Proponha um desafio. Uma criança vai dizer uma palavra. Ela deverá escolher um colega para separar em sílabas em voz alta, usando as palmas para marcar cada sílaba. O próximo a dizer a palavra será aquele que disser primeiro a sílaba correta.
Ao fim da dinâmica, explique às crianças que, assim, como há classificação quanto ao número de sílabas, também há classificação quanto à sílaba tônica: oxítona (quando é a última sílaba), paroxítona (quando é a penúltima sílaba) e proparoxítona (quando é a antepenúltima sílaba).
Retome a dinâmica com as crianças. Agora, quem descobrir qual é a sílaba tônica, terá que dizer, também, a classificação da palavra.
Finalize a aula retomando o que foi estudado fazendo perguntas às crianças:
· Quando separamos as palavras em sílabas, percebemos que sempre haverá uma sílaba mais forte. Como ela é chamada?
· Quais são as classificações conforme a sílaba tônica que vimos hoje?
RECURSOS:
Projetor multimídia, impressão do texto fatiado.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), observe a organização do texto fatiado de cada estudante. A forma de organização demonstrará a compreensão e, portanto, o emprego adequado da paragrafação. A síntese ao final da aula com a participação das crianças também servirão como um termômetro para para você perceber a necessidade de retomada do tema. Com relação à tonicidade, observe o envolvimento e participação das crianças no momento da dinâmica, as tentativas de vencer o desafio e as atitudes em relação aos colegas. Considere, também, as respostas na finalização da aula, pois elas revelarão a compreensão das crianças sobre o assunto tratado.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Leia o texto:
O Corvo e o Jarro
Em um dia ensolarado, o Corvo avistou um jarro. Pousou e colocou o bico dentro do recipiente, ao constatar que havia sobrado um pouco de água no fundo. Tentou bebê-la, alongando o pescoço, mas não conseguiu. Sedento, imaginou uma forma de alcançar o precioso líquido: coletou várias pedrinhas e as jogou dentro do jarro. Com alegria, percebeu que a água subiu até a borda. O Corvo, então, matou a sede e alçou voo.
Fonte: BRASÍLIA. Ministério da Educação. O corvo e o jarro e outras histórias [recurso eletrônico] / organizado por Ministério da Educação – MEC ; coordenado por Secretaria de Alfabetização - Sealf. – Brasília, DF : MEC/Sealf, 2020. 16 p. : il. ; PDF ; 15,2 MB. – (Coleção Conta pra Mim) Disponível em: chrome- extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://alfabetizacao.mec.gov.br/images/conta-pra-
mim/livros/versao_digital/o_corvo_e_o_jarro_versao_digital.pdf
Tem algo errado com esse texto. Vamos consertar? Reescreva o texto, separando-o em parágrafos. Dica: o texto possui três parágrafos.
O Corvo e o Jarro
2 – Leia as palavras em voz alta, separando em sílabas.Use as palmas para auxiliar a descobrir qual é a sílaba tônica e, depois, escreva a classificação adequada:
a) cabelo
b) sofá
c) rápido
d) cachorro _
e) sinal
f)
lápis
g) papel
h) maçã
i) médico
j) relógio
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Divulgação científica.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Os textos de divulgação científica possibilitam o contato do estudante com o mundo científico e suas especificidades.
Ocorre que a linguagem científica é técnica e possui terminologia e procedimentos próprios que dificultam a compreensão por parte do público leigo. Isso dificulta o consumo desse tipo de texto pelo público em geral, e consequentemente dos estudantes da educação básica.
Atualmente, observa-se uma preocupação maior em fazer a ciência alcançar o público em geral, haja vista a grande quantidade de canais em plataformas digitais, publicações impressas e digitais, grupos virtuais e perfis em redes sociais, especializados em traduzir o conhecimento produzido pela ciência para uma linguagem mais acessível a todos.
No caso das crianças, isso não é diferente. E se queremos instigar o interesse dos nossos estudantes pela ciência é necessário apresentá-la em linguagem adequada à idade e fase em que estão.
Além de instigar o interesse pela ciência, os textos de divulgação científica são materiais interessantes para se desenvolver habilidades de leitura e escrita, uma vez que são textos que atraem a curiosidade dos estudantes e são organizados de forma a facilitar o desenvolvimento da percepção de elementos próprios do gênero, dada a objetividade no tratamento do assunto ali abordado.
Neste planejamento, propõe-se o trabalho com mídiadigital de divulgação científica, utilizando vídeo e textos digitais, aproveitando os recursos para abordar habilidades leitoras e de escrita como a percepção de elementos de coesão na construção do texto e a sugestão de uma produção escrita com base na leitura e compreensão dos documentos citados.
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), inicie a aula instigando a turma com algumas perguntas:
· Vocês gostam de Ciências? Gostam de saber das descobertas científicas mais recentes?
· Quem gosta de aprender sobre as coisas do espaço?
· O que vocês sabem sobre as estrelas? E sobre as constelações?
Informe que na aula de hoje a turma assistirá a um vídeo feito por uma criança sobre uma constelação muito especial para o Brasil.
A seguir, passe o vídeo a seguir para a turma:
Constelação do Cruzeiro do Sul
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=TLhdgGnTEYc.
Em seguida, realize um bate-papo com as crianças sobre o vídeo: o que elas mais gostaram, se conheciam a constelação do Cruzeiro do Sul, se ficaram surpresas em ver uma criança apresentando um vídeo sobre ciência, se gostariam de saber mais sobre essa e outras constelações e porque eles acham que a divulgação científica é importante.
Explique às crianças que a divulgação científica é realizada em vários formatos, inclusive por meio de textos escritos, como os que elas lerão a seguir. Distribua as cópias do texto.
Estrelas que contam histórias
Há muito tempo o ser humano estuda os mistérios do céu. Mesmo antes de existirem os modernos telescópios e outros aparelhos que auxiliam os astrônomos atuais, os povos antigos já voltavam os seus olhos para as estrelas. Então, que tal fazer como eles? A CHC apresenta a você três constelações que eram observadas no passado e, por isso, têm muitas histórias para contar!
O caçador e o guardião
Já ouviu falar da constelação de Órion? Se não, com certeza as Três Marias são familiares para você! Pois saiba que essas três estrelas juntinhas umas das outras fazem parte de Órion. Na mitologia greco-romana, esse é o nome de um caçador que, após sua morte, foi colocado no céu em forma de constelação pelo deus Zeus.
Perto de Órion, há uma outra constelação que você também pode observar: Cão Maior. Consegue imaginar por que ela tem esse nome? Para os gregos e romanos, o Cão Maior era o guardião de Órion: um cão de guarda. Por sua vez, Orion caça o Touro e o Leão, outros conjuntos de estrelas que ficam bem próximos dele no céu!
“Os nomes das constelações estão associados a mitos, lendas e costumes das sociedades”, explica o astrônomo Paulo Cesar Pereira, da Fundação Planetário do Rio de Janeiro. “Tanto que diversas culturas criaram sistemas próprios de constelações, como os chineses e os índios brasileiros.”
Pequena gigante
Mas as estrelas não servem somente para marcar o tempo. Quem mostra isso é outra constelação bastante conhecida, o Cruzeiro do Sul. Ela foi muito importante no tempo das grandes navegações, no século 16, em que os europeus saíram em busca de novas terras e chegaram a lugares como o Brasil. Sabe por quê?
Ao olhar para essa constelação em forma de cruz, que só pode ser vista no hemisfério Sul, os navegadores conseguiam localizar… a direção Sul! “Se prolongarmos o braço maior da cruz quatro vezes no sentido cabeça-base da cruz, encontramos o pólo Sul celeste. Caso tracemos uma linha vertical a partir dele até o chão, achamos o ponto cardeal Sul”, explica Paulo Cesar Pereira. Apesar de ser a menor das 88 constelações que podem ser vistas da Terra, o Cruzeiro do Sul teve uma importância enorme na história das navegações.
Embarque nessa viagem
Depois de aprender tanto sobre as constelações, que tal vê-las com seus próprios olhos? Até meados de abril, a partir do início da noite, a diversão pode começar! Estenda seu braço direito para o Oeste, que é onde o Sol se põe. Fazendo isso, você estará olhando para o Sul. Nessa direção encontra-se o Cruzeiro do Sul.
Quer ver Órion e Cão Maior? Então, olhe para cima, pois essas constelações estarão bem altas no céu. Localize, primeiro, as Três Marias, que são muito fáceis de achar e ficam na constelação de Órion. Perto delas estará Sirius, uma das estrelas de Cão Maior.
Para encerrar, procure por Touro. Essa constelação encontra-se, no começo da noite, mais para o poente, no lado oposto a Sirius. Dela faz parte um grupo de estrelas que tem o aspecto da letra V (veja a primeira figura deste texto).
Pronto! Você acaba de contemplar o céu como os gregos e os romanos na Antiguidade, assim como os europeus no século 16. Parabéns!
Calendário estelar
Já que falamos do Cão Maior, vale a pena lembrar que, nessa constelação, fica a estrela mais brilhante do céu: Sirius! “Esse astro era usado como um marcador de tempo pelos egípcios e servia para identificar a chegada da cheia do Rio Nilo”, conta Paulo César Pereira. “A cheia era uma época de fertilidade do solo e abundância de peixes para aquele povo que vivia no deserto.”
Mas como as estrelas ajudavam a marcar o tempo? Elas podiam ser usadas para isso porque têm um movimento aparente durante a noite e ao longo do ano. “Esse movimento é chamado aparente porque, na verdade, quem se move é a Terra”, conta Paulo César Pereira. No passado, era comum usar essa movimentação para medir a passagem do tempo. Afinal, uma estrela como Sirius parece ocupar posições diferentes ao longo da noite e também durante o ano inteiro.
Fonte: CIÊNCIA HOJE DAS CRIANÇAS. Estrelas que contam histórias. CHC. [s.l.] 2009. Disponível em: https://chc.org.br/estrelas-que-contam-historias/.
Selecionar alguns estudantes para realizarem a leitura oral do texto. Você pode dividir os parágrafos para crianças diferentes, assim, mais estudantes terão a oportunidade de ler.
Após a leitura, promova uma discussão sobre o texto. Como sugestão pode ser realizada uma roda de conversa. Incentive a contribuição de todos os estudantes, emitindo suas opiniões, apontando as informações que consideraram mais interessantes, fazendo perguntas ou acrescentando o que sabe sobre o assunto e que não foi abordado no texto.
Ao final da conversa sobre o texto, explore a forma de construção dele, fazendo perguntas como:
· O texto de divulgação científica é parecido com um poema? O que é diferente?
· Por que ele é dividido em parágrafos? O que cada parágrafo indica?
· Que tipo de linguagem um texto como este utiliza: formal ou informal?
· Para que se escreve um texto como esse?
Explique às crianças que o texto de divulgação científica é construído em parágrafos para organizar a exposição das ideias e, assim, facilitar o entendimento do leitor. Além do tipo de linguagem, este tipo de texto utiliza um recurso muito importante para facilitar a retomada de informações que foram escritas em outras frases ou parágrafos: o uso de pronomes. Isso permite que o texto não fique cansativo para quem está lendo. Faça destaques na lousa como:
“Mas as estrelas não servem somente para marcar o tempo. Quem mostra isso é outra constelação bastante conhecida, o Cruzeiro do Sul. Ela foi muito importante no tempo das grandes navegações, no século 16, em que os europeus saíram em busca de novas terras e chegaram a lugares como o Brasil.”
Explique que, neste caso, o pronome destacado ela, retoma a palavra constelação.
“Para encerrar, procure por Touro. Essa constelação encontra-se, no começo da noite, mais
para o poente, no lado oposto a Sirius.”
Já neste exemplo, o pronome essa se refere a constelação de Touro.
Faça a leitura dos trechos substituindo os pronomes pelos substantivos a que se referem para que as crianças percebam a necessidade daquelas substituições.
Solicite às crianças que encontrem outro exemplo de pronome que retoma algo que foi informado antes.
Proponha às crianças a elaboração de uma mini enciclopédia de constelações da turma. Informe que isto será realizado na próxima aula. Para isso, peça para pensarem sobre quais constelações gostariam de pesquisar.
AULA 2
Leve a turma para o laboratório de informática da escola. Caso a escola não disponha de um, professor(a), você pode solicitarque as crianças tragam celulares com acesso à internet (que poderá ser wifi disponibilizado pela escola). Se as possibilidades anteriores não atenderem à realidade de sua escola, pesquise anteriormente materiais para que as crianças possam consultar. Podem ser revistas, livros ou artigos de divulgação científica em linguagem acessível à faixa etária das crianças.
Inicie a aula organizando a turma em grupos de três estudantes. Acesse o navegador e digite o endereço abaixo:
Constelações. Brasil Escola.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/constelacoes.htm.
Peça às crianças para escolherem uma das constelações e anotarem o nome. Cada grupo vai pesquisar sobre 3 constelações que escolherem. Durante o processo de escolha, realize as intervenções necessárias para que os grupos pesquisem constelações diferentes.
Oriente as crianças a abrir o navegador e, a seguir, no buscador de sua preferência, digitar na caixa de busca CONSTELAÇÃO (COLOCAR O NOME DA CONSTELAÇÃO DESEJADA).
Informações que estudantes pesquisarão:
· em que lugar da Terra ela é vista;
· sua história (informações principais).
Oriente as crianças a escreverem em suas produções a fonte das informações que encontraram.
Após a pesquisa, distribua folhas em branco para que as crianças organizem as informações pesquisadas e façam as ilustrações.
Verifique as produções e proponha as revisões necessárias na escrita e pontuação. Socialize as produções por meio de apresentação dos trios.
Organize as produções em formato livreto. Utilizando um papel de maior espessura, pode ser feita uma capa, com título e ilustrações das crianças, além de um índice com os nomes das constelações pesquisadas em ordem alfabética. O livreto pode ser disponibilizado para as demais turmas da escola na biblioteca. As crianças podem fazer a divulgação do material nas
outras turmas.
Para finalizar, retome o que foi estudado neste planejamento por meio de perguntas:
· O que são textos de divulgação científica? Para que servem? Por que são importantes?
RECURSOS:
Projetor multimídia, computadores com acesso à internet .
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), observe o envolvimento das crianças nas discussões, durante a pesquisa e a elaboração: as atitudes colaborativas em grupo e a participação na realização da atividade em grupo. Considere, também, a percepção das crianças sobre a necessidade do uso dos pronomes como elemento de coesão do texto. Atente-se para as questões de finalização da segunda aula, pois elas indicarão o grau de compreensão das crianças sobre o gênero textual, divulgação científica, e a necessidade de retomada do assunto.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Você já parou para pensar como é o céu em outros planetas? Leia o texto a seguir e descubra:
O céu também é azul em outros planetas?
Um dia bonito é um dia de céu azulzinho, certo? Bem, isso se você estiver na Terra. Em outros planetas, o céu pode ficar sempre nublado, ou escuro durante o dia, ou até avermelhado! Curioso, não acha? Imagine como seria interessante sentar para observar o céu em outros pontos do Sistema Solar…
Apesar de enxergarmos a luz do Sol como branca, ela é, na verdade, composta por todas as cores que vemos no arco-íris. Aqui na Terra, vemos o céu azul porque a componente azul da luz solar é espalhada em todas as direções enquanto atravessa nossa atmosfera, uma camada de gases que recobre nosso planeta. A cor azul é mais espalhada do que as outras cores porque tem o comprimento de onda aproximadamente do mesmo tamanho das moléculas que compõem os gases atmosféricos.
Já no pôr do sol, vemos o céu avermelhado. Isso acontece porque, com o Sol perto do horizonte, sua luz, para nos alcançar, precisa atravessar uma camada maior da atmosfera. Nesse percurso maior, a componente azul se espalha tanto que acaba não chegando aos nossos olhos. Sobra apenas a faixa do amarelo ao vermelho, que sofre menos dispersão.
Nos outros planetas, a coisa muda de figura. Em Mercúrio, como praticamente não existe atmosfera, o céu é escuro durante o dia, pois não há espalhamento da luz solar. Assim como na Lua, de lá poderíamos ver o Sol e as outras estrelas ao mesmo tempo. Em Vênus, ocorre o contrário: por ter uma atmosfera extremamente densa, o céu desse planeta está permanentemente nublado, encoberto.
Já em Marte, ocorre o fenômeno de cores oposto ao da Terra. Lá, é a componente vermelha da luz solar que é mais espalhada, pois seu comprimento de onda tem tamanho semelhante às incontáveis partículas de poeira em suspensão na sua atmosfera rarefeita. Então, no planeta vermelho, o céu é avermelhado durante o dia, mas o pôr do sol é azulado.
E em Júpiter, Saturno, Urano e Netuno? Bem, esses planetas são conhecidos como gigantes gasosos, o que significa que não são formados por rochas como a Terra, mas por gases. Mesmo que você pudesse viajar até lá, seria impossível sentar e apreciar o céu: você não teria um chão onde apoiar o seu banquinho!
Fonte: CIÊNCIA HOJE DAS CRIANÇAS. O céu também é azul em outros planetas? CHC. [s.l] 2016. Disponível em: https://chc.org.br/o-ceu-tambem-e-azul-em-outros-planetas/.
2 – Segundo o texto, como é o céu em:
a) Mercúrio
b) Vênus
c) Marte
d) Júpiter, Saturno, Urano e Netuno
3 – Marque a resposta certa. Na Terra o céu é azul porque:
a) reflete a cor do mar
b) vemos todas as cores do arco-íris
c) a componente azul da luz solar é espalhada em todas as direções enquanto atravessa nossa atmosfera, uma camada de gases que recobre nosso planeta.
4) No trecho “Então, no planeta vermelho, o céu é avermelhado durante o dia, mas o pôr do sol é azulado”, no 5º parágrafo, as palavras grifadas se referem a qual planeta?
a) Terra
b) Vênus
c) Marte
d) Júpiter
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Textos digitais.
DURAÇÃO: 4 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Os conteúdos digitais estão presentes em nosso dia a dia, seja por redes sociais, sites ou plataformas específicas. Nossos estudantes também estão imersos nesta realidade e, por serem considerados nativos digitais, trafegam pelo mundo virtual e seus elementos com mais facilidade ainda.
Assim, a escola não pode fechar os olhos para essa realidade. Ao contrário, precisa, além de incluir o meio digital em suas práticas, se ocupar com a formação crítica de nossas crianças e jovens. Assim, espera-se que sejam capazes de realizar pesquisas selecionando fontes confiáveis, não tomando como verdade absoluta tudo o que se publica nas mais variadas mídias digitais com as quais têm contato em seu cotidiano, ponderando e realizando apontamentos com responsabilidade e senso crítico.
Nessa perspectiva, a BNCC e, por consequência, o Currículo Referência, trazem habilidades específicas a serem desenvolvidas utilizando ferramentas e os meios digitais.
Neste planejamento, as crianças serão instigadas a dialogar com conteúdos publicados em mídias digitais, argumentando com respeito às opiniões diversas. Ao final, os estudantes serão desafiados a se colocar no lugar do outro de produtor de conteúdo, sempre considerando as observações e ponderações realizadas sobre o que assistiu.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), inicie a aula com questões instigadoras como por exemplo:
· Vocês assistem a vídeos em plataformas digitais? (cite as mais comuns em seu questionamento)
· Qual o produtor de conteúdo preferido de vocês? (utilize termos mais próximos da
realidade de seus estudantes para se referir à expressão “produtor de conteúdo”)
· Sobre o que ele(a) costuma gravar vídeos?
· O que é necessário para se produzir um bom vídeo que será publicado?
Informe à turma que nesta aula vão assistir a um vídeo do canal de duas crianças, Maria Clara e JP, que já conta com mais de 10 milhões de inscritos.
Maria Clara aprende como é importante ler livros
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=4veVO5SHJqQ. (Passe o vídeo até 3:47)
Após a exibição do vídeo, realize uma roda de conversa com as crianças. Estimule o debate com questões como:
· Gostaram do vídeo?
· O que mais chamou sua atenção?· O que vocês acham de crianças produzindo conteúdo para crianças?
· Você concorda com a afirmação da Maria Clara sobre a leitura? Por quê?
· O que você achou dos cenários utilizados no vídeo? E da interpretação das duas meninas?
· Se você fosse fazer um vlog, sobre o que gostaria de falar?
· Você costuma assistir vlogs sobre livros? Sobre qual livro você assistiu e, depois, conseguiu ler? Depois da leitura você concorda com o vlogger?
· As crianças que participaram do vlog se preparam antes? Elas falaram o que vinha à cabeça ou escreveram um roteiro para não esquecerem o que precisavam falar?
Durante a discussão, observe a forma de participação das crianças e intervenha sempre que necessário para que todos possam se expressar sem julgamentos.
Explique à turma que os vídeos que vemos nas plataformas digitais ou na TV precisam ser roteirizados, editados e que há uma equipe atrás das câmeras para preparar tudo. Isso faz com que o vídeo tenha uma boa qualidade, que o(a) vlogger fale tudo certinho, além dos efeitos que observamos no vídeo.
Finalize a aula realizando uma síntese sobre o que as crianças estudaram hoje. Isso pode ser realizado por meio de questões que podem ser completadas pelas crianças, como:
· Na aula de hoje assistimos a um vídeo que falava sobre
. (a importância da leitura)
· Também participamos de uma discussão sobre o vídeo e expressamos as nossas
(opiniões), respeitando sempre as dos (outros).
AULA 2
Professor(a), esta aula será realizada no laboratório de informática da escola. Caso sua escola não possua um, você poderá utilizar celulares trazidos pelas crianças, desde que tenham acesso à internet. Providencie antes da realização da aula.
Inicie a aula retomando a anterior. Comente sobre o vídeo que assistiram, as discussões realizadas sobre o assunto abordado por ele, ressaltando a produção de conteúdo para crianças, especificamente.
Informe à turma que continuarão vendo produções feitas para crianças. Desta vez, eles lerão livros infantis em formato digital.
Oriente as crianças a acessarem o site a seguir. É importante que as crianças, ao clicarem no
livro escolhido, selecionem a opção “ver agora”, para que tenham acesso à versão digital.
Estante Digital.
Disponível em: https://www.euleioparaumacrianca.com.br/estante-digital/.
Permita que elas escolham os livros que quiserem. Estabeleça um tempo da aula para a leitura.
Após a leitura, organize uma roda de conversa. Estimule o bate-papo com questões, como:
· Qual livro você leu? Gostou da história? O que achou mais interessante?
· O que você achou das ilustrações? E do formato digital do livro? Foi fácil navegar pelo livro? Você prefere o livro digital como esse ou o tradicional, impresso? Por quê?
Finalize a aula questionando as crianças sobre as produções digitais que apreciaram nas duas aulas, feitas para crianças.
· Esses recursos digitais para crianças são bons?
· Vocês costumam ler livros ou textos digitais em casa? Quais, por exemplo?
AULA 3
Inicie a aula retomando as questões do final da aula anterior.
Diga às crianças que nesta aula elas assistirão a uma reportagem sobre o uso excessivo de telas, por crianças e adolescentes.
Antes da exibição do vídeo, promova um debate com as crianças sobre isso, com questões como:
· Quanto tempo vocês costumam utilizar telas em casa? As famílias colocam horários para vocês?
· O que vocês acham sobre o uso excessivo de telas por crianças? Passe o vídeo a seguir:
Nomofobia: uso excessivo de telas por crianças preocupa especialistas - Jornal Minas.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=yqQD3adKQns.
Converse com as crianças sobre o que assistiram na reportagem:
· O que acharam sobre o que foi dito? A situação abordada pode ser um problema para muitas crianças?
· O que pode ser feito para prevenir esse problema?
Organize a turma em grupos de quatro estudantes e proponha a elaboração de um roteiro de reportagem, como se fosse para um telejornal. A gravação ocorrerá na próxima aula, portanto, a turma precisa planejar como será feito. Estimule a turma a pensar no que faz uma reportagem ser boa, interessante e compreensível para o telespectador. Isso pode ser feito a partir da reportagem assistida:
· Na reportagem que assistimos, quem aparece nela? Qual a função de cada um?
· O que uma reportagem precisa ter para ser compreensível e interessante para o telespectador?
Oriente as crianças na elaboração do roteiro. O vídeo será curto, 5 minutos no máximo. Antes da gravação é necessário planejar o roteiro.
Sugestão de itens para planejamento do roteiro:
· Escolha do(a) apresentador(a) do telejornal, aquele(a) que chamará a reportagem. A fala precisa ser escrita para não ser esquecida.
· Escolha do(a) repórter. Ele(a) poderá entrevistar algum colega na escola, professor ou outro servidor que possa falar sobre o tema. A(s) pergunta(s) devem ser escritas para que o(a) repórter não se esqueça.
· Pensem em como terminará o vídeo: o(a) apresentador falará alguma coisa para encerrar o assunto ou o(a) repórter falará. Também é possível encerrar com a fala de um dos entrevistados.
Encerre a aula após a finalização dos roteiros. Realize as intervenções necessárias e proponha as devidas revisões.
AULA 4
Professor(a), para esta aula, as crianças precisarão de uma câmera portátil para realizar as gravações. As reportagens podem ser realizadas na sala de aula ou em outros ambientes da escola.
Oriente as crianças no posicionamento frente à câmera, no falar em boa altura para que o microfone da câmera capte o som e em como utilizar o roteiro para não se esquecer das falas.
Ao final das produções, os vídeos podem ser exibidos para a turma ou para outras turmas da escola, caso seja possível.
Finalize a aula conversando com as crianças sobre a experiência de realizar uma reportagem.
· O que mais gostaram? Foi difícil falar para uma câmera? E a elaboração do roteiro, como foi a escrita? Gostariam de fazer outra reportagem?
RECURSOS:
Computadores ou celulares com acesso à internet, projetor multimídia, câmera portátil ou de celular.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), observe a participação das crianças nas discussões propostas, especialmente nos argumentos e respeito às opiniões dos colegas. Na elaboração do roteiro, observe se as crianças compreenderam os elementos necessários para a elaboração de uma boa reportagem, se apresentaram atitudes colaborativas durante a realização das atividades e demonstraram interesse e envolvimento necessários para o êxito do grupo.
ATIVIDADES 5º ANO
1 – Assista ao vídeo indicado no link abaixo:
Resenha: O Pequeno Príncipe 👑
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=3aSlR8m5-_g
O vídeo apresenta uma resenha sobre o livro “O pequeno príncipe”, feita por uma garota
chamada Sophia.
Após assistir ao vídeo, escreva um texto relatando o que ocorre nele e, ao final, exponha sua opinião. Não se esqueça de argumentar sobre a sua opinião, ou seja, explique para o leitor o porquê da sua opinião, tente convencê-lo a concordar com você.
2 – Acesse o site abaixo. Selecione um livro e realize a leitura:
Estante Digital.
Disponível em: https://www.euleioparaumacrianca.com.br/estante-digital/.
Após a leitura, responda:
a) Qual livro você escolheu? _
b) O livro possui ilustrações? _
c) As ilustrações complementam a história ou são apenas decorativas?
3 – O bullying, infelizmente, ainda é um problema real na vida de muitas crianças e jovens. Todos precisam se conscientizar, discutir o tema e construir soluções para o problema. Leia a reportagem a seguir e descubra algumas ações que o Governo de Minas Gerais tem proposto para auxiliar na resolução do problema:
Escolas estaduais mineiras apostam na cultura de paz
Lembrado em 7/4, Dia Nacional de Combate ao Bullying e a Violência busca conscientizar e prevenir comunidade contra problema
A convivência harmoniosa com os colegas, o respeito e o cuidado com o próximo e as ações e atitudes que retratam a cultura de paz são premissas para que a escola,um ambiente naturalmente diverso, seja agradável para todos e motivador para o processo de ensino e aprendizagem. Pensando nisso, diversas escolas estaduais desenvolvem projetos e atividades pedagógicas com o foco na convivência democrática e prevenção contra as violências no ambiente escolar. O 7/4, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Bullying e a Violência nas escolas, foi criado com o objetivo de estabelecer e reforçar as ações e medidas de conscientização e prevenção ao bullying entre os estudantes e na comunidade escolar.
Na Escola Estadual Senhora do Bonsucesso, em Caeté, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o projeto “Bullying: aqui Não!” busca conscientizar os estudantes da unidade sobre a importância do tema. “O projeto consiste em textos e reportagens que os professores trazem sobre casos de bullying e, a partir daí, é formada uma roda de conversa em que os estudantes
debatem a situação. Em um segundo momento, os estudantes produzem textos, de forma anônima, sobre algo que perceberam na matéria e que possa ter relação com a nossa escola”, explica a diretora da unidade de ensino, Patrícia Brum.
A diretora conta que notou uma drástica redução de ocorrências desse tipo na escola, desde que a iniciativa passou a ser desenvolvida, há cerca de cinco anos. “Os textos anônimos são colados em um mural para que todos possam ler e refletir sobre as situações ocorridas. Além disso, palestras com psicólogos também são organizadas para que os jovens possam ter noção da importância do combate à violência”, disse.
O bullying, também chamado de intimidação sistemática, é todo tipo de violência física ou psicológica que ocorre de forma intencional e repetitiva, com a intenção de intimidar, agredir, causar dor ou angústia a alguém, de acordo com a Lei Federal 13.185/2015.
Pandemia
Mesmo durante a pandemia, as escolas desenvolveram projetos de intervenções pedagógicas para trabalhar o respeito e a prevenção ao bullying, como conta Camila Andrade Silveira, diretora da Escola Estadual Adalberto Ferraz, em Belo Horizonte. “Em 2020, fizemos rodas de discussão e, como estávamos on-line, convidamos uma psicóloga para conversar com os estudantes e pais”, contou a diretora.
Com a volta às aulas presenciais, a direção da unidade percebeu a necessidade de continuar com o projeto. “Os próprios estudantes comentavam entre si a importância do projeto e os danos que o bullying traz. Neste ano, já iríamos dar continuidade porque percebemos que os meninos voltaram mais agitados e indisciplinados após a pandemia”, disse. A equipe da unidade de ensino, então, preparou filmes para que os estudantes pudessem entender os prejuízos que o bullying causa na vida da vítima. “Desenvolvemos trabalhos em salas de aulas por meio de debates e afixação de cartazes. Os estudantes ainda discutiram sobre o filme e elaboraram uma redação sobre o tema”, relatou a diretora Camila.
Convivência democrática
Na rede pública estadual de ensino de Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Educação desenvolve e estimula a realização de ações de combate à violência no ambiente escolar, além de contar com importantes parcerias em iniciativas dessa temática. Uma das ações é o Programa de Convivência Democrática, que procura defender e garantir os direitos humanos nas escolas, além de promover o respeito às diversidades e promover uma escola acolhedora, por meio de uma convivência democrática no ambiente escolar.
No ano passado, o programa ganhou uma nova versão, que contempla documentos sobre como o bullying se manifesta nas escolas, como identificá-lo e as principais formas de intervenção. Além disso, a versão atual do programa também traz protocolos que orientam sobre as intervenções e encaminhamentos em situações de violências e violações de direitos nas escolas.
O programa também contempla o novo sistema oficial de registro dos casos de violência e ações de promoção em direitos humanos nas escolas estaduais, o Sistema Integrado de Monitoramento e Avaliação em Direitos Humanos - Módulo SIMA Educação, desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese).
