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DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS (DPOC)
Prof. Ms. Marcos André de Souza Lima
ENFERMAGEM NA SAÚDE DO ADULTO E IDOSO 
SISTEMA RESPIRATÓRIO
DPOC
A DPOC é uma doença pulmonar que obstrui as vias aéreas, tornando a respiração difícil, GERALMENTE ASSOCIADA AO TABAGISMO.
DPOC significa Doença
Pulmonar Obstrutiva
Crônica.
Crônica significa que não tem cura; Obstrutiva quer dizer que bloqueia parcialmente os brônquios; Pulmonar, pois acomete os pulmões; Doença, por se tratar de uma enfermidade.
Complicações
DPOC
ATELECTASIA
PNEUMONIA
PNEUMOTORÁX
INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
FALÊNCIA RESPIRATÓRIA
DPOC É UMA DOENÇA
É progressiva, que significa que se agrava com o tempo. Normalmente, essas mudanças são graduais, mas às vezes elas acontecem muito rapidamente, e isso é conhecido como uma exacerbação.
As exacerbações podem ser fatais, e o paciente precisa de assistência médica imediata.
Incapacitante, grave, progressiva e silenciosa, insidiosa.
Não tem cura, mas, se diagnosticada precocemente e tratada devidamente, o paciente leva vida normal.
DPOC – EXACERBAÇÕES
O paciente pode sentir:
Aumento da falta de ar;
Aperto no peito;
Confusão;
Aumento excessiva da tosse e de tosse com muco;
Mudança na cor do muco;
Febre;
Sonolência excessiva, (sinal de uma intoxicação por dióxido de carbono, possivelmente fatal);
Lábios ou unhas ficam cianóticos.
DPOC – FATORES DE RISCO
TABAGISMO – ativo ou passivo;
CLIMA – ar frio e nevoeiro provocam bronco espasmos e aumentam a resistência do fluxo respiratório;
ETILISMO – tem seus efeitos maléficos sobre a movimentação ciliar, a produção de surfactantes e atividade macrófago;
DPOC – COMO OCORRE?
O fumo deprime a atividade do macrófago das células e afeta o mecanismo ciliar, cuja função é manter as passagens respiratórias livres de irritantes inalados, bactérias e outros matérias estranhos.
DPOC – EXAME FÍSICO
A inspeção, a palpação e a percussão são normais na grande maioria dos casos.
Podem ser observados sibilos, principalmente à expiração forçada. Roncos também podem estar presentes.
DPOC – EXAME FÍSICO
TÓRAX EM TONEL
é um termo usado para descrever um tórax alargado, em que geralmente se observa caixa torácica de grande dimensão, arredondamento pronunciado do tronco, grande capacidade pulmonar e potencialmente maior força na parte superior do tronco.
DPOC – EXAME FÍSICO
TÓRAX EM TONEL
DPOC – EXAME FÍSICO
SINAIS DE COR PULMONALE
é o aumento do ventrículo direito secundário à pneumopatia, o qual provoca hipertensão arterial pulmonar, sucedida por insuficiência ventricular direita.
DPOC – EXAME FÍSICO
DEDOS EM BAQUETA DE TAMBOR – ASSOCIADA AO ENFISEMA PULMONAR
Os dedos em baqueta de tambor também são decorrentes de alguns distúrbios pulmonares (câncer de pulmão, abscesso pulmonar, fibrose pulmonar), mas não de outros distúrbios (pneumonia, asma e doença pulmonar obstrutiva crônica).
DPOC – EXAME FÍSICO
DEDOS EM BAQUETA DE TAMBOR
DPOC – EXAME FÍSICO
DEDOS EM BAQUETA DE TAMBOR
DPOC
DPOC ESTÁ ASSOCIADOS A TRÊS PROCESSO PATOLÓGICOS:
Doenças das vias aéreas periféricas - São doenças que acomete os as vias aéreas periférica ou bronquíolos.
Bronquite crônica - É definido como a presença de tosse e produção de escarro crônicos pelo menos 3 meses no ano, durante 2 anos consecutivos.
Enfisema – Danos ou alterações nos alvéolos pulmonares.
