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Capítulo 12332 70. Sobre o trilho metálico de um banco óptico, são montadas duas lentes convergentes coaxialmen- te. A primeira delas tem distância focal f 1 = 40 cm e a segunda, f 2 = 15 cm. Qual deve ser a distância entre as duas lentes para que os raios de luz de um feixe cilíndrico incidente na primeira lente, na direção do eixo principal, continuem paralelos ao eixo após emergirem da segunda lente? suporte da lente escala fonte de luz anteparo 71. (U. E. Londrina-PR) Duas lentes delgadas conver- gentes, de distâncias focais f 1 e f 2 , estão a uma distância d, uma da outra. Um feixe de raios paralelos incide na primeira lente e origina um feixe de raios, também paralelos, conforme mos- tra o esquema. d L 1 L 2 Assim, é correta a relação: a) f 1 + f 2 = d d) f 1 – f 2 = d b) f 1 + 2f 2 = d e) f 1 – f 2 > d c) f 1 + f 2 > d 72. (UF-MG) Ao associar duas lentes delgadas de distâncias focais f 1 = 10 cm e f 2 = 40 cm, ambas convergentes, você obtém um sistema equivalen- te a uma lente de convergência: a) 0,125 di d) 12,5 di b) 2,0 di e) 50 di c) 8,0 di refrata-se e determina a imagem conjugada P 1 sobre o eixo principal. Por sua vez, este raio tam- bém incide no espelho, reflete-se e torna a cruzar o eixo principal dando uma segunda imagem P 2 , agora conjugada pelo espelho. V E P r F 1 O F 2 F 3 L f a) Determine a posição de P 1 , imagem do objeto P conjugada pela lente; b) Determine a distância de P 1 ao espelho; c) Determine a posição de P 2 , imagem de P 1 con- jugada pelo espelho; d) Desenhe o trajeto do raio r até refletir-se no espelho e cruzar o eixo principal. Resolu•‹o: O problema poderia ser resolvido apenas traçan- do-se o trajeto do raio r, mas para isso devería- mos usar eixos secundários e focos secundários. A figura ficaria incompreensível. Vamos resolver os itens a, b e c usando a equação de Gauss. a) Para a lente: 1 f = 1 p + 1 p' ⇒ 1 f = 1 2f + 1 p 1 Resolvendo a equação, vamos obter: p1 = 2f Observemos que não é surpresa esse resulta- do, pois o ponto P está sobre o ponto prin- cipal A da lente e sua imagem está no outro ponto principal A'. b) Distância de P 1 ao espelho: Usando a própria figura verificamos que a distância de P 1 ao espelho é: d = f + f 2 ⇒ d = 3f 2 Observemos que P 1 será objeto para o espelho esférico e sua imagem conjugada será P 2 . c) Para o espelho esférico, vamos usar a equação de Gauss: 1 f = 1 p + 1 p' ⇒ 1 f = 1 3f 2 + 1 p 2 Resolvendo a equação vamos obter: p2 = 3f Conclusão: a imagem final P 2 está posicionada a uma distância 3f do espelho e a f 2 da lente. 73. Sobre um banco óptico estão montados, coaxial- mente, um espelho esférico côncavo de distân- cia focal f e uma lente convergente de distância focal f. Um ponto luminoso P foi colocado no eixo principal do sistema a uma distância p = 2f da lente, como mostra a figura a seguir. Do ponto P emana um raio de luz r que incide na lente, z A P t z A P t L u iz A u G u s t O r ib e ir O Lentes esféricas 333 exercícios de reforço d) No traçado do raio de luz r, você pode plotar os pontos P 1 e P 2 e traçar o raio refratado e refletido de tal maneira que ele passe por esses pontos. Pode também usar o conceito de eixo secundário e foco secundário, como foi feito na figura abaixo. V E P r F 1 P 2 O F2 C P1 F3 F s F s L f lado luminoso esteja voltado para o espelho. A distância entre o vértice do espelho e o centro óptico da lente é 4f. 2f 2f luz Podemos afirmar que a imagem final, conjugada pela lente, será: a) do mesmo tamanho que o objeto luminoso e invertida em relação a este. b) do mesmo tamanho que o objeto luminoso e não será invertida em relação a este. c) coincidente com o objeto luminoso. d) menor que o objeto luminoso e invertida em relação a este. e) maior que o objeto luminoso e não será inver- tida em relação a este. 74. Sobre um banco óptico montamos, coaxialmente, um espelho esférico côncavo e uma lente delgada convergente, ambos com a mesma distância f. Perpendicularmente ao eixo principal do siste- ma montamos um objeto semiluminoso, a uma distância focal 2f do espelho esférico, tal que o 75. (ITA-SP) Uma lente A, convergente (f A = 10 cm), é justaposta a outra lente, convergente, B (f B = 5,0 cm). A lente equivalente é: a) divergente e |f| = 3,33 cm. b) divergente e |f| = 5,2 cm. c) convergente e f = 5,2 cm. d) convergente e f = 15 cm. e) convergente e f = 3,33 cm. 76. (Cesgranrio-RJ) Duas lentes delgadas, ∙ 1 e ∙ 2 , de eixos ópticos coincidentes, estão separadas por uma distância d = 10,0 cm (figura). A lente ∙ 1 é convergente e de distância focal f 1 = 30,0 cm. O sistema formado pelas duas lentes é tal que raios paralelos ao eixo óptico incidentes em ∙ 1 continuam nessa mesma direção ao emergir de ∙ 2 (sistema afocal). d ℓ 1 ℓ 2 Qual das opções fornece, então, corretamente, o tipo e a distância focal (em módulo) da lente ∙ 2 ? a) Divergente, 10,0 cm. b) Convergente, 10,0 cm. c) Divergente, 20,0 cm. d) Convergente, 20,0 cm. e) Divergente, 30,0 cm. 77. (U. E. Londrina-PR) Um raio de luz r 1 incide num sistema de duas lentes convergentes, L 1 e L 2 , produzindo um raio emergente r 2 , conforme indicações e medidas do esquema abaixo: 1,0 cm 20 cm r 2 eixo principalC 1 C 2 L 1 L 2 r 1 3,0 cm As distâncias focais das lentes L 1 e L 2 são, respec- tivamente, em cm, iguais a: a) 16 e 4,0 c) 6,0 e 14 e) 3,0 e 2,0 b) 15 e 5,0 d) 5,0 e 15 78. (Fuvest-SP) Um sistema de duas lentes, sendo uma convergente e outra divergente, ambas com distâncias focais iguais a 8 cm, é montado para projetar círculos luminosos sobre um anteparo. iL u st r A ç õ es : zA Pt Capítulo 12334 exercícios de Aprofundamento O diâmetro desses círculos pode ser alterado, variando-se a posição das lentes. Em uma dessas montagens, um feixe de luz, ini- cialmente de raios paralelos e 4 cm de diâmetro, incide sobre a lente convergente, separada da divergente por 8 cm, atingindo finalmente o anteparo, 8 cm adiante da divergente. 4 cm 8 cm 8 cm lente convergente lente divergente anteparo Nessa montagem específica, o círculo luminoso formado no anteparo é melhor representado por: a) pequeno c’rculo d) 6 cm 79. (UF-MG) Observe a figura: f objeto observadorF 1 L 1 L 2 F 1 F 2 F 2 Uma lente delgada convergente L 1 tem distância focal f. Outra lente delgada convergente, L 2 , tem distância focal 2f. Essas lentes são colocadas sobre um mesmo eixo óptico, de modo que os seus focos coincidem. Um objeto luminoso está a uma distância 3f da lente L 1 , como mostra a figura. a) Por um processo gráfico, aproximado, mostre como será formada a imagem do objeto vista pelo observador situado na posição indicada na figura. b) Cite as características da imagem vista pelo observador (real ou virtual; maior, menor ou igual ao objeto; direita ou invertida). c) Sabendo que a altura do objeto é de 2,0 cm, determine a altura da imagem formada pela lente L 1 . b) 2 cm e) 8 cm c) 4 cm 80. A figura nos mostra um quadrado de lado f 2 apoiado sobre o eixo principal de uma lente con- vergente de distância focal f. Num dado instante um ponto luminoso X se põe a percorrer o qua- drado com velocidade escalar constante v. A R F O F' A' P Q a) Obtenha graficamente a imagem do quadrado conjugada pela lente. b) Determine a velocidade escalar média da ima- gem X ' em cada lado do quadrado. c) Em qual(is) lado(s) o ponto X ' tem velocidade escalar constante? Justifique. 81. (IJSOF) Um garoto usando uma lupa (lente con- vergente) está observando o salto vertical de um grilo G. O grilo está posicionado sobre o eixo principal da lente, no ponto médio entre o foco objeto F e o centro óptico C da lente. O grilo G salta verticalmente comvelocidade inicial de módulo V 0 . A aceleração da gravidade tem módu- lo g e o efeito do ar é desprezível. O grilo iniciou o salto no instante t 0 = 0 e atinge o ponto mais alto de sua trajetória no instante t 1 = T. F G lupa C Admita serem válidas as condições de aproxima- ção para o uso das Equações de Gauss. iL u st r A ç õ es : zA Pt Capítulo 12334