Atualmente, o sistema está em processo de implementação. Para isso, desde o final de 2021,
formações com a participação dos gestores, técnicos e analistas das 47 Superintendências Regionais de Ensino têm sido realizadas. Ao longo do ano, outras estão previstas, para gestores e servidores das escolas estaduais.,
Mediação de conflitos
Em parceria com outros órgãos, fortalecendo as políticas de cooperação e de rede de proteção social básica, a SEE/MG busca instrumentos e mecanismos para que a escola construa processos de mediação de conflitos, como o Mediação de Conflitos no Ambiente Escolar (Mesc), programa da Defensoria Pública.
Destaca-se também a parceria firmada com Ministério Público (MPMG), Tribunal de Justiça Gerais (TJMG), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte para a formação de núcleos de resolução de conflitos, no contexto do Programa Núcleos para Orientação e Solução de Conflitos Escolares (NÓS).
Além disso, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) também atua rotineiramente no ambiente escolar, por meio do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) que, em uma perspectiva de formação humanista, prepara os jovens para se tornarem cidadãos responsáveis e capacitados para a condução de uma vida segura e saudável. Já por meio da Patrulha Escolar, a PMMG realiza rondas preventivas no entorno das unidades de ensino, propiciando um ambiente mais seguro para a comunidade escolar.
A data
A Lei Federal nº 13.277/2016, que institui a data 7/4 como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, foi sancionada cinco anos depois do “Massacre de Realengo”, episódio em que um jovem armado invadiu e atirou contra adolescentes que assistiam às aulas na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro. O crime bárbaro matou 12 adolescentes, com idades entre 12 e 14 anos, e deixou outros dez feridos. Em uma carta, o criminoso, de 23 anos, disse ter sido vítima de bullying enquanto estudava na unidade de ensino.
Fonte: AGÊNCIA MINAS. Escolas estaduais mineiras apostam na cultura de paz. Minas Gerais, 2022. Disponível em: https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/escolas-estaduais-mineiras-apostam-na-cultura-
de-paz.
a) Após a leitura do texto, solicite que os estudantes produzam um pequeno relato explanando sua opinião sobre o assunto. Explique para eles que, na próxima aula, será realizado um debate no qual, cada um, poderá contribuir expondo sua opinião descrita no relato. Estimule a participação de todos e o respeito à fala do colega.
4 – A produção de uma reportagem sobre bullying é muito importante para conscientizar as pessoas acerca um assunto tão importante e em evidência na sociedade contemporânea. Com base na reportagem acima, elabore o roteiro que o jornalista poderia ter utilizado para fazer aquela reportagem. Para isso, preencha a tabela abaixo:
Roteiro da reportagem
Jornalista/Agência
Assunto
Título
Linha fina
Imagens
Entrevistados
Fontes de pesquisa do jornalista
REFERÊNCIAS
A TABA. Palavra é brinquedo: 10 motivos para ler poemas com as crianças. [s.l.]2016. Disponível em: https://lunetas.com.br/entenda-10-motivos-da-importancia-de-ler-poemas- para-as-criancas/ Acesso em: 29 abr. 2023.
ABDULLAH. MORAES, Cacá. Fico assim sem você. [s.l.]. [2023]. Disponível em: https://www.letras.mus.br/claudinho-e-buchecha/47176/ Acesso em: 29 abr. 2023.
AGÊNCIA MINAS. Escolas estaduais mineiras apostam na cultura de paz. Minas Gerais, 2022. Disponível em: https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/escolas-estaduais- mineiras-apostam-na-cultura-de-paz. Acesso em: 18 mai. 2023.
AIDAR, Laura. 12 contos populares brasileiros. Cultura Genial. [s.l] 2023. Disponível em: https://www.culturagenial.com/contos-populares-brasileiros-comentados/ Accesso em: 23 abr. 2023.
ALVES, J. Agricultor. Openclipart. [s.l]2010. Disponível em: https://openclipart.org/detail/46291/farmer Acesso em: 19 abr. 2023.
ANDERSEN, Hans C. A princesa ervilha. Ciranda Cultural. [s.l.] 2008. Disponível em: https://www.alagoinhas.ba.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/CONTO-3%C2%BA- 4%C2%BA-E-5%C2%BAANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA.pdf Acesso em 21 abr. 2023.
BAHIA, Fábio. A chave mestra. [s.l.] 20 jun. 2023. Facebook: Poema Concreto. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=722555296123576&set=pb.100051073371957.- 2207520000.&type=3 Acesso em: 22 abr. 2023.
BAHIA, Fábio. Dos benefícios da leitura. [s.l.] 17 nov. 2022. Facebook: Poema Concreto. Disponível em:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=665163381862768&set=pb.100051073371957.- 2207520000.&type=3 Acesso em: 22 abr. 2023.
BAHIA, Fábio. Missão: clipe. [s.l]. 02 jun. 2021. Facebook: Poema Concreto. Disponível em: https://www.facebook.com/poema.concreto/photos/pb.100051073371957.- 2207520000./1107272299765174/?type=3 Acesso em: 22 abr. 2023.
BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal. O perigo aumentou muito - não deixe água parada. Belo , Horizonte, 2018. Disponível em: https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de- governo/saude/2018/publicacaoes-da-vigilancia-em- saude/folder_perigo_aumentou_check_list_2016.pdf Acesso em: 18 abr. 2023.
BLOG EDUCAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO. Elementos do conto. Blog Educação e Transformação.[s.l.] 2019. Disponível em: https://educacaoetransformacaooficial.blogspot.com/2019/06/conto.html Acesso em: 22 abr. 2023.
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BRASÍLIA. Ministério da Educação. O corvo e o jarro e outras histórias [recurso eletrônico]
/ organizado por Ministério da Educação – MEC ; coordenado por Secretaria de Alfabetização
- Sealf. – Brasília, DF : MEC/Sealf, 2020. 16 p. : il. ; PDF ; 15,2 MB. – (Coleção Conta pra
Mim). Disponível em: chrome- extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://alfabetizacao.mec.gov.br/images/cont a-pra-mim/livros/versao_digital/o_corvo_e_o_jarro_versao_digital.pdf Acesso em: 03 mai. 2023.
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PARANÁ. Governo do estado. O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA
PARANAENSE - Produção Didático-Pedagógica. Paraná, 2009. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2009_ unioeste_portugues_md_sueli_lucia_fritzen.pdf Acesso em: 25 abr. 2023.
PAULINO, Tânia T. Conjunções. Nova Escola, [S.l], 2023. Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/5ano/lingua- portuguesa/conjuncoes/4137 Acesso em: 16 abr. 2023.
PINTEREST. Bolo de caneca de chocolates. [s.l.] 2023. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/746542075750536538/ Acesso em: 15 mai. 2023.
PINTEREST. Brigadeiro. [s.l.],(2023).Disponível em:https://br.pinterest.com/pin/1031605858375835259/. Acesso em 15 mai.2023.
PLUFT, O FANTASMINHA - 2013 [s.l.] 27 mar. 2020. 1 vídeo (57:04 min). Publicado pelo canal TEATRO O Tablado. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LEUCcG9LkoY Acesso em: 25 de abr. 2023.
PLUFT, O FANTASMINHA. [s.l.] 14 nov. 2014. 1 vídeo (3:44 min.) Publicado no canal Ricca Produções. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=bz-pxMCPQ8o Acesso em: 25 abr. 2023.
PLUFT, O FANTASMINHA. [s.l.] 20 out. 2011. 1 vídeo (52 s). Publicado pelo canal Cênica Cia de Repertório. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Jkt1GD9YBQU Acesso em: 25 abr. 2023.
RESENHA: O PEQUENO PRÍNCIPE. 17 fev. 2019. 1 vídeo (5 min). Publicado pelo canal Mundo de Sophia. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=3aSlR8m5-_g Acesso em 18 mai. 2023.
REVISTA PARQUE DA MÔNICA. Correio da turma. Arquivos da Turma da Mônica. [s.l.]1996. Disponível em: https://arquivosturmadamonica.blogspot.com/2014/05/secoes-dos-gibis-das- editoras-globo-e-panini.html. Acesso em: 16 abr. 2023.
RIBEIRO, José Luiz. O rei de quase tudo. Rio de Janeiro: Zit, 2004.
ROCHA, Regina B. FRANCISCO, Carla da S. AMANCIO, Isabel P. Mundo de explorações - Língua Portuguesa: manual do professor. 1ª edição. São Paulo: Moderna, 2021, p. 248.
SÃO PAULO. Prefeitura Municipal. Cartaz Dia da Higiene das Mãos. São Paulo, 2022. Disponível em:
https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/cartaz_dia_maos_higiene_ 2022.pdf. Acesso em: 29 abr. 2023.
SILVA, Cícero de O. SILVA, Elizabeth G. de O. Aprender juntos - Língua Portuguesa: manual do professor. 9ª edição. São Paulo: Edições SM, 2021, p. 58
SO ESCOLA. Interpretação de Texto com Atividades: Conto de esperteza ou artimanha. Soescola. [s.l.] 2016. Disponível em: https://www.soescola.com/2016/07/interpretacao-de- texto-com-atividades-conto-de-esperteza-ou-artimanha.html Acesso em: 23 abr. 2023.
TAVARES, Grazielle. Planejamento de texto - poemas concretos e visuais. Nova Escola.[s.l.] 2023. Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/3ano/lingua- portuguesa/planejamento-de-texto-poemas-concretos-e-visuais/4514 Acesso em: 25 de abril de 2023.
VILALTA, Elisa G. Pluft o fantasminha. Nova Escola. [s.l.] Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/4ano/lingua-portuguesa/pluft-o- fantasminha/2914 Acesso em: 25 abr. 2023.
MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS - MAPA
(
ANO
DE
ESCOLARIDADE
Ciclo
Complementar
) (
REFERÊNCIA
Ensino
Fundamental
ANO
LETIVO
2023
)
(
COMPONENTE
CURRICULAR
) (
ÁREA
DE
CONHECIMENTO
Linguagens
)
UNIDADE TAMÁTICA:
Artes visuais. Música.
Teatro.
Artes integradas.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Processos de criação Materialidade.
Notação e registro musical.
Processos de criação Patrimônio cultural
(EF15AR05P3) Experimentar a criação em artes visuais de modo individual, coletivo e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade (praças etc.).
(EF15AR06P3) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, construindo argumentos, individual ou coletivamente, para alcançar sentidos plurais.
(EF15AR15BP3) Reconhecer os elementos constitutivos da música (ritmo, melodia e harmonia) e as características de instrumentos musicais variados através de vivências e recursos audiovisuais.
(EF15AR16P3) Explorar diferentes formas de registro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas, etc.) utilizando os elementos básicos das artes visuais, bem como os signos gráficos (símbolos, sinais, emojis etc.), diferenciando som, silêncio (pausa) e ruído; reconhecer a notação musical convencional.
(EF15AR20P3) Experimentar o trabalho colaborativo e coletivo em processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano e cultura local.
(EF15AR25P3) Conhecer o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas e africanas e europeias no Brasil, coletando informações sobre jogos e danças, etc., no âmbito da cultura local e regional, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.
Processos de criação. Materialidades.
Materialidades. Processos de criação
(EF15AR05P4) Experimentar criações em artes visuais de modo individual, coletivo e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade (pontos turísticos etc.).
(EF15AR06P4) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, fazendo considerações sobre a criação uns dos outros, paraalcançar sentidos plurais.
Patrimônio Cultural.
(EF15AR15BP4) Reconhecer os elementos constitutivos da música (ritmo, melodia e harmonia) e as características de instrumentos musicais variados exercitando-se através de vivências e recursos audiovisuais.
(EF15AR16P4) Explorar diferentes formas de registro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas, etc.) registrando diferentes timbres, alturas, intensidades através de recursos audiovisuais e reconhecer a notação musical convencional.
(EF15AR20P4) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo eautoral e processos narrativos criativos em teatro, explorando a teatralidade dos gestos nas ações do cotidiano, da cultura local e regional.
(EF15AR25P4) Conhecer o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas e africanas e europeias no Brasil, coletando informações sobre danças e canções etc., no âmbito da cultura regional e mineira, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.
Processos de criação. Materialidades.
Notação e registro musical.
Processos de criação. Patrimônio cultural.
(EF15AR05P5) Experimentar a criação em artes visuais de modo individual, coletivo e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade (patrimônio cultural material e imaterial etc.).
(EF15AR06P5) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, fazendo considerações sobre a criação uns dos outros, ampliando a percepção da pluralidade artística, para alcançar sentidos plurais.
(EF15AR15BP5) Reconhecer e descrever os elementos constitutivos da música (ritmo, melodia e harmonia) e as características de instrumentos musicais variados através de vivências e recursos audiovisuais.
(EF15AR16P5) Explorar diferentes formas de registro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas, etc.) através da escuta atenta da música registrando diferentes timbres, alturas, intensidades percebendo a presença múltipla dos elementos em uma música, utilizando os recursos audiovisuais e reconhecer a notação musical convencional.
(EF15AR20P5) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de diferentes matrizes estéticas e culturais.
(EF15AR25P5) Conhecer o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias no Brasil, coletando informações sobre canções e histórias etc.,no âmbito da cultura nacional, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Os elementos da música.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Artes visuais, música, artes integradas e teatro são temáticas responsáveis por articular saberes e práticas culturais. Dessa forma, devemos desenvolver, em nossos estudantes, habilidades de criação, leitura, produção e reflexão de formas artísticas.
Sabemos que a música é um dos elementos mais importantes da arte, pois suas origens nos remetem aos primórdios da humanidade. As primeiras civilizações utilizavam a música em suas celebrações, eventos religiosos e culturais. Ela é considerada uma sequência de sons e silêncio durante um período de tempo. Hoje, a expressão artística por meio da música é muito importante na vida humana. Está em todos os lugares ao nosso redor e sempre está presente em nosso cotidiano, por meio de: toques de celular, sons de computador, comerciais de TV, teatros, entre outros.
A proposta desta aula é levar o estudante a pensar sobre a música, o teatro e arte visual e integradas, como temas que contribuem para o desenvolvimento da mente humana, promovendo o equilíbrio, proporcionando bem-estar, ajudando na concentração e no desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor (a) inicie a aula fazendo o seguinte questionamento para a turma:
· Você sabe o que é necessário para que uma música seja criada?
Contextualize o tema, informando os três elementos básicos da música: melodia, harmonia e ritmo. As notas compõem a melodia, o ritmo é o que organiza o compasso daquela melodia, o compositor harmoniza todos esses elementos e pensa nos instrumentos que tocam aquela música. As pausas são importantes na música porque afetam sua composição. Para melhor entendimento, vamos explicar cada um deles.
· Ritmo - O ritmo é o responsável por definir o tempo musical e o estilo. Estimula o corpo a interagir com a música, por meio de palmas, batidas e danças coreografadas ou não.
· Melodia - Podemos dizer que é uma sequência de notas com diferentes intervalos. Temos melodia instrumental e a melodia cantada, que é onde o vocalista interpreta a letra em um determinado ritmo. É por meio dela que conseguimos reconhecer uma música, solfejar ou cantar.
· Harmonia - É como um plano de fundo para a melodia, ela é aquela que mais exige do cérebro no sentido da aplicação de uma sequência lógica e racional dos acordes, combina notas musicais simultâneas. A harmonia também preenche momentos de pausa da música quando há um cantor, com acordes por exemplo. Em geral não conseguimos cantar ou cantarolar uma harmonia.
As manifestações musicais de qualquer forma dependem destes 3 elementos, mas existem diversas vertentes destes pontos que se ramificam. Para isso é preciso muito estudo e conhecimento do instrumento que está tocando para conhecer mais a fundo tudo sobre a música.
Apresente o texto abaixo, escrito em quadro ou impresso.
(
A
música
é
um
dos
elementos
mais
importantes
da
arte,
pois
suas
origens
nos
remetem
aos primórdios da humanidade. As primeiras civilizações utilizavam a música em suas
celebrações, eventos religiosos e culturais. A música é considerada uma sequência de
sons e silêncio durante um
período de tempo. Hoje, a expressão artística por meio da
música
é
muito
importante
na
vida
humana.
Está
em
todos
os
lugares
ao
nosso
redor
e
sempre o reconhecemos em nossas vidas: toques de celular, sons de computador,
comerciais de
TV, teatros, etc.
)
Se possível, assistam ao vídeo
Melodia, Harmonia e Ritmo - Conhecendo elementos da Música.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=2Br987prvMo.
Depois de assistirem ao vídeo, observe se os estudantes conseguem perceber os elementos básicos presentes na composição musical. Forme grupos para que a atividade seja coletiva e colaborativa, onde os estudantes possam dialogar e refletir sobre seu processo de criação, construir argumentos e também escutar e refletir sobre o fazer e as ponderações dos colegas sempre respeitando as escolhas para o processo de criação e suas escolhas.
Depois, peça-os que tentem identificar e diferenciar os instrumentos presentes nesta música. Faça um quiz com algumas perguntas para estimular a participação dos estudantes.
Alguns exemplos de perguntas são:
· Você consegue identificar o ritmo de uma música, os instrumentos tocados e o estilo a que ela pertence?
· Diferencie harmonia e melodia.
Se possível, leve para a sala diferentes objetos sonoros como: violão, pandeiro, chocalho, triângulo, etc., de tal forma que as crianças possam experimentar os instrumentos fazendo uma apresentação teatral musical.
O teatro é uma das formas de arte que se caracteriza pela representação com o corpo e voz por meio de cenas. O sentido das cenas é a imitação: da vida, de situações, de histórias reais ou textos literários, enfim, tudo pode ser imitado no teatro, desde que se tenha verdade, emoção e criatividade. Alguns recursos auxiliam na construção dessa verdade cênica: figurinos, cenários, músicas, iluminação, maquiagem e adereços. É fundamental que se tenha um preparo no domínio de corpo e voz com treinos de improvisação e outras técnicas essenciais para o desenvolvimento dos pequenos em ação.
O trabalho colaborativo e coletivo em processos narrativos criativos em teatro, explora desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano e cultura local.
Convide alguns estudantess para fazer uma brincadeira de mímica que é uma tradição popular onde os colegas terão que adivinhar qual instrumento musical foi feito.
Explore alguns sons produzidos pelo nosso corpo, pedindo às crianças para baterem palmas, os pés, assobiar, etc. Em seguida, os conduza a sala de informática e multimeios e peça para eles pesquisarem brinquedos e brincadeiras com músicas das tradições familiares e populares.
Ao final, realize uma roda de conversa para promover a reflexão sobre música, esses momentos fazem com que os estudantes absorvam e entendam melhor o conteúdo da aula.
AULA 2
Professor(a), na aula anterior conhecemos alguns conceitos e características da música. A ideia desta aula é estimular a criatividade dos estudantes por meio do diálogo e da criação de uma aula apresentada por eles mesmos. Essa prática pode ser desenvolvida em grupos, onde cada grupo deverá apresentar cada um dos elementos constitutivos. Cabe a você, professor(a), orientar o trabalho a ser realizado por cada grupo. Exemplo, eles terão que escolher uma música de sua preferência, que seja do cotidiano ou cultural. Irão escutar toda a música, observando e identificando atentamente cada um dos elementos constitutivos explicados no vídeo “Melodia, Harmonia e Ritmo - Conhecendo elementos da Música”, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=2Br987prvMo, percebendo se contém um, dois ou os três na sua música. No final, pedir para os estudantes que estão ouvindo identificar os elementos.
Converse com os estudantes sobre as seguintes questões:
· Como foi realizar essa atividade?
· Os estilos musicais eram parecidos?
· Vocês curtiram o que ouviram?
Para finalizar a aula professor (a), peça que os estudantes ilustrem algum elemento constitutivo encontrado na música. Em seguida, escolha alguns estudantes e convide ir à frente da sala para fazer mímica desse elemento desenhado para que outros estudantes possam adivinhá-lo.
RECURSOS:
Projetor multimídia, aparelho de mídia que possa tocar as músicas, atividades impressas.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
A roda de conversa é o momento de avaliação do professor(a), onde ele poderá entender o nível de apropriação do conhecimento dos estudantes. Observe o interesse, participação e comportamento da turma, verificando se perceberam que a música possui três elementos básicos, se a criação de desenho, a mímica e a realização das atividades propostasforam realizadas com sucesso.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Marque a alternativa falsa sobre o ritmo:
a) O ritmo é o responsável por definir o tempo musical e o estilo.
b) Estimula o corpo a interagir com a música,
c) Sequência de notas com diferentes intervalos de tempo.
d) Cada música possui seu ritmo.
2 – Qual estilo musical você mais se identifica? Por quê? Essa música faz parte de qual cultura popular?
3 – Escolha um instrumento musical de corda, um de sopro e um de percussão. Aponte um artista/músico que seja referência na execução de cada um destes instrumentos.
4 – Escolha uma música e, destaque nela, os seus elementos constitutivos.
5 – Divida a turma em grupos e peça que escolham pessoas da convivência de vocês, observem as manias, o jeito de andar, falar e cada um. Cada grupo deverá criar e, se possível, gravar um vídeo, utilizando o celular para assistirem posteriormente. Uma maneira bacana de fazer esse exercício é usando o aplicativo TikTok.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Partitura.
DURAÇÃO: 2 aulas.
A) PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Professor(a), chegou o momento em que os estudantes conhecerão algumas diferentes formas de representação de registro musical: a partitura convencional e não convencional.
Sabemos que as partituras existem desde o surgimento da música há milhares de anos atrás. O conceito de partitura é uma representação escrita de uma letra de música.
A partitura convencional utiliza símbolos padronizados. A partitura não convencional é um registro que qualquer pessoa pode fazer utilizando símbolos de sua preferência.
A partir do conhecimento dessas formas musicais e interpretação de partituras, esperamos que os estudantes percebam características diferentes da notação musical.
Os sons fazem parte de nossas vidas e estão nas linguagens artísticas como teatro, cinema, televisão, contação de história e aparecem em forma de música.
A proposta deste planejamento é levar o estudante a pensar sobre a música, o teatro e arte visual e integradas, como temas que contribuem para o desenvolvimento da mente humana, promovendo o equilíbrio, proporcionando bem-estar, ajudando na concentração e no desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), esse texto serve para ampliar o conhecimento sobre o tema da aula. Após ler o texto, explore-o e faça o desenho da imagem 2 no quadro para que os estudantes consigam realizar a atividade proposta.
Diga para turma que a música é uma forma de arte que se constitui na combinação de vários sons e ritmos, seguindo uma pré-organização ao longo do tempo. Possui três elementos básicos: ritmo, harmonia e melodia.
Informe que o registro musical acontece por meio de sistemas de escrita baseada em sinais, símbolos e figuras e que o registro convencional utiliza um sistema de escrita padronizado, enquanto que o não convencional pode utilizar qualquer elemento para representar as sonoridades, inclusive aqueles do registro convencional.
Leia o texto abaixo, junto com os estudantes:
O que é partitura?
São registros de sons no papel. Tem como objetivo ajudar o músico a lembrar de ideias rítmicas, melódicas e harmônicas.
Partitura convencional
As notas musicais são distribuídas ocupando linhas e espaços. Muitas vezes surge também a letra da canção.
Pauta ou pentagrama: cinco linhas horizontais e paralelas, onde se grafam as notas e demais símbolos do sistema de notação musical. As notas musicais são:
Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si
Exemplo de pauta com símbolos convencionais.
Imagem 1 – Partitura.
Fonte: (SUPER PARTITURAS, 2015)
Proponha a escrita da música Brilha, brilha Estrelinha (que está no âmbito da cultura regional e mineira, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.) no quadro para que os estudantes façam o registro no caderno. Em seguida, cantem essa música que já é conhecida por eles para enriquecer ainda mais a aula.
Partitura não convencional
A partir do século XX, os compositores resolveram experimentar novas formas de registrar os sons, utilizando-se de gráficos e figuras ilustrativas. São formas que utilizam diferentes símbolos livres, não seguindo as regras de notação convencional de notação musical. As partituras não convencionais podem apresentar diferentes formas de registro musical, como roteiros aleatórios e improvisação espontânea.
A função desse registro serve para orientar o intérprete na execução de uma composição musical. Veja o exemplo abaixo.
(
Imagem
2
–
Partitura.
Fonte:
(EDUCA,
2021)
)
Apresente e leia a legenda da partitura não convencional e tentem reproduzir a música em diferentes velocidades.
Há muitas curiosidades e informações sobre a partitura. Como sugestão, assistam ao vídeo:
NOTAÇÃO MUSICAL. Partitura convencional e não convencional. Professora Ana Paula.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KLDgFNSXaLA .
Inspire os estudantes e desafie-os a produzirem, coletivamente, uma ou mais pautas sonoras elaboradas, a partir de uma partitura simples, com diferentes símbolos marcando os diferentes tempos musicais.
Esse processo de criação pode ser construído por meio de pintura, colagem, modelagem, entre outras, potencializando a produção criativa dos estudantes.
AULA 2
Professor(a), dê o comando para que, em uma folha A4, os estudantes criem, coletivamente, partituras não convencionais. Em seguida convide-os a reproduzirem as pautas sonoras criadas. As partituras não convencionais podem apresentar diferentes formas de registro musical, como roteiros aleatórios e improvisação espontânea. Os símbolos representados, criados, deverão ocupar o lugar das figuras musicais como na partitura convencional. Poderão utilizar a partitura de uma música conhecida como inspiração.
Oriente-os em relação à legenda, identificando o que significa cada som.
Ao final da produção, peça que apresentem, em forma de teatro, os trabalhos para os colegas e demais professores.
Façam, juntos, uma exposição visual das produções. Uma ideia é confeccionar um varal de produção. Caprichem!
RECURSOS:
Laboratório de informática e/ou aparelhos de mídia que reproduzem vídeos, folha A4, atividade impressa.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
A roda de conversa é o momento de avaliação do professor(a), onde ele poderá entender o nível de absorção do conhecimento dos estudantes. Observe o interesse, participação e comportamento da turma, verificando se perceberam que a música possui três elementos básicos e diferentes formas de representação de registro musical: a partitura convencional e não convencional. A partir do conhecimento dessas formas musicais, esperamos que os estudantes percebam características diferentes da notação musical, do trabalho visual, do processo que foi criá-las e da música Brilha brilha que cantaram, que faz parte das cantigas brasileiras.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Você toca algum instrumento? Se sim, qual?
2 – Quantas e quais são as notas musicais?
3 – O que é música?
4 – O que é partitura?
5 – Complete a cruzadinha de acordo com as figuras correspondentes.
(
Fonte:
(SMARTKIDS,
[2023].)
)Imagem 3 – Cruzadinha
6 – Relacione as linguagens artísticas.
(1) Teatro (2) Música (3) Artes Visuais ( ) Lida com a visão com seu meio principal de apreciação.
( ) Um ator interpreta uma história, atividade, músicas que tem como objetivo despertar sentimentos para quem está assistindo.
( ) Uma combinação de vários sons e ritmos, uma prática cultural e humana.
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Registrando sons no papel.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Professor(a), as linguagens artísticas: arte visual, música, teatro e artes integradas são trabalhadas em constante diálogo e buscam trazer conteúdos que constroem caminhos para o desenvolvimento do estudante. Música e teatro são linguagens diferentes, mas que se relacionam e se misturam em vários momentos. Todas as linguagens artísticas conversam entresi de uma maneira ou outra.
Para realizar as propostas neste planejamento, os estudantes criarão registros de sons, ou seja, a própria partitura, experimentando diferentes formas de registro musical não convencional, bem como procedimentos e técnicas de registro áudio e audiovisual.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), inicie a aula inspirando os estudantes e desafiando-os a reproduzirem, coletivamente, uma ou mais pautas sonoras elaboradas por você, a partir de uma partitura simples, com diferentes símbolos (que podem ser feitos por meio de pintura, colagem, modelagem, recortes, entre outros) marcando os diferentes tempos musicais com palmas, batidas de pé ou vocalizações diferenciadas.
Esta aula terá momentos onde os estudantes irão dialogar e refletir sobre seu processo de criação, construir argumentos e também escutar e refletir sobre o fazer e as ponderações dos colegas sempre respeitando as escolhas para o processo de criação e suas escolhas. Em seguida, convide-os a criar diferentes pautas sonoras, exercitando sua capacidade criadora da arte musical. Esta aula será bastante divertida!
Professor(a), texto abaixo poderá ser passado no quadro para que os estudantes registrem no caderno a contextualização da aula.
(
Um
pouco mais sobre
a música
A
música
tem
códigos
de
registros
e
notação
que
surgiram
em
virtude
da
necessidade
de
fixar
as
ideias
musicais,
e
assim, preservá-las.
No
início,
os
sinais
surgiram
do
movimento
sonoro
e
os
registros
eram
imprecisos.
Com
o
tempo,
na
música
ocidental,
veio
a
necessidade
de
mais
precisão
para
os
registros/
assim
surgiu a notação musical, hoje tradicional, que usa pentagrama para definir as alturas e
figuras de
duração
para
cada
nota.
Ter um sistema de escrita traz ao indivíduo a autonomia de tocar ou cantar sem que
precise
ensinar
oralmente, e
isso
é
uma
importante
conquista.
Vale ressaltar que grande parte da música do mundo é passada adiante por meio da
transmissão
oral,
e
assim
como
o
indivíduo
pode
se
comunicar
oralmente
sem
saber
)
escrever aquilo que fala, é possível fazer música sem ter conhecimento da notação musical.
É importante frisar que a escrita musical não é a própria música, pois ela só se realiza sonoramente.
Os desenhos do som e as partituras gráficas são formas imprecisas de notação, sendo um bom ponto de partida para trabalhar notação musical com os estudantes: a partir das características dos sons, eles têm liberdade para registrar os sons de forma que quiserem, e são inúmeras as possibilidades. Essa exploração torna o aprendizado da notação tradicional mais fluido e significativo.
Você sabe o que é uma partitura? O que você vê no desenho abaixo?
Imagem 4 - Partitura não convencional
Fonte: (ARTE SEMPRE, 2017)
Professor(a), antes de introduzir o que é partitura, mostre aos estudantes que esse desenho é uma arte visual.
Informe que partitura é uma representação escrita da música. Muitas culturas desenvolveram maneiras de registrar a música no papel, que chamamos de notação musical.
Assim como temos um sistema de símbolos para contar e medir (números), para escrever (as letras), a notação musical e um sistema de símbolos que usamos para representar ideias musicais e comunicá-las.
Pergunte se eles imaginam o que cada símbolo da partitura acima representa e peça para eles emitirem sons e em seguida fazer o registro no caderno.
AULA 2
Mãos à obra!!! Diga aos estudantes que nesta aula irão produzir uma partitura.
Divida a turma em grupos e, inicialmente, defina símbolos, cores, formas para cada som escolhido para sonoplastia.
Em um pedaço grande de papel kraft irão desenhar símbolos para cada momento que aparecer o som.
Lembre-se que o som deve ter suas características, uma forma ou cor que combine com ele. Peça que deixe um lugar na partitura para a legenda (som - símbolo) como no mapa. É importante que os estudantes cuidem da diagramação dessa partitura, para que fique bem legível. Assim, terão uma partitura completa.
