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Documnto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PLANO DE CURSO 
 
Técnico em Logística Integrado ao 
Ensino Médio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AGOSTO DE 2017 
CAMINHOS PARA A 
EDUCAÇÃO 
INTEGRAL E INTEGRADA DE 
MINAS GERAIS 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 
SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO, JUVENTUDES E 
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
2 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
 
 
 
CAPÍTULO 1- Identificação do Curso........................................................................... 3 
CAPÍTULO 2– Justificativa e Objetivos ....................................................................... 3 
2.1- Justificativa ...................................................................................................................................................... 3 
2.2 - Objetivos ......................................................................................................................................................... 4 
CAPÍTUO 3 – Requisitos e formas de Acesso ............................................................ 4 
CAPÍTULO 4 - Perfil Profissional de Conclusão ......................................................... 4 
4.1 – Assistente de Logística ................................................................................................................................ 4 
4.2– Técnico em Logística .................................................................................................................................... 5 
CAPÍTULO 5 – Organização Curricular ........................................................................ 6 
5.1 – Proposta Pedagógica ................................................................................................................................... 8 
CAPÍTULO 7 - Critérios e Procedimentos de Avaliação ........................................... 10 
7.1 – Avaliação ..................................................................................................................................................... 10 
7.2. Da Distribuição de Pontos ........................................................................................................................... 10 
7. 3 – Da Aprovação ............................................................................................................................................ 11 
7.4 – Dos Estudos de Recuperação .................................................................................................................. 11 
7.5 – Da Reclassificação ..................................................................................................................................... 11 
CAPÍTULO 8 – Descrição das instalações acompanhada da relação de 
equipamentos e acervo bibliográfico ........................................................................ 11 
8.1 – Instalações e Equipamentos ..................................................................................................................... 11 
8.2 – Bibliografia ................................................................................................................................................... 12 
CAPÍTULO 9 – Qualificação do Pessoal Docente e Técnico .................................... 20 
CAPÍTULO 10– Modelário de Certificados e Diplomas............................................. 20 
 
 
 
 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 
SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO, JUVENTUDES E 
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
3 
 
CAPÍTULO 1- Identificação do Curso 
 
Aprovação Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais: em 30/11/2017 
Parecer CEE nº 766/2017 publicado em 09/01/2018. 
 
CNPJ 18.715.599/0001-05 
Razão Social: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais 
Nome de Fantasia 
Esfera 
Administrativa 
Estadual/Distrital 
Endereço (Rua, Nº) 
Cidade Administrativa Tancredo Neves 
Rodovia Papa João Paulo II, 4143 - Edifício Minas 
11º Andar - B.: Serra Verde 
Cidade/UF/CEP 
Belo Horizonte / Minas Gerais /CEP: - 31.630-900 
Telefone/Fax 3916-7000 
E-mail de contato educacaoprofissional@educacao.mg.gov.br 
Eixo Tecnológico Gestão e Negócios 
 
 
Habilitação, qualificações e especializações: 
1 Habilitação : Técnico em Logística Integral e Integrado 
 Carga Horária: 4166:40h 
 
1.1 Qualificação: Assistente de Logística 
 Carga Horária: 2666:40h 
 
 
O curso de Técnico em Logística Integrado ao Ensino Médio autorizado pela 
Secretaria de Estado de Educação, pertence ao Eixo Tecnológico de Gestão e Negócios 
e será ofertado em escolas da rede estadual de ensino na modalidade presencial com 
carga horária total de 4166:40 horas, divididas em 3 (três) anos. 
 
O curso desenvolver-se-á conforme indicado no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos 
e na Resolução CNE/CEB nº 6, de 20 de setembro de 2012 que Define Diretrizes 
Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio; a Lei Nº 
13.415/2017 que institui a Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino 
Médio em Tempo Integral a Portaria do MEC 727/2017 e o Decreto Estadual Nº 
47.227/2017 que dispõe sobre a Educação Integral e Integrada na rede de ensino pública 
do Estado de Minas Gerais. 
 
 
CAPÍTULO 2– Justificativa e Objetivos 
2.1- Justificativa 
 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 
SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO, JUVENTUDES E 
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
4 
 
A oferta do curso de Técnico em Logística integrado ao Ensino Médio na rede 
estadual atende aos programas e ações do governo de Minas Gerais com o objetivo de 
assegurar o acesso e a permanência dos estudantes na educação básica, com a 
melhoria da qualidade do ensino e o respeito à diversidade, garantindo-se as condições 
necessárias ao desenvolvimento dos diversos saberes e habilidades pelos estudantes 
incluindo o acesso à educação profissional. 
 
