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CDS O que é? É a dissolução do dióxido de cloro (Cl O₂) em água. Usado em doses adequadas, é remédio para centenas de doenças. Mas não é aprovado como produto médico, embora utilizado há dezenas de anos (com aprovação governamental) na potabilização de água, frutas, verduras, carnes, bebidas, ambientes e até de bolsas de sangue. Não se confunde com a água sanitária (lixívia – hipoclorito de sódio – Na Cl O), mas há muita gente que, por interesse ou desinformação, faz essa confusão. Como é produzido o CDS? É produzido a partir da reação química, in vitro, de dois elementos: o clorito de sódio (NaClO₂) a 28% e o ácido clorídrico (HCl) a 4%. O último funciona como ativador do primeiro. Juntos eles reagem e produzem gás que, com técnica correta, é dissolvido em água. Essa água preparada é o CDS, utilizado nos protocolos preventivos ou de cura. CDS e MMS O MMS é a formulação feita a partir do mesmo clorito de sódio, mas habitualmente usa o ácido cítrico como ativador. É tomado de forma direta (gotas + água). A reação química, neste caso, é realizada depois da ingestão. Também produz excelentes resultados. O CDS é mais seguro e eficaz que o MMS. Tem pH quase neutro, sabor menos desagradável, não provoca reações secundárias e é absorvido antes de chegar ao intestino, daí porque não provoca diarreias (o que, para algumas pessoas, ocorre com o uso do MMS). Por outro lado, perde em praticidade para o MMS, pois demora mais para ser produzido, necessita de refrigeração constante e aumenta o uso de produtos. Princípio básico que explica a eficácia do CDS/MMS Somos seres energéticos. Toda doença é resultado de carência de energia, porta aberta para infecções de todo tipo. A energia é o combustível que utilizamos para manter a funcionalidade orgânica e todas as nossas atividades. Também é dissipada nos traumas físicos e psíquicos que sofremos. Essa energia é produzida por diversos elementos como a luz, biofótons, neutrinos etc., mas, principalmente, pela nutrição e hábitos de vida (alimentos, água, sono etc.). A queima de açúcares, gorduras e proteínas (nutrição) gera energia de boa ou de má qualidade, a depender da “lenha” (matéria prima) que fornecemos ao nosso corpo. Para essa combustão bioquímica há um elemento essencial: oxigênio. A respiração é a principal fonte dele, também responsável pela alcalinização do sangue (todo corpo doente é ácido). E é nesse ponto que o CDS pode ajudar. O dióxido de cloro, tal qual o ozônio, é capaz de suplementar a nossa carga de oxigênio biodisponível (oxidante natural), além de nos fornecer íons de cloro. Ele influi na eletrofisiologia (processos eletromecânicos do corpo), habilitando o organismo a lutar contra bactérias, vírus, fungos e parasitas. O CDS aumenta a qualidade e a eficácia da combustão, pois carrega mais oxigênio para dentro das células (ensaios de gasometria venosa comprovam isso). Depois de cumprir a sua função, transforma-se em água e em alguns miligramas de sal, absorvidos ou eliminados pelo corpo. É, portanto, extremamente seguro. Não existem relatos de intoxicação pelo uso correto do CDS/MMS. DMSO O Dimetilsulfóxido (DMSO - C₂H₆OS) é um líquido incolor, pouco oleoso, extraído da polpa da madeira (subproduto da indústria de papel). Ele funciona de maneira espetacular com o dióxido de cloro porque atravessa facilmente a pele e as membranas. Pode aliviar a dor, reduzir inflamações e tem propriedades diuréticas e relaxantes. É usado na criopreservação e em transplantes. Pode ser combinado, em usos externos (aplicações tópicas) e internos (ingestão – ele tem baixíssima toxicidade), com o CDS, pois funciona como carreador, aumentando a velocidade de transporte de substâncias através da pele. Usa-se o DMSO a 70% e não é preciso mantê-lo sob refrigeração. COMO PREPARAR O CDS em casa Materiais: 1 frasco de clorito de sódio (NaClO₂) a 28% (24 a 28) 1 frasco de ácido clorídrico (HCl) a 4%1 1 pote com tampa de pressão e com capacidade de 350 a 500ml (hermético). Prefira potes que não tenham tampa de metal ou use um plástico para fechá-lo. 1 copo de vidro pequeno, que caiba no pote hermético Água destilada (preferencialmente)2 ou água mineral (não use água de torneira). Passo a passo 1. Introduzir 250 ml de água (temperatura ambiente) no pote 2. Ativar, no copo pequeno, 5ml de clorito + 5ml de HCl (sem água). Agitar a solução por 30 segundos, até que a mistura fique âmbar (cor acastanhada) 3. Colocar o copo pequeno dentro do pote com água, de forma que a água não transborde no copo (se isso acontecer, despreze o conteúdo e repita o item 2) 4. Fechar o pote e guardá-lo num armário escuro e seco, por 12h (sem refrigeração) 5. Retirar do armário e, sem abrir, colocar na geladeira por 30 minutos (cuidado para não entrar água no copo pequeno) 6. Em local ventilado, abrir o pote, retirar o copo pequeno e desprezar o seu conteúdo (ou dar-lhe outra destinação) 1 Há fornecedores desses produtos que podem ser encontrados na internet. Cada frasco custa em torno de $ 75,00 e vai durar mais ou menos 1 ano, a depender da frequência do preparo. Adquira também um vidro de DMSO, utilizado em alguns protocolos. 2 Casas que trabalham com produtos médicos e farmacêuticos vendem galões de 5 litros de água destilada. Custam em torno de $ 10,00. 7. Repetir os passos 2 a 6 (2º ciclo) Ao final do 2º ciclo, depois dos 30 minutos de refrigeração, o CDS estará pronto e terá concentração de 3000ppm (3g de gás por litro). Apresentará uma cor amarelada (parecida com o óleo de girassol). Acondicioná-lo em um vidro âmbar, com tampa, mantendo o menor espaço vazio possível, dentro do vidro (evitar contato do CDS com o ar). Manter o CDS concentrado sempre na geladeira e, quando for utilizá-lo, não deixar o vidro aberto ou sem refrigeração por muito tempo. Refrigerado, o CDS terá validade de 6 meses CUIDADOS PARA O PREPARO E USO - não utilizar recipientes de metal ou de plástico para manusear os produtos (preferir sempre o vidro) - evitar a inalação do gás produzido pela reação - nunca utilizar o clorito + ativador diretamente. Sempre devem ser dissolvidos em água - se houver acidentes no uso ou ingestão, tomar um copo de água (240ml) com 1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio - a eliminação de patógenos pode provocar algum mal estar nos primeiros dias. Se preciso, diminua a dose por uns dias, retomando o protocolo mais à frente. - espaçar as doses ½ hora das refeições e 1 ou 2 horas dos medicamentos - durante o tratamento, não usar sucos de frutas (sobretudo cítricas), café, álcool, vitamina C, conservantes ou suplementos. Esse uso está liberado depois de 4 horas da última dose. - se não suportar bem o sabor do CDS, pode-se tomar com leite de arroz - faça um teste antes de iniciar um tratamento. Use uma gota ativada3 em 100ml de água e tome. Aguarde por 2 horas para testar eventuais reações. Faça o teste também se for usar o DMSO. Espalhe uma gota na pele e aguarde por 2 horas. 3 Gota ativada equivale a 1 gota de clorito e 1 gota de HCl, reagidas por 30 segundos (é o MMS de 1 gota). PROTOCOLOS (baseados no livro de Andreas Kalcker – Saúde Proibida) PROTOCOLO C É o protocolo padrão, usado para tratar a maioria das doenças ou para efetuar uma limpeza geral de toxinas. 1. Use 1 ml de CDS diluído em 100ml de água, a cada hora, 10x ao dia Para facilitar, é possível preparar 1 litro de água, com 10ml de CDS, usando 100ml da mistura, a cada hora. Manter na geladeira é possível, mas não imprescindível. O tratamento dura, em média, 3 semanas. Pode se prolongar, se necessário. Para crianças com menos de 60kg, pode-se usar doses menores de CDS (de 3 a 8ml) Para doenças graves, usa-se até 30ml de CDS por litro (ou 3 ml por dose). Para casos extremos pode-se chegar até a 80ml/litro, em 12 tomas (6,7ml por dose). PROTOCOLOD É o protocolo dermatológico (aplicações cutâneas). Aplica-se do CDS sem diluir, diretamente sobre a pele ou lesão (feridas, queimaduras, picadas, hematomas, acne, psoríase, eczema, pé-de-atleta, micoses, queloides etc.). Usa- se um frasco de spray ou pinga-se diretamente sobre a pele. Repete-se várias vezes ao dia (até 1x por hora, se preciso, 3x na semana ou em dias alternados). Não causa ardor. A aplicação de DMSO sobre o CDS aumenta a eficácia dele (testar a compatibilidade do DMSO antes de usar). Também pode ser usado outro spray ou apenas depositar uma gota na pele e espalhar com o dedo. PROTOCOLO F (vírilico) Usado para casos de doenças virais repentinas. 8ml de CDS em 1 litro de água mineral. Dividir em 8 tomas, uma (125ml) a cada 15 minutos. Na sequência (15 minutos depois da última toma), iniciar o Protocolo C até a recuperação.