Ao final, solicite que apresentem para toda a turma, suas produções, em forma de teatro. Em seguida, exponha essa partitura em um espaço externo da sala de aula para que outros estudantes possam apreciá-la.
Ainda em grupos peça que coletem informações sobre canções no âmbito da cultura nacional e pesquisem a sua partitura musical.
RECURSOS:
Atividade impressa, sala de informática, papel kraft.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
A roda de conversa é o momento de avaliação do(a) professor(a), onde poderá entender o nível de absorção do conhecimento dos(as) estudantes em relação às partituras e notação musical. Serão observados também interesse, participação, comportamento e desenvolvimento da aula durante a criação e atividades realizadas como a apresentação visual e teatral da partitura.
ATIVIDADES 5º ANO
1 – Assista à 5° sinfonia de Beethoven. Animação com figuras de articulações dinâmicas, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=lDFtdw3TdXs. Acesso em: 09 mai. 2023.
Após essa apreciação, crie seu próprio registro musical, ouvindo a obra de Peer Gynt de Edvard Grieg. Esta obra apresenta mudanças de intensidade (forte, piano) timbre, altura, (grave e agudo) e andamento (rápido, lento).
Faça o registro, em uma cartolina, utilizando pincéis e tintas diversas para poder diferenciar os detalhes das mudanças ocorridas nos materiais sonoros da obra.
2 – O Brasil é um país muito diverso quanto às músicas e danças. São usados vários instrumentos em cada região do país. Desenhe um instrumento musical, associando-o a cada região do Brasil.
3 – Marque com um x as palavras que representam as linguagens da arte.
( ) cortina
( ) escultura
( ) verduras (
) dança
( ) música
( ) números
( ) teatro
4 – Escolha uma linguagem artística e represente-as por meio de imagens ( recortes de revistas e colagens ou desenhos próprios).
5 – Relacione as linguagens artísticas.
(1) Teatro (1) Música (3) Artes Visuais ( ) Lida com a visão com seu meio principal de apreciação.
( ) Um ator interpreta uma história, atividade, músicas que tem como objetivo despertar sentimentos para quem está assistindo.
( ) Uma combinação de vários sons e ritmos, uma prática cultural e humana.
REFERÊNCIAS
ATIVIDADE de arte elementos da música. Tudo Sala De Aula. [s. l.], 2021. Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2021/08/atividade-arte-elementos-da-musica-6ao9ano-com- gabarito.html. Acesso em: 06 mai. 2023.
BRILHA brilha estrelinha. Super Partituras. [s. l.], 2015. Disponível em: https://www.superpartituras.com.br/jose-amorais/brilha--brilha-estrelinha. Acesso em: 08 mai.2023.
FORMAS de registro musical. Arte Educação. [s. l.], 2020. Disponível em: https://alicearteducacao.blogspot.com/2020/07/formas-de-registro-musical.html. Acesso em: 08 mai. 2023.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Currículo Referência de Minas Gerais: educação infantil e ensino fundamental. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1ac2_Bg9oDsYet5WhxzMIreNtzy719UMz/view. Acesso em: 1 de mar. 2023.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Curso: ensino fundamental - anos iniciais. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em: https://curriculoreferencia.educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg. Acesso em: 13 abr.. 2023.
MÚSICA. Wikipedia. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica. Acesso em: 08 mai. 2023.
NOTAS musicais. Smartkids. [s. l.], 2020. Disponível em: https://smartkids.com.br/wp- content/uploads/2020/11/notas-musicais-cruzadinha.png. Acesso em: 08 mai. 2023.
PARTITURA convencional e não convencional. Artes Sempre. [s. l.], 2017. Disponível em: http://adriartessempre.blogspot.com/2017/08/partitura-convencional-e-nao.html.Acesso em: 08 mai. 2023.
PARTITURA não convencional. Arte Sempre. [s. l.], 2017. Disponível em: http://adriartessempre.blogspot.com/2017/08/partitura-convencional-e-nao.html. Acesso em: 09 mai. 2023.
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA. Conexão Escola. Arte-Música:
Ritmo, harmonia e melodia. Goiânia, [2023]. Disponível em: https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_fundamental/arte-musica-ritmo- harmonia-e-melodia/. Acesso em: 06 mai. 2023.
SENSE, Danfe. Webster, Maria Helena. Rocha, Mairah. Barros, Maucha Rocha. Ramos, Stella. Bem-me-quer-mais: ensino fundamental: 5º ano: arte. 1ª ed. Editora do Brasil. São Paulo, 2021.
SENSE, Danfe. Webster, Maria Helena. Rocha, Mairah. Barros, Maucha Rocha. Ramos, Stella. Bem-me-quer-mais: ensino fundamental: 3º ano: arte. 1ª ed. Editora do Brasil. São Paulo, 2021.
MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVA
(
ANO
DE
ESCOLARIDADE
Ciclo
Complementar
) (
REFERÊNCIA
Ensino
Fundamental
ANO
LETIVO
2023
)
(
COMPONENTE
CURRICULAR
) (
ÁREA
DE
CONHECIMENTO
Linguagens
)
UNIDADE TEMÁTICA:
Dança, Ginásticas e Lutas.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Danças do Brasil e do mundo.
Danças de matriz indígena. Ginástica geral.
(EF35EF09P3) Experimentar e fruir danças populares do Brasil e do mundo, incluindo as de matriz indígena, identificando os elementos que as constituem.
(EF35EF10P3) Identificar os elementos constitutivos (história, ritmo, espaço, gestos, trajes típicos, etc.) das danças populares do Brasil e do mundo, incluindo as de matriz indígena.
(EF35EF11P3) Experimentar diversas estratégias para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, incluindo as de matriz indígena.
(EF35EF12P3) Identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou presentes no contexto das danças, buscando superá- las, por meio de estratégias solidárias, inclusivas e norteadas pelo respeito e pela empatia, nas práticas escolares e sociais.
(EF35EF07P3) Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem material).
Lutas do contexto comunitário e regional.
Lutas de matriz africana. Ginástica geral.
(EF35EF13P4) Experimentar e fruir os elementos constitutivos das diferentes lutas de matriz africana.
(EF35EF14P4) Vivenciar de maneira lúdica as estratégias básicas das diferentes lutas de matriz africana.
(EF35EF07P4) Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem material.
(EF35EF08P4) Vivenciar estratégias e resolver desafios na execução de elementos básicos da ginástica geral para composição de apresentações coletivas, reconhecendo suas potencialidades e de seus colegas e buscando superar os limites individuais e coletivos com estratégias solidárias e inclusivas.
Danças do Brasil e do mundo.
(EF35EF09P5) Recriar, a partir de princípios inclusivos, danças populares do Brasil e do mundo, incluindo as afro-brasileiras e as
Danças de matriz indígena, africana e danças afro-brasileiras.
matrizes indígenas e africanas, valorizando e respeitando os diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem.
(EF35EF10P5) Identificar e comparar os elementos constitutivos (história, ritmo, espaço, gestos, trajes típicos etc.) em danças populares do Brasil e do mundo, incluindo as afro- brasileiras e as de matriz indígena e africana, reconhecendo o sentido de cada elemento na sua composição como manifestação sócio/histórica e cultural.
(EF35EF11P5) Formular e utilizar estratégias inclusivas e inovadoras para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, incluindo as afro- brasileiras e as de matriz indígena e africana, buscando aprimoramento da técnica em função da estética e organizando a composição de coreografias.
(EF35EF12P5) Identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou presentes no contexto das danças comparando- as com os presentes nas demais práticas corporais, problematizando estas situações e construindo alternativas para combatê-las e superá-las nos tempos e espaços escolares e sociais.
Olá professor(a)! Nos planejamentos de Educação Física do 3° Bimestre, para o Ciclo Complementar, apresentados a seguir, vamos trabalhar habilidades relacionadas às, Ginástica Geral, Lutas de matriz africana, e Danças de matriz indígena, africana e danças afro-brasileiras.
Nas ginásticas, serão trabalhadas posições de equilíbrio e formação de pirâmides humanas. Serão apresentados diferentes tipos de posições de equilíbrio e formação de pirâmides humanas, possibilitando que experimentem diversos movimentos, e sejam capazes de conhecê-los e diferenciá-los. Será possível também trabalhar com os estudantes o trabalho em equipe de forma cooperativa e responsável.
Nas lutas de matriz africana será trabalhada a capoeira, uma luta importante na cultura brasileira, que trabalha movimentos de ataque e defesa permeados pela ginga que confere um aspecto de dança à luta, além de trabalhar ritmo, pois, tem também a presença da música.
Nas danças de matriz indígena e africana, serão trabalhadas algumas danças originárias dos povos indígenas e africanos, permitindo que os estudantes conheçam e vivenciem um pouco mais da cultura desses povos.
Os planejamentos, professor (a), visam trazer algumas possibilidades de atividades que podem ser trabalhadas por você, podem ser utilizadas como ideias a serem desenvolvidas, recriadas, e reestruturadas.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Danças Indígenas.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
As danças de várias tribos indígenas possuem um caráter ritualístico, portanto, carregam um
grande valor simbólico. Representam uma maneira da comunidade se relacionar com a ancestralidade e com a natureza, contribui também para manter os costumes e fortalecer vínculos sociais. Elas são feitas com diversos propósitos, como a celebração da colheita, a passagem para a vida adulta, cerimônias fúnebres.
As danças indígenas quase sempre contam com a presença de outros elementos, como amuletos, pinturas corporais, máscaras, instrumentos musicais, canto e música.
É necessário trabalhar elementos da cultura dos povos indígenas na escola, uma vez que são povos muitas vezes marginalizados, e sofrem vários tipos de preconceito. É importante que os estudantes percebam a importância desses povos e de sua cultura, a fim de valorizá-la, preservá-la e promovê-la.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Nesta aula, professor(a), converse com os estudantes sobre as danças indígenas, quando e para quêsão realizadas e quais elementos são utilizados.
Convide-os para assistirem um vídeo que apresenta as danças dos povos originários. Peça-os que observem como elas acontecem, os movimentos que são realizados, os elementos utilizados, as vestimentas e a música.
DANÇA Indígena Da Tribo Pataxó, Uma Aventura Em Porto Seguro.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=bGS5Q7KLwKg&t=11s.
Após apresentar as danças indígenas procure levantar alguns questionamentos, como:
· Se conhecem alguma dança indígena.
· Se conhecem, lutas, brincadeiras ou outros elementos provenientes da cultura indígena.
· Se sabem que existe preconceito em relação a essa cultura.
Ao terminar a conversa procure enfatizar o quanto é importante conhecerem mais sobre essa cultura, valorizá-la e promovê-la.
AULA 2
Professor(a), nesta aula, trabalhe com os estudantes a dança Matipu. Essa dança não possui coreografia fixa, é realizada em roda, e um traço marcante é a batida forte de um dos pés no chão.
Convide-os a realizarem a encenação dessa dança. Para isso, assistam o vídeo, abaixo, que apresenta um momento em que uma tribo está a dançá-la e que pode auxiliá-los na apresentação que farão.
4º ANO – Dança matriz indígena e africana: Matipu.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Y5-sLKXzgwI.
Façauma roda com os estudantes, coloque uma música indígena, ensine os passos básicos e faça, juntamente, com eles. Incentive-os a realizarem sozinhos e posteriormente, estimule-os a criarem passos novos. Se preferir, divida a turma em grupos, para que cada grupo faça uma coreografia diferente.
Após vivenciarem a dança, reúna os estudantes em uma roda e pergunte, como foi realizar a dança, quais as sensações tiveram e se gostaram.
Obs.: Peça para que os estudantes levem jornal e fita adesiva para fazer o pau para ser utilizado na dança da próxima aula.
AULA 3
Professor(a), nesta aula trabalhe com os estudantes uma outra dança indígena, o bate-pau. Essa dança não possui coreografia fixa e é realizada com paus.
Primeiro, construa com os estudantes o pau a ser utilizado na dança. Para isso, peça que enrolem uma folha de jornal, formando um canudo, para que não desmanche e cole com fita adesiva.
Após a construção dos paus, ensine os estudantes alguns passos da música. Coloque uma música indígena e faça os passos com os estudantes. Depois deixe que eles façam sozinhos e até que criem seus próprios passos.
Para auxiliá-lo, segue um vídeo com a dança bate-pau.
BATE Pau 2017 Aldeia Lagoinha.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LjBfId5Rb38.
Para finalizar, reúna os estudantes em uma roda e pergunte como foi realizar a dança, quais as sensações tiveram, se gostaram e como foi experimentar um pouco da cultura dos povos indígenas.
Obs.: Pode levar tinta para que os estudantes façam pintura facial, construir chocalhos junto com os estudantes, construir um cocar.
RECURSOS:
Quadra poliesportiva ou espaço amplo, caixa de som, jornal, fita adesiva.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Ao longo das aulas observe a participação, as interações e o envolvimento dos estudantes ao realizarem as danças. Além disso, ao final de cada aula, reúna-os para conversarem sobre o tema abordado, para que possam compartilhar suas experiências, suas ideias, suas percepções, os preconceitos que muitas vezes existem em relação às danças, os passos, a montagem da coreografia e o uso de um elemento (pau).
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Equilíbrio.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O Equilíbrio é um dos elementos fundamentais que constituem as ginásticas e são executados pelos ginastas, que se apoiam sobre um dos pés buscando a estabilidade do corpo em uma determinada posição, de maneira a driblar a ação da gravidade.
Os equilíbrios podem ser realizados na ponta do pé ou com a sola do pé no chão, entretanto a perna livre pode ficar em várias angulações e posições.
Além de ser importante nas ginásticas, o equilíbrio é importante para o nosso dia a dia, é através dele que conseguimos nos manter em pé, andar, correr, pular, e realizar vários outros tipos de exercícios, além de tarefas do cotidiano. Sendo assim, é importante trabalhá-lo nas aulas de educação física.
B) DESENVOLVIMENTO:
Nesta aula, professor(a), trabalhe dois elementos de equilíbrio realizados na ginástica.
Inicie a aula conversando com os estudantes sobre o equilíbrio, se eles sabem o que é, para que serve e se já fizeram atividades de equilíbrio.
Em seguida, apresente dois elementos de equilíbrio utilizados na ginástica, o passé e o avião. Que são apresentados no vídeo abaixo:
EQUILÍBRIOS de iniciação - Ginástica Rítmica// Celena Antunes.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=K4rIZJEimYU.
Após os estudantes realizarem os movimentos individualmente, peça que eles realizem em duplas, primeiro um faz o movimento enquanto o outro apoia, depois o outro faz. Logo em seguida, os dois realizam os elementos ao mesmo tempo, apoiando-se um no outro. Faça um desafio com as duplas, qual dupla consegue ficar parada no elemento por mais tempo. E para finalizar a atividade, reúna os estudantes em roda para que realizem os elementos apoiados nos colegas ao lado, tentando todos se equilibrarem juntos. Desafie-os a ficar na posição de equilíbrio pelo maior tempo que conseguirem.
RECURSOS:
Quadra poliesportiva ou espaço amplo.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
No decorrer da aula, observe a participação, o envolvimento e se os estudantes encontraram dificuldades para realizar a atividade. Além disso, reúna com eles em roda para que possam compartilhar as experiências de como foi realizar a atividade em duplas e depois todosjuntos.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Pesquisar mais movimentos de equilíbrio e convidar uma ou mais pessoas da família para realizarem juntos.
2 – Escreva com suas palavras o que você aprendeu sobre as danças indígenas. 3 - Você acredita que exista preconceito com as danças indígenas?
4 – Pesquise uma dança indígena que não foi feita nas aulas e tente dançá-la.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Capoeira.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A capoeira teve sua origem durante a época da escravidão no Brasil, em que milhares de negros foram trazidos da África para trabalhar nos engenhos. Na época, a capoeira era uma forma de luta e resistência dos negros escravizados. Ela foi usada por eles como resposta à violência sofrida por meio das perseguições dos capitães do mato nos idos tempos coloniais. Como era proibido praticar qualquer tipo de luta, os negros “disfarçavam” os golpes da luta com música e dança, originando assim a capoeira. Ela foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO no ano de 2014.
Ela é um símbolo importante da cultura brasileira que envolve uma mistura de dança, luta, artes marciais e música que contribui para o desenvolvimento da flexibilidade corporal, para o fortalecimento muscular e cardiorrespiratório, pois trabalha a força. Além disso, auxilia no amadurecimento cognitivo, afetivo, reforça a autoestima, atenção, respeito, coordenação motora, concentração, ritmo e equilíbrio.
A capoeira é uma luta que acontece em roda e a música é um elemento importante, conduzindo a uma analogia como uma roda da vida. Por isso, as rodas de capoeira têm a presença do canto, que vem acompanhado por palmas e instrumentos, como o berimbau, o pandeiro, o atabaque, entre outros..
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), para iniciar a aula reúna os estudantes em roda e explique que a capoeira é uma luta que acontece com a formação de uma roda e tem a música como elemento fundamental de auxílio para seu desenvolvimento..
Em seguida, ao som da música, ensine a ginga e alguns golpes ensinados no vídeo abaixo:
20 MOVIMENTOS de Capoeira para Iniciante (Ataques / Esquiva / bases) - Corda branca.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=1XFyk4gzqbA.
Para finalizar, converse com os estudantes sobre as impressões que tiveram sobre a luta.
AULA 2
Professor(a), inicie a aula conversando com os estudantes sobre a aula anterior.
Peça a eles que formem duplas e apliquem todos os movimentos que envolvem a luta de capoeira, como a roda, a ginga, os golpes aprendidos, respeitando uma certa distância do colega para não machucá-lo e relembrando-os que existe um ritmo a ser mantido.
Em seguida, solicite aos estudantes que façam a roda da capoeira, convide as duplas para simularem a luta no meio da roda e ligue a música para dar início. Faça intervenções sempre que necessário e troque as duplas para que os estudantes vivenciem experiências diferentes.
RECURSOS:
Quadra poliesportiva ou espaço amplo, caixa de som.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
No decorrer das aulas observe a participação, as interações e o envolvimento dos estudantes nas atividades propostas. Além disso, ao final de cada aula, reúna-os para uma conversa sobre o tema da aula, a fim de que possam compartilhar suas percepções sobre o assunto abordado, neste caso a capoeira. Estimule-os a falarem sobre a forma como ela é organizada, como ocorre o combate, a mistura da música com a luta e as estratégias que utilizaram para realizá- la.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Pirâmides.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
As pirâmides sãoformações ginásticas ou acrobáticas, em que pessoas se posicionam umas em cima das outras a fim de formar uma pirâmide ou uma forma semelhante a uma pirâmide. Para que a formação aconteça é importante o trabalho em equipe, sendo que as pessoas envolvidas precisam sincronizar todas as suas ações motoras.
Elas são consideradas um esporte sócio-motor e acrobático complexo, que precisa de colaboração, e que exige grande controle dos atletas. Para realizar a formação da pirâmide é necessário força, equilíbrio e flexibilidade para que não desmonte com facilidade.
Ao trabalhar a formação de pirâmides na escola, enfatize a complexidade dos movimentos e a importância do trabalho colaborativo.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), nesta aula, trabalhe com os estudantes as formações de pirâmides humanas, que são elementos acrobáticos da ginástica. Devido à complexidade dos movimentos, é interessante colocar colchonetes ou tatame no chão para maior segurança dos estudantes ao realizarem os movimentos.
Divida a turma em grupos, mostre e explique a eles os movimentos que devem tentar realizar. Aumente o nível de complexidade dos movimentos e o número de participantes de cada formação. Inicie com formações em duplas, trios, quartetos e assim por diante, de acordo com as capacidades dos estudantes. Oriente os estudantes que não estão participando da formação para auxiliar os colegas que estão participando e depois inverte-se as posições.
Segue abaixo, um vídeo para ajudar com ideias para formação de pirâmides.
EDUCACIÓN física en casa - Acrosport - Pirámides humanas.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=RdeMI_YDiE8.
Após a realização das atividades faça uma roda de conversa para que os estudantes compartilhem suas vivências em relação à aula.
AULA 2
Professor(a), nesta aula, inicie relembrando as formações de pirâmide que foram feitas na aula anterior. Depois, divida a turma em grupos para que possam organizar duas ou mais formações criadas por eles a partir das que fizeram na aula anterior, para que possam apresentar para os colegas. Esteja sempre atento, passe constantemente em todos os grupos para auxiliá-los.
Deixe metade da aula para que criem as coreografias e a outra metade para que apresentem aos colegas.
Ao final da aula, reúna os estudantes e converse sobre os desafios e facilidades encontrados ao elaborar as formações de pirâmide e sobre a importância do trabalho coletivo.
RECURSOS:
Quadra poliesportiva ou espaço amplo, colchonetes ou tatame.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
No decorrer das aulas observe a participação, as interações e o envolvimento dos estudantes. Além disso, ao final de cada aula reúna-os para uma conversa sobre o assunto abordado, para que possam compartilhar sobre os desafios e facilidades encontrados ao criar as formações de pirâmide e a importância do trabalho coletivo.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – De acordo com a explicação do(a) professor(a), qual foi o título que a Capoeira recebeu da UNESCO?
2 – Quais foram os golpes de Capoeira aprendidos na aula?
3 – Qual a definição de pirâmides, de acordo com a sua prática nas aulas e explicação do(a) professor(a)?
4 – Quais estratégias você utilizou, juntamente com seus colegas, para não deixar que a formação da pirâmide caísse?
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Maculelê.
DURAÇÃO: 4 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Maculelê é uma dança folclórica brasileira que tem origem afro-brasileira e indígena. Inicialmente era uma luta armada, mas atualmente é considerada uma dança que simula uma luta tribal usando dois bastões como arma. Esses bastões são chamados de grimas e com eles os participantes desferem e defendem golpes no ritmo da música. Em alguns lugares a dança é feita com facões em lugar de bastões, o que dá um bonito efeito visual pelas faíscas que saem após cada golpe. O maculelê é muito associado a outras manifestações culturais brasileiras como a capoeira e o frevo.
A origem do maculelê é desconhecida, contudo, existem várias lendas a seu respeito. Essas lendas vieram da tradição oral, característica das culturas afro-brasileira e indígena do Brasil Colônia e foram sofrendo alterações ao longo do tempo.
Uma dessas lendas conta que Maculelê era um negro fugido que foi acolhido por uma tribo indígena que cuidou dele. Certa vez Maculelê ficou sozinho na aldeia, quando toda a tribo saiu para açar e uma tribo rival aparece para dominá-la. Maculelê, utilizando dois bastões, lutou sozinho contra o grupo rival e, heroicamente, venceu a luta. E, assim, passou a ser considerado um herói na tribo.
Professor(a), o maculelê faz parte da cultura afro-indígena brasileira, e é de extrema importância compartilhar esse conhecimento com os estudantes, a fim de que percebam a importância desses povos na formação da nossa cultura, da nossa história, do nosso povo. Além disso, que compreendam os preconceitos que existiram e ainda existem em relação a essa cultura, e percebam a importância de valorizar, preservar e promovê-la.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), nesta primeira aula, compartilhe com os estudantes a história do Maculelê. Para auxiliá-lo, segue abaixo um vídeo que pode ser mostrado para a turma.
Você conhece o Maculelê | O Mundo em Nós Mesmos.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=p71lpsT0ZNI.
Compartilhe também um ou mais vídeos com a demonstração da dança. Segue um vídeo que você pode utilizar.
Maculelê - Espetáculo Ayeye (Nova Era).
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Hvs2Tf_aH1o.
Após pós apresentar a lenda, a história e a dança, procure levantar alguns questionamentos aos estudantes::
· Vocês conheciam o maculelê?
· Conhecem sobre a história dos negros no Brasil?
· Vocês conhecem danças, lutas, brincadeiras ou outros elementos provenientes da cultura de matriz africana?
· S abem que existe preconceito em relação a essa cultura?
Ao terminar a conversa procure enfatizar o quanto é importante conhecerem mais sobre essa cultura, valorizá-la e promovê-la.
Obs.: Para a próxima aula, peça aos estudantes para que levem folhas de jornal e quem puder, também fita adesiva, para a confecção dos bastões usados no maculelê.
AULA 2
Professor(a), nesta aula, você vai conduzir a confecção dos bastões do maculelê.
Peça para os estudantes abrirem uma ou mais folhas de jornal e enrolar o mais fino que conseguirem formando um canudo. Para que o canudo se mantenha firme, cole com fita adesiva. Quanto mais folhas forem usadas, mais firme vai ficar o bastão. Cada estudante deverá fazer dois bastões.
Após a confecção, coloque uma música de maculelê e deixe que os estudantes fiquem livres para se movimentarem pelo ambiente, interagir com os bastões e com os colegas, dançando, correndo, lutando.
Obs.: Peça para que os estudantes levem os bastões na próxima aula.
Aula 3
Professor(a), nesta aula, ensine alguns passos do maculelê para os estudantes e organize com eles uma pequena coreografia, para que experimentem a dança com seus indumentários.
Abaixo, segue um vídeo para auxiliá-lo na montagem da coreografia.
MACULELÊ da Escola Piracicabana de Capoeira Angola.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Qo6nOt4Mkm0.
Você pode fazer a dança com os estudantes posicionados a sua frente. Pode depois fazer em roda. Deixar mais livre ao final da aula, para que os estudantes possam criar suas próprias coreografias.
AULA 4
Professor(a), nesta aula, relembre, com os estudantes, alguns passos do maculelê. Em seguida, divida a turma em grupos e peça para que, cada grupo, crie uma pequena coreografia, que será apresentada paraos colegas.
Deixe metade da aula para que criem as coreografias e a outra metade para que apresentem. Durante a montagem da coreografia, passe nos grupos para auxiliá-los se necessário.
Após a apresentação converse com eles.
RECURSOS:
Quadra poliesportiva ou espaço amplo, projetor multimídia, caixa de som, jornal, fita adesiva.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
No decorrer das aulas observe a participação, as interações e o envolvimento dos estudantes.Além disso, ao final de cada aula reúna-os para uma conversa sobre o assunto trabalhado, a fim de que possam compartilhar suas experiências, suas ideias, suas percepções sobre a dança, a história, os preconceitos, os passos, a montagem da coreografia.
ATIVIDADES 5º ANO
1 – Escreva com suas palavras o que você aprendeu sobre a história do maculelê. 2 – Por que você pensa que existe preconceito com as danças de origem africana?
3 – O que pode ser feito para diminuir os preconceitos em relação a cultura afro-brasileira? 4 – Crie uma pequena coreografia de maculelê com alguém da sua família ou algum amigo.
REFERÊNCIAS
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4º ANO – Dança matriz indígena e africana: Matipu. [s. l.: s. n], 29 out 2022. 1 vídeo (2min e 25seg). Publicado pelo canal: Caroline Maria da Cruz de Castro. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Y5-sLKXzgwI. Acesso em: 26 abr. 2023.
AIDAR, Laura. Danças Indígenas: tipos, características e objetivos. Toda matéria, [s. l.], 2023. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/dancas-indigenas-tipos-caracteristicas- e-objetivos/. Acesso em: 04 mai. 2023.
BATE Pau 2017 Aldeia Lagoinha. [s. l.: s. n], 20 abr. 2017. 1 vídeo (51seg). Publicado pelo canal: Tito Margarejo Margarejo. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LjBfId5Rb38. Acesso em: 26 abr. 2023.
CAPOEIRA já foi crime no Brasil, previsto no Código Penal. Observatório do Terceiro Setor. [s. l], 27 jul 2020. Disponível em: https://observatorio3setor.org.br/noticias/capoeira-ja-foi- crime-no-brasil-previsto-no-codigo-penal/. Acesso em: 05 mai. 2023.
CAPOEIRA: origem, história, estilos e como ensinar na escola. Impulsiona. [s. l], 04 nov. 2019. Disponível em: https://impulsiona.org.br/capoeira-origem-historia- estilos/?gclid=Cj0KCQjw0tKiBhC6ARIsAAOXutkJ72DG5BBvAVpDjcekSg7X097Ror4xmdVEdE00 oc92zPBzMS7ZrRcaAvA3EALw_wcB. Acesso em: 05 mai. 2023.
COSTA, Marcio. Elementos da Ginástica Artística. DEF, [s. l.], 13 mar. 2023. Disponível em: https://www.dicaseducacaofisica.info/elementos-ginastica-artistica/. Acesso em: 04 mai. 2023.
DANÇA Indígena Da Tribo Pataxó, Uma Aventura Em Porto Seguro, EP.2. [s. n], 5 out. 2021, Arraial d’Ajuda. 1 vídeo (9min e 40seg). Publicado pelo canal: JHEMERSON Jaizon. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=bGS5Q7KLwKg&t=11s. Acesso em: 04 de mai. 2023.
DARIDO, S. C; et al. Práticas Corporais: Educação Física: 3º a 5º anos, anos iniciais do ensino fundamental - Manual do Professor. 1 ed. São Paulo: Editora Moderna, 2017.
EDUCACIÓN física en casa - Acrosport - Pirámides humanas. [s. l.: s. n], 15 abr. 2020. 1 vídeo (3min e 19seg). Publicado pelo canal: Unidad Educativa Particular Internacional Cotopaxi. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=RdeMI_YDiE8. Acesso em: 04 mai. 2023.
EQUILÍBRIOS de Iniciação - Ginástica Rítmica// Celena Antunes. [s. l.: s. n], 21 jul. 2020. 1 vídeo (4min e 56seg). Publicado pelo canal: Celena Antunes. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=K4rIZJEimYU. Acesso em: 04 mai. 2023.
FREITAS, Milena de Bem Zavanella. Ginástica Acrobática: conceitos, procedimentos e técnica. Instituto Claro: Educação. [s. l], 1 abr. 2022. Disponível em: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/para-ensinar/planos-de-aula/ginastica-acrobatica- conceitos-procedimentos-e-tecnicas/. Acesso em: 05 mai. 2023.
MACULELÊ - Espetáculo Ayeye (Nova Era). [s. l.: s. n], 17 dez 2017. 1 vídeo (2min e 36seg). Publicado pelo canal: Um Quê de Negritude. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Hvs2Tf_aH1o. Acesso em: 04 mai. 2023.
MACULELÊ da Escola Piracicabana de Capoeira Angola. [s. l.: s. n], 23 jul. 2017. 1 vídeo (2min e 36seg). Publicado pelo canal: Escola Piracicabana de Capoeira Angola EPCA. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Qo6nOt4Mkm0. Acesso em: 04 mai. 2023.
MARCHIORETO, F; et al. Buriti Mais: Educação Física: 3º a 5º anos, anos iniciais do ensino fundamental - Manual do Professor. 1 ed. São Paulo: Editora Moderna, 2021.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Currículo Referência de Minas Gerais: educação infantil e ensino fundamental. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1ac2_Bg9oDsYet5WhxzMIreNtzy719UMz/view. Acesso em: 13 abr. 2023.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Curso: ensino fundamental - anos iniciais. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em: https://curriculoreferencia.educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg. Acesso em: 13 abr. 2023.
VOCÊ conhece o Maculelê | O Mundo em Nós Mesmos. [s. l.: s. n], 17 fev. 2022. 1 vídeo (4min e 50seg). Publicado pelo canal: o mundo em nós mesmos. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=p71lpsT0ZNI. Acesso em: 04 mai. 2023.
MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS - MAPA
(
ANO
DE
ESCOLARIDADE
Ciclo
Complementar
) (
REFERÊNCIA
Ensino
Fundamental
ANO
LETIVO
2023
)
(
COMPONENTE
CURRICULAR
Matemática
) (
ÁREA
DE
CONHECIMENTO
Matemática
)
UNIDADE TEMÁTICA:
Números, Grandezas e Medidas, Probabilidade e Estatística.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Procedimentos de cálculo (mental e escrito) com números naturais: adição e subtração.
Problemas envolvendo sig- nificados da adição e da subtração: juntar, acres- centar, separar, retirar, comparar e completar quantidades.
Operações com números naturais.
Problemas envolvendo diferentes significados da multiplicação e da divisão: adição de parcelas iguais, configuração retangular, repartição em partes iguais e medida.
Significado de medida e de unidade de medida.
Medidas de tempo: leitura de horas em relógios digitais e analógicos, duração de eventos e reconhecimento de rela- ções entre unidades de medida de tempo.
Leitura, interpretação e representação de dados em tabela de dupla entrada e gráficos de barras.
EF03MA05) Utilizar diferentes procedimentos de cálculo mental e escrito para resolver problemas significativos envolvendo adição e subtração com números naturais.
(EF03MA06A) Resolver problemas de adição e subtração com os significados de juntar, acrescentar, separar, retirar, comparar e completar quantidades, utilizando diferentes estratégias de cálculo exato ou aproximado, incluindo cálculo mental.
(EF03MA06B) Elaborar problemas de adição e subtração com os significados de juntar, acrescentar, separar, retirar, comparar e completar quantidades, utilizando diferentes estratégias de cálculo exato ou aproximado, incluindo cálculo mental.
(EF03MA31MG) Operar com os números naturais até quatro ordens: multiplicação (por 2, 3, 4, 5 e 10).
(EF03MA07A) Resolver problemas de multiplicação (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os significados de adição de parcelas iguais e elementos apresentados em disposição retangular, utilizando diferentes estratégias de cálculo e registros.
(EF03MA07B) Elaborar problemas de multiplicação (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os significados de adição de parcelas iguais e elementos apresentados em disposição retangular, utilizando diferentes estratégias de cálculo e registros.
(EF03MA17) Reconhecer que o resultado de uma medida depende da unidade de medida utilizada.
(EF03MA22) Ler e registrar medidas e intervalos de tempo, utilizando relógios (analógico e digital) para informar os horários de início e término de realização de uma atividade e sua duração.
(EF03MA23) Ler horas em relógios digitais e em relógios analógicos e reconhecer a relação entre hora e minutos e entre minuto e segundos.
(EF03MA27) Ler, interpretar e comparar dados apresentados em tabelas de dupla entrada, gráficos de barras ou de colunas,
(
envolvendo resultados de pesquisas significativas, utilizando
termos
como
maiore
menor
frequência,
apropriando-se
desse
tipo de linguagem para compreender aspectos da realidade
sociocultural
significativos.
) PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Consolidação dos conceitos de adição e subtração, elaboração e resolução de problemas.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Ao resolver problemas de adição e subtração, os estudantes são desafiados a pensar de forma lógica e a aplicar estratégias de resolução. Isso ajuda no desenvolvimento do raciocínio matemático, promovendo a capacidade de análise, síntese e tomada de decisões. Através da resolução de problemas, são capazes de compreender melhor os conceitos de adição e subtração, bem como o significado dessas operações matemáticas. Eles aprendem a relacionar as situações do problema com as operações apropriadas.
A prática da adição e subtração auxilia no desenvolvimento das habilidades de cálculo mental, permitindo que os estudantes realizem operações de forma mais rápida e eficiente. Além disso, a resolução de problemas por escrito também ajuda no aprimoramento das habilidades de escrita e organização dos cálculos.
A adição e subtração são habilidades matemáticas essenciais no cotidiano dos estudantes. Eles são usados em situações diárias, como fazer compras, calcular trocos, planejar orçamentos, medir ingredientes em receitas, entre outros. Ter uma compreensão sólida dessas operações permite que os estudantes apliquem esses conhecimentos no seu dia a dia.
O estudo da adição e subtração é a base para o desenvolvimento de habilidades matemáticas mais avançadas. À medida que os estudantes avançam nos anos escolares, eles irão explorar conceitos matemáticos mais complexos, como multiplicação, divisão, álgebra e geometria. Portanto, é importante que eles dominem adequadamente as operações básicas de adição e subtração para terem uma base sólida para o aprendizado futuro.
B) DESENVOLVIMENTO AULA 1
Professor(a), inicie a aula realizando uma breve revisão sobre os conceitos de adição e subtração, retomando seus elementos.
QR CODE
Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/mate matica/adicao.htm
FICA A DICA!
Segue ao lado, o QR CODE que o encaminhará para a página sugerida para abordar o tema. O texto foi publicado por Raul Rodrigues de Oliveira, no site Mundo Uol. Ele dará uma ideia de como revisar este conteúdo de forma rápida.
Para acessar a página utilizando o QR CODE, aponte seu celular com a câmera ligada e a tela voltada para a imagem do símbolo ao lado. Aparecerá um link para ser clicado na tela, assim que seu aparelho reconhecer o código.
No segundo momento da aula, desafie a turma a resolver oralmente cálculos mentais de adição e subtração. Faça perguntas individuais ou em pequenos grupos e incentive-os a compartilharem seus raciocínios. Utilize números adequados ao nível de aprendizagem da turma.
· Distribua atividades impressas com problemas de adição e subtração.
· Incentive os estudantes a resolverem os problemas por conta própria, utilizando diferentes estratégias.
· Circule pela sala, observe e auxilie os estudantes quando necessário.
Discussão e correção:
· Peça para alguns estudantes compartilharem suas respostas e estratégias de resolução.
· Discuta os diferentes procedimentos utilizados pelos estudantes, destacando as vantagens de cada um.
· Corrija eventuais erros e elogie os acertos.
AULA 2
Nesta aula estimule e oriente os estudantes a elaborar problemas e trabalhar em grupo. Realize a revisão da aula anterior.
Recapitule brevemente o conteúdo abordado na aula anterior.
Faça perguntas para verificar a retenção dos conceitos pelos estudantes.
Explique aos estudantes que eles irão criar problemas de adição e subtração com situações significativas.
Divida a turma em grupos e peça para que cada grupo elabore dois problemas, um de adição e outro de subtração.
Incentive-os a utilizar diferentes contextos, como situações do cotidiano ou histórias inventadas.
Para a finalização da aula, peça para cada grupo apresentar seus problemas à turma. Encoraje- os a explicarem como chegaram às soluções e quais estratégias utilizaram. Faça perguntas aos outros estudantes para resolverem os problemas apresentados.
RECURSOS:
Atividades impressas com problemas de adição e subtração.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Professor(a), a avaliação pode ser formativa e contínua, durante toda a aula, por meio de observações e intervenções. Averigue se os estudantes estão envolvidos nas discussões, participando ativamente, compartilhando suas estratégias e respondendo às perguntas propostas.
Verifique se demonstram compreensão dos conceitos de adição e subtração ao resolverem os cálculos mentais e os problemas escritos. Observe também, se os estudantes aplicam corretamente os procedimentos de cálculo mental e escrito para resolver os problemas de adição e subtração. Avalie a capacidade de criar problemas significativos de adição e subtração, levando em consideração diferentes contextos e estratégias. Sempre tendo em conta a interação, cooperação, comportamento e compartilhamento de ideias durante a elaboração e apresentação dos problemas.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Matheus foi à cantina da escola e comprou dois salgados a R$4,00 cada, um refrigerante por R$3,00 e três brigadeiros por R$1,00 cada. O valor gasto por Matheus foi:
a) 14 Reais.
b) 15 Reais.
c) 13 Reais.
d) 12 Reais.
e) 17 Reais.
2 – Para manter a forma física, Júlia acorda cedinho e vai até a academia todos os dias. O primeiro equipamento que ela usa é a esteira. Como controle da dieta, ela anota o número de calorias gastas marcado na esteira.
Nesta semana em específico, na segunda-feira, ela gastou 270 calorias; na terça-feira, 210 calorias; na quarta-feira, 304 calorias; e na quinta-feira, 155 calorias. Na sexta-feira, no sábado e no domingo, ela não frequentou a academia. O valor total das calorias gastas na esteira foi:
a) 1230 calorias.
b) 939 calorias.
c) 799 calorias.
d) 838 calorias.
e) 790 caloria.
3 – Um supermercado fez o pedido de 150 extratos de tomate, e foi acompanhando o total de vendas ao longo da semana. Na segunda-feira, foram vendidas 18 unidades; na terça-feira, 20 unidades; na quarta-feira, 12 unidades; na quinta-feira e na sexta-feira, foram vendidas 25 unidades em cada uma; e por fim, no sábado, o supermercado vendeu mais 15 unidades de extratos de tomate. Sabendo que ele não abre no domingo, o total de extratos de tomate que resta no estoque do supermercado é de
a) 25 unidades.
b) 30 unidades.
c) 35 unidades.
d) 40 unidades.
e) 45 unidades.
4- Em uma pastelaria, ao realizar o pedido, os clientes sempre pegam senhas com o número do pedido. Em um determinado dia, o cliente pegou a senha número 59, e no painel mostrava que o pedido de número 42 já tinha sido entregue ao cliente que tinha essa senha, então, a quantidade de pedidos que estavam à frente do pedido feito pelo cliente número 59 era de:
a) 15 pedidos.
b) 16 pedidos.
c) 17 pedidos.
d) 18 pedidos.
e) 19 pedidos.
5 – Efetue os cálculos: a) 11 + 11=
b) 12 + 13=
c) 230 + 140=
d) 265 + 212=
e) 351 + 15=
6 – Os estudantes do 4º ano A realizaram uma eleição para escolher a cor de sua equipe na gincana da escola. Veja abaixo o quadro com o resultado e responda. Quantas crianças participaram desta eleição?
COR
VOTOS
AMARELA
15
AZUL
13
7 – Efetue os cálculos: a) 25 - 12=
b) 15 - 12=
c) 350 - 12=
d) 58 - 15=
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Estudo da multiplicação na resolução de problemas.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A história da multiplicação está ligada ao desenvolvimento da civilização e ao surgimento das necessidades matemáticas na vida cotidiana. A multiplicação como uma operação matemática formal foi gradualmente desenvolvida e aperfeiçoada ao longo do tempo. À medida que as civilizações antigas progrediram, os matemáticos começaram a desenvolver métodos mais sofisticados para lidar com a multiplicação. Com o tempo, a multiplicação evoluiu para um processo formalizadoe padronizado, com regras e símbolos estabelecidos.
Hoje em dia, a multiplicação é ensinada nas escolas em todo o mundo como uma operação matemática fundamental. Ela desempenha um papel crucial em diversas áreas, como ciências, engenharia, economia e tecnologia, sendo uma ferramenta essencial para resolver problemas e realizar cálculos em diversas situações da vida diária.
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), esse estudo da multiplicação precisa ser introduzido aos poucos. Explique aos estudantes que a multiplicação pode ser vista como adição de parcelas iguais ou como elementos dispostos em formato retangular. Utilize exemplos concretos para ilustrar esses conceitos, como a ideia de adicionar 4 unidades iguais três vezes (4 + 4 + 4) ou a representação de um retângulo com três linhas e quatro colunas.
Para que sua aula fique mais interessante é importante seguir essas orientações pedagógicas do plano de curso: “um retângulo formado por três linhas com quatro quadradinhos em cada uma, o total de quadradinhos é 3 x 4 = 12). Considera-se que haja experiência anterior tanto em resolver e elaborar problemas quanto com a escrita aditiva e mesmo a multiplicativa para representar a resolução dos problemas. A ampliação trazida pela habilidade em relação ao 2o ano está na representação retangular.”
· Resolução de problemas
Apresente problemas de multiplicação que possam ser resolvidos utilizando a ideia de adição de parcelas iguais. Por exemplo: "Maria tem 4 maçãs em cada cesta. Ela tem 3 cestas. Quantas maçãs ela tem no total? Estimule os estudantes a resolverem os problemas utilizando a estratégia de adicionar parcelas iguais. Circule pela sala, auxiliando os estudantes e observando suas estratégias de resolução.
· Elaboração de problemas
Divida a turma em grupos pequenos. Peça a cada grupo que elabore dois problemas de multiplicação, um utilizando a ideia de adição de parcelas iguais e outro utilizando a disposição retangular.
Incentive-os a criar problemas relacionados a situações reais ou histórias inventadas. Os grupos devem trocar os problemas elaborados com outros grupos para resolverem.
· Discussão e compartilhamento
Peça a alguns grupos que compartilhem os problemas elaborados e expliquem como chegaram às soluções. Incentive os demais grupos a resolverem os problemas apresentados e a compartilharem suas estratégias. Promova uma discussão em sala de aula sobre as diferentes abordagens e estratégias utilizadas pelos estudantes.
QR CODE
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=LPJZn9 q6mHI&ab_channel=SmileandLearn- Portugu%C3%AAs.
FICA A DICA!
Deixo a sugestão de apresentar o vídeo “Aprendendo a multiplicar - Multiplicação” do Canal do YouTube Smile and Learn - Português. Eles abordam o tema da multiplicação de uma forma leve e bem lúdica para as crianças.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada para a tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
RECURSOS:
Atividades impressas com problemas relacionados à multiplicação e divisão de materiais manipulativos (opcional) como blocos, palitos, um computador ou tv para transmitir o vídeo.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Verificar se os estudantes demonstraram interesse e participaram ativamente das atividades propostas. Observar se houve compreensão dos conceitos apresentados, como evidenciado pelas respostas corretas e pelo uso adequado das estratégias de adição de parcelas iguais e disposição retangular. Averiguar se conseguiram resolver os problemas propostos, demonstrando domínio da multiplicação com os significados abordados. Na atividade de elaboração de problemas, observar se os estudantes foram capazes de criar situações que envolviam a adição de parcelas iguais e a disposição retangular, demonstrando compreensão dos conceitos. Durante as discussões em sala de aula observe se os estudantes compartilharam suas estratégias de resolução e mostraram interesse em aprender com os colegas.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Em uma semana, a biblioteca de Rafaela recebeu 3 caixas com 7 livros em cada.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
Quantos livros essa biblioteca recebeu no total?
a) 3 livros.
b) 7 livros.
c) 15 livros.
d) 21 livros.
2 – Pedro e Tiago colecionam figurinhas. No álbum de cada um, podem ser coladas 28 figurinhas. Quantas figurinhas são necessárias para que os dois meninos completem seus álbuns?
Resposta:
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
3 – Bruno comprou 12 pacotes de pão de ló para a festa de aniversário de Márcia. Em cada pacote vieram 4 pães.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
Quantos pães de ló Bruno comprou para essa festa no total?
a) 35 pães de ló.
b) 39 pães de ló.
c) 48 pães de ló.
d) 50 pães de ló.
4 – Bia e Eduarda fazem aniversário no mesmo dia. Elas decidiram fazer uma festa de aniversário juntas. Sua amiga, Marina, resolveu dar de presente flores para cada uma. Ela comprou dois buquês com seis flores cada.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
Quantas flores no total Marina comprou?
a) 10 flores.
b) 12 flores.
c) 15 flores.
d) 20 flores.
5 – Na fazenda do Senhor Jonas há uma criação de galinhas. Mimosa e Doroteia são as galinhas preferidas do fazendeiro. Todos os dias elas põem 2 ovos cada uma.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
Em uma semana, quantos ovos as duas galinhas põem juntas?
a) 14 ovos.
b) 16 ovos.
c) 24 ovos.
d) 28 ovos.
6 – Vitor comprou para seus 3 filhos cinco pacotes de lápis, cada pacote possui 4 lápis. Quantos lápis Vitor comprou no total?
Resposta:
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Medidas de tempo e o uso de relógios analógicos e digitais.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Os povos antigos baseavam-se em acontecimentos naturais, como o dia e a noite, para criar meios de medir o tempo. Afinal, o nascer do sol indica que um novo dia está começando e a chegada da noite aponta o fim desse dia.
No decorrer da história, o ser humano desenvolveu diferentes noções para medir o tempo, até chegar àquelas que utilizamos atualmente, como ano, dia, mês, hora, entre outras. O ano é uma unidade de medida de tempo que corresponde ao tempo que a terra gasta, aproximadamente, para dar uma volta em torno do Sol. Ele é dividido em 12 meses e cada mês recebe um nome específico.
Para que os estudantes compreendam as relações das medidas de tempo e consolidem esses conhecimentos, é importante que saibam que elas estão presentes no nosso cotidiano. Para promoção da aprendizagem relativa a esse conhecimento as atividades oferecidas aos estudantes podem partir do seu contexto social e diário, como por exemplo, estimar o tempo que se gasta de casa à escola ou calcular uma data do retorno ao médico a partir do dia da consulta, verificando, ainda, o respectivo dia da semana, dentre outras situações do cotidiano. O tempo é a grandeza que aparece nas mais variadas experiências e, por isso, é fundamental saber interpretar as relações entre as suas unidades.
Neste planejamento o foco será na leitura do tempo, utilizando o relógio, que representa 12 horas, portanto para termos um dia representado é preciso que os ponteiros deem duas voltas inteiras no relógio.
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), inicie sua aula dialogando com a turma sobre unidades de medida e como elas são usadas para medir diferentes quantidades. Segue abaixo pontos de um diálogo que podem ser utilizados para a introdução do tema.
· Alguém pode me dizer quais instrumentos podemos usar para medir o comprimento de algo?
Explicação oral: Podemos usar uma régua ou uma fita métrica para medir o comprimento de objetos.
· Agora, vamos falar sobre o peso, ou seja, a massa de um objeto. Que instrumento usamos para medir o peso?
Explicação oral: Uma balança é o instrumento que usamos para medir o peso ou a massa de um objeto.
· Agora, vamos falar sobre a capacidade de água de uma garrafa. Como podemos medir essa capacidade?
Explicação oral: Podemos usar umcopo medidor para medir a capacidade de água em uma garrafa ou qualquer outro recipiente.
· Qual instrumento usamos para medir a temperatura?
Explicação oral: Um termômetro é usado para medir a temperatura. Ele nos ajuda a saber se algo está quente ou frio.
· Que instrumento usamos para medir o tempo? Um relógio é o instrumento que usamos para medir o tempo.
Explicação oral: Ele nos permite saber as horas, minutos e segundos.
Faça um breve fechamento junto aos estudantes. Dialogue da seguinte forma: “vocês percebem como diferentes unidades de medida são utilizadas para medir diferentes quantidades? Essas unidades nos ajudam a expressar as medidas de forma padronizada e compreensível para todos. É muito importante saber escolher a unidade de medida adequada para cada situação.”
Professor(a), considerando que os estudantes já conseguem identificar o instrumento utilizado para medir o tempo, introduza os conceitos de relógio analógico e digital, mostrando imagens e exemplificando o funcionamento de cada um. Para que compreendam a diferença entre relógios digitais e analógicos.
Pontos para se organizar:
· Peça aos estudantes na aula anterior que tragam um relógio analógico, digital ou fabricado por eles junto com a família, para trazer para esta aula.
· Forme duplas e solicite que usem apenas um tipo de relógio por dupla.
· Peça que os estudantes registrem o horário atual em seus relógios.
· Desafie com outros horários, posteriormente, o ensino do uso do relógio.
Explique como fazer a leitura correta dos relógios analógicos e digitais, mostrando os ponteiros, números e marcadores de minutos. Peça que os estudantes registrem em seus relógios analógicos e/ou digitais o horário de início da aula.
Explique como calcular a duração de um evento, subtraindo o horário de término pelo horário de início. Proponha uma atividade para que os estudantes registrem o horário de término da aula em seus relógios e calcule a duração da aula.
Incentive os estudantes a trocarem os relógios com os colegas e praticarem a leitura de diferentes tipos de relógios. Desafie-os com horários diferentes.
RECURSOS:
Relógios analógicos e digitais para cada dupla de estudantes.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Verificar o conhecimento da turma sobre os instrumentos adequados para medir diferentes quantidades, observando a participação e o envolvimento dos estudantes durante a atividade. Averiguar a leitura correta de horários e cálculo de duração de eventos nos relógios e os registros dos estudantes, verificando se as leituras de horários e cálculos de duração estão corretos.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Indique as horas dos relógios abaixo:
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
2 – Desenhe os ponteiros nos relógios, conforme as horas indicadas nas etiquetas:
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
3 – Leandro trabalha durante o dia e chega em casa às 5:40 da tarde. Qual relógio está marcando a hora em que Leandro chega em casa?
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
150
4 – Rafaela foi ao cinema assistir a um filme de romance. Esse filme iniciou às 4 horas da tarde e terminou 3 horas depois. Qual dos relógios abaixo indica o horário do término desse filme?
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
5 – Luna começou a ler seu livro preferido às 11:55 da manhã e terminou às 1:25 da tarde. Desenhe no relógio abaixo os ponteiros que indicam a hora que Luna terminou de ler seu livro.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
6 – Amanda entra na escola 1 hora da tarde e vai embora 4 horas depois. Qual o horário que Amanda vai embora?
a) 5:00 horas.
b) 4:00 horas.
c) 3:00 horas.
d) 2:00 horas.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
7 – Paulo ganhou um relógio digital de seu tio. Desenhe os ponteiros no relógio ao lado conforme a hora que o relógio digital está marcando.
(
Fonte:
(TUDO
SALA
DE
AULA,
2023)
) (
152
)
8 – Jonas está internado e precisa tomar o medicamento a cada 8 horas. Sabendo que ele tomou a primeira dose do medicamento às 2 horas da manhã, qual o horário que ele deverá tomar a próxima dose?
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
a) 2 horas da tarde.
b) 10 horas da manhã.
c) 10 horas da noite.
d) 6 horas da tarde.
9 – Nas imagens abaixo estão representados alguns produtos que podemos encontrar em lojas e supermercados:
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
a) Quais dos produtos podemos comprar no metro?
b) Quais dos produtos podemos comprar no quilograma?
c) Quais dos produtos podemos comprar no litro?
10 – As unidades de medidas servem para calcular o tempo, comprimento, capacidade e massa, a partir de situações do cotidiano. Beatriz precisa medir a temperatura do seu corpo. Circule de vermelho o instrumento que ela deve utilizar para medir a temperatura, circule de azul a ferramenta que Beatriz irá utilizar para verificar o seu peso.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Interpretação de gráfico e tabelas.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Os gráficos e tabelas são formas de representação visual de dados e informações. Eles são usados para organizar dados de uma maneira clara e fácil de entender, tornando a interpretação e análise de informações mais simples e objetiva.
O estudo de gráficos e tabelas é importante para os estudantes, pois os ajuda a desenvolver habilidades de leitura e interpretação de informações numéricas e estatísticas, além de permitir que eles sejam capazes de representar seus próprios dados de maneira organizada e compreensível. Essas habilidades são essenciais em diversas áreas da vida, como no trabalho, em estudos estatísticos, em pesquisas de opinião, em planejamento financeiro e em outras situações do cotidiano.
Na escola, o estudo de gráficos e tabelas é importante porque permite que os estudantes compreendam melhor os conceitos apresentados em diversas disciplinas, como matemática, ciências, geografia, história e outras.
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), inicie a aula explicando aos estudantes que tabelas e gráficos são formas de representar dados e informações de uma maneira organizada e visual. Destaque que eles são utilizados em diversos contextos, como em pesquisas, estudos estatísticos, notícias, entre outros.
Apresente alguns exemplos de tabelas e gráficos para os estudantes, explicando a estrutura de cada um. É importante escolher exemplos que sejam compreensíveis para a faixa etária.
Explique como interpretar as informações apresentadas nas tabelas e gráficos. Destaque que as tabelas apresentam dados em formato de números e que os gráficos apresentam esses mesmos dados de forma visual. Explique que é importante ler a legenda das tabelas e gráficos para compreender as informações apresentadas.
Mostre como ler os eixos dos gráficos, explicando o que significa cada um deles e como interpretar as informações apresentadas. É importante destacar que a escala dos eixos pode variar, portanto, é necessário prestar atenção nas unidades de medida.
Distribua folhas com tabelas e gráficos para que os estudantes interpretem as informações apresentadas. Peça para que eles identifiquem qual é a informação mais relevante, quais são as diferenças entre os dados apresentados e quais são as conclusões que podem ser tiradas a partir dos dados apresentados.
Encerre a aula reforçando os principais conceitos trabalhados, como a estrutura de tabelas e gráficos, a importância da leitura das legendas e dos eixos dos gráficos e a interpretação das informações apresentadas. Peça para que os estudantes reflitam sobre a importância de compreender essas formas de representação de dados e como elas podem ser úteis em suas vidas.
(
213
)
RECURSOS:
Exemplos de tabelas e gráficos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Observar a participação dos estudantes, a compreensão dos conceitos apresentados e a capacidade de interpretar as informações das tabelas e gráficos.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – Maria registra a quantidade de frutas vendidas em sua banca todos os meses. Veja na tabela abaixo o número de frutas vendidas nos quatro primeiros meses do ano de 2022.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2022)
a)Em que mês Maria vendeu mais frutas?
b) Quantas frutas foram vendidas nos meses de março e abril?
2 – Quatro candidatos concorreram à eleição para presidente do grêmio estudantil de uma escola. Veja a quantidade de votos recebidos pelos candidatos.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2022)
Quantos votos o candidato Marcelo ganhou a mais que o candidato João?
a) 5.
b) 10.
c) 15.
d) 20.
3. A tabela abaixo está representando os jogadores que marcaram mais gols em um campeonato regional.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2022)
Quantos gols Rafael e Bruno fizeram juntos?
+ =
UNIDADE TEMÁTICA:
Álgebra, Probabilidade e estimativa, Probabilidade e estatística.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Relações entre adição e subtração e entre multiplicação e divisão.
Propriedades da igualdade.
Propriedades da igualdade.
Análise de chances de eventos aleatórios.
Diferenciação entre variáveis categóricas e variáveis numéricas.
Coleta, classificação e representação de dados de pesquisa realizada.
Leitura, interpretação e representação de dados em tabelas de dupla entrada,
gráficos de colunas simples e agrupadas, gráficos de barras e colunas e gráficos pictóricos.
(EF04MA13) Reconhecer, por meio de investigações, utilizando a calculadora quando necessário, as relações inversas entre as operações de adição e de subtração e de multiplicação e de divisão, para aplicá-las na resolução de problemas.
(EF04MA14) Reconhecer e mostrar, por meio de exemplos, que a relação de igualdade existente entre dois termos permanece quando se adiciona ou se subtrai um mesmo número a cada um desses termos.
(EF04MA15) Determinar o número desconhecido que torna verdadeira uma igualdade que envolve as operações fundamentais com números naturais.
(EF04MA26) Identificar, entre eventos aleatórios cotidianos, aqueles que têm maior chance de ocorrência, reconhecendo características de resultados mais prováveis, sem utilizar frações.
(EF04MA28) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas e numéricas e organizar dados coletados por meio de tabelas e gráficos de colunas simples ou agrupadas, com e sem uso de tecnologias digitais.
(EF04MA27) Ler, interpretar e analisar dados apresentados em tabelas simples ou de dupla entrada e em gráficos de, com base em informações das diferentes áreas do conhecimento, e produzir texto com a síntese de sua análise, colunas ou pictóricos.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Cálculos envolvendo operações inversas nas relações entre adição e subtração, multiplicação e divisão.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A álgebra é um ramo da matemática que lida com símbolos e as regras para manipular esses símbolos. Ela utiliza letras e símbolos para representar números desconhecidos, chamados variáveis, expressões matemáticas, permitindo a resolução de problemas abstratos e complexos. "Álgebra é o ramo da Matemática que generaliza a aritmética. Isso significa que os conceitos e operações provenientes da aritmética (adição, subtração, multiplicação, divisão etc.) serão testados e sua eficácia será comprovada para todos os números pertencentes a determinados conjuntos numéricos."
Fonte: "O que é álgebra?" Brasil Escola Uol.
A álgebra tem aplicações em diversos campos, como ciências, engenharia, economia, estatística e física. Ela é essencial para a resolução de problemas complexos, modelagem matemática e análise de dados. Além disso, a álgebra desenvolve habilidades de raciocínio lógico, pensamento abstrato e resolução de problemas que são valiosas também na vida profissional e pessoal.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), este planejamento será dividido em 2 aulas. Na primeira, será abordado as relações entre adição e subtração e na segunda, divisão e multiplicação.
Explique brevemente aos estudantes que aprenderemos como os cálculos são realizados de forma inversa, destacando os elementos envolvidos em cada operação. As relações entre adição e subtração, e entre multiplicação e divisão.
Dialogue com a turma sobre adição simples, por exemplo, 5 + 3 = 8. Utilize o quadro para anotar essa e demais cálculos escrito ou poderá ser oral mesmo ficando a seu critério. Conte à turma que a adição pode ser vista como uma forma de combinar ou juntar quantidades.
Em seguida, mostre como realizar a subtração inversa, utilizando o exemplo anterior: 8 - 3 =
5. Destaque que a subtração é a operação inversa da adição, permitindo-nos separar ou encontrar a diferença entre quantidades. Explore outros exemplos para que os estudantes consigam consolidar o conhecimento.
Após citar alguns exemplos sobre essa inversão entre adição e subtração, escreva no quadro a identificação dos elementos na subtração, explique os termos-chave utilizados na subtração:
· Minuendo: o número de partida, ou seja, o número do qual estamos subtraindo.
· Subtraendo: o número que estamos subtraindo do minuendo.
· Diferença: o resultado da subtração, que indica a quantidade que resta.
Ilustre cada termo com exemplos numéricos simples, incentivando a participação dos estudantes. Distribua folhas de exercícios com problemas de subtração. Peça aos estudantes que identifiquem o minuendo, o subtraendo e a diferença em cada problema. Realize alguns exercícios em conjunto, fornecendo orientação quando necessário e faça a correção em conjunto, discutindo os resultados.
AULA 2
Professor(a), nesta aula, relembre os conceitos discutidos na aula anterior, fazendo perguntas aos estudantes sobre a relação entre adição e subtração. Introduza uma multiplicação simples, como 4 x 2 = 8. Explique que a multiplicação é uma forma de repetir uma adição várias vezes. Dialogue como realizar a divisão inversa, usando o exemplo anterior: 8 ÷ 2 = 4. Enfatiza que a divisão é a operação inversa da multiplicação, permitindo encontrar o número de vezes que uma quantidade pode ser dividida igualmente.
Explique os termos-chave utilizados na divisão:
· Dividendo: o número que está sendo dividido.
· Divisor: o número pelo qual estamos dividindo o dividendo.
· Quociente.
A multiplicação é a operação de repetir uma quantidade várias vezes, enquanto a divisão é a operação de distribuir uma quantidade igualmente. Dê exemplos de como a divisão é a operação inversa da multiplicação, utilizando cálculos simples. Utilize a tabuada para exemplificar essa inversão. Conceitue os termos-chave usados na multiplicação e divisão, como multiplicando, multiplicador, dividendo e divisor. Apresente exemplos numéricos e incentive os estudantes a identificarem cada elemento em um cálculo.
Para realizar os exercícios, distribua folhas de atividades com problemas envolvendo multiplicação e divisão. Peça aos estudantes que resolvam os problemas, identificando os elementos envolvidos em cada cálculo. Faça a correção em conjunto, discutindo os resultados.