A visão da logística propicia uma percepção sistêmica das organizações nos níveis 
produtivo e administrativo, trabalha a integração de seus processos internos e externos, 
envolvendo a camada de clientes e fornecedores e, perpassando e integrando os níveis 
estratégicos, táticos e operacionais das empresas, e o aprofundamento dos 
conhecimentos da Base nacional Comum do Ensino Médio, proporcionando a formação 
integral do estudante. Além disso, constitui-se em uma estratégia de combate ao 
desemprego e à informalidade, ao focar o desenvolvimento de organizações 
fundamentadas na solidariedade como forma de gerar alternativas de trabalho e 
emprego. 
 
2.2 - Objetivos 
 
O Curso Técnico em Logística integrado ao Ensino Médio tem como objetivo formar 
profissionais empreendedores, promovendo a construção de competências que 
contemplem habilidades, conhecimentos e comportamentos que atendam às demandas 
do setor de gestão das operações logísticas, de forma que possam ocupar uma posição 
de destaque no ciclo de desenvolvimento e crescimento das empresas. 
 
 
CAPÍTUO 3 – Requisitos e formas de Acesso 
 
 
Como requisito para matrícula no curso, os candidatos deverão ser concluintes do Ensino 
Fundamental, respeitando-se as normas estabelecidas para a matrícula na rede pública de 
ensino de Minas Gerais. 
 
Quando o número de candidatos for superior ao número de vagas ofertadas e autorizadas na 
Escola Estadual, será realizado sorteio observando-se os princípios da transparência e 
publicidade. 
 
 
CAPÍTULO 4 - Perfil Profissional de Conclusão 
 
O Técnico em Logística realiza procedimentos de transportes, armazenamento e 
distribuição das cadeias de suprimentos; agenda programa de manutenção de máquinas 
e equipamentos; supervisiona processos de compras, recebimento, movimentação, 
expedição e distribuição de materiais e produtos; presta serviços de atendimento aos 
clientes. 
 
4.1 – Do Assistente deLogística 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 
SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO, JUVENTUDES E 
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
5 
 
 
 
Ao final do Módulo I o Assistente de Logística será capaz de: 
 
 Interpretar processos operacionais para controle, negociação e tomada de 
decisão de compra; 
 Estabelecer programação das quantidades a serem compradas, utilizando 
conceitos de: lotes, material estratégico, estoque técnico; 
 Ter postura profissional e ética; 
 Analisar os Sistemas de Administração da Produção e suas variáveis que influem 
nos processos produtivos; 
 Apoiar tecnicamente nas estratégias e sistemas de estoque e manuseios de 
cargas, no controle do armazenamento da produção e na organização e 
gerenciamento do sistema de embalagens; 
 Contextualizar os fundamentos da administração de materiais e de estoques; 
 Ter boa comunicação oral e escrita; 
 Auxiliar no gerenciamento do setor de suprimentos da empresa para garantir 
eficiência e eficácia; 
 Conhecer normas e procedimentos para segurança no ambiente de trabalho para 
controle de riscos e prevenir acidentes. 
 
 
4.2– Do Técnico em Logística 
 
Ao final do curso, cumpridos os Módulos I e II, além das competências atribuídas ao 
Assistente de Logística, o Técnico em Logística será capaz de: 
 
 Analisar processos, operações e negociações envolvidos na gestão da cadeia de 
suprimentos; 
 Interpretar processos envolvidos nas operações de importação e exportação; 
 Interpretar os princípios da logística reversa da pós-venda e pós-consumo; 
 Estabelecer relações entre a política de qualidade da empresa e as operações 
logísticas de: entrada, transformação e saída; 
 Controlar patrimônio nas organizações para eficiência e eficácia em suas 
atividades; 
 Realizar atividades do cadastro de fornecedores ao registro de compras; 
 Processar os pedidos para aquisição e negociação no setor de compras; 
 Classificar e registrar materiais com base na padronização e normalização; 
 Realizar processo de compras com base nos aspectos legais; 
 Adequar os materiais, classificando-os de acordo com demanda valorizada e 
custos; 
 Calcular corretamente custos de materiais, considerando custos diretos, de 
preparação e manutenção; 
 Assessorar na realização de diagnósticos e projetos logísticos, sob supervisão; 
 Correlacionar documentos fiscais, base de cálculo dos impostos e respectivos 
valores. 
 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 
SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO, JUVENTUDES E 
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
6 
 