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DPOC – BRONQUITE CRÔNICA
Presença de tosse produtiva;
Ligada a exposição de poluentes e ao fumo;
Produção exacerbada de exsudato inflamatório que obstrui os bronquíolos;
Constante irritação leva a hipersensibilidade das glândulas secretoras de muco; (Secreção espessa e gelatinosa)
Lesão e perdas dos cílios e produção elevada de muco;
Sibilos , Dispneia
Pode levar a uma bronquiectasia (dilatação crônica dos brônquios com catarro mucopurulento) e a um Enfisema Pulmonar;
Prevenção: Evitar irritantes respiratórios, Imunização, Antibioticoterapia (escarro purulento e febre).
Controle: Escarro, tosse, antibiótico, broncodilatadores, drenagem postural, água.
BRONQUITE
Tratamento:
Clínico: aliviar sintomas, evitar complicações, afastar causas (tabagismo, frio, umidade, etc.).
Farmacológico:
 Broncodilatadores, 
Drenagem Postural.
DPOC – BRONQUIECTASIA
Dilatação crônica dos brônquios com catarro mucopurulento;
Causas: infecções pulmonares, aspiração de corpos estranhos, tumores, vasos sanguíneos dilatados e linfonodos aumentados.
Fisiopatologia:
Infecção compromete a parede brônquica levando a perda da estrutura;
Escarro espesso que obstrui o brônquio;
Distensão da parede pela tosse (cada túbulo dilatado pode evoluir para um abscesso);
Retenção de secreção pode levar a uma atelectasia (falta de expansão dos alvéolos de uma parte do pulmão ou do pulmão inteiro).
Manifestações Clínicas: tosse, escarro purulento, hemoptise no escarro, baqueteamento nos dedos.
Controle: antibióticos, drenagem postural, RX, broncoscopia, expectorantes, vacinação, oxigenioterapia, ingestão de líquidos, broncodilatadores.
Controle: 
antibióticos, drenagem postural,
 RX, broncoscopia, expectorantes, 
vacinação, oxigenioterapia,
 ingestão de líquidos, broncodilatadores.
DPOC – ENFISEMA PULMONAR
Padrão não uniforme de distensão e anormal do espaço aéreo distal aos bronquíolos com destruição dos septos alveolares.
Causas: bronquite obstrutiva crônica, fumo, predisposição genética associada a anormalidades protéicas e sensível a influência do ambiente.
Fisiopatologia:
Inflamação e edema de brônquios;
Produção excessiva de muco;
Perda da elasticidade das vias aéreas;
Colapso dos bronquíolos.
Hipoxemia;
Acidose respiratória (aumento de CO2 no sangue arterial).
Complicações: ICC direita (edema de MMII, veias do pescoço distendidas ou queixas álgicas na região do fígado);
Aumento de secreções retidas – Hematose prejudicada;
Hiperextensão crônica (torna a expiração um ato ativo e não passivo);
Dispnéia com tórax rígido (“barril”) com diminuição da expansibilidade pulmonar.
DPOC – ENFISEMA PULMONAR
CLASSIFICAÇÃO DA PATOLOGIA
Panlobular
Destruição dos bronquíolos respiratórios, ducto alveolar e alvéolos com espaço aéreo do lóbulo dilatado;
Centrolobular
Distúrbio da perfusão – ventilação (hipóxia), hipercapnia (é o aumento do gás carbônico no sangue arterial), ICC direita, cianose, edema periférico e insuficiência respiratória.
Manifestações Clínicas
Dispnéia (tabagismo é agravado e a esforços também);
Tosse crônica; Sibilos; Taquipnéia;
Infecção respiratória; Retenção de secreção;
Anorexia e perda de peso; Fraqueza
TRATAMENTO
Avaliação Diagnóstica: RX, espirometria, gases sanguíneos, hemograma completo.
Broncodilatadores: Abaixa o edema de mucosas e broncoespasmo e favorece a hematose.
Ex: Isoproterenol (Agonistas Beta adrenérgicos), aminofilina, teofilina (metixantinas).	Efeitos Colaterais: taquicardia, disrritmias, excitação do SNC, distúrbio do TGI.
Tratamento: antibióticos, corticosteróides (predinisona), Oxigenioterapia 
	ASMA BRÔNQUICA
ASMA BRÔNQUICA
Patologia obstrutiva (intermitente e reversível) que acomete os brônquios e bronquíolos, em decorrência de broncoespasmo, edema de mucosa e produção excessiva de muco.
Etiologia: 
alérgenos, 
infecções respiratórias, 
estresse emocional.
Pode surgir na infância ou na idade adulta.
DPOC – ASMA
Doença intermitente; Caracterizada pela mucosa edemaciada da traquéia e brônquios.
Causas:
Alérgicas: poeira, pêlos de animais, mofo, ácaro, alimentos;
Idiopáticas: resfriado comum, infecções do Trato respiratório, emoções, poluentes ambientais (pode progredir para bronquite e enfisema);
Asma Mista: inclui s dois acima mencionados.
Sinais e sintomas: dispnéia, tosse, síbilância (sonoridade aguda ou chiada), hiperinsuflação do tórax, uso da musculatura acessória, ombros encurvados.
Diagnóstico: Anamnese e exame físico, teste de hipersensibilidade.
DPOC – ASMA
Fisiopatologia:
- obstrução difusa ereversível das vias aéreas;
- contração dos músculos que circundam o brônquio, estreitando a via aérea;
- edema de membranas que revestem o brônquio;
- muco espesso.
DPOC – ASMA
Manifestações Clínicas: tosse, dispnéia, sibilos, muco, cianose, hipóxia, sudorese e taquicardia.
Avaliação Diagnóstica: Histórico, RX, análise de escarro, gasometria e espirometria.
DPOC – ASMA – TRATAMENTO
Medicamentos:
Beta Agonistas: dilatação do músculo liso dos brônquios, aumentando mov. Ciliares, diminuição de mediadores químicos (Epinefrina, isoproterenol, terbutalina).
Metilxantinas: broncodilatador, relaxando a musculatura pulmonar, aumentando o mov. do muco e a contração do diafragma (aminofilina e teofilina);
Anticolinérgicos: são utilizados para aqueles clientes que não podem fazer uso dos Beta Agonistas e as Metilxantinas (Atropina). Ef. Col.: boca seca, visão turva, palpitação, rubor, incontinência urinária. Ação semelante aos Beta agonistas;
Corticosteróides: diminui a inflamação e a constrição (IV-hidrocortisona, Oral-prednisona, Inalação-dexametasona) Ef. Col.: úlcera péptica, osteoporose, catarata, supressão da suprarenal.
DPOC – ASMA – CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Promover um padrão respiratório eficaz:
Posicionar na posição Fowler para permitir o máximo de expansão pulmonar;
Elevar a cabeceira da cama em 90 graus;
Colocar acima da cama uma mesa acolchoada com um travesseiro diante da pessoa para poder inclinar-se e apoiar-se nela a fim de permitir o uso máximo dos músculos acessórios para a respiração.
Administrar oxigênio como determinado:
Não esperar pelo aparecimento da cianose para administrar oxigênio. Fornecer oxigênio para uma saturação inferior a 94%.
Instituir a oximetria de pulso para monitorar a resposta ao tratamento
Facilitar a limpeza eficaz da via aérea:
Utilizar unidade com ou sem oxigênio para ajudar a liquefazer as secreções e reduzir a inflamação mucosa e edema.
Avisar ao médico se a terapia inicial não for eficaz, para que possa ser feito tratamento adicional.
DPOC – ASMA – CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Reduzindo a ansiedade:
 Proporcionar um quarto tranquilo onde a pessoa possa ser atentamente observada;
Explicar a finalidade do equipamento de oxigênio antes de sua administração, e permitir que a pessoa experimente e toque o equipamento;
Proporcionar o máximo de tranquilidade à pessoa.
Promover hidratação adequada;
Fortalecer a auto-estima:
Enquanto a pessoa estiver enferma, incentivar as atividades recreativas capazes de aprimorar os interesses e as habilidades.
Ensinar exercícios respiratórios, modificação da atividade e uso correto da medicação a fim de promover o controle da asma e a sensação de confiança.
PREVENÇÃO DAS CRISES DE ASMA.
REFERÊNCIAS
Brunner & Suddarth, tratado de enfermagem médico-cirúrgica / [editores] Suzanne C. Smeltzer... [et al.] ; [revisão técnica Isabel Cristina Fonseca da Cruz, Ivone Evangelista Cabral ; tradução Antonio Francisco Dieb Paulo, José Eduardo Ferreira de Figueiredo, Patricia Lydie Voeux]. – [Reimpr.]. – Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2014.
- NANDA. Diagnóstico em Enfermagem da NANDA. Porto Alegre: Artmed, 2009.
- SPARKS, S. R. M.; TAYLOR, C. M. Manual de Diagnóstico em Enfermagem. 7ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
- JOHNSON, M. et al. Diagnósticos, Resultados e Intervenções de Enfermagem: Ligações entre NANDA, NOC e NIC. Porto Alegre: Artmed, 2005.

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