RECURSOS:
Atividades impressas, livros didáticos, calculadora (opcional).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
A avaliação será realizada durante a aula, observando a participação dos estudantes, a compreensão dos conceitos e a capacidade de resolver os problemas propostos. Será levado em consideração o trabalho em equipe e a ajuda mútua entre os estudantes. Também será possível avaliar individualmente os estudantes que já consolidaram o conhecimento sobre a divisão e que estão ajudando os colegas com dificuldades.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Resolva as contas abaixo e tire a prova real(operação inversa da adição), para consultar os resultados:
a) 6.498 + 3245 =
b) 2.035 + 6.821 =
c) 3.725 + 752 =
d) 26.853 + 45.826 =
2 – Encontre o número que completa a operação inversa: a) 10 - = 4
b) 15 - = 9
c) - 7 = 12
d) - 6 = 2
3 – Resolva os problemas abaixo utilizando a operação inversa (subtração):
a) Pedro tinha 15 lápis e perdeu 6. Quantos lápis Pedro tem agora?
b) Joana tinha 25 reais e gastou 12 reais. Quantos reais Joana tem agora?
c) Lucas tinha 18 figurinhas e deu 5 para seu amigo. Quantas figurinhas Lucas tem agora?
d) Carla tinha 32 balas e comeu 8. Quantas balas Carla tem agora?
4 – Calcule o resultadodas seguintes multiplicações e encontre o número que falta:
a) 5 x 3 =
b) 8 x = 40
c) 6 x 9 =
d) x 7 = 42
5 – Complete as divisões e encontre o número que falta: a) 12 ÷ 4 =
b) 28 ÷ = 7
c) 36 ÷ 6 =
d) ÷ 5 = 9
6- Encontre o número que completa a operação inversa:
a) 5 x = 25
b) 12 ÷ = 4
c) x 7 = 63
d) ÷ 8 = 9
7- Resolva os problemas abaixo usando as operações inversas:
a) João tinha 24 figurinhas e queria distribuir igualmente entre seus 3 amigos. Quantas figurinhas cada amigo recebeu?
b) Maria tinha 35 chocolates e queria colocar igualmente em 7 caixas. Quantos chocolates foram colocados em cada caixa?
c) Um pacote de balas tem 32 balas. Se cada criança recebeu 4 balas, quantas crianças havia?
d) Ana comprou 56 maçãs para fazer suco. Ela quer colocar 8 maçãs em cada copo. Quantos copos de suco ela pode fazer?
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Análise de chances de eventos aleatórios.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A probabilidade e a estimativa estão intimamente relacionadas. Ao fazer uma estimativa, é importante levar em consideração a probabilidade dos diferentes resultados possíveis. A probabilidade é usada para atribuir pesos às diferentes possibilidades, enquanto a estimativa é usada para calcular o valor aproximado com base nessas probabilidades.
Esses conceitos são amplamente aplicados em várias áreas, como estatística, ciência, negócios, finanças, jogos de azar e planejamento. Eles nos ajudam a entender e lidar com a incerteza presente em muitos aspectos da vida. A capacidade de compreender a probabilidade e realizar estimativas precisas é fundamental para tomar decisões informadas e realizar previsões confiáveis.
A probabilidade conta com conceitos importantes, como experimento aleatório, evento, espaço amostral, e eventos equiprováveis. O valor da probabilidade é sempre um número entre 0 e 1 ou uma porcentagem entre 0% e 100%, e é calculado com base na razão entre os casos favoráveis e os casos possíveis.
Fonte: OLIVEIRA, Raul Rodrigues de. Probabilidade. Mundo Educação, [2023].
B) DESENVOLVIMENTO:
Professor(a), inicie a aula fazendo perguntas aos estudantes sobre eventos aleatórios em situações cotidianas, por exemplo: "Qual é a chance de obter o lado ‘cara’ em uma moeda?", "Qual é a chance de tirar um número par em um dado?", etc. Discuta com a turma as diferentes respostas e destaque a importância de entender e analisar as chances desses eventos.
Apresente para eles os conceitos de eventos possíveis, eventos impossíveis, eventos prováveis, eventos improváveis e eventos certos.
Explique cada um dos conceitos utilizando exemplos simples e compreensíveis para os estudantes.
Faça uma lista no quadro com exemplos de eventos relacionados ao cotidiano.
Realize um experimento aleatório simples, como o lançamento de um dado, e peça aos estudantes para anotar os resultados obtidos.
Discuta com a turma quais são os resultados possíveis desse experimento e qual a probabilidade de cada resultado ocorrer.
Explore diferentes experimentos, como lançamentos de dois dados, e discuta com os estudantes a probabilidade de diferentes somas ou produtos ocorrerem.
Diistribua folhas de atividades com problemas e exercícios relacionados à análise de chances de eventos aleatórios. Trabalhe junto com os estudantes na resolução das atividades, incentivando-os a identificar os resultados possíveis, a determinar a probabilidade de ocorrência dos eventos e a justificar suas respostas.
RECURSOS:
Dados, papel, folhas de atividades impressas com problemas e exercícios relacionados ao tema.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Verificar se os estudantes conseguiram consolidar conceitos e habilidades abordados durante a aula, conferir como os estudantes conseguiram compartilhar suas aprendizagens, e as resoluções e as estratégias utilizadas. Verificar a participação ativa dos estudantes, envolvimento e interesse na temática da aula.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Em um saco há 10 bolas, sendo 4 vermelhas, 3 azuis e 3 verdes. Qual é a probabilidade de pegar uma bola verde?
2 – Em uma caixa há 15 chocolates, sendo 6 de chocolate ao leite, 5 de chocolate branco e 4 de chocolate amargo. Qual é a probabilidade de pegar um chocolate de chocolate ao leite?
3 – A turma de 4º ano possui 30 estudantes. Estime quantos deles têm olhos castanhos, sabendo que a maioria tem olhos dessa cor.
4 – Uma caixa contém 50 lápis de diferentes cores, dos quais 20% são vermelhos. Estime quantos lápis vermelhos há na caixa.
5 – Ana tem 4 cartas de baralho: um Ás, um Rei, uma Dama e um Valete. Ela embaralhou as cartas e pegou uma aleatoriamente. Qual é a chance de ela pegar um Rei?
6 – Um dado regular de seis faces é lançado. Qual é a chance de obter um número par?
7 – Uma caixa contém 8 bolas vermelhas, 5 bolas azuis e 7 bolas verdes. Qual é a chance de pegar uma bola azul se uma bola for retirada sem olhar?
8 – Uma roleta tem 18 números pretos, 18 números vermelhos e 1 número verde. Qual é a chance de a roleta parar em um número preto?
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Elaboração e interpretação de gráficos e tabelas.
DURAÇÃO: 1 aula.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A probabilidade é o ramo da matemática que estuda a chance de ocorrência de eventos. Ela envolve a quantificação da incerteza e a análise de eventos aleatórios. A probabilidade é aplicada em diversos campos, como estatística, ciência, economia, jogos de azar, tomada de decisões e previsões. Na escola, o estudo da probabilidade ajuda os estudantes a desenvolverem habilidades de raciocínio lógico, compreensão de riscos e tomada de decisões informadas. Eles aprendem a analisar eventos, calcular probabilidades, interpretar resultados e entender conceitos como eventos independentes, eventos complementares e eventos mutuamente exclusivos. Na escola, o estudo da estatística permite que os estudantes adquiram habilidades de coleta e análise de dados, interpretem gráficos e tabelas, calculem medidas de tendência central e variação, compreendam probabilidades e façam inferências a partir dos dados. A estatística também ajuda os estudantes a desenvolverem pensamento crítico, capacidade de resolver problemas e tomada de decisões baseadas em evidências.
Podemos dizer que a estatística trabalha com incertezas, ou seja, ajuda a calcular essas incertezas, sempre dentro de uma margem de erro aproximada. A probabilidade, por sua vez, trabalha com a frequência dos eventos, como forma de testar as possibilidades. Ambas somente são possíveis se tivermos um espaço amostral definido. Vejamos um exemplo atual do nosso cotidiano: as pesquisas de intenção de votos. Os percentuais são calculados estatisticamente de forma aproximada, de acordo com uma amostragem definida, porém embora se aproximem da realidade são dados prováveis e por sua vez incertos.
Fonte: ENTENDA o que é estatística e probabilidade. Guia do ensino, [2023].
B) DESENVOLVIMENTO
Professor(a), inicie a aula explicando aos estudantes sobre a importância de organizar dados de forma clara e objetiva por meio de tabelas e gráficos. Em seguida, realize uma breve pesquisa entre os estudantes, sobre o sabor do sorvete preferido da turma.
Conforme a turma for respondendo elabore uma tabela no quadro para coletar os dados. Cada estudante informa qual é o seu sabor de sorvete preferido e essa informação é registrada na tabela no quadro. Coloque o título da tabela, “sabor de sorvete preferido”. Na primeira coluna da tabela coloque os sabores, como coco, chocolate, frutas, creme e morango. Na outra coluna escreva a quantidade de estudantes.
Sabor de sorvete preferido
Sabor do sorvete
Quantidade de estudantes
Coco
Chocolate
Frutas
Creme
morango
Com a tabela pronta, explique aos estudantes como montar um gráfico de colunas simples a partir dos dados coletados. No segundo momento, a turma será dividida em grupos, cada grupo ficará responsável em montar o seu gráfico em um papel craft ou folha de ofício, para formar cartazes.Professor(a), conduza os estudantes a desenharem os eixos do gráfico no papel craft ou cartolina, colocar os rótulos dos eixos, escolher a escala adequada e desenhar as colunas. Oriente-os a montar a coluna, podendo recorrer a pedacinhos de papel (colando conforme a quantidade de respostas em cada item de cada coluna no gráfico).
Finalizando a montagem do gráfico, solicitar aos estudantes que leiam a tabela e o gráfico de colunas e identifiquem qual é o sabor de sorvete preferido dos estudantes, qual é o de menor preferência e se há algum sabor que teve a mesma quantidade de votos.
Os gráficos ficarão em formato de cartaz, poderá colar em sala de aula, e aproveitar nas próximas aulas com atividades direcionadas para esse gráfico confeccionado pelos estudantes.
RECURSOS:
Papel craft, cartolina, lápis de cor, canetinha, papéis de cores diversas cortadas em cubos do mesmo tamanho.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Ao avaliar, observe a participação dos estudantes na elaboração do gráfico de colunas, como a compreensão deles sobre as características de um gráfico de colunas e sua capacidade de montar um gráfico a partir de uma tabela de dados. Verifique a capacidade dos estudantes de ler e interpretar a tabela e o gráfico de colunas.
ATIVIDADES 4º ANO
1 – Beatriz fez uma pesquisa com seus colegas de sala. Perguntou quantos animais domésticos tinha cada estudante. Observe a tabela e o gráfico que está de acordo com as respostas de seus colegas e depois responda às questões 1 - 3:
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
Quem tem o mesmo número de animais domésticos?
a) Elton e Pedro.
b) Rogério e Elton.
c) Fernanda e Renata.
d) Daniela e Fernanda.
2 – Quem tem mais animais domésticos?
3 – Quantos animais Elton e Fernanda têm juntos?
4 – Uma professora de matemática realizou uma pesquisa com seus estudantes sobre qual a forma geométrica preferida. Cada estudante só poderia escolher uma única forma. Os resultados estão no gráfico abaixo, observe e depois responda às questões 4 e 5:
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2023)
Quantos estudantes participaram desta pesquisa?
a) 26 estudantes.
b) 27 estudantes.
c) 28 estudantes.
d) 29 estudantes.
5. Qual a forma geométrica mais preferida dos estudantes?
a) Triângulo.
b) Círculo.
c) Cilindro.
d) Cubo.
UNIDADE TEMÁTICA:
Números.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Representação fracionária dos números racionais: reconhecimento, significa- dos, leitura e representação na reta numérica.
Comparação e ordenação de números racionais na representação decimal e na fracionária utilizando a noção de equivalência.
Operações com frações.
Comparação e ordenação de números racionais na representação decimal e na fracionária utilizando a noção de equivalência.
Cálculo de porcentagens e representação fracionária.
(EF05MA03) (EF05MA03) Identificar e representar frações (menores e maiores que a unidade), associando-as ao resultado de uma divisão ou à ideia de parte de um todo, utilizando a reta numérica.
(EF05MA04) Identificar frações equivalentes.
(EF05MA05) Comparar e ordenar números racionais positivos (representações fracionária e decimal), relacionando-os a pontos na reta numérica.
(EF05MA26MG) Calcular adição e subtração de frações com denominadores iguais e diferentes pela equivalência.
(EF05MA27MG) Reconhecer o uso da porcentagem no contexto diário.
(EF05MA28MG) Representar simbolicamente a porcentagem.
(EF05MA29MG) Efetuar cálculo simples de porcentagens.
(EF05MA30MG) Interpretar representações gráficas simples de porcentagens.
(EF05MA06) Associar as representações 10%, 25%, 50%, 75% e 100% respectivamente à décima parte, quarta parte, metade, três quartos e um inteiro, para calcular porcentagens, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação financeira, entre outros.
(EF05MA31MG) Resolver situações-problema que envolvem o uso da porcentagem no contexto diário, como 10%, 25%, 50%, 75%, 100%.
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Fração e identificação de números racionais na reta numérica.
DURAÇÃO: 5 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
O estudo das frações é fundamental tanto na escola quanto na vida cotidiana dos estudantes. Na escola, as frações estão presentes em diversas disciplinas, como matemática, física, química e biologia, sendo essencial para a compreensão dessas disciplinas e para a resolução de problemas práticos. Além disso, o conhecimento das frações é útil no cotidiano dos estudantes, como na compra de alimentos em quantidades fracionadas, no uso de medidas em receitas culinárias, no cálculo de descontos e acréscimos em compras e vendas, entre outras situações do dia a dia.
A compreensão das frações permite aos estudantes uma melhor organização e planejamento de tarefas cotidianas que envolvam divisão e compartilhamento de recursos, o que é importante para a formação de indivíduos conscientes e críticos em relação ao uso dos recursos e à divisão justa deles. Portanto, o conhecimento sobre frações é fundamental para a formação de indivíduos capazes de lidar com situações cotidianas e com a vida em sociedade.
O ensino da porcentagem em sala de aula é de extrema relevância, tanto para o conhecimento do estudante na escola quanto para sua vida pessoal, profissional e de lazer. A porcentagem está presente em diversas situações do cotidiano, como em promoções de lojas, cálculo de juros, descontos em compras, entre outros. Na escola, a porcentagem é importante para a compreensão de conceitos matemáticos mais complexos, como regra de três, por exemplo.
No mercado de trabalho, o conhecimento sobre porcentagem é essencial em diversas áreas, como comércio, finanças, contabilidade e administração. Profissionais que não possuem conhecimentos básicos de porcentagem podem ter dificuldades em realizar cálculos simples, o que pode prejudicar sua produtividade e até mesmo gerar prejuízos para a empresa. Portanto, o ensino da porcentagem é de grande importância para o desenvolvimento intelectual e a formação cidadã dos estudantes.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Professor(a), inicie a aula sobre frações de forma expositiva. Apresente o conceito de frações, explicando que ela representa uma parte de um todo dividido em partes iguais. Utilize exemplos de objetos ou figuras para ilustrar a ideia de parte de um todo. Caso na sua escola a internet seja de fácil acesso, transmita o vídeo abaixo como sugestão.
QR CODE
https://www.youtube.com/watch?v=L6z QYRHHQzg&ab_channel=EscolanaTV- Ribeir%C3%A3oPreto.
FICA A DICA!
Deixo a sugestão do vídeo “5º ANO - MATEMÁTICA - EF05MA03 - Frações - Aula 07” do
Canal do YouTube Escola a TV - Ribeirão Preto. Ela aborda o tema de introdução a frações de forma leve para os estudantes.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada para a tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
Explique sobre o numerador que representa a quantidade de partes que estamos considerando e o denominador representa o total de partes em que o todo foi dividido. Utilize exemplos para mostrar como podemos identificar o numerador e o denominador em uma fração.
Faça a representação de desenhos no quadro ou utilize papel sulfite e lápis de cor para que os estudantes possam desenhar figuras e objetos divididos em partes iguais e, assim, entender melhor o conceito de frações. Mostre exemplos práticos, como dividir uma pizza em partes
iguais. Vale ressaltar na hora da explicação o conceito de frações como parte de um todo, utilizando exemplos práticos, como a divisão de uma torta, chocolate, bolo.
Mostre como escrever frações usando o numerador e o denominador ao fazer desenhos representativos no quadro em situações cotidianas, como: 1/2 de uma pizza ou 2/3 de um bolo. Aproveite para escrever por extenso como se lê estas frações exemplificadas.
A reta numérica do conjunto dos inteiros é infinita. Representamos essa ocorrência colocando uma seta nos dois lados da reta.Veja:
Fonte:(mundo educação).
Os números na reta numérica são dispostos em relação ao zero. Assim, os números positivos ficam do lado direito da reta, e os negativos, do lado esquerdo. O lado positivo é organizado de forma crescente, ou seja, do menor termo numérico para o maior. Exemplo:
Z = {0, + 1, + 2, + 3, + 4, + 5 …} Ordem crescente: 1 < 2 < 3 < 4 < 5 < ...
Já os números do lado negativo da reta são organizados de forma decrescente, isto é, do maior para o menor. Exemplo:
Z = {… - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0} Ordem decrescente: - 1 > - 2 > - 3 > - 4 > - 5 >
...
Em relação aos termos negativos, podemos chamá-los ainda de mais negativos ou menos negativos em relação ao zero. Exemplo:
O número - 5 é mais negativo em relação ao -1. Isso acontece porque o - 5 está mais distante do zero na reta numérica.
O número - 2 é menos negativo em relação ao - 4. Isso acontece porque o - 2 está mais próximo do zero.
Veja a representação da reta numérica dos inteiros:
.
Fonte: (MUNDO EDUCAÇÃO, 2023).
Como vimos acima, outra forma de representação das frações pode ser visualizada com uma reta numérica. Aprofunde um pouco mais com os estudantes como utilizar esta unidade de medida como referência. Assista vídeos e faça leituras de textos com a turma que explicam como localizar frações na reta numérica.
QR CODE
FICA A DICA!
https://www.youtube.com/watch?v=om
-YnS1OUeE&ab_channel= GiscomGizMatem%C3%A1tica
Deixo a sugestão do vídeo “LOCALIZAÇÃO DE NÚMEROS REAIS NA RETA NUMÉRICA” do Canal
do YouTube Gis com Giz Matemática. Ela aborda reta numérica com vocabulário claro e leve para os estudantes.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada para a tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
https://edu.gcfglobal.org/pt/os- numeros/ordem-numa-reta-numerica/1/
Deixo a sugestão do texto “Ordem numa reta numérica”, do site GCF Global. Abordando brevemente o tema dando exemplos de forma clara.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada para a tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
Durante sua aula expositiva utilize exemplos práticos e desenhos para ajudar os estudantes a visualizarem as frações na reta numérica.
Para finalizar, escreva exercícios para fixação no quadro ou entregue atividades impressas e resolva juntamente com os estudantes, dessa forma você irá perceber quais estudantes estão com mais dificuldades e quais já consolidaram o conhecimento da matéria.
AULA 2
Professor(a), considerando as aulas anteriores sobre frações, os estudantes estarão mais familiarizados com a disciplina. Com isso, inicie a aula com uma pequena revisão retomando o conteúdo anterior. Este conteúdo é bastante extensa e exige dos estudantes uma consolidação do conteúdo.
Questione se eles sabem o que é uma fração equivalente. Escute, atenciosamente, as hipóteses levantadas pelos estudantes e, após o diálogo, escreva este conceito no quadro:
(
“Segundo
Rosimar
Gouveia,
Frações
Equivalentes
são
aquelas
que
aparentemente
são
diferentes, mas que possuem o mesmo resultado. Sendo assim, elas representam a
mesma
parte
de
um
todo
indicando
a
mesma
quantidade.”
)
Em seguida, apresente exemplos práticos de frações equivalentes. Assista, se possível, este vídeo sobre frações equivalentes:
QR CODE
https://www.youtube.com/watch?v=kR 1_vTZHANI&t=344s&ab_channel=Gisco mGizMatem%C3%A1tica
FICA A DICA!
Deixo a sugestão do vídeo “FRAÇÕES
EQUIVALENTES - método FÁCIL |FRAÇÃO | |
Matemática Básica | \Prof. Gis/” do Canal do YouTube: Gis com Giz Matemática. Ela aborda o tema frações equivalentes de forma leve para os estudantes.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada para a tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
Enquanto assistem ao vídeo, peça aos estudantes que anotem as principais informações e conceitos apresentados. Ao final do vídeo, divida a turma em duplas ou grupos e faça uma discussão coletiva sobre as principais informações apresentadas. Retome junto à turma algumas informações que constam no vídeo.
· Como encontrar frações equivalentes.
· Como utilizar a multiplicação e a divisão para encontrar frações equivalentes.
E para finalizar a aula, peça para os estudantes realizarem atividades, aqui sugeridas, para praticar a identificação de frações equivalentes.
AULA 3
Olá professor(a), inicie a aula fazendo uma revisão dos conceitos de frações equivalentes. Peça para os estudantes relembrarem como encontrar frações equivalentes. Apresente uma aula expositiva sobre como comparar frações. Lembre-os que comparar frações "significa analisar qual representa a maior ou menor quantidade ou se elas são iguais.". Deixo a sugestão para que veja mais sobre "Comparação de Fração” no site abaixo ou assista ao vídeo sugerido junto com os estudantes.
QR CODE
FICA A DICA!
https://www.youtube.com/watch?v=_cn pjUd0By4&ab_channel=ProfessoraVilma Ribeiro
Deixo a sugestão do vídeo “Comparação de Frações | Maior ou Menor” do Canal do YouTube Professora Vilma. Ela aborda o tema de introdução a frações de forma leve para os estudantes.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada para a tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
https://brasilescola.uol.com.br/matemati ca/comparacao-fracao.htm
Deixo a sugestão do texto “Comparação de Frações”, do site do Brasil escola, feito por Marcos Noé. Aborda o tema dando exemplos de forma clara.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada para a tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
Mostre exemplos práticos de como comparar frações com o mesmo denominador e com denominadores diferentes. Explique a importância de encontrar frações equivalentes para poder compará-las.
· Atividade prática: entregue uma folha com algumas frações para os estudantes e peça para eles ordenarem as frações em ordem crescente ou decrescente. Organize a turma em grupos para realizarem uma atividade de comparação de frações. Peça para os estudantes apresentarem suas resoluções e discutir em grupo as diferentes estratégias utilizadas para comparar as frações.
· Reflexão: encerre a aula com uma reflexão coletiva sobre a importância de saber comparar frações. Peça para os estudantes compartilharem como se sentem em relação a essa disciplina e se ainda possuem alguma dúvida.
AULA 4
Atenção professor(a), nesta 4ª aula será trabalhada adição e subtração de frações com denominadores iguais e diferentes. Explique aos estudantes que para a adição e subtração de frações com denominadores iguais basta adicionar ou subtrair os numeradores e manter o denominador. Use exemplos no quadro ou aparelho multimídia para ilustrar o processo.
Explique aos estudantes que a adição e subtração de frações com denominadores diferentes requer o processo de equivalência de frações. Mostre como encontrar o denominador comum multiplicando os denominadores originais e, em seguida, encontrar frações equivalentes com
o denominador comum. Use exemplos para ilustrar o processo. Assista ao vídeo do Youtube
para facilitar a compreensão dos estudantes.
QR CODE
https://www.youtube.com/watch?v=ZU- DAqtVkmI&t=171s&ab_channel=Giscom GizMatem%C3%A1tica
FICA A DICA!
Deixo a sugestão do vídeo “FRAÇÃO | ADIÇÃO e SUBTRAÇÃO de FRAÇÕES. Método convencional e o método BORBOLETA. \Prof. Gis/ ” do Canal do YouTube: Gis com Giz Matemática. Ela aborda o tema das frações de forma leve para os estudantes.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada paraa tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
Distribua frações manipuláveis ou folhas de exercícios para os estudantes praticarem a adição e subtração de frações com denominadores iguais e diferentes. Forneça exemplos de problemas para resolução e incentive os estudantes a trabalharem em grupos para ajudar uns aos outros.
AULA 5
Comece a aula perguntando aos estudantes, se eles já ouviram falar de porcentagem e se sabem o que significa. Explique que porcentagem é uma maneira de representar uma quantidade como uma fração de 100. Por exemplo, se tivermos 50% de alguma coisa, isso significa que temos metade dessa coisa, ou seja, 50/100. Para tornar sua aula mais interessante para a turma, assista no aparelho multimídia disponível na escola, ou peça que assistam em casa, aulas introdutórias de porcentagem.
QR CODE
https://www.youtube.com/watch?v=Q6j PEnnOkJ8&t=1s&ab_channel=GiscomGiz Matem%C3%A1tica
FICA A DICA!
Deixo a sugestão do vídeo “FRAÇÃO E PORCENTAGEM \Prof. Gis/” do Canal do YouTube: Gis com Giz Matemática. Ela aborda o tema das frações e porcentagem de forma leve e lúdica para as crianças.
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Apresente exemplos de situações cotidianas em que a porcentagem é usada, como preços em promoção, descontos em lojas, juros bancários, entre outros, para isso leve para sala de aula cartilhas de supermercados, lojas e bancos. Peça aos estudantes que discutam em grupos como a porcentagem é usada nesses casos e como ela pode ser útil para entender melhor os preços e descontos.
Explique aos estudantes como converter frações em porcentagens e vice-versa. Por exemplo, para converter 3/4 em porcentagem, basta multiplicar por 100: 3/4 x 100 = 75%. Da mesma forma, para converter 60% em fração, basta colocar o número sobre 100 e simplificar: 60/100
= 3/5. Faça alguns exemplos no quadro para que os estudantes entendam bem como fazer a conversão.
QR CODE
https://brasilescola.uol.com.br/matemati ca/porcentagem.htm#Representa%C3% A7%C3%B5es+da+porcentagem
FICA A DICA!
Deixo a sugestão do site Brasil Escola (uol.com.br) com o tema: Porcentagem: o que é, como calcular, exemplos. Esse site aborda o tema de forma simples e clara e é uma boa opção para sugerir às crianças que leiam sobre ou te dará ideias de como trabalhar em cima da explicação.
Caso queira ver de forma rápida no seu aparelho móvel, basta apontar sua câmera ligada para a tela com a imagem do QR CODE ao lado. Aparecerá um link para ser clicado assim que seu aparelho reconhecer o código.
Distribua exercícios para que os estudantes pratiquem a conversão entre frações e porcentagens. Os exercícios podem ser feitos em duplas ou individualmente, dependendo da sua preferência.
Encerre a aula ressaltando a importância de entender o uso da porcentagem no cotidiano e como ela pode ser útil para tomar decisões financeiras e fazer compras de forma mais consciente.
RECURSOS:
Papel sulfite, lápis de cor, aparelho multimídia, livro didático.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Observar a participação dos estudantes durante as atividades, compartilhamento de suas ideias e soluções em experimentar diferentes abordagens na resolução de problemas. Verificar a capacidade dos estudantes em comparar frações utilizando a reta numérica, a compreensão na identificação de frações equivalentes e em utilizar a multiplicação e a divisão para encontrar frações equivalentes. Averriguar a compreensão na comparação de frações; adição e subtração de frações com denominadores iguais e diferentes.
Para a aula de porcentagem, observar a participação e envolvimento dos estudantes durante a aula. Avaliar a capacidade dos estudantes de identificar situações cotidianas em que a porcentagem é usada e verificar se os estudantes conseguem fazer a conversão entre frações e porcentagens corretamente nos exercícios propostos.
ATIVIDADES 5º ANO
1 – Marina comprou uma pizza que veio dividida em 8 pedaços.
Que fração representa cada pedaço dessa pizza?
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2021)
2 – Complete os espaços a seguir com as frações correspondentes:
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2021)
3- Rafael e Bruno ganharam um chocolate. Eles decidiram dividi-lo de forma que cada um ficasse com a mesma quantidade.
Fonte: (TUDO SALA DE AULA, 2021)
Sabendo que cada um ficou com 2/4 do chocolate, em quantos pedaços esse chocolate foi dividido?
4 – Complete as lacunas para obter as frações equivalentes:
(
: 2
10
=
8
: 2
)x 3
1 = 3
5
x 3
5 – Complete as lacunas de modo a tornar as frações equivalentes:
a)
1 =
3 15
b)
(
c)
1
=
5
9
)5 = 55
7
Fonte: (ACESSABER, [2023])
6 – Calcule as seguintes operações de adição e subtração de frações: a) 2/5 + 1/5
b) 3/4 - 1/2
c) 5/8 + 3/8
d) 2/3 – 1/6
e) 1/2 + 3/8
f) 5/6 – 1/3
7 – Resolva os problemas a seguir:
a) Uma pizza foi dividida em 8 fatias iguais. Se 3 fatias foram consumidas, quantas fatias ainda restam?
b) Uma receita de bolo pede 1/2 xícara de açúcar. Se você quer fazer meia receita, quantas xícaras de açúcar serão necessárias?
c) Em uma sala de aula, 2/3 dos estudantes são meninos e o restante são meninas. Se há 18 meninas na sala, quantos estudantes há ao todo?
d) Ana e João estão dividindo um bolo que foi cortado em 10 partes iguais. Ana comeu 2/5 do bolo e João comeu 1/5. Quantas partes do bolo sobraram?
8 – Calcule as porcentagens abaixo: a) 40% de 150
b) 50% de 70
c) 8% de 50
9 – Resolva as situações problema abaixo:
a) Se uma empresa possui 100 funcionários e 30% são mulheres, qual a porcentagem de homens nessa fábrica?
b) Catarina recebe R$ 1.200,00 por mês, este mês ela receberá um aumento de 20%. Quanto ela receberá de aumento?
c) Maria quer comprar um celular, fez uma pesquisa e encontrou em uma loja por R$ 1.800,00, ela conseguiu um desconto de 15%. Quanto Maria pagará pelo celular?
10 – Certa vez, em uma loja houve uma liquidação dando 36% de desconto em todos os produtos, observe uma lista dos produtos vendidos pela loja antes do desconto:
Chinelo R$ 40,00
Vestido R$ 165,00
Tênis R$ 120,00
Camisa R$ 60,00
Casaco R$ 300,00
Bolsa R$ 80,00
Escreva abaixo o valor de cada produto com o valor do desconto calculado.
a) Chinelo R$
b) Vestido R$
c) Camisa R$
d) Casaco R$
e) Tênis R$
f) Bolsa R$
REFERÊNCIAS
APRENDENDO a multiplicar - multiplicação. [s. l.: s. n.], 1 vídeo (4 min). [2021]. Publicado pelo canal Smile and learn - Português. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LPJZn9q6mHI&ab_channel=SmileandLearn- Portugu%C3%AAs. Acesso em: 31 maio 2023.
ASTH, Rafael C. Conceito e cálculo de probabilidade. Toda Matéria. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/probabilidade/. Acesso em: 26 maio 2023.