CAPÍTULO 5 – Organização Curricular 
 
A organização curricular da Habilitação profissional de Técnico em Logística Integrado 
ao Ensino Médio - Eixo Tecnológico de Gestão e Negócios, está estruturada em três 
anos, sendo 1166:40h no primeiro ano, 1500h no segundo ano e 1500h no terceiro ano 
do Ensino Médio Integral. 
 
O curso admite certificação intermediária, sendo que o aluno que concluir o segundo ano 
fará jus a Qualificação de Assistente de Logística. Ao completar o terceiro ano, o aluno 
concluirá a Habilitação Profissional de Técnico em Logística. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os componentes curriculares que possibilitam a formação de Técnico em Logística 
integrado ao Ensino Médio estão assim organizados na Matriz curricular - figura 1 
(próxima página). 
Primeiro e 
segundos anos 
Terceiro ano 
 
QUALIFICAÇÃO DE 
AGENTE DE 
DESENVOLVIMENTO 
COOPERATIVISTA 
 
HABILITAÇÃO 
PROFISSIONAL 
DE TÉCNICO EM 
COOPERATIVISMO 
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7 
 
Figura 1: Matriz Curricular 
 
 
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EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
8 
 
5.1 – Proposta Pedagógica 
 
O currículo integrado é aquele que pode e deve ser praticado por todos os atores 
educativos da comunidade escolar, sejam eles gestores, pedagogos, professores e 
outros que atuem na escola com os professores e os estudantes, desde que seja 
amplamente discutido e construído com a participação dos jovens. A integração 
ressaltaria a unidade que deve existir entre os diferentes componentes curriculares da 
base comum aos componentes curriculares específicos do curso técnico 
profissionalizante, rompendo com a estrutura fragmentada do currículo, adotando uma 
abordagem inovadora, que traga os estudantes para o centro do processo de formação 
e que conecte a sua experiência escolar à experiência social. Nesta perspectiva a 
organização do horário deverá misturar componentes da Base Comum com os 
componentes específicos do curso técnico. 
 
Na proposta do curso Técnico em Logística Integrado ao Ensino Médio haverá 
também um horário destinado a Projetos de Pesquisa e Intervenção e a saída mensal 
para os Diálogos Abertos com a Cidade. 
 
O propósito dos projetos de pesquisa e intervenção é fazer com que os alunos sejam 
capazes de decidir e comprometer-se com as atividades, que saibam projetar-se no 
tempo e planejar suas ações, e que sejam sujeitos de sua própria aprendizagem 
possibilitando que o estudante questione o mundo em que vive, passe a se perguntar 
sobre ele e comece a olhá-lo de uma forma investigativa. O tema de um projeto pode ser 
sugerido pelos estudantes, motivados por questões suscitadas pelos acontecimentos 
sociais ou propostos por um professor ou grupo de professores mobilizados no Projeto. 
O desafio é transformar os temas de interesse em problemas que instiguem o grupo a 
compreendê-los. 
 
A ampliação da jornada deverá possibilitar o reconhecimento do território muitas vezes 
invisível na rotina diária de um currículo fragmentado e fechado em blocos de 50 minutos. 
Assim, a escola deverá organizar uma saída mensal, com os professores de determinado 
turno, alternando os dias da semana e os turnos durante o ano, de forma a que todos os 
professores possam ser envolvidos. Esse momento será destinado à apropriação e 
diálogo com a cidade, uma vez que a aprendizagem não está restrita ao espaço 
circunscrito pelos muros da escola. Quando estudantes vivem e convivem em vários 
espaços que a cidade proporciona, eles ampliam as aprendizagens, pois o município, 
com sua diversidade, é um agente educacional possibilitador de inúmeras oportunidades 
de aprendizagem. 
 
