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SUMÁRIO
FUNÇÃO DO 2º GRAU ......................................................................................................................................... 2
DEFINIÇÃO DE FUNÇÃO DO 2º GRAU ......................................................................................................... 2
VALOR NUMÉRICO DE UMA FUNÇÃO ........................................................................................................ 2
RAÍZES DA FUNÇÃO DE 2º GRAU ................................................................................................................ 3
GRÁFICO DA FUNÇÃO DE SEGUNDO GRAU ................................................................................................ 3
ESTUDO DO DISCRIMINANTE E SUA RELAÇÃO ENTRE AS RAÍZES .............................................................. 4
ESTUDO DOS COEFICIENTES "B” E “C" ........................................................................................................ 5
EXERCÍCIOS ................................................................................................................................................. 6
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FUNÇÃO DO 2º GRAU
DEFINIÇÃO DE FUNÇÃO DO 2º GRAU
Uma função do 2º grau é definida pela seguinte lei de formação y = f(x) = ax² + bx + c, em
que a, b e c são números reais e a ≠ 0. Além da lei de formação, essa função possui domínio e
contradomínio no conjunto dos números reais, ou seja, f: R→ R.
Exemplos:
a) f(x) = 2x²+5x + 1
a = 2
b = 5
c = 1
b) g(x) = −x² + 9
a = −1
b = 0
c = 9
c) h(x) = x² – x
a = 1
b = −1
c = 0
VALOR NUMÉRICO DE UMA FUNÇÃO
Para encontrar o valor numérico de qualquer função, conhecendo a sua lei de formação,
basta realizarmos a substituição do valor de x para encontrar a imagem f(x).
Exemplo:
Dada a função f(x) = x² + 2x – 3, calcule:
a) f(0)
f(0) = 0² +2 · 0 – 3 = 0 + 0 – 3 = –3
b) f(1)
f(1) = 1² + 2 · 1 − 3 = 1 + 2 – 3 = 0
c) f(2)
f(2) = 2² + 2 · 2 - 3 = 4 + 4 – 3=5
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RAÍZES DA FUNÇÃO DE 2º GRAU
Para encontrar as raízes da função quadrática, conhecidas também como zero da função,
é necessário o domínio das equações do segundo grau. Para resolver uma equação do segundo
grau, há vários métodos, como a fórmula de Bhaskara e as relações de Girard (soma e produto).
As raízes de uma função quadrática são os valores de x que fazem com que f(x) = 0. Sendo
assim, para encontrar as raízes de uma equação do 2º grau, faremos ax² + bx + c = 0.
Exemplo:
f(x) = x² −5x + 6
Vamos igualar a função a zero. Logo,
x² − 5x + 6 = 0
a = 1
b = −5
c = 6
Aplicando a fórmula de Bhaskara: −𝑏𝑏±√𝑏𝑏
2−4𝑎𝑎𝑎𝑎
2𝑎𝑎
ou as relações de Girard (Soma e produto)
encontramos as raízes da função dada. Então, os zeros da função são {2, 3}.
GRÁFICO DA FUNÇÃO DE SEGUNDO GRAU
A representação gráfica da função de segundo grau é uma parábola. Se a > 0, a
concavidade da parábola estará voltada para cima e se a < 0, a concavidade da parábola estará
voltada para baixo.
A parábola apresenta alguns elementos essenciais: as raízes (pontos onde o gráfico
intercepta o eixo x) e o vértice (ponto de máximo ou mínimo da função).
A quantidade de raízes reais de uma função quadrática depende do valor obtido para o
radicando Δ = b2 – 4.a.c, chamado Discriminante.
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ESTUDO DO DISCRIMINANTE E SUA RELAÇÃO COM AS RAÍZES
O parâmetro Δ (delta) é também chamado de discriminante, porque é seu valor que
discrimina, distingue, o tipo de raízes que a função quadrática terá. Ou seja, dependendo do
valor de Δ, há diferentes tipos de as raízes:
• Quando Δ > 0: há duas raízes reais e distintas.
• Quando Δ = 0: há só uma raiz real (para ser mais preciso, há duas raízes iguais).
• Quando Δ < 0: não há raiz real.
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ESTUDO DOS COEFICIENTES “B” E “C”
Os coeficientes da equação são elementos que interferem na construção do gráfico. O
coeficiente “a”, como já explicado, determina a concavidade da parábola. Enquanto o coeficiente
“c” indica onde a parábola corta o eixo Y, estabelecendo as seguintes relações:
• Se c > 0, a parábola irá cortar o eixo Y acima da origem.
• Se c < 0, a parábola irá cortar o eixo Y abaixo da origem.
• Se c = 0, a parábola irá cortar o eixo Y na origem, ou seja, ponto (0,0).
Já o coeficiente “b” determina a inclinação da parábola após passar o eixo y, estabelecendo
as seguintes relações:
• Se b > 0, a parábola intercepta o eixo Y no ramo crescente.
• Se b < 0, a parábola intercepta o eixo Y no ramo decrescente.
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• Se b = 0, a parábola intercepta o eixo Y no vértice.
EXERCÍCIOS
1. Em qual das opções dadas está a função representada no gráfico dado?
a) f(x) = - x² + 2x + 8.
b) f(x) = x² - 2x + 8.
c) f(x) = x² + 2x + 4.
d) f(x) = − x² + 4x − 8.
e) f(x) = x² + 8x + 4.
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2. A função de segundo grau ƒ(x) = x2 + 2x − 3 intercepta o eixo das abscissas:
a) Uma única vez.
b) Duas vezes em pontos distintos.
c) No ponto de coordenada x = 3.
d) No ponto de coordenada y = −3.
e) No ponto de coordenadas (0,2).
3. Analisando-se o gráfico da função quadrática definida por f(x) = ax2 + bx + c, com a, b e c
∈ R e a ≠ 0, representado na figura abaixo, podemos afirmar que:
a) a > 0; b < 0 e c < 0.
b) a < 0; b < 0 e c < 0.
c) a < 0; b < 0 e c > 0.
d) a > 0; b > 0 e c = 0.
e) a < 0; b > 0 e c > 0.
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