ASTH, Rafael C. Conceito e cálculo de probabilidade. Toda Matéria. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/probabilidade/. Acesso em: 26 maio 2023.
ATIVIDADE com hora. Tudo Sala de Aula. [s. l.], 20 maio 2023. Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2022/05/atividade-com-horas-2ano-3ano.html. Acesso em: 24 maio 2023.
ATIVIDADE de matemática 3º ano sobre fração. Tudo sala de aula. [s. l.], 30 out. 2021. Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2021/10/atividade-matematica-3ano-fracao- com-gabarito.html. Acesso em: 8 maio 2023.
ATIVIDADE de matemática. Acessaber. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://acessaber.com.br/atividades/atividade-de-matematica-adicao-4o-ou-5o-ano/. Acesso em: 26 maio 2023.
ATIVIDADE de matemática. Tudo Sala de Aula. [s. l.], 18 abr. 2023. Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2022/04/atividade-matematica-unidades-de-medidas-2ano- 3ano.html. Acesso em: 24 maio 2023.
ATIVIDADE de matemática: Frações equivalentes - 5º ou 6º ano. Acessaber. [s. l.], [2023]. Disponível em: Atividade de matemática: Frações equivalentes- 5º ou 6º ano - Acessaber. https://acessaber.com.br/atividades/atividade-de-matematica-fracoes-equivalentes-5o-ou-6o- ano/. Acesso em: 8 maio 2023.
ATIVIDADES de matemática. Tudo sala de aula. [s. l.], 20 jun 2023. Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2021/06/atividade-matematica-tabelas-graficos-4ano-5ano- com-gabarito.html. Acesso em: 26 maio 2023.
ENTENDA o que é estatística e probabilidade. Guia do ensino. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://guiadoensino.com.br/matematica/entenda-o-que-e-estatistica-e-probabilidade/.
Acesso em: 26 maio 2023.
FERNANDES, Roseane. Atividades. Acessar Saber. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://acessaber.com.br/atividades/atividade-de-matematica-soma-e-subtracao-3o-ano/.
Acesso em: 24 maio 2023.
GOUVEIA, Rosimar. Frações Equivalentes - com exercícios - Toda Matéria. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/fracoes-equivalentes/. Acesso em: 25 abr. 2023.
LUIZ, Robson. Porcentagem; Brasil Escola. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/matematica/porcentagem.htm. Acesso em 29 de junho de 2023.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Currículo Referência de Minas Gerais: educação infantil e ensino fundamental. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/curriculos_estados/document
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Curso: ensino fundamental - anos iniciais. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em:
https://curriculoreferencia.educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos- crmg. Acesso em: 23 mai. 2023.
o_curricular_mg.pdf. Acesso em: 23 mai. 2023.
OLIVEIRA, Naysa. Relação entre massa, volume e capacidade. Escola Kids. [s. lk.], [2023]. Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/matematica/relacoes-entre-massa-volume-e- capacidade.htm. Acesso em: 24 maio 2023.
OLIVEIRA, Raul Rodrigues de. Adição. Mundo Educação. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/matematica/adicao.htm. Acesso em: 23 maio 2023.
OLIVEIRA, Raul Rodrigues de. Multiplicação. Mundo Educação. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/matematica/adicao.htm. Acesso em: 23 maio 2023.
OLIVEIRA, Raul Rodrigues de. Probabilidade. Mundo Educação. [s. l.], [2023]. Disponível em: mundoeducacao.uol.com.br/matematica/estudo-das-probabilidades.htm. Acesso em: 26 maio 2023.
OLIVEIRA, Raul Rodrigues de. Subtração. Mundo Educação. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/matematica/subtracao.htm. Acesso em: 23 maio 2023.
PROBLEMAS de multiplicação. Tudo Sala de Aula. [s. l.], 2 mar. 2023. Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2022/03/problemas-de-multiplicacao-3ano-com- gabarito.html. Acesso em: 24 maio 2023.
SILVA, Luiz Paulo Moreira. O que é álgebra?; Brasil Escola. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/matematica/o-que-e-algebra.htm. Acesso em: 29 de junho de 2023.
SILVA, Marcos Noé Pedro da. Comparação de Fração; Brasil Escola. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/matematica/comparacao-fracao.htm. Acesso em 29 de junho de 2023.
MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS - MAPA
(
ANO
DE
ESCOLARIDADE
Ciclo
Complementar
) (
REFERÊNCIA
Ensino
Fundamental
ANO
LETIVO
2023
)
(
COMPONENTE
CURRICULAR
) (
ÁREA
DE
CONHECIMENTO
Ciências
da
Natureza
)
UNIDADE TEMÁTICA:
Terra e Universo.
Vida e evolução. Ciência e Tecnologia.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Características da Terra. Observação do céu.
Usos do solo.
(EF03CI09) Comparar diferentes amostras de solo do entorno da escola com base em características como cor, textura, cheiro, tamanho das partículas, permeabilidade etc.
(EF03CI10) Identificar os diferentes usos do solo (plantação e extração de materiais, dentre outras possibilidades), reconhecendo as técnicas para o manejo adequado do solo e sua importância para a agricultura e para a vida.
Pontos cardeais.
Calendários, fenômenos cíclicos e cultura.
(EF04CI09X) Identificar os pontos cardeais, com base no registro de diferentes posições relativas do Sol e da sombra de uma vara (gnômon), utilizando o próprio corpo para demonstrar a posição da sombra em horários variados.
(EF04CI10) Comparar as indicações dos pontos cardeais resultantes da observação das sombras de uma vara (gnômon) com aquelas obtidas por meio de uma bússola.
(EF04CI11X) Associar os movimentos cíclicos da Lua e da Terra a períodos de tempo regulares e ao uso desse conhecimento para a construção de calendários em diferentes culturas, analisando a melhor época para o cultivo agrícola.
Sistema Reprodutor.
Transformação de energia.
(EF05CI14MG) Identificar os órgãos do sistema reprodutor masculino e feminino.
(EF05CI15MG) Conhecer as características do aparelho reprodutor masculino e feminino e as transformações que ocorrem durante a puberdade.
(EF05CI16MG) Reconhecer e nomear as fontes de energia (renováveis e não renováveis) que são utilizadas por equipamentos ou que são produto de suas transformações.
Tratamento da água e do solo.
Sustentabilidade.
Fontes e tipos de energia.
(EF05CI17MG) Relacionar as atividades humanas com a utilização de diferentes formas de energia discutindo sobre os impactos ambientais existentes.
(EF05CI18MG) Identificar os recursos tecnológicos utilizados no tratamento da água e no cultivo do solo.
(EF05CI19MG) Conhecer as implicações dos recursos científico- tecnológicos para o meio ambiente.
(EF05CI20MG) Comparar e classificar equipamentos, utensílios, ferramentas para estabelecer, dentre suas características, a relação de seu funcionamento com a utilização de energia.
(EF05CI21MG) Perceber e reconhecer as grandes invenções e utilização das fontes de energia: do vento, da água, do sol, dos gases do petróleo, a importância dos equipamentos eletroeletrônicos na sociedade.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Solo.
DURAÇÃO: 2 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Olá professor(a)! Neste planejamento, será favorecido o desenvolvimento das habilidades EF03CI09 e EF03CI10, por meio da comparação de amostras de solo do entorno da escola com base nas características: cor, textura, tamanho dos grãos e umidade. É importante que se reflita sobre o papel fundamental da água, não só para os seres vivos do nosso Planeta, mas também para o próprio solo. É possível, ainda, que possam ser propostas habilidades, como: identificar as características do solo, a partir de diferentes amostras do entorno da escola, da casa ou outros espaços, como campos, parques, estradas, jardins, as características que as compõem.
B) DESENVOLVIMENTO:
Leve os estudantes para um passeio no entorno da escola.
Reúnam-se em grupos. Escolha um local da escola onde o solo esteja visível. Recolham um pouco do solo mais raso, coloque em um saco plástico.
Em seguida, faça o mesmo com uma porção do solo mais profunda. Identifique cada saquinho.
Voltem para sala.
Forre as carteiras com folhas de jornal, despeje as duas amostras, sem misturá-las. Use uma lupa (se possível) para observar as amostras.
Após analisar as amostras, observem as características de cada solo e preencham o quadro abaixo.
Característica
Amostra: solo da superfície
Amostra: solo de profundidade
Cor
Textura
Tamanho dos grãos
Umidade
Com o intuito de concluir a análise dos solos, converse com os estudantes sobre as seguintes questões:
· O que você identificou nas amostras de solo?
· Há diferenças entre as amostras de solo? Quais?
· Na sua opinião, de que é feito o solo?
Solicite aos estudantes que registrem as conclusões no caderno. Retome as habilidades trabalhadas a fim de certificar se o objetivo foi alcançado: identificar as características do solo, a partir de diferentes amostras.
RECURSOS:
Lupa, atividades impressas, amostras de solo, jornal.PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as atividades desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc) e atividades escritas, relatório das aulas experimentais, deverão ser avaliadas. A participação e o empenho durante as atividades, também deverão ser considerados no processo avaliativo. Retome as habilidades trabalhadas e certifique se os estudantes conseguem identificar as diferentes características do solo, a partir das amostras.
ATIVIDADES 3º ANO
1 – As ocupações desordenadas de áreas urbanas para construção de moradias, com a destruição da vegetação e construção em encostas dos morros, expõem os solos às chuvas acentuando os riscos de:
a) Frio.
b) Calor.
c) Congelamento.
d) Deslizamento.
2 – Leia o texto abaixo.
(
O solo, também chamado terra, tem grande importância na vida de todos os seres vivos
do nosso planeta, assim como o ar, a água, o fogo e o vento. É do solo que retiramos
parte
dos
nossos
alimentos
e
que
sobre
ele,
na
maioria
das
vezes,
construímos
as
nossas
casas.
Fonte:
PREFEITURA
MUNICIPAL
DE
BAURU.
Secretaria
Municipal
da
Educação,
Bauru,
[2022].
)
3 – Complete as frases de maneira que fiquem corretas:
O _é a parte da crosta terrestre onde nascem e
diversas plantas, onde vivem as e muitos outros .
4 – Marque V para alternativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) O solo também é chamado de terra ou chão.
( ) O solo é formado por pequenos pedaços de rocha e restos de plantas e animais. ( ) Na superfície terrestre podemos encontrar apenas um tipo de solo.
( ) Na superfície podemos encontrar diversos tipos de solo.
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: Pontos Cardeais.
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Olá professor(a) ! No dia a dia temos a necessidade de nos orientar em diversas situações. Em muitas delas, precisamos saber onde estamos ou como podemos chegar aonde queremos ir. Nesse contexto, iremos trabalhar e reconhecer os pontos cardeais a partir da análise e compreensão de dados experimentais. Esta habilidade se relaciona às atividades práticas de observação da projeção da sombra e dos pontos cardeais tendo o Sol como referência.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Inicie a aula propondo um semicírculo para dar início à seguinte conversa: Você sabia que as palavras “nascer” e "pôr" são usadas porque os povos antigos acreditavam que a cada dia nascia um novo Sol e à tarde ele se punha abaixo do horizonte para morrer? Então, hoje sabemos que isso não é verdade, pois o Sol “nasce” e “se põe” todos os dias por causa do movimento de rotação do planeta Terra.
Pergunte aos estudantes:
· Como eles fazem para se orientar quando vão de um lugar para o outro. Essas mesmas técnicas poderiam ser usadas em um lugar novo, desconhecido para vocês?
Questione-os sobre como eles fariam para se orientar se fossem exploradores no meio da natureza.
Comente que antigamente não havia GPS e a forma de se localizar dependia muito de alguns fenômenos da natureza. Que fenômenos seriam estes?
Assistam, se possível, ao vídeo para enriquecer a discussão:
Instrumentos de localização.
Disponível em: https://youtu.be/iAKPqQriNSg.
Para concluir, solicite aos estudantes que registrem as conclusões no caderno. Em seguida, leia as habilidades que serão trabalhadas a fim de aproximá-los das atividades que serão propostas.
AULA 2
Trabalhando os pontos cardeais
Os pontos de referência variam de acordo com a localidade. Por isso, ao percorrer distâncias maiores, é preciso utilizar referências mais confiáveis. E para isso, os pontos cardeais são pontos de referência universal, ou seja, podem ser utilizados em qualquer parte do mundo. Sendo eles: leste(L), oeste (O), norte (N) e sul (S). Tendo o Sol como referência, o Sol aparece a leste (L) e “se põe” a oeste (O). Observe a imagem:
Imagem 1 - Pontos Cardeais.
Fonte: (GESTÃO EDUCACIONAL, 2023)
Agora, que já trabalhamos a importância dos pontos cardeais, é hora de experimento! Leve a turma para um ambiente externo na escola e peça aos estudantes que encontrem os pontos cardeais de acordo com o método apresentado na imagem acima. Para isso o ideal é que a atividade seja realizada no início da manhã, com o Sol em leste (para quem estuda de manhã) ou no final da tarde, com o Sol a oeste (para quem estuda à tarde). Utilize se possível uma bússola para comparar a indicação dos pontos cardeais obtidos. Anotem as conclusões para que ao retornarem para sala de aula, registrem no caderno.
RECURSOS:
Bússola (se possível) e atividades impressas.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as atividades desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc.) e escritas, deverão ser avaliadas. Retome a habilidade trabalhada, veja se os estudantes reconhecem os pontos cardeais a partir da análise e compreensão de dados experimentais. Converse com os estudantes e avalie a participação nas atividades em equipe, visando à ação cooperativa e respeitosa para a construção coletiva do conhecimento.
ATIVIDADES 4º ANO
1 Veja a imagem a seguir e, de acordo com a rosa dos ventos, responda.
Imagem 2 - Representação sem escala para fins didáticos.
Fonte: (SME BAURU, [2021])
a) O que há ao sul da farmácia?
b) O que há a oeste do restaurante?
c) O que há a leste do cinema?
Para realizar a atividade, leia as instruções abaixo.
(
ROSA DOS VENTOS
: A rosa dos ventos e a divisão dos pontos cardeais e colaterais.
A
rosa
dos
ventos
é
um
instrumento
extremamente
importante
por
apontar
e
dividir
os
diferentes pontos de orientação cartográficas, conhecidos como pontos cardeais. Os
pontos cardeais são quatro: norte (N), sul (S), leste (E) e oeste (W). A combinação
entre
eles
dá
origem
aos
pontos
colaterais:
nordeste
(NE),
noroeste
(NW),
sudeste
(SE)
e sudoeste (SW). Os pontos cardeais podem ser absolutos (quando consideram toda a
Terra)
e
relativos
(quando
são estabelecidos a
partir de
um
referencial
específico).
Fonte:
(SME
BAURU,
[2021])
)
2 A sombra de gnômon possibilita a projeção da sombra quando exposto ao sol. O gnômon era o instrumento usado pelos antigos egípcios para medir a passagem do tempo. Veja as imagens abaixo.
Imagem 3 - Sombra do gnômon.
Ao amanhecer
Ao meio dia
Ao entardecer
Fonte: (SME MAIRINQUE, 2021)
Com base nas imagens, podemos afirmar que a direção norte é orientada para cima? Justifique sua resposta.
3 Indique, no desenho abaixo, os pontos cardeais.
Fonte: (SME BAURU, [2021])
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Sistema reprodutor masculino e feminino.
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Olá, professor(a)! O presente planejamento, irá proporcionar não só conhecer os órgãos dos sistemas reprodutores masculino e feminino como também identificar esses órgãos de acordo com as funções que realizam. Além disso, pretende-se conduzir os estudantes ao conhecimento das características dos sistemas reprodutores masculino e feminino e às mudanças que ocorrem no corpo dos adolescentes durante a puberdade, uma fase caracterizada como um período de maturação biológica, que levam à transição para a fase adulta/reprodutiva.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
1º momento:
Distribua e leia o texto abaixo com a turma.
PUBERDADE
A puberdade ocorre durante a adolescência, sendo o processo mais importante e notório desse período, mas as duas palavras não querem dizer a mesma coisa. De forma geral, a puberdade é apresentada como um fenômeno biológico que gera mudanças físicas e comportamentais no adolescente, indicando o início da passagem da infância para a vida adulta. Ela não é a adolescência,mas o processo mais importante e notório desse período em que meninas e meninos atingem a capacidade reprodutiva, acontece como consequência da ação de hormônios e do amadurecimento dos órgãos sexuais, que estimulam várias mudanças corporais como, por exemplo, o crescimento e o desenvolvimento de características sexuais secundárias (seios, pênis, pêlos faciais, pêlos pubianos e modificação da voz). Essas mudanças são causadas pelos efeitos dos hormônios circulando pelo corpo, incluindo o cérebro, e fazendo com que ele amadureça. É por isso que quando se fala em “hormônios em ebulição” na adolescência não estamos brincando! Algumas consequências também estão longe de ser brincadeira, uma vez que os órgãos sexuais estão prontos e a lógica da natureza é a reprodução. Não só mudanças físicas marcam esse período de transição, pois nessa fase o adolescente passa por mudanças psicológicas e sociais que mudam completamente a forma como ele enxerga e se posiciona nesse novo mundo cheio de possibilidades.
Veja o quadro abaixo.
Imagem 1 - Puberdade - Conheça os sinais.
Fonte: (CIÊNCIA E COGNIÇÃO, [2023])
2º momento:
Peça para que os estudantes leiam o texto abaixo e respondam as questões em seu caderno.
Fonte: (ESPAÇO EDUCAR, [2023])
A) Com base na fala do Menino Maluquinho e no que você leu, o que é possível concluir sobre o crescimento de meninos e meninas?
B) Quais substâncias são responsáveis pelo crescimento de meninos e meninas?
Ao final dessa aula, espera-se que os estudantes identifiquem a puberdade como etapa na transformação do corpo de meninos e meninas.
AULA 2
Estudaremos a seguir, o sistema reprodutor masculino e feminino e a função de cada um e como esses órgãos vão passando por mudanças durante a transição da fase da puberdade para a adolescência. Teremos a oportunidade de discutir sobre os órgãos internos e externos como também o que marca a fase da puberdade nas meninas e nos meninos.
AS TRANSFORMAÇÕES NO CORPO E O SISTEMA REPRODUTOR
O sistema reprodutor, também chamado de sistema genital, é responsável por proporcionar as condições adequadas para a nossa reprodução. O sistema reprodutor masculino é responsável por garantir a produção do gameta masculino (espermatozóide) e depositá-lo no interior do corpo da mulher. O sistema reprodutor feminino, por sua vez, atua produzindo o gameta feminino (óvulo) e também servindo de local para a fecundação e desenvolvimento do bebê.
FUNÇÃO DOS SISTEMAS REPRODUTORES: MASCULINO E FEMININO
O sistema reprodutor, como o próprio nome indica, é responsável por garantir a nossa reprodução. Como apresentamos reprodução do tipo sexuada, ou seja, para reproduzir-nos, necessitamos da ação do sistema reprodutor masculino e do sistema reprodutor feminino, responsáveis por produzirem, respectivamente, o espermatozóide e o óvulo. Além de produzir os gametas, é no sistema reprodutor feminino que o bebê desenvolve-se. Não podemos esquecer-nos também de que tanto o sistema reprodutor masculino quanto o feminino atuam na produção de hormônios sexuais.
ÓRGÃOS DO SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO
Observe abaixo um esquema que mostra os órgãos do sistema masculino e algumas de suas funções:
Imagem 2 - Órgãos Sistema Reprodutor Masculino
Fonte: MUNDO EDUCAÇÃO, [2023].
O sistema reprodutor masculino, em ação conjunta com o sistema reprodutor feminino, é responsável por garantir a reprodução da nossa espécie. O seu papel é possibilitar a produção dos gametas masculinos e promover a sua deposição no interior do sistema reprodutor feminino, onde ocorre a fecundação e o desenvolvimento do novo ser. Vale destacar que é no sistema reprodutor masculino, mais precisamente nos testículos, que é produzida a testosterona, um hormônio relacionado com o desenvolvimento das características sexuais secundárias, aumento da massa muscular, produção do espermatozoide, entre outras funções.
Fonte: MUNDO EDUCAÇÃO, [2023].
ÓRGÃOS DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO
Observe abaixo um esquema que mostra os órgãos do sistema genital feminino.
Imagem 3 - Órgão Sistema Reprodutor Feminino
AULA 3
(Fonte: PINTEREST, [2023])
Vamos desenhar! Divida a turma em grupos e solicite que os estudantes reproduzam as imagens 2 e 3 representadas acima em papel craft ou cartolina. Usem a criatividade para caracterizar o desenho. Após a realização da atividade, proponha que os estudantes fixem os trabalhos na sala. Caprichem!
RECURSOS:
Pincel, cartolina, papel craft, cola, botões, lã e barbante.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as atividades desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. Retome a habilidade trabalhada, veja se os estudantes identificam os órgãos dos sistemas reprodutores masculino e feminino de acordo com as funções que realizam. Converse com os estudantes e avalie a participação nas atividades em equipe, visando à ação cooperativa e respeitosa para a construção coletiva do conhecimento.
ATIVIDADES 5º ANO
1 Associe então corretamente as colunas.
(M) Aparelho reprodutor masculino.
(F) Aparelho reprodutor feminino.
( ) útero
( ) tuba uterina ( ) testículos
( ) pênis ( ) vagina
( ) ovários
( ) próstata
2 A fecundação do óvulo pelo espermatozóide no corpo da mulher ocorre
a) no ovário.
b) na uretra.
c) no útero.
d) nas tubas uterinas.
3 O período de transição da infância para a fase adulta em que ocorrem modificações no corpo da criança se chama
a) fecundação.
b) sistema reprodutor.
c) amadurecimento.
d) puberdade.
4 Observe a imagem abaixo.
Estruturas Sistema Reprodutor Feminino
As estruturas numeradas de 1 a 4 da figura ao lado são, respectivamente:
a) Tuba uterina, Vagina, Ovário, Útero.
b) Vagina, Tuba uterina, Útero, Ovário.
c) Útero, Ovário, Tuba uterina, Vagina.
d) Tuba uterina, Ovário, Útero, Vagina.
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Recursos naturais e o meio ambiente.
DURAÇÃO: 4 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Olá, professor(a)! No presente planejamento iremos abordar sobre um assunto muito relevante: os recursos naturais. Para início de conversa, pode-se afirmar que os materiais usados nas atividades humanas têm diferentes origens e quando estão disponíveis na natureza, são chamados de materiais naturais. Os seres vivos dependem de recursos encontrados na natureza para sobreviver, como água e alimentos. Os seres humanos desenvolveram técnicas sofisticadas para extrair e usar os recursos naturais, modificando o ambiente à sua volta. Podemos chamar de recursos naturais todos os elementos disponíveis na natureza e que podem ser utilizados pelos seres vivos. Como por exemplo: o solo, a energia solar, o ar, os minérios, a água e até as plantas e os animais. Os recursos naturais podem ser usados de diversas formas. Eles estão presentes na alimentação, constituem matéria-prima de produtos e também são usados para produção de energia.
B) DESENVOLVIMENTO:
Olá, professor (a)!
Projete, escreva no quadro ou fale para a turma o tema da aula de hoje. Explique que ela abordará sobre os recursos naturais existentes no nosso planeta. Assim também, a aula será voltada para refletir sobre os diversos usos que fazemos desses recursos, como é importante preservá-los e conservá-los para garantir que nós e as gerações futuras possam ter acesso a eles.
AULA 1
Para dar início a nossa aula, solicite aos estudantes que observem a imagem abaixo.
(
Imagem
1
-
Recurso
Naturais.
Fonte:
(TODO
ESTUDO,
[2023])
)
Agora, peça aos estudantes que identifiquem, entre as imagens apresentadas, os recursos que são retirados da natureza.
Comente com os estudantes que eles podem ser classificados em renováveis e não renováveis de acordo com sua origem e disponibilidade na natureza. Os recursos renováveis são aqueles quenão se esgotam com o uso, que podem se renovar. Mas atenção!! A natureza tem a capacidade de regenerar a água por exemplo, mas a quantidade de água potável diminui cada vez mais, então é preciso economizar. O solo também pode se tornar improdutivo, caso não seja preservado. Já os recursos não renováveis, levam milhões de anos para se formar na natureza, existem em quantidade finita e podem se esgotar com o uso. Como por exemplo a gasolina.
AULA 2
Continuando nossa conversa, solicite aos estudantes que preencham o quadro abaixo que apresenta algumas situações do dia a dia. Complete-o indicando qual recurso é usado em cada situação e se ele é renovável ou não renovável.
Situação
Recurso
Renovável ou não renovável
Alice abasteceu o carro com gasolina antes de ir trabalhar.
Na casa de Marcelo há um painel solar para aquecer a água do chuveiro.
A lata de refrigerante de Alex é feita de alumínio e pode ser reciclada.
A carteira da sala de Joana é feita de madeira.
Ao concluírem, questione a turma como sobrevivemos sem os recursos naturais. Você pode inclusive, abordar tais recursos do ponto de vista econômico, caso alguns estudantes ou toda a turma tenham familiares que dependam de algum desses elementos naturais para compor a sua renda, por exemplo, agricultores, pescadores, trabalhadores de usinas hidrelétricas ou parques eólicos, etc.
AULA 3
Proponha que façam cartazes com imagens ou frases que exemplificam a seguinte frase: Por que preservar os recursos naturais é importante para nossa sobrevivência?
AULA 4
Espalhem os cartazes pela escola com o intuito de conscientizar sobre a importância de preservar os recursos naturais.
RECURSOS:
Canetinha, cartolina ou papel craft, imagem de recursos naturais, lápis de cor, cola, tesoura.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as atividades desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc.) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. Retome a habilidade trabalhada e veja se os estudantes reconhecem e nomeiam as fontes de energia (renováveis e não renováveis) que são utilizadas por equipamentos ou que são produto de suas transformações. Avalie a participação nas atividades em equipe, visando à ação cooperativa e respeitosa para a construção coletiva do conhecimento.
ATIVIDADES 5º ANO
1 Sobre os recursos naturais renováveis e não renováveis, identifique-os pintando de amarelo os que são renováveis e, de vermelho, os que não são renováveis.
gás natural
petróleo
luz solar
água
ar
madeira
ferro
vento
2 A água é um recurso natural muito importante para nossas vidas, por isso devemos preservá-la. De que maneira você pode ajudar a preservar a água? Escreva algumas dicas nas linhas abaixo.
3 Observe a imagem abaixo.
Imagem 2 – Crianças.
Fonte: (PINTEREST, [2023])
a) Quais são os recursos naturais que você identifica na imagem? Escreva os nomes nas linhas abaixo.
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Ações humanas e suas consequências.
DURAÇÃO: 4 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Todos os dias nos alimentamos, utilizamos diversos produtos e consumimos energia. Para realizar essas atividades é necessário utilizar os recursos naturais; e isso tem impacto nos ecossistemas e na vida do planeta. Veja:
· Na produção de alimentos: os pastos e as plantações são desmatados, o ambiente é alterado, prejudicando.
· Produção de objetos: para fabricar produtos, diferentes matérias-primas são retiradas da natureza. Isso altera a paisagem com a remoção de vegetação e a abertura de buracos, no caso da mineração gera resíduos que contaminam o ambiente.
· Eliminação de dejetos: geramos uma grande quantidade de dejetos, tudo que jogamos fora, os esgotos, a fumaça dos carros, todo esse lixo causa poluição que altera a qualidade de vida.
· Como fonte de energia: os recursos naturais que fornecem energia para as atividades humanas são chamados fontes de energia. Os combustíveis que vêm do petróleo, do gás natural, do carvão são fontes de energia. O movimento da água (energia hidráulica) e do ar (energia eólica) e a luz solar também são fontes de energia. Atualmente, a energia elétrica é uma das formas de energia mais importantes para os seres humanos. Além de ser usada nas residências, a energia elétrica é fundamental na dinâmica das cidades e no funcionamento das indústrias. A energia elétrica é produzida em usinas hidrelétricas e utilizam diferentes fontes de energia para transformar em energia elétrica. Para escolha do modo de geração de energia, considera-se a disponibilidade do recurso natural que é a fonte de energia e também os danos que podem ser causados ao ambiente durante a construção e o funcionamento da usina geradora.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Olá, professor(a)!! Nossas aulas serão baseadas em conversas e para dar início proponha uma roda, escreva ou projete a seguinte frase.
Grande parte da água consumida pelos humanos não é usada para beber, cozinhar ou limpar, mas sim para produzir quase tudo que consumimos. Com base nessa afirmativa, cite exemplos de comportamentos relacionados ao uso consciente da água. Para concluir a discussão, peça aos estudantes para registrarem as conclusões no caderno.
AULA 2
Projete, se possível, a imagem ou distribua para os estudantes.
Imagem 3 - Novas tecnologias podem contribuir para redução de carros na rua.
Fonte: (DIÁRIO DO TRANSPORTE, 2016)
Peça aos estudantes que respondam às seguintes questões:
· De que maneira o uso do automóvel pode prejudicar o ambiente?
· É possível diminuir os efeitos negativos do uso do automóvel? Dê sugestões.
Registrem as respostas no caderno a fim de consolidar o diálogo sobre a imagem e as questões sugeridas.
AULA 3
É importante o ser humano planejar melhor a forma como usa os recursos naturais para que eles não se esgotem no futuro. Isso significa dar tempo para a natureza recompor os recursos perdidos. Nesse sentido, reduzir o consumo significa, ao mesmo tempo, contribuir para a diminuição da extração de materiais da natureza e reduzir a quantidade de lixo produzida. Economizar água é outra atitude que devemos ter sempre, pois o consumo excessivo de água pode esgotar as fontes de água doce e provocar a falta de água apropriada para consumo. Com base nas informações, discuta com os estudantes:
· Quais são os benefícios da reciclagem do lixo?
· Se o lixo não é reciclado, para onde vocês acham que ele vai?
· Qual a forma mais adequada de condicionar e tratar o lixo produzido pelos seres humanos?
Solicite que os estudantes registrem as respostas no caderno. Projete ou distribua a imagem aos estudantes.
Imagem 4 - Vamos reciclar?
Fonte: (CÉSAR VAZ IMÓVEIS, 2018)
O que a imagem representa? Após conversarem sobre a imagem, solicite que os estudantes reproduzem a imagem com o intuito de consolidar a proposta sobre o descarte correto do lixo pensando na reciclagem.
AULA 4
Diariamente, usamos aparelhos e máquinas para realizar tarefas domésticas, para nos divertir, para nos comunicar, entre outras atividades. Peça aos estudantes que listem no caderno atividades que eles fazem desde a hora que acordam até chegar à escola.
Em seguida, peça que eles sublinhem em sua lista as tarefas que necessitam de energia elétrica para serem realizadas. Nesse momento é importante sugerir que reflitam que os aparelhos elétricos não auxiliam apenas nas tarefas do dia a dia, tornando a vida mais confortável, como também proporcionam lazer. Tomar banho quente, iluminar os ambientes de uma casa, cozinhar, assistir um filme, passar roupa, enviar mensagem via internet, os aparelhos nos hospitais, são exemplos de atividades realizadas com o auxílio de aparelhos elétricos. É importante fazer com que os estudantes discutam fenômenos que os cercam, levando-osa estruturar esses acontecimentos e construir significados de uma realidade em que vivem. Como por exemplo: verificar se a turma percebe que para produzir aquecimento, movimento, som, luz nas máquinas e nos aparelhos ocorre a transformação de uma forma de energia em outra. Esse conceito é necessário abordar na discussão. Por exemplo, o ferro elétrico, para aquecer, usa energia elétrica e o mesmo ocorre com o secador de cabelo.