O currículo a ser construído terá como foco o direito à aprendizagem, com o 
planejamento de um trabalho que considere os conhecimentos que os alunos já 
possuem, levando-os à construção de novos conhecimentos necessários a sua formação 
integral. Além disso, possibilita uma gestão participativa e democrática, fortalecendo o 
trabalho coletivo com a participação de toda comunidade escolar. 
 
 
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EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
9 
 
 
CAPÍTULO 6 Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências 
Anteriores 
 
O curso de Educação Profissional Técnica de nível médio realizado na forma integrada 
com o Ensino Médio deve ser considerado como um curso único desde a sua concepção 
plenamente integrada e ser desenvolvido como tal, desde o primeiro dia de aula até o 
último. Todos os seus componentes curriculares devem receber tratamento integrado, 
nos termos do projeto pedagógico da instituição de ensino. 
 
Não há como utilizar o instituto do aproveitamento de estudos do Ensino Médio para o 
ensino técnico de nível médio. Esta parece ser a lógica adotada pelo Decreto nº 5.154/04, 
principalmente se examinarmos com mais atenção a sua exposição de motivos. O § 2º 
do Artigo4º do referido Decreto não deixa margem para dúvidas. Define que, na hipótese 
de adoção da forma integrada, é preciso “ampliar a carga horária total do curso, a fim de 
assegurar, simultaneamente, o cumprimento das finalidades estabelecidas para a 
formação geral e as condições de preparação para o exercício das profissões técnicas”. 
O conteúdo do Ensino Médio é pré-requisito para a obtenção do diploma de técnico e 
pode ser ministrado “simultaneamente” com os conteúdos do ensino técnico. Entretanto, 
um não pode tomar o lugar do outro. São de natureza diversa. Um atende a objetivos de 
consolidação da Educação Básica, em termos de “formação geral do educando para o 
trabalho” e outro objetiva a preparação “para o exercício de profissões técnicas”. Neste 
sentido, são intercomplementares e devem ser tratados de forma integrada, 
“relacionando teoria e prática no ensino de cada disciplina” (Inciso IV do Artigo 35) 
 
É importante deixar claro que, na adoção da forma integrada, o estabelecimento de 
ensino não estará ofertando dois cursos à sua clientela. Trata-se de um único curso, com 
projeto pedagógico único, com proposta curricular única e com matrícula única. A 
duração do curso, obviamente, deverá ter a sua “carga horária total do curso” ampliada, 
de forma a assegurar o cumprimento simultâneo das finalidades estabelecidas, tanto 
para a Educação Profissional Técnica de nível médio quanto para o Ensino Médio, como 
etapa de conclusão da Educação Básica. 
 
Para a obtenção do diploma de Técnico de nível médio, nos termos do parágrafo único 
do Artigo 7º do Decreto nº 5.154/2004, “o aluno deverá concluir os seus estudos de 
Educação Profissional Técnica de nível médio e do Ensino Médio”. Paralelamente, na 
forma integrada, para obter seu certificado de conclusão do Ensino Médio, o aluno 
deverá concluir simultaneamente a habilitação técnica de nível médio. Como se trata de 
um curso único, realizado de forma integrada e interdependente, não será possível 
concluir o Ensino Médio de forma independente da conclusão do ensino técnico de nível 
médio e, muito menos, o inverso. Não são dois cursos em um, com certificações 
independentes. Trata-se de um único curso, cumprindo duas finalidades 
complementares, de forma simultânea e integrada, nos termos do projeto pedagógico da 
escola que decidir oferecer essa forma de profissionalização a seus alunos, garantindo 
que todos os componentes curriculares referentes às duas finalidades complementares 
sejam oferecidas, simultaneamente, desde o início até a conclusão do curso. É 
imprescindível, portanto, que os candidatos a esse curso, na forma integrada, sejam 
informados e orientados sobre seu planejamento, inclusive quanto às condições de 
realização do curso e quanto à certificação a ser expedida. 
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SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO, JUVENTUDES E 
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
10 
 
 
Fica inteiramente fora de cogitação a concessão de certificado de conclusão do Ensino 
Médio, para fins de continuidade de estudos, a quem completar um mínimo de 2.400 
horas em três anos, em curso desenvolvido na forma integrada com duração prevista 
superior a três anos, como foi praxe adotada na vigência da antiga Lei nº 5.692/71. Aliás, 
esta praxe só favoreceu a evasão de alunos dos cursos técnicos. Se há previsão de 
alunos que desejarão isso, em um curso planejado para durar três anos, é melhor 
oferecer-lhes um curso médio comum, pois, assim, não estarão ocupando vaga indevida 
e excluindo os que querem se habilitar profissionalmente. 
 
Os concluintes da Educação Profissional Técnica de nível médio que concluírem, 
também, o Ensino Médio, receberão o correspondente diploma de técnico de nível médio 
na respectiva habilitação profissional. Aqueles diplomas que corresponderem a cursos 
desenvolvidos de acordo com a forma integrada de organização curricular, prevista no 
Inciso I do Artigo 4º do Decreto 5.154/2004, atestarão tanto a conclusão do Ensino Médio, 
para fins de continuidade de estudos no nível da Educação Superior, quanto a 
correspondente habilitação profissional de técnico de nível médio e quando registrado 
terá validade nacional. O estágio supervisionado, quando previsto e assumido 
intencionalmente pela escola como ato educativo e atividade curricular, presente na sua 
proposta pedagógica e nos instrumentos de planejamento curricular do curso, deverá se 
orientar pelas normas definidas pelo Parecer CNE/CEB 35/2003 e Resolução CNE/CEB 
1/2004, integrar o currículo do curso e ter sua carga horária acrescida aos mínimos 
exigidos para a respectiva habilitação. 
 
CAPÍTULO 7 - Critérios e Procedimentos de Avaliação 
7.1 – Avaliação 
 
A avaliação é parte integrante do Currículo e do processo educativo. Possui caráter 
processual, formativo e participativo, e deve garantir estratégias de intervenção 
pedagógica para atendimento aos estudantes que não consolidaram competências e 
habilidades, utilizando todos os recursos disponíveis para que se garanta a continuidade 
dos estudos com qualidade social. Nesse sentido, a avaliação deve ser realizada pelos 
professores e toda a equipe pedagógica da escola, numa perspectiva redimensionadora 
da ação pedagógica, fazendo prevalecer os aspectos qualitativos do aprendizado sobre 
os quantitativos, assegurando tempos e espaços diversos para que todos tenham 
garantida a aprendizagem. 
Serão considerados como critérios de avaliação a assiduidade, o interesse, a 
participação cooperativa, o envolvimento nos temas e conteúdos propostos, na 
elaboração e discussões de trabalhos em grupo, relatórios de atividades, auto avaliação, 
roteiros, pesquisas, portfólio, avaliações escritas e outros. A avaliação constitui-se, 
portanto, num processo contínuo e permanente com a utilização de instrumentos 
diversificados. 
 
7.2. Da Distribuição de Pontos 
 
A distribuição de pontos deverá seguir os critérios estabelecidos no regimento escolar. 
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11 
 
7. 3 – Da Aprovação 
 
Será considerado aprovado o aluno que alcançar: 
I – Frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária semestral. 
II – Aproveitamento mínimo de 60(sessenta) pontos cumulativos, por conteúdo curricular. 
7.4 – Dos Estudos de Recuperação 
 
A escola deve oferecer aos alunos diferentes oportunidades de aprendizagem definidas 
em seu Plano de Intervenção Pedagógica, ao longo de todo o semestre letivo e no 
período de férias, a saber: 
 
I. Estudos contínuos de recuperação; 
II. estudos periódicos de recuperação, aplicados imediatamente após a verificação 
de defasagem; 
III. estudos independentes de recuperação, após o encerramento do ano letivo, com 
avaliação a ser aplicada antes do encerramento do ano escolar, quando as 
estratégias de intervenções pedagógicas previstas nos incisos I e II não tiverem 
sido suficientes para atender as necessidades mínimas do aluno. 
 
Os estudos independentes de recuperação a serem desenvolvidos com os alunos antes 
do encerramento do ano escolar deverão contemplar apenas os temas ou tópicos em 
que o aluno não apresentou domínio necessário à continuidade do percurso escolar, o 
que deverá ser informado ao aluno antes da aplicação. 
 
7.5 – Da Reclassificação 
 
Excepcionalmente, o aluno que apresentar desempenho satisfatório e frequência inferior 
a 75% (setenta e cinco por cento), no final do período letivo, a Escola deve usar o recurso 
da reclassificação para posicionar o aluno no ano seguinte de seu percurso escolar. 
 
 
CAPÍTULO 8 – Descrição das instalações acompanhada da relação de 
equipamentos e acervo bibliográfico 
 
8.1 – Instalações e Equipamentos 
 
 Salas de aula equipadas com kit multimídia; 
 biblioteca contendo bibliografia específica e complementarpara o curso; 
 laboratório de informática com 21 computadores ligados em rede, com conexão 
à Internet, equipados com kit multimídia e instalação de softwares indicados para 
o curso e complementares. 
 
 
 
 
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12 
 
8.2 – Bibliografia 
 
AAKER, D. A. Administração estratégica de mercado. Porto Alegre: Bookman, 2001. 
 
ALBUQUERQUE, F. J. B. MASCARENO, R. M. P. Considerações não-ortodoxas 
sobre as cooperativas e o cooperativismo. Psicologia e sociedade (impresso), V. 1, 
P. 41-61, 2001. 
 
ALDABÓ, Ricardo. Gerenciamento de projetos: procedimentos básicos e etapas 
essenciais. 1. ed. São Paulo: Arlibe, 2001. 
 
ALMEIDA, M. C. Manual prático de interpretação contábil da lei societária. 2 ed. 
São Paulo: Atlas, 2012. 
 
ALMEIDA, M. I. R. Manual de planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 2001. 
 
AMABIS, M.; MARTHO. G. Fundamentos da biologia moderna. 4. ed. Moderna, 2002. 
 
ARRUDA, José Jobson; PILLETTI, Nelson. Toda a história: história geral e história do 
Brasil. São Paulo: Ática, 1997. 
 
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução 
à filosofia. São Paulo: Moderna, 2003. 
 
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena pires. Temas de filosofia. São 
Paulo: Moderna, 2005. 
 
ASHLEY, P. A. et al. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. ed. São 
Paulo: Saraiva, 2005. 
 
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6 ed. São Paulo: Atlas, 
2012. 
 
______.Matemática financeira e suas aplicações. 11 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 
 
ASSAF NETO, Alexandre; LIMA, Fabiano Guasti. Fundamentos de administração 
financeira. São Paulo: Atlas, 2010. 
 
ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do capital 
de giro. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2012. 
 
BATEMAN, T. S.; SNELL, S. A. Administração: construindo a vantagem 
competitiva. São Paulo: Atlas, 2000. 
 
BAUMAN, Zygmunt; MAY, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia: Ed. Jorge Zahar: Rio 
de Janeiro, 2010. 
 
BENNETT, Roy. Forma e estrutura na música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 
1986. 
 
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EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
 
13 
 
 
BEUREN, I. M. Gerenciamento da Informação: um recurso estratégico de gestão 
empresarial. São Paulo: Atlas, 1998. 
 
BIANCHINI, E.; PACCOLA, H. Curso de matemática. São Paulo: Moderna. 1993. 
 
BOHLANDER, George; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur. Administração de recursos 
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BORBA, J. E. T. Direito Societário. 8. ed. São Paulo: Renovar, 2003. 
 
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CAPÍTULO 9 – Qualificação do Pessoal Docente e Técnico 
 
A contratação dos docentes e técnicos que irão atuar no curso de Técnico em Logística 
será feita pela escola, que deve designar o número de profissionais necessários, 
observando a legislação que estabelece normas para a organização do quadro de 
pessoal e de designação para o exercício de função pública na Rede Estadual. 
 
CAPÍTULO 10– Modelário de Certificados e Diplomas 
 
Ao aluno que concluir, com proveito, a Habilitação Profissional de Técnico em Logística Integrada 
ao Ensino Médio será conferido DIPLOMA DE TÉCNICO, acompanhado de Histórico Escolar 
que deverá explicitar as competências definidas no respectivo perfil profissional de conclusão. O 
diploma atestará tanto a conclusão do Ensino Médio, para fins de continuidade de estudos no 
nível da Educação Superior, quanto a correspondente habilitação profissional de técnico de nível 
médio, e, quando registrado, terá validade nacional. 
 
Ao término do segundo ano do curso está prevista uma saída intermediária de Assistente de 
Logística, quando o aluno fará jus ao Certificado de Qualificação Profissional. A expedição do 
certificado só deverá ser feita mediante comprovado exercício profissional. Inexiste a 
possibilidade de emissão de dois documentos, ou seja, do certificado ao final do segundo ano, e 
do diploma, ao final do curso. