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QUEM SOU EU? 
Maria Claudia Sá Cardozo Santana
Quando se fala em catequese, muitos pensam naquela que prepara as crianças para a Primeira Eucaristia. Engana-se quem acha que catequese é o mesmo que “dar catecismo”, pois ela faz parte da ação evangelizadora da Igreja que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina, como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica.
Qual a importância da catequese para a fé das crianças?
A catequese é o ensinamento essencial da fé
“A finalidade definitiva da catequese é levar à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade. Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa Palavra de Jesus: ‘Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou’ (Jo 7,16)” (NCIC, 426-427).
A catequese é o ensinamento essencial da fé
Em sua origem, o termo “catequese” diz respeito à proclamação da Palavra. O termo se liga a um verbo que significa “Fazer”, “Ecoar” (gr. Kat-ekhéo). Assim, ela tem por objetivo último fazer escutar e repercutir a Palavra de Deus. A catequese faz parte da ação evangelizadora da Igreja, que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica.
A catequese é o ensinamento essencial da fé
Todo cristão que aceita Cristo por inteiro é o verdadeiro balizado; ele é responsável em anunciar a Palavra de Deus, a começar por si próprio e pela família. Para tanto, tem uma maturidade cristã de fé e de amor ao próximo e à Igreja.
A missão do catequista mais do que passar as regras, a doutrina, é promover entre a Pessoa de Jesus e o catequizando um encontro pessoal. A verdadeira catequese promove um encontro com Jesus.
A catequese é o ensinamento essencial da fé
Cada um de nós tem sua própria história: como nasceu, como vive, onde estuda, do que gosta, o que quer ser, por que está aqui...
Cada um de nós tem um jeito só seu: de falar, de sorrir, de amar, de fazer tantas coisas...
Um jeito só seu e de mais ninguém.
Certamente você já se perguntou: por que existo?
Por que eu sou assim? Exatamente assim?
E como existo? O que tornou possível a minha existência?
Quem sou eu?
Lógico que eu nasci de um pai e de uma mãe, e eles também nasceram de um pai e de uma mãe; e meus avós também tiveram pais e assim por diante...
Todo mundo tem pai e mãe ainda que não os conheça. Mas como começou tudo isso?
Alguém existia antes de tudo, alguém que não teve começo, que não foi criado, que sempre existiu e sempre existirá, alguém eterno, poderosíssimo, inteligentíssimo, perfeitíssimo e que criou todas as coisas: DEUS!
Deus criou tudo por amor. Ele quis que nós existíssemos!
Nos criou, de modo especial, à sua imagem e semelhança.
Quem sou eu?
Por isso cada um de nós pode dizer:
- sou único no mundo;
- existo por vontade de Deus;
- sou exatamente quem Deus quis que eu fosse.
Por isso, Deus me conhece mais que todo mundo, muito, muito mais...
Conhece o meu nome, a minha vida, os meus sentimentos, pensamentos, alegrias, tristezas, minha força e fraqueza...
Quem sou eu?
E por me conhecer tanto, Deus me ama mais do que qualquer pessoa.
Posso ter certeza:
Eu existo para conhecer esse Deus único que me conhece todo e me ama tanto, para que conhecendo-O eu possa amá-Lo de todo o meu coração!
Quem sou eu?
"Nada temas porque Eu te resgato. Eu te chamo pelo nome, és meu.
Pois, Eu sou o Senhor Teu Deus. És precioso a meus olhos,
Eu te aprecio e te amo. Estejas tranquilo, pois estou contigo."
(Is 43, 1, 3-4)
A Bíblia nos diz:
Assim sou eu: elogio, xingo, agrado, desagrado, sou amável, às vezes mal-educado, bato, abraço, estudo, colo, partilho minhas coisas, quero tudo para mim, sou egoísta, generoso, calmo, agitado, obedeço, desobedeço, sou sincero, minto. Eu sou um tantão de coisas, e todas as coisas ao mesmo tempo. O bem, o mal, a alegria, a tristeza, tudo convive dentro de mim. Às vezes me sinto diferente; às vezes, tão igual aos outros. Quando ando depressa, penso que poderia ir mais devagar. Se saio correndo, tenho medo de cair. Se pulo corda, fico de olho na queimada. E assim eu vou vivendo um dia atrás do outro, buscando respostas, fazendo perguntas. Vou sendo feliz e até mesmo infeliz. Se em algum momento desacredito de algo, em outro sinto que a esperança me move. Sigo a minha estrada, olhando a paisagem, atravessando pontes, cortando caminhos em busca de saber quem eu sou.
Assim sou eu!
Juntos formamos a Turma de Jesus.
Ó bom Jesus, estamos reunidos para começar mais um ano de catequese. Somos sua turma. Pedimos que o Senhor nos acolha com carinho e nos ensine muitas coisas importantes. Nós também vamos nos esforçar para ser uma turma muito unida e animada. Amém!
Todos juntos: 
Certo dia, conversando com seus amigos, Jesus contou-lhes a seguinte história: Um homem havia plantado um pé de figo em seu quintal. Os anos se passaram e o pé de figo cresceu. Mas não produzia frutos. Todos os anos, aquele homem ia ao quintal colher figos, mas nunca encontrava um fruto. Um dia, ele disse ao empregado que cuidava do quintal: “Já faz muitos anos que eu venho aqui colher figos e nunca encontro frutos. Esse pé de figo não presta para nada. Vamos cortá-lo, pois está ocupando lugar inutilmente”. O empregado, porém, respondeu: “Tenha calma! Vamos deixar o pé de figo aí por mais um ano. Vou cuidar melhor dele, afofar a terra, colocar esterco, jogar água. Quem sabe assim ele não dará frutos no próximo ano?”
a história da figueira que estava morrendo por falta de cuidados. Texto: Lucas 13,6-9 
O que vocês acharam a atitude do homem que queria cortar o pé de figo?
O que vocês acharam da atitude do homem que propôs cuidar melhor do pé de figo?
Quem foi mais inteligente: o dono do quintal ou o empregado? Por quê?
O pé de figo não produzia frutos. Será que ele era preguiçoso ou estava precisando de alguns cuidados especiais? 
A planta precisa de muitos cuidados para se desenvolver e dar bons frutos. A gente também. Somos como plantas que, sem cuidados, não sobrevivem. Por isso, Deus cuida de nós, como o agricultor se propôs a cuidar da figueira. Toda pessoa precisa de cuidados. E nós precisamos de Deus, porque, com muito carinho, Deus cuida de nós.
Conclusão

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