RECURSOS:
Atividades impressas, imagens impressas, projetor de mídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo deverá ser processual e contínuo, abrangendo todas as atividades desenvolvidas individualmente ou em grupo, de forma oral ou escrita, através de desenhos ou
de confecção de materiais. As produções coletivas e individuais, orais (debates, roda de conversa etc) e escritas (atividades, avaliação escrita, relatório das aulas experimentais), deverão ser avaliadas. Retome as habilidades trabalhadas, procurando perceber se os estudantes conseguem relacionar as atividades humanas com a utilização de diferentes formas de energia, discutindo sobre os impactos ambientais existentes e se identificaram os recursos tecnológicos utilizados no tratamento da água e no cultivo do solo. Além disso, se reconheceram as grandes invenções e utilização das fontes de energia: do vento, da água, do sol, dos gases do petróleo e a importância dos equipamentos eletroeletrônicos na sociedade. Avalie a participação nas atividades em equipe, visando à ação cooperativa e respeitosa para a construção coletiva do conhecimento.
ATIVIDADES 5º ANO
1 Observe a imagem abaixo.
Imagem 5 - Economia de água.
Fonte: (SLIDESHARE. [2023])
a) Identifiquem os usos da água mostrados na imagem. Citem dois outros usos da água que não são mostrados.
2 A usina hidrelétrica é uma obra de engenharia com a finalidade de gerar energia para as cidades. Qual fonte de recurso natural as usinas hidrelétricas utilizam para produzir energia elétrica?
a) Carvão.
b) Sol.
c) Petróleo.
d) Água.
3 A energia elétrica está presente em nossa vida. Dependemos de alguns tipos de energia: a energia que aquece, a energia que ilumina, a energia dos alimentos que comemos, a energia que acende uma lâmpada, a energia que faz o ferro de passar roupas, o forno elétrico, o ventilador e a geladeira funcionarem.
Com base na afirmação acima, cite 2 aparelhos eletrodomésticos que tem em sua casa.
4 Precisamos de diferentes fontes de energia: para estudar, para iluminar as cidades, para movimentar máquinas, para fazer funcionar trens, ônibus, carros, etc. A primeira fonte de energia foi o fogo que era produzido com a queima da madeira e do carvão vegetal. Depois do fogo, surgiram o carvão mineral, o vento, a água, o petróleo, o Sol, a cana de açúcar que geram energia para realizarmos nossas atividades.
Cite três atividades de lazer de que você gosta e que depende de energia elétrica.
5 Com os avanços tecnológicos, o homem produziu materiais e objetos diferentes que usamos no dia a dia. Tais objetos facilitam a nossa vida, sendo eles: panelas antiaderentes, espuma plástica para proteger frutas, palmilha de tênis esportivo e outros produtos, etc. Desenhe no retângulo abaixo alguns objetos e materiais que a tecnologia produziu para facilitar a nossa vida. Se preferir, você poderá também colar gravuras.
REFERÊNCIAS
BURITI MAIS : Ciências (ensino fundamental): manual do professor / organizadora Editora Moderna ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Moderna ; editora responsável Ana Carolina de Almeida Yamamoto. – 2. Ed. – São Paulo : Moderna, 2021.
CIÊNCIAS NATURAIS. Projeto presente: manual do professor/organizadora Editora Moderna: obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Moderna: editora Marisa Martins. - 4. Ed. - São Paulo: Moderna, 2018.
CORTES, Rafaela, Pontos cardeais. Gestão Educacional. [s. l.], 21 jun. 2023. Disponível em: https://www.gestaoeducacional.com.br/pontos-cardeais-quais-sao/. Acesso em: 24 abr. 2023.
ECONOMIA de Água. SlideShare. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://www.slideshare.net/sindiconet/economia-de-agua?next_slideshow=7564777. Acesso em: 02 mai. 2023.
INSTRUMENTOS de localização. [s.l.:s.n], 21 de fev. de 2023. 1 vídeo (5,47 min). Publicado pelo canal do Youtube. Disponível em: https://youtu.be/iAKPqQriNSg. Acesso em: 16 mai. 2023.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Currículo Referência de Minas Gerais: educação infantil, o ensino fundamental. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/curriculos_estados/document o_curricular_mg.pdf. Acesso em: 26 abr. 2023.
MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Curso: ensino fundamental
- anos iniciais. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em: https://drive.google.com/ file/d/1UKeD- hdSv3CWJbBCfGW4W3JEiisnyvIb/view. Acesso em: 26 abr. 2023.
NOVAS Tecnologias podem contribuir para redução de carros na rua. Diário do Transporte. [s. l.], 21 jul. 2016. Disponível em: https://diariodotransporte.com.br/2016/07/21/novas- tecnologias-podem-contribuir-para-reducao-de-carros-nas-ruas/. Acesso em: 17 mai. 2023.
ÓRGÃOS do sistema reprodutor masculino. Mundo Educação, [s. l.], [2023]. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/sistema-genital-masculino.htm. Acesso em: 16 mai. 2023.
PINTEREST. Crianças. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/17-- 257690409914570440/. Acesso em: 17 mai. 2023.
PREFEITURA DE MAIRINQUE. Secretaria Municipal de Educação. 2º roteiro de atividades. Mairinque, maio 2021. Disponível em: https://www.mairinque.sp.gov.br/arquivos/atividades- domiciliares/fcea8f2b-ee3b-4c04-af52-ce697350c70f.pdf. Acesso em: 24 abr. 2023.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU. Secretaria Municipal da Educação, Bauru, [2022]. Disponível em:
https://www2.bauru.sp.gov.br/arquivos/arquivos_site/sec_educacao/atividades_pedagogica_ distancia/2;Fundamental/09;EMEF%20Jos%C3%A9%20Rom%C3%A3o/13;3%C2%BA%20A NO%20%20-%20D/2%C2%B0%20BIMESTRE_BLOCO%203_10-05- 2021%20A%2002_06_2021_3%C2%B0ANO_D.pdf. Acesso em: 20 abr. 2023.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU. Secretaria Municipal da Educação, Bauru [2021]. Disponível em:
https://www2.bauru.sp.gov.br/arquivos/arquivos_site/sec_educacao/atividades_pedagogica_ distancia/2;Fundamental/01;EMEF%20Alzira%20Cardoso/11;4%C2%BA%20ANO%20%20-
%20C/1%C2%BA%20BIMESTRE-%202%C2%BA%20BLOCO%20DE%2019-04- 2021%20A%2007-05-2021%204%C2%BA%20ANO%20C.pdf. Acesso em: 24 abr. 2023.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU. Secretaria Municipal de Educação. Bauru, [2021]. Disponível em:
https://www2.bauru.sp.gov.br/arquivos/arquivos_site/sec_educacao/atividades_pedagogica_ distancia/2;Fundamental/15;EMEF%20Waldomiro%20Fantini/12;5%C2%BA%20ANO%20%2 0-%20A/13 4%C2%BA%20Bimestre%20-%20Bloco%2001%20-
%2004_10_2021%20%C3%A0%2005_11_2021%20-%205%C2%BA%20ano%20A.pdf.
Acesso em: 26 abr. 2023.
RABELO, Gabrielle. Neuro Teen. O que é puberdade. Ciência e Cognição. [s. l.], [2023]. Disponível em: http://cienciasecognicao.org/neuroteen/?p=489. Acesso em: 26 abr. 2023.
RECURSOS naturais. Todo Estudo. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/geografia/recursos-naturais. Acesso em: 17 mai. 2023.
SISTEMA reprodutor feminino. Brasil Escola.[s. l.], [2023]. Disponível em:https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-reprodutor.htm. Acesso em: 24 abr. 2023.
TIRINHAS. Espaço Educar. [s. l.], [2013]. Disponível em: https://www.espacoeducar.net/2010/08/45-tirinhas-do-menino-maluquinho.html. Acesso em: jun. 2023.
VAMOS reciclar? Cesar Vaz imóveis. [s. l.], 9 out. 2018. Disponível em: https://cesarvazimoveis.com.br/blog/post/vamos-reciclar. Acesso em: 17 mai. 2023.
MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVA
(
ANO
DE
ESCOLARIDADE
Ciclo
Complementar
) (
REFERÊNCIA
Ensino
Fundamental
ANO
LETIVO
2023
)
(
COMPONENTE
CURRICULARGeografia
) (
ÁREA
DE
CONHECIMENTO
Ciências
Humanas
)
UNIDADE TEMÁTICA:
Formas de representação e pensamento espacial. Mundo do trabalho. Conexões e escalas.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):
Representações cartográ- ficas
Matéria-prima e indústria.
(EF03GE07) Reconhecer e elaborar legendas com símbolos de diversos tipos de representações em diferentes escalas cartográficas.
(EF03GE05X) Identificar alimentos, recursos minerais e outros produtos cultivados e extraídos da natureza, comparando as atividades de trabalho em diferentes lugares, e observando sua disponibilidade e escassez.
Territórios étnico culturais.
Representações cartográ- ficas.
Formas de representação e pensamento espacial.
(EF04GE06X) Identificar e descrever territórios étnico-culturais existentes no Brasil, tais como terras indígenas e de comunidades remanescentes de quilombos, reconhecendo a legitimidade da demarcação desses territórios, com destaque para a realidade mineira.
(EF45GE13MG) Representar o espaço geográfico de Minas Gerais, por meio de desenhos, mapas mentais, maquetes, entre outros.
(EF04GE07X) Comparar as características do trabalho no campo e na cidade, percebendo as evidências de exploração e desrespeito às leis trabalhistas.
Território, redes e urbani- zação.
Representação das cida- des e do espaço urbano.
Representações cartográ- ficas.
(EF05GE03) Identificar as formas e funções das cidades e analisar as mudanças sociais, econômicas e ambientais provocadas pelo seu crescimento.
(EF05GE09) Estabelecer conexões e hierarquias entre diferentes cidades, utilizando mapas temáticos e representações gráficas.
(EF45GE14MG) Representar o espaço geográfico de Minas Gerais, por meio de desenhos, mapas mentais, maquetes, entre outros.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Atividades predominantes no campo.
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Neste planejamento, os assuntos abordados são referentes ao mundo do trabalho, com foco nos processos de produção, circulação, consumo de alimentos e recursos naturais. Como um dos estados brasileiros com maior diversidade de produção agrícola e extração de minérios, Minas Gerais tem uma história e construção territorial única. É importante que eles compreendam como essas atividades impactam a sociedade e o meio ambiente nos dias de hoje.
Trabalharemos com a elaboração e reconhecimento de legendas contendo símbolos dos produtos mais cultivados pela Agricultura Familiar em nosso estado. Essa atividade ajudará a promover a alfabetização visual de nossos estudantes e aumentar sua compreensão sobre a produção e consumo de alimentos e recursos naturais em nossa região.
Além disso, os estudantes irão aprender sobre cartografia, a ciência que estuda e elabora mapas. Sabemos que os mapas são representações da realidade, eles ilustram de forma reduzida uma determinada área da Terra ou do espaço geográfico. Mais do que um simples desenho ou imagem, os mapas são uma forma de comunicação, uma maneira que as pessoas têm de expressarem e compartilharem informações. Os elementos obrigatórios para um melhor entendimento dos mapas são: título, legenda, escala, a orientação cartográfica e a fonte.
A legenda é a parte do mapa responsável por traduzir o significado dos símbolos e cores dispostos em um mapa. A escala mostra quantas vezes uma determinada área foi reduzida para que pudesse ser cartografada na folha de papel. A orientação cartográfica representa a direção da área de um mapa, normalmente representada pela rosa dos ventos. O título representa o tema retratado no mapa e a fonte destacada quando e quem elaborou o mapa. Diante disso, podemos enumerar a seguir as principais utilidades dos mapas: a) localização: podemos nos situar sobre os diferentes lugares do mundo, descobrir a rota de um determinado percurso a ser realizado ou descobrir onde nos encontramos caso estejamos perdidos. b) comunicação: através deles podemos dizer e descrever o espaço onde vivemos. c) conhecimento: eles podem caracterizar alguns pontos, através de cores e símbolos expressos na legenda, do qual podemos aprender sobre várias coisas, como as vegetações do mundo e outros. d) medir distâncias: podemos calcular algumas distâncias, fazendo o uso de escalas, que é a relação entre o tamanho real da área representada e o tamanho do mapa.
Fonte: PENA, Rodolfo F. Aves. Exercícios sobre Cartografia. Exercícios Brasil Escola, [s. l.], 2023.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Inicie a aula apresentando aos estudantes o quadro de Di Cavalcanti. Durante a apresentação, proponha algumas perguntas para a turma, como:
· O que é possível observar nesta obra de arte?
· Quais atividades econômicas são retratadas nessa cena?
· Será que essa paisagem representa nosso estado?
Procure instigar a curiosidade e o pensamento crítico dos estudantes, permitindo que analisem a obra de forma mais aprofundada, a fim de ampliar seus conhecimentos sobre o assunto. Anote as respostas dos estudantes no quadro.
Imagem 1: Di Cavalcanti 1957, Óleo sobre tela 246,0 x 398,0 cm
Fonte: (MUSEU MINEIRO - Coleção SERVAS, [2023])
Logo após a discussão sobre o quadro, divida a turma em grupos e proponha uma pesquisa para que reflitam sobre a produção e a circulação de alimentos e recursos naturais da sua região. Para enriquecer a pesquisa, proponha temas diferentes para cada grupo. Para isso, leve os estudantes ao laboratório de informática da escola para que possam pesquisar sobre o pintor Di Cavalcanti e sobre as festas agrícolas e produtos típicos do seu município. Caso a escola não tenha laboratório de informática peça que os estudantes façam a pesquisa em casa e levem para a escola.
Dessa forma, a atividade proporcionará aos estudantes a oportunidade de se aprofundarem no conhecimento sobre a produção e a circulação de alimentos e recursos naturais em sua região, além de estimular o trabalho em grupo e a apresentação oral de informações. Em seguida, cada grupo deverá apresentar o resultado da pesquisa para os colegas da turma.
Ao final das apresentações, conclua a aula questionando a origem dos recursos naturais de sua região. Neste momento, chame atenção de como os alimentos e outros recursos chegam às nossas casas, graças ao trabalho de inúmeras pessoas, que ajudam a formar as etapas de exploração dos recursos naturais e a produção de alimento. Fale também sobre a relação entre o campo e cidade, informando que enquanto o campo fornece a matéria-prima e a base para os alimentos que consumimos, as indústrias a transformam em alimentos para consumo, e por meio do comércio vendem aos consumidores que somos nós.
Peça aos estudantes que tragam para a próxima aula diversas embalagens de alimentos que foram citados ou não na pesquisa.
Algumas sugestões de produtos ou embalagens para serem classificados são: frutas, legumes, carnes, laticínios, cereais, produtos enlatados, entre outros. Segue abaixo uma lista:
· Leite de caixinha
· Iogurte
· Milho
· Amendoim
· Presunto
· Bacon ou um tipo de carne
· Papelão
· Sardinha ou algum peixe de água doce
· Moedas
· Suco de caixinha
· Feijão
· Arroz
AULA 2
Retome o assunto da aula anterior.
Informe aos estudantes que nesta aula, iremos abordar sobre os produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas, tanto os industrializados quanto os naturais. Para isso, é importante trabalhar conceitos fundamentais com a turma, como agricultura, pecuária, extrativismo, produtos industrializados e naturais.
Proponha a construção de um glossário destes conceitos. Se necessário, faça o uso do dicionário, discutam e explorem em conjunto, os significados de cada termo.
Após construir o glossário, divida a turma em grupos, novamente, de preferência que sejam os mesmos da pesquisa.
Separe e divida entre os grupos, as embalagens de alimentos trazidas por eles. Oriente-os de forma que utilizem embalagens diferenciadas uns dos outros, a fim de enriquecer o conhecimento.
Solicite que cada grupo preencha a tabela abaixo a partir das informações contidas nas embalagensdos alimentos, classificando-os.
Produto
Agricultura
Pecuária
Extrativismo Animal
Extrativismo Mineral
Extrativismo Vegetal
Leite de caixinha
x
Classifique os produtos em industrializados e natural:
Industrializado
Natural
Leite de caixinha,
Circule pela sala verificando o preenchimento das tabelas, observando se estão realizando a classificação correta dos alimentos. Auxilie os estudantes esclarecendo as dúvidas que surgirem.
Ao final da atividade, cada grupo deve apresentar a classificação dos produtos e as tabelas preenchidas, devendo ser fixadas em um varal na sala de aula. Desta forma, os estudantes terão um material visual e concreto que os ajudará a fixar melhor os conceitos aprendidos, além de poderem utilizá-lo como referência para outras atividades relacionadas à alimentação e produção de alimentos.
Aula 3
Professor(a), uma forma interessante de complementar o aprendizado dos estudantes sobre as habilidades deste bimestre é a agricultura familiar em nosso estado.
Entregue o texto abaixo para cada estudante, a fim de que conheçam sobre a atividade da agricultura familiar.
(
Agricultura
Familiar
Afinal,
o
que
é
agricultura
familiar?
Conheça
essa
atividade,
responsável
por
boa
parte
dos
alimentos
que
chegam
à
mesa
dos
brasileiros.
Agricultura Familiar é a principal responsável pela produção dos alimentos que são
disponibilizados para o consumo da população brasileira. É constituída de pequenos
produtores rurais, povos e comunidades tradicionais, assentados da reforma agrária,
silvicultores,
aquicultores,
extrativistas
e
pescadores.
O
setor
se
destaca
pela
produção
de
milho,
raiz
de
mandioca,
pecuária
leiteira,
gado
de
corte,
ovinos,
caprinos,
olerícolas, feijão, cana, arroz, suínos, aves, café, trigo, mamona, fruticulturas e
hortaliças.
Na agricultura familiar a gestão da propriedade é compartilhada pela família e a
atividade produtiva agropecuária é a principal fonte geradora de renda. Além disso, o
agricultor familiar tem uma relação particular com a terra, seu local de trabalho e
moradia. A diversidade produtiva também é uma característica marcante desse setor,
pois muitas vezes alia a produção de subsistência a uma produção destinada ao
mercado.
)
A Lei 11.326, de 24 de julho de 2006, define as diretrizes para formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e os critérios para identificação desse público. Conforme a legislação, é considerado agricultor familiar e empreendedor familiar rural aquele que pratica atividades no meio rural, possui área de até quatro módulos fiscais, mão de obra da própria família, renda familiar vinculada ao próprio estabelecimento e gerenciamento do estabelecimento ou empreendimento pela própria família.
O Censo Agropecuário de 2017, levantamento feito em mais de 5 milhões de propriedades rurais de todo o Brasil, aponta que 77% dos estabelecimentos agrícolas do país foram classificados como da agricultura familiar. Em extensão de área, a agricultura familiar ocupava no período da pesquisa 80,9 milhões de hectares, o que representa 23% da área total dos estabelecimentos agropecuários brasileiros.
De acordo com o levantamento, a agricultura familiar empregava mais de 10 milhões de pessoas em setembro de 2017, o que representa 67% do total de pessoas ocupadas na agropecuária. A agricultura familiar também foi responsável por 23% do valor total da produção dos estabelecimentos agropecuários.
Conforme o censo, os agricultores familiares têm participação significativa na produção dos alimentos que vão para a mesa dos brasileiros. Nas culturas permanentes, o segmento responde por 48% do valor da produção de café e banana; nas culturas temporárias, são responsáveis por 80% do valor de produção da mandioca, 69% do abacaxi e 42% da produção do feijão.
Fonte: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/mda/agricultura-familiar-1
Em seguida, converse sobre a importância dessa atividade para a comunidade local, regional e nacional.
Apresente os mapas abaixo (em um cartaz ou no projetor) para que possam compreender um pouco mais sobre a diversidade de produtos cultivados em diferentes regiões do estado de Minas Gerais.
Oriente-os em relação ao estudo da cartografia. Pergunte se sabem do que se trata. Informe que ela pode ser definida como a ciência e a arte dedicadas à confecção e ao estudo de mapas e outros produtos cartográficos, como plantas e croquis. Diga que para desenvolver a leitura e interpretação de um mapa, como os apresentados acima, é necessário que além de saber qual o tipo de mapa, entendam quais elementos compõem um mapa e qual a função de cada um.
Produção Agricultura familiar 2017-IBGE
Imagem 2
Fonte: (IBGE, 2017)
Legenda - Estado de Minas Gerais - Milho 2017
Imagem 3
Fonte: (IBGE, 2017)
Legenda - Estado de Minas Gerais - Mandioca 2017
Imagem 4
Fonte: (IBGE, 2017)
Legenda - Estado de Minas Gerais - Feijão 2017
Faça uma roda de conversa e pergunte:
· Em qual região do estado, está concentrada a produção de milho? E o feijão? E a mandioca?
· Algum desses alimentos apresentados nos mapas, apareceram, também, na pesquisa?
· Em sua escola é feita a aquisição de produtos da agricultura familiar?
· Vocês sabem se em sua comunidade também se comercializa produtos da agricultura familiar?
Peça aos estudantes que relacionem o que aprenderam com as situações reais e contextualizadas, conduzindo-os à compreensão sobre a importância da agricultura familiar para a produção e a oferta de alimentos em nosso estado.
Em seguida, organize a turma em dois grupos para realizarem uma entrevista com as auxiliares de cozinha e o diretor(a) da escola. Cada grupo deverá realizar a entrevista com profissionais diferentes.
Pense em algumas perguntas que devem ser feitas sobre a merenda escolar e a utilização de alimentos da agricultura familiar:
(
Roteiro
de
Entrevista
-
auxiliar
de
cozinha
Nome:
Profissão:
Quanto
tempo
atua
na
cantina:
Quais
alimentos
são
mais
utilizados
na
produção
da
merenda
escolar?
Quais
destes
alimentos
são
da
agricultura familiar?
)
(
Roteiro
de Entrevista
-
diretor(a)
Nome:
Profissão:
Quanto
tempo
atua
na direção
da
escola:
Como
os
alimentos
são
adquiridos
pela escola?
Qual
a
importância
da
aquisição
desses
alimentos
para
a
comunidade?
)
Ao final da atividade, cada grupo deve apresentar aos demais colegas as entrevistas realizadas e estas, deverão ser fixadas em um mural na sala de aula. Desta forma, os estudantes terão um material visual que os ajudará a fixar melhor os conceitos aprendidos sobre a importância da agricultura familiar, além de poderem utilizá-lo como referência para outras atividades relacionadas à alimentação e produção de alimentos.
RECURSOS:
Gravura do quadro de Di Cavalcanti, laboratório de informática ou pesquisa sobre alimentos ou produtos importantes na economia do município, atividade xerografada, dicionários, embalagens, cartolina, mapas, projetor multimídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo será contínuo durante a execução das atividades propostas, verificando as dúvidas que surgirem em relação ao conteúdo estudado e retomando conceitos quando necessário. É essencial que os estudantes compreendam as diferenças entre as atividades de trabalho em diferentes lugares e reconheçam e elaborem legendas desses espaços. Compreendam conceitos relacionados aos produtos da agricultura, pecuária e extrativismo, assim como, industrializados e in natura. Incentivando a valorização dos produtores familiares e dos seus produtos, promovendo uma cultura de consumo mais saudável e consciente.
Para alcançar esse objetivo, é importante manter observações e registros contínuos e progressivos, enfocando diferentes aspectos da aprendizagem. Éfundamental avaliar a motivação e o interesse dos participantes em relação à proposta, bem como sua interação individual e participação coletiva. Além disso, é necessário incentivar a colaboração entre os participantes para que possam desenvolver habilidades planejadas e confirmar o desenvolvimento das capacidades necessárias para as atividades realizadas.
ATIVIDADES 3º ANO
1 Responda as questões abaixo de acordo com as informações obtidas da pesquisa realizada:
a) No lugar em que você vive há alguma festa de algum alimento ou produto em destaque na economia? Se sim, quando ela acontece?
b) Qual a importância econômica deste produto ou alimento na sua região?
c) Quando e como a produção desse produto começou na sua região?
d) Existe alguma influência das comunidades migrantes de outros países?
2 Ligue cada atividade ao seu conceito:
(
Agricultura
) (
Bens produzidos em larga escala por meio de
processos
industriais.
Esses
produtos
geralmente
passam
por
várias
etapas
de
produção, desde a obtenção das matérias-
primas
até
a
sua
transformação
em
um
produto final, que é comercializado para os
consumidores.
) (
Pecuária
) (
É
um
termo
que
se
refere
a
produtos
e
materiais que são obtidos a partir de fontes
naturais, como plantas, animais, minerais e
outros
elementos
presentes
na
natureza.
Esses
produtos
geralmente
não
passam
por
processos
industriais.
)
(
Extrativismo
) (
É a prática de cultivar a terra, envolvendo o
preparo
do
solo,
o
plantio
de
sementes
e,
por
fim,
a
colheita
dos frutos produzidos.
)
(
Produto
Industrializado
) (
É
exploração
de
recursos
naturais
que
consiste na extração ou coleta de recursos
da
natureza,
como
minérios,
madeira,
petróleo, água e outros, com o objetivo de
utilizá-los
para
fins
comerciais
e
industriais.
)
(
Produto
Natural
) (
É uma atividade que consiste em cuidar dos
animais
para
fins
diversos,
como
produção
de
alimentos,
comércio
ou
lazer.
)
3 Recorte de revistas, jornais, panfletos ou outros suportes, imagens de produtos da agricultura familiar. Cole-as no mapa de Minas Gerais de acordo com a Produção da Agricultura Familiar estudada e crie uma legenda ilustrada. Capriche em sua produção.
Imagem 5: Mapa do Estado de Minas Gerais
Fonte: (MAPAS PARA COLORIR, [2023])
Legenda
Milho
Mandioca
Feijão
4 Se você tivesse que criar o significado para os símbolos de uma legenda que representa os estabelecimentos comerciais de uma cidade, o que significaria os desenhos abaixo?
Imagem 6 - […] cachorro fofo e gato fofo
Fonte: (FREEPIK, [2023])
Imagem 7 – […] conjunto de dinheiro bancário
Fonte: (FREEPIK, [2023])
Imagem 8 – […] logotipo para flat catering
Fonte: (FREEPIK, [2023])
Imagem 9 – […]desenhos animados do fogo.
Fonte: (FREEPIK, [2023])
PLANEJAMENTO 4º ANO
TEMA DE ESTUDO: População e trabalho.
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
A Geografia atual é uma disciplina que desempenha um papel fundamental no desenvolvimento do pensamento crítico dos nossos estudantes. Neste planejamento, abordaremos sobre a importância de reconhecer e entender os territórios quilombolas e indígenas em Minas Gerais, por meio de diferentes objetos de estudo.
Além disso, será tratado sobre a relação existente entre o trabalho no meio rural e urbano, destacando as diferenças e semelhanças desses dois ambientes. Com esta abordagem, esperamos fornecer aos nossos estudantes uma compreensão mais ampla e significativa da Geografia como uma ciência essencial para a compreensão do mundo ao seu redor.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Faça a leitura do Jornal Lupa nº 6, AGO 2022, p. 6 e 7 (disponível nas referências). Caso seja possível, imprima para os estudantes, o texto ou a parte que aborda o assunto em questão.
Imagem 1: Jornal LUPA nº 6
Acesse o jornal na íntegra:
Disponível em: https://drive.google.com/drive/folders/1ALSMjARW4vc1jNWHmkUkun3nueyTDcyZ.
Após a leitura do jornal, apresente os seguintes questionamentos sobre a formação da população brasileira e registre-as no quadro. Solicite aos estudantes que as respondam no caderno:
· Qual a importância do CENSO no país?
· De acordo com o Jornal Lupa, qual a quantidade de municípios que temos em nosso país?
· Vocês sabem a quantidade de municípios do estado de Minas Gerais?
· De acordo com o Jornal Lupa, quantas localidades quilombolas e terras indígenas temos no Brasil?
· No estado de Minas Gerais temos localidades quilombolas e terras indígenas? Quantas? Conclua com a turma, informando que o Censo é a única forma de informação sobre a situação de vida da população em cada um dos municípios e localidades do País.
Aula 2
Divida a turma em dois grupos e leve-os para o laboratório de informática para realizarem uma pesquisa sobre os povos quilombolas e indígenas/povos originários. Cada grupo ficará responsável por uma etnia. Sugerimos os sites: https://aldeiaescolafloresta.org/ e https://www.cedefes.org.br/quilombolas-destaque/. Eles oferecem informações valiosas sobre o povo indígena Maxakali e os povos quilombolas, comunidades que desempenham um papel significativo na história e na construção do território mineiro. Se não for possível levar os estudantes ao laboratório de informática, solicite a eles que realizem a pesquisa e levem-na para a sala de aula.
Peça aos estudantes que registrem as informações sobre: história, vivências culturais, vocabulário, fotografias da aldeia ou da comunidade, atividades econômicas, dentre outras.
Após a pesquisa, peça que se reúnam em uma roda para discutir o que aprenderam sobre esses povos. Encoraje-os a refletirem sobre o modo de vida indígena e quilombola, a questionar se ser indígena significa viver apenas em aldeias ou se é possível viver também nos centros urbanos e se os povos quilombolas são donos das terras em que vivem.
Converse com eles sobre as vestimentas e tecnologias utilizadas por essas pessoas. Peça a eles que construam cartazes sobre os temas debatidos e a importância de se respeitar a cultura indígena e quilombola, fundamentais para a formação do povo brasileiro.
Em seguida, afixe os cartazes em espaços informativos da escola, proporcionando a vinculação das informações que os estudantes descobriram sobre estes povos.
AULA 3
Peça aos estudantes que façam a leitura do texto abaixo. Caso seja possível, imprima para os estudantes o referido texto.
Pergunte se sabem a diferença entre zona urbana e zona rural? Vamos ler um texto que explica essas diferenças!
Diferenças entre zona rural e zona urbana
A zona rural e a zona urbana são dois cenários distintos que apresentam diferenças marcantes em relação ao estilo de vida, infraestrutura e atividades realizadas. Vamos explorar algumas dessas diferenças?
A zona urbana é caracterizada por ser uma área densamente povoada, composta por cidades e centros urbanos. Nesse ambiente, encontramos uma série de comodidades e facilidades que visam atender às necessidades da população. A presença de serviços básicos como eletricidade, água encanada, esgoto tratado e transporte público é comum nas áreas urbanas. Além disso, a comunicação é facilitada pela presença de redes de telecomunicações e acesso à internet.
A vida na zona urbana é agitada e movimentada. As cidades oferecem uma ampla gama de comércios, desde shoppings centers até pequenas lojas de bairro, permitindo que as pessoas tenham acesso a uma variedade de produtos e serviços. A infraestrutura inclui uma rede extensa de estradas, ruas pavimentadas, pontes e edifícios altos que compõem o horizonte urbano. Os espaços públicos, como parques, praças e áreas de lazer, são projetados para proporcionar opções de entretenimento e convivência social.
Já a zona rural, também conhecida como campo, é caracterizada por áreas mais afastadas das cidades, onde a população é menore a paisagem é dominada por espaços naturais e atividades agrícolas. Nas áreas rurais, as casas são geralmente dispersas e distantes umas das outras, permitindo uma maior privacidade e contato com a natureza.
Na zona rural, a principal atividade econômica é a agricultura e a pecuária. Os agricultores trabalham na terra, cultivando diversos tipos de alimentos, enquanto os pecuaristas criam animais para a produção de leite, carne, ovos, entre outros produtos derivados. A vida no campo é mais tranquila e conectada com a natureza. As pessoas podem desfrutar de espaços abertos, como campos, florestas, rios e lagos, e aproveitar atividades ao ar livre, como trilhas, pesca, cavalgadas e banhos em rios.
Em termos de infraestrutura, as áreas rurais geralmente possuem menos serviços e recursos em comparação com as áreas urbanas. A eletricidade pode ser menos estável e o acesso à água encanada pode ser limitado, com muitas casas dependendo de poços ou outras fontes naturais. Além disso, o transporte público pode ser escasso, o que requer que as pessoas tenham veículos próprios para se locomoverem.
Tanto na zona rural quanto na zona urbana, existem diferentes formas de lazer e entretenimento. Nas áreas urbanas, encontramos uma variedade de opções, como cinemas, teatros, restaurantes, bares e museus. Já na zona rural, onde a oferta de serviços é mais limitada, as pessoas tendem a buscar atividades ao ar livre, como piqueniques, acampamentos e práticas esportivas em espaços naturais.
Em resumo, a zona rural e a zona urbana são distintas em relação à densidade populacional, infraestrutura, atividades econômicas e estilo de vida.
Professor(a), após a leitura do texto, organizem um debate. Divida a sala em dois grupos: um grupo irá defender o modo de vida no meio rural e o outro grupo o modo de vida no meio urbano. Para que o debate seja construtivo e de qualidade, estimule os grupos fazendo perguntas sobre a vida urbana e a rural. Questione-os se perceberam algum tipo de exploração e desrespeito às leis trabalhistas nesses espaços.
Circule ao redor da escola, pelo bairro e a comunidade, peça aos estudantes que observem a paisagem e o comércio local. Esta observação será utilizada para realizar a próxima atividade. Retornando a escola assista ao vídeo:
GEOGRAFIA - 4º ANO - ZONA URBANA E ZONA RURAL.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KlvgRbnfMTY .
Distribua imagens aleatórias que representam o campo e a cidade. Convide os estudantes a observarem as imagens e peça-lhes que destaquem pontos comuns e diferenciados, relacionando-as com o que foi assistido no vídeo e na observação dos espaços ao redor da escola.
Aproveite o momento e informe sobre as atividades econômicas no meio rural e urbano.
Como atividade extraclasse, solicite que, em pequenos grupos, construam maquetes que representam o espaço urbano e rural do nosso estado. As produções deverão ser expostas para os demais colegas. Desta forma, os estudantes terão um material visual que os ajudará a fixar melhor os conceitos aprendidos.
RECURSOS:
Jornal LUPA impresso ou projetado (projetor multimídia), computadores ou informações impressas sobre os Maxakalis e povos quilombolas, cópias das atividades, cartolinas, imagens diversas que representam o campo e a cidade.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
O processo avaliativo será durante a execução das atividades propostas, verificando as dúvidas que surgirem em relação ao conteúdo estudado e retomando conceitos sempre que necessário. É fundamental que os estudantes compreendam a diversidade dos povos brasileiros e suas atividades econômicas, bem como os fluxos envolvidos. Verifique se os estudantes compreenderam sobre a diversidade cultural e inclusão social.
É importante manter observações, registros contínuos e progressivos, avaliando a motivação e o interesse dos participantes em relação às atividades propostas, bem como sua interação individual e participação coletiva. Além disso, é necessário incentivar a colaboração entre os estudantes para que possam desenvolver habilidades planejadas e confirmar o desenvolvimento das capacidades necessárias para as atividades realizadas.
ATIVIDADES 4º ANO
1 Observe os mapas abaixo do Estado de Minas Gerais. Depois responda às perguntas:
Imagem 2: Municípios com comunidades quilombolas identificadas. Minas Gerais — 2007.
Imagem 3: Percentual de terras indígenas por município. Minas Gerais — 2010.
Fonte: https://politicaspublicas.almg.gov.br/tema s/povos_comunidades_tradicionais/dados_indicad ores/dado_indicador5.html?tagNivel1=236&tagAt ual=10312
Fonte: https://politicaspublicas.almg.gov.br/temas
/povos_comunidades_tradicionais/dados_indicadores
/dado_indicador4.html?tagNivel1=236&tagAtual=103 12
a) Existe mais concentração de comunidades quilombolas ou indígenas no estado de Minas Gerais?
b) Em sua opinião, por que temos mais municípios com comunidades quilombolas em nosso estado?
c) Em nosso município possui comunidades quilombolas? E terras indígenas?
2 Preencha a cruzadinha abaixo de acordo com as atividades econômicas:
1. Uma atividade humana que envolve esforço físico ou mental e que tem como objetivo produzir algo de valor.
2. Termo utilizado para designar qualquer material natural ou transformado que é utilizado na produção de um produto acabado. É o primeiro estágio da cadeia produtiva de um produto e pode ser de origem animal, vegetal, mineral ou sintética.
3. Um dos três setores básicos da economia que se dedica à extração e produção de matéria-prima. É composto pelas atividades econômicas relacionadas à agricultura, pecuária, pesca, mineração, exploração florestal e outros tipos de produção primária.
4. Atividade econômica que se dedica à criação e ao cuidado de animais domesticados, como gado, porcos, ovelhas, aves e outros, com o objetivo de produzir alimentos, leite, ovos, lã, couro e outros produtos de origem animal para consumo humano ou industrial.
5. Atividade econômica que se dedica ao cultivo de plantas com o objetivo de produzir alimentos, fibras, combustíveis, medicamentos e outros produtos de origem vegetal para consumo humano ou animal.
6. Um dos três setores básicos da economia que se dedica à prestação de serviços. É composto pelas atividades econômicas relacionadas ao comércio, transporte, comunicação, turismo, serviços financeiros, educação, saúde e outros tipos de serviços prestados a empresas e indivíduos.
7. Um dos três setores básicos da economia que se dedica à transformação de matéria- prima em bens e produtos manufaturados. É composto pelas atividades econômicas relacionadas à indústria, construção civil e produção de energia, entre outros tipos de atividades que transformam recursos naturais em produtos acabados.
8. Uma atividade econômica que se dedica à coleta, exploração e comercialização de recursos naturais não renováveis, como minerais, petróleo, gás, madeira, borracha, peles e outros materiais extraídos diretamente da natureza, sem a necessidade de plantio ou criação de animais.
3 Construa um glossário das atividades econômicas no meio rural e urbano. Pesquise e escreva o significado dos seguintes termos:
· Matéria-Prima
· Agricultura
· Pecuária
· Extrativismo
· Indústria
· Comércio
4 Agora é a sua vez!
Escreva um texto relatando o que você assistiu no vídeo e o que observou ao longo do percurso realizado. Espera-se que os estudantes percebam características semelhantes e as diferenças entre o campo e a cidade.
PLANEJAMENTO 5º ANO
TEMA DE ESTUDO: Cidades e seus desafios.
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Neste planejamento, iremos estudar algumas cidades mineiras e reconhecer o crescimento da população urbana, analisando alguns impactos sociais, econômicos e ambientais em nossos municípios. É importante que os estudantes compreendam que a paisagem é um resultado natural ou cultural, separado pela inter-relação de elementos físicos e biológicos. Uma paisagem natural é aquela em que não há intervenção humana, como a vegetação e as formaçõesgeológicas.
Uma cidade é um grande assentamento humano. Pode ser definida como um lugar permanente e densamente povoado com limites administrativamente definidos cujos membros trabalham principalmente em tarefas não agrícolas. As cidades geralmente têm amplos sistemas de habitação, transporte, saneamento, serviços públicos, uso do solo, produção de bens e comunicação. Sua densidade facilita a interação entre pessoas, órgãos governamentais e empresas, às vezes beneficiando diferentes partes do processo, como melhorar a eficiência da distribuição de bens e serviços.
Fonte: Wikipédia, [2023].
Ao entender esse conceito, os estudantes poderão compreender melhor os problemas sociais e ambientais em suas cidades e buscar soluções mais eficazes para essas questões.
Uma forma de registro que proporciona aos estudantes de maneira dinâmica esquematizar o conteúdo aprendido é o Mapa Mental. Ele foi criado pelo psicólogo inglês Tony Buzan que apresentou o termo mapa mental pela primeira vez, em 1974, durante a série Use Your Head (que, em tradução livre, significa: use sua cabeça).
De acordo com Buzan, em “Mapas Mentais e sua elaboração” (2005):
“[...] têm algumas coisas em comum: usam cores; têm uma estrutura natural que parte do centro; todos utilizam linhas, símbolos, palavras e imagens de acordo com um conjunto de regras simples, básicas, naturais e familiares ao cérebro”.
Fonte: COELHO, Beatriz. Como fazer um mapa mental em 5 passos. Mettzer. [s. l.], 02 mar. 2022.
Além dos mapas mentais, podemos representar os espaços geográficos por meio de desenhos, maquetes, entre outros.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 1
Inicie a aula apresentando as imagens das cidades mineiras abaixo:
Imagem 1: Belo Horizonte, Brasil.
Imagem 2: Arquivo - Skyline de Uberaba.
Fonte: (WIKIMEDIA COMMONS, [2023])
Fonte: (WIKIMEDIA COMMONS, [2023])
Imagem 3: Conjunto projetado e urbanístico de Ouro Preto.
Imagem 4: Diamantina MG Brasil - Rua Direita –
panoramio.
Fonte: (WIKIMEDIA COMMONS, [2023])
Fonte: (WIKIMEDIA COMMONS, [2023])
Imagem 5: Tempestade concomitante de um arco- íris.
Imagem 6: Praia de rio - Rio São Francisco - Januária - MG-2.
Fonte: (WIKIMEDIA COMMONS, [2023])
Fonte: (WIKIMEDIA COMMONS, [2023])
Após apresentar as imagens, faça alguns questionamentos para os estudantes:
· Quais dessas cidades são consideradas urbanas?
· Alguma delas é considerada histórica?
· Você conhece o conceito de cidade planejada e não planejada?
· Das cidades acima, alguma delas é planejada?
· Vocês notam semelhanças entre essas cidades e a nossa?
· E quais são as principais diferenças?
Conduza a conversa, de maneira que essas perguntas sirvam como base para conhecer melhor essas cidades e compará-las com a sua. A partir daí, os estudantes terão uma compreensão mais ampla sobre as características das cidades brasileiras e as diferentes formas de organização e desenvolvimento urbano.
Utilizando as imagens das cidades mineiras acima, construa com a turma um mapa mental, abordando os aspectos (urbanas, históricas, planejadas ou não).
Selecione, previamente, e leve para a sala, imagens de antigas e recentes de sua cidade e cole-as em um cartaz, conforme modelo abaixo:
Foto antiga
Foto Recente
Realize os questionamentos abaixo:
· O que vocês acham que mudou na paisagem do nosso município?
· Como eram as ruas?
· E as construções das casas?
· Houve crescimento do comércio local?
· O acesso à infraestrutura mudou (energia elétrica, água encanada, internet)?
Após essa discussão, faça as considerações necessárias e proponha a escrita de uma carta coletiva, ao prefeito da cidade, solicitando uma melhoria na infraestrutura do município/localidade que você reside.
AULA 2
Retome o assunto da aula anterior, enfatizando a importância de pertencimento e valorização do seu ambiente de vivência.
Leve os estudantes para o laboratório de informática e acesse o site do IBGE e façam uma pesquisa sobre o seu município. Esse site oferece informações valiosas sobre o panorama dos municípios brasileiros. Se não for possível levar os estudantes ao laboratório de informática, solicite que realizem essa pesquisa em casa e leve para a sala de aula informações de acordo com o último censo sobre: população, meio ambiente (fauna e flora), aspectos geográficos. Trabalhe, também, os conceitos de região, microrregião, macrorregião.
Após a pesquisa, peça aos estudantes que se reúnam em uma roda para discutir o que aprenderam a partir dela. Encoraje-os a refletirem sobre o modo de vida das pessoas que está ligado ao desenvolvimento econômico dos municípios. Converse sobre as mudanças sociais econômicas e ambientais de cada cidade.
Em seguida, apresente o mapa do município de sua região ou leve-o impresso para os estudantes.
Construa com os estudantes a Rosa dos Ventos e oriente-os a usá-la para localizar as regiões dos municípios circunvizinhos.
Converse com a turma sobre os aspectos positivos e negativos do crescimento das cidades/localidades. Espera-se que sejam abordados assuntos sobre qualidade de vida. Caso os estudantes não façam referência sobre este assunto, traga-o para a roda de conversa.
AULA 3
Divida a turma em 4 grupos e solicite que construam maquetes. Dois grupos representarão como imaginam que era o município/localidade e dois como o município/localidade é atualmente.
Oriente os estudantes representarem, nas maquetes, os mais variados aspectos da cidade: culturais, ambientais, sociais e econômicos, elementos marcantes da cidade como rios, ruas, avenidas, parques, museus. Lembre de pedir para colocarem legendas com o nome da cidade, informar se ela é rural, urbana, histórica ou planejada, sua população, esgotamento sanitário adequado, áreas arborizadas, entre outros.
Após a construção das maquetes, façam uma exposição para toda escola. Peça a cada grupo que escolha um representante para relatar os pontos positivos e negativos das descobertas sobre seu município/localidade.
RECURSOS:
Fotografias das cidades mineiras, da sua comunidade, atividades impressas, cartolina, materiais para construção de maquetes, mapas, Rosa dos Ventos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO:
Durante a execução das atividades propostas, o processo avaliativo será contínuo, com o objetivo de verificar e sanar as dúvidas que surgirem em relação ao conteúdo estudado, retomando conceitos sempre que necessário. É essencial que os estudantes compreendam a diversidade das cidades brasileiras, suas atividades econômicas e os fluxos envolvidos para compreender a relação entre desenvolvimento econômico e qualidade de vida da população, bem como os desafios dos grandes centros urbanos e a importância do planejamento do crescimento populacional.
Para alcançar esses objetivos, é importante registrar observações contínuas e progressivas, enfocando diferentes aspectos da aprendizagem. Além disso, é fundamental avaliar a motivação e o interesse dos estudantes em relação à proposta, bem como sua interação individual e participação coletiva. É necessário incentivar a colaboração entre eles para que possam desenvolver habilidades planejadas e confirmar o desenvolvimento das capacidades necessárias para as atividades realizadas.
ATIVIDADES 5º ANO
1. Procure uma pessoa adulta (pai, mãe, responsável e/ou alguém da comunidade) e faça-lhe as seguintes perguntas:
· Como era o espaço geográfico da sua cidade/localidade antigamente?
· Como ele é atualmente?
· Houve muitas mudanças ao longo dos anos?
· Quais os principais lugares frequentados por ele(s)?
A partir das respostas dessas perguntas, construa um texto, uma memória, relatando sobre as mudanças geográficas, sociais e econômicas do município/localidade com o decorrer do tempo.
Não esqueça de fazer uma bela ilustração do seu texto. Capriche!
2 Complete o texto com as seguintes palavras estudadas:
(
POPULAÇÃO
-
MEIO
AMBIENTE -
FLORA
-
FAUNA
-
ASPECTOS
GEOGRÁFICOS
-
REGIÃO
-
MICRORREGIÃO
- MACRORREGIÃO
)
A é um elemento fundamental quando se trata de analisar e compreender os de umaregião. Nesse contexto, é importante considerar não apenas a densidade populacional, mas também a interação entre
as pessoas e o meio ambiente ao seu redor, incluindo a e
presentes na sua .
A relação entre população, e aspectos geográficos é misturada e complexa. Cada região, e apresenta particularidades que moldam a interação entre as pessoas e a natureza ao seu redor. Compreender esses elementos é essencial para promover o desenvolvimento sustentável e a preservação do meio ambiente para as gerações futuras.
3 Responda às questões, na tabela abaixo, de acordo com o deslocamento e organização geográfica de sua família:
Pergunta
Resposta
Quantas pessoas vivem em sua residência?
Quantas pessoas trabalham?
Quantas pessoas trabalham fora de seu município/localidade?
Quantas pessoas estudam?
Quantas pessoas estudam em outro município/localidade?
Possui algum membro de sua família que foi morar em outra cidade/estado/país? Quantos(as)?
Existem pessoas de sua família que residem em outra localidade? Com qual frequência vocês se veem?
Qual(is) o(s) motivo(s) que leva(m) as pessoas a se deslocarem de uma cidade para outra?
4 Observe as imagens abaixo e construa um mapa mental, abordando os aspectos positivos e negativos do crescimento populacional.
Imagem 7: Bela foto aérea dos edifícios na favela da Comuna 13 em Medellin, Colômbia.
Imagem 8: Gato bonito sentado ao lado da lata de lixo ao ar livre.
Fonte: (FREEPIK, [2023])
Fonte: (FREEPIK, [2023])
Imagem 9: Linda calçada entre palmeiras altas sob um céu ensolarado no Brasil.
Fonte: (FREEPIK, [2023])
Imagem 10: Bela vista da vila nas montanhas dos cárpatos ucranianos.
Fonte: (FREEPIK, [2023])
Imagem 12: Mapa mental.
REFERÊNCIAS
COELHO, Beatriz. Como fazer um mapa mental em 5 passos. Mettzer. [s. l.], 02 mar. 2022. Disponível em: https://blog.mettzer.com/mapa- mental/#:~:text=De%20forma%20geral%2C%20mapa%20mental,conhecimento%20e%20 elaborar%20racioc%C3%ADnio%20l%C3%B3gico. Acesso em: 9 maio. 2023.
DI Cavalcanti 1957. Museu Mineiro. [s. l.], [2023]. Disponível em: http://www.museumineiro.mg.gov.br/acervo/. Acesso em: 24 abr. 2023.
FREEPIK, Bela foto aérea dos edifícios na favela da Comuna 13 em Medellin, Colômbia. [2023]. Disponível em: https://www.freepik.com/free-photo/beautiful-aerial-shot-buildings-comuna- 13-slum-medellin- colombia_17243984.htm#query=jpg%20favelas&position=4&from_view=search&track=ais. Acesso em 9 maio 2023.
FREEPIK. Bela vista da vila nas montanhas dos cárpatos ucranianos. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://www.freepik.com/free-photo/beautiful-view-village-ukrainian- carpathian- mountains_8085580.htm#page=2&query=jpgmeio%20rural&position=17&from_view=searc h&track=ais. Acesso em: 18 maio 2023.
FREEPIK. Gato bonito sentado ao lado da lata de lixo ao ar livre. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://www.freepik.com/free-photo/cute-cat-sitting-rubbish-bin- outdoors_10079639.htm#query=jpg%20lixo%20nas%20cidades&position=0&from_view=se arch&track=ais. Acesso: 09 maio 2023.
FREEPIK. Linda calçada entre palmeiras altas sob um céu ensolarado no Brasil. [s. l.], [2023]. Disponível em:https://www.freepik.com/free-photo/beautiful-sidewalk-among-tall- palm-trees-sunny-sky- brazil_13382065.htm#query=jpg%20parque%20magabeiras%20bh&position=6&from_view
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FREEPIK. Banco. [s. l.], [2013]. Disponível em: https://br.freepik.com/vetores-gratis/nove- icones-de-conjunto-de-dinheiro- bancario_24800255.htm#query=banco&position=3&from_view=search&track=sph Acesso em: 27 abr 2023.
FREEPIK. Hambúguer. [s. l.], [2013]. Disponível em: https://br.freepik.com/vetores- gratis/hamburguer-queijo-com-ilustracao-do-icone-do-vetor-dos-desenhos-animados-do- fogo-conceito-de-icone-de-objeto-de-comida-isolado- premium_29660004.htm#&position=1&from_view=author Acesso em: 27 abr 2023.
FREEPIK. Pet. [s. l.], [2013]. Disponível em: https://br.freepik.com/vetores-gratis/ilustracao- de-desenho-animado-de-cachorro-fofo-e-gato- fofo_14877551.htm#query=pet&position=6&from_view=search&track=sph Acesso em: 27 abr 2023.
FREEPIK. Restaurante. [s. l.], [2013]. Disponível em: https://br.freepik.com/vetores- gratis/pacote-de-modelos-de-logotipo-para-flat- catering_15291824.htm#query=restaurante&position=5&from_view=search&track=sph Acesso em: 27 abr 2023.
JOMAA, Lina Youssef (ed). Buriti Mais Geografia: 3º ano. 1ª edição. São Paulo: Moderna, 2017.
JOMAA, Lina Youssef (ed). Buriti Mais Geografia: 4º ano. 1ª edição. São Paulo: Moderna, 2017.
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2017.
MAPA Minas Gerais. Mapas para colorir. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://www.mapasparacolorir.com.br/mapa/estado/mg/estado-minas-gerais-contorno.png. Acesso em: 27 abr. 2023.
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MINAS GERAIS. Secretaria do Estado de Educação. Plano de Curso: ensino fundamental - anos iniciais. Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, [s. l.], 2022. Disponível em: https://curriculoreferencia.educacao.mg.gov.br/index.php/plano-de-cursos-crmg. Acesso em: 05 fev. 2023.
PENA, Rodolfo F. Aves. Exercícios sobre Cartografia. Exercícios Brasil Escola, [s. l.], 2023. Disponível em: https://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-geografia-do- brasil/exercicios-sobre-cartografia.htm. Acesso em: 03 jul. 2023.
POLÍTICAS públicas ao seu alcance. Assembleia Legislativa de Minas Gerais. [s. l.], [2023]. Disponível
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PRODUÇÃO agricultura familiar. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas. IBGE, [s. l], 2017. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/apps/atlasrural/pdfs/11_13_Producao_agricultura_familiar.pdf.
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WIKIMÉDIA, Belo Horizonte. Por Portal da Copa. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=69185794. Acesso em 9 maio. 2023.
WIKIMÉDIA, Diamantina. Por Josue Marinho. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=56191897. Acesso em 9 maio. 2023.
WIKIMÉDIA, Ouro Preto. Por Raquel Mendes Silva - Obra do próprio, [s. l.], [2023]. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=43491930. Acesso em 9 maio. 2023.
WIKIMÉDIA, Por Ernani Zimmermann - Obra do próprio. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=76174518. Acesso em 9 maio. 2023.
WIKIMÉDIA, Por Leonardo Gentile - Obra do próprio. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=89606598. Acesso em 9 maio. 2023.
WIKIMÉDIA, Uberaba. Por Pedroepaulo - Obra do próprio. [s. l.], [2023]. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=76354536. Acesso em 9 maio. 2023.
WIKIPEDIA. Cidade. [s. l. ] [2023]. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade. Acesso em: 26 maio 2023.
MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVA
(
ANO
DE
ESCOLARIDADE
Ciclo
Complementar
) (
REFERÊNCIA
Ensino
Fundamental
ANO
LETIVO
2023
)
(
COMPONENTE
CURRICULAR
) (
ÁREA
DE
CONHECIMENTO
Ciências
Humanas
)
UNIDADE TEMÁTICA:
O lugar em que vive.
A noção de espaço público e privado. Circulação de pessoas, produtos e culturas. As questões históricas relativas às migrações.
Registros da história: linguagens e culturas.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO:
HABILIDADE(S):A produção dos marcos da memória: formação cultural da população.
A produção dos marcos da memória: a cidade e o campo, aproximações e diferenças.
A cidade, seus espaços públicos e privados e suas áreas de conserva- ção ambiental.
(EF03HI07X) Identificar semelhanças e diferenças existentes entre comunidades de sua cidade ou região, e descrever o papel dos diferentes grupos sociais que as formam, analisando as suas características regionais, urbanas e rurais da fala, respeitando as diversas variedades linguísticas e culturais.
(EF03HI08X) Identificar modos de vida na cidade e no campo no presente, comparando-os com os do passado, valorizando as características locais.
(EF03HI09X) Mapear os espaços públicos no lugar em que vive (ruas, praças, escolas, hospitais, prédios da Prefeitura e da Câmara de Vereadores etc.) e identificar suas funções e importância.
As rotas terrestres, fluvi- ais e marítimas e seus impactos para a forma- ção de cidades e as transformações do meio natural.
O mundo da tecnologia: a integração de pessoas e as exclusões sociais e culturais.
O surgimento da espécie humana no continente africano e sua expansão pelo mundo.
(EF04HI07) Identificar e descrever a importância dos caminhos terrestres, fluviais e marítimos para a dinâmica da vida comercial, analisando o panorama histórico das vias de acesso da cidade no passado, no presente e seu impacto para o meio natural e as cidades.
(EF04HI08X) Identificar e analisar as transformações ocorridas nos meios de comunicação (cultura oral, imprensa, rádio, televisão, cinema, internet e demais tecnologias digitais de informação e comunicação) e discutir seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais.
(EF04HI09X) Identificar as motivações dos processos migratórios em diferentes tempos e espaços e avaliar o papel desempenhado pela migração nas regiões de destino, compreendendo as transformações desses espaços em decorrência do fluxo migratório
As tradições orais e a va- lorização da memória.
(EF05HI07X) Identificar os processos de produção, hierarquização e difusão dos marcos de memória e discutir a presença e/ou a ausência de diferentes grupos que compõem a sociedade na nomeação desses marcos e referenciais de memória.
PLANEJAMENTO 3º ANO
TEMA DE ESTUDO: Marcos da memória.
DURAÇÃO: 3 aulas.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A) CONTEXTUALIZAÇÃO/ABERTURA:
Professora (a), nestas aulas você deverá trabalhar as habilidades EF03HI07X e EF03HI08X resgatando a unidade temática “O lugar onde se vive” e assim, consolidando a “noção de espaço público privado” com a habilidade EF03HI09X. Procure conduzir o estudante a observar, entender e comparar diferentes grupos sociais da região, reconhecendo as características ou qualidades que se parecem entre eles ou que têm em comum e quais são distintos ou únicos. Despertar nos estudantes a curiosidade de entender os diferentes modos de vida da cidade e do campo fazendo valorizar a diferença de cada ambiente.
Ao produzir e observar Os Marcos da memória, os estudantes conseguirão comparar o do presente com os do passado, desenvolvendo a noção de tempo e espaço. Ao realizar a comparação, aproximações e diferenças culturais e físicas do campo e da cidade você despertará a memória visual de seus estudantes, além de refletir com eles sobre os impactos das mudanças do modo de vida ao longo dos anos.
B) DESENVOLVIMENTO:
AULA 01: OBSERVANDO MEU AMBIENTE
Professor(a), inicie sua aula levando os estudantes para uma observação do ambiente externo à sala de aula, deslocando-se com sua turma para observar o entorno da escola. Leve sua turma para um espaço seguro em frente e/ou lateral de sua escola. Combine com os estudantes que esse é um momento de rica observação do ambiente em torno de sua escola. Você poderá distribuir uma folha impressa ou registro no caderno com os itens que se deve ter atenção durante o momento de observação.
Faça com que cada um dos estudantes se atentem às diferentes características daquele ambiente. Utilize a folha impressa para o registro das observações. Converse com eles orientando o momento de observação:
· Como é o ambiente ao redor da escola?
· Há intensa circulação de pessoas?
· Como é o trânsito?
· O entorno da escola é formado por algum tipo de paisagem?
· Quais as características das pessoas que ali habitam ou transitam?
· Quais as formas de locomoção usadas pela comunidade escolar?
· Há elementos naturais?
· Há opções de lazer ou serviços essenciais (farmácia, supermercado)?
· O que é predominante naquela paisagem?
Finalize sua aula com uma roda de conversa para compartilhar e registrar os diferentes pontos de vista de cada estudante de maneira que o contexto geral seja alcançado.
Solicite que o estudante descreva o que foi observado por outro colega que não compôs seu registro e construa um quadro comparativo do ambiente analisado coletivamente.
AULA 02: RECONHECENDO AS DIFERENÇAS DO AMBIENTE URBANO E RURAL
Professor(a), o objetivo dessa aula é que o estudante desenvolva a compreensão das diferenças de um ambiente urbano e rural.
Inicie a aula resgatando a observação do ambiente em torno da escola e a partir daí proponha para os estudantes a análise das imagens abaixo. Elas podem ser projetadas em aparelhos de multimídia ou apresentadas impressas.
Imagem 1.
Fonte: (NOVA ESCOLA, [2023])
Imagem 2: Fundação do Rio de Janeiro.
Fonte: (WIKIPEDIA, [2023])
Imagem 3: Rio de Janeiro em 2023.
Fonte: (WIKIPEDIA, [2023])
Converse com os estudantes sobre os diferentes tipos de paisagens, as transformações pelas quais elas passam ao longo dos anos e peça que eles citem as características apresentadas nessas imagens, sinalizando as principais diferenças e as mudanças observadas.
(
PAISAGEM
O
planeta
terra
é
a
nossa
grande
casa.
É
o
lugar
onde
todos
moramos.
Neste
lugar
existem
diferentes
tipos
de
paisagens
formadas
pela
natureza,
como
as
árvores,
os
rios,
as
serras
e as montanhas. Elas são conhecidas como paisagens naturais. Aquela em que não há
interferência
do
homem.
As
paisagens
estão
sempre
modificando.
Isso
é
resultado
das
diversas
mudanças
ocorridas
durante os
anos
e
que são
causadas
pela
própria
ação
da natureza
ou
humana.
)Faça um registro na lousa sobre o que é espaço urbano e espaço rural e solicite que os estudantes façam o registro no caderno.
Peça aos estudantes que ilustre o texto e depois complete o quadro escrevendo as principais características do campo e da cidade. Solicite que escolham uma das características de cada quadro para ilustrar em seu caderno.
CAMPO
CIDADE
Entregue uma folha com o poema abaixo para cada estudante, peça-os que o leiam e que respondam às questões a seguir para entenderem as transformações ocorridas nos diferentes espaços.
A rua diferente
Na minha rua estão cortando árvores botando trilhos
construindo casas.
Minha rua acordou mudada. Os vizinhos não se conformam. Eles não sabem que a vida
Tem dessas exigências brutas. Só minha filha goza o espetáculo e se diverte com os andaimes,
a luz da solda elétrica
e o cimento escorrendo nas fôrmas.
Carlos Drummond de Andrade
Responda às questões de acordo com o poema.
· O QUE está acontecendo na rua do poema?
· QUEM não se conforma com as mudanças que estão acontecendo na rua?
· QUEM está apreciando as mudanças da rua? Por quê?
AULA 03: OS ESPAÇOS DAS CIDADES
Professor(a), é fundamental que o estudante entenda que em cada cidade, seja ela rural ou urbana, há espaços públicos que são abertos para o uso de todos. Há também espaços privados ou particulares, que são espaços que pertencem a alguém ou a alguma instituição. Proponha aos estudantes que realizem, previamente, uma pesquisa de dois espaços públicos e dois espaços privados de sua cidade. A pesquisa deve conter fotos, imagens ou desenhos, assim como as informações principais deste local:
· Quando foi fundado?
· Qual a finalidade desse espaço?
· Qual é o público que o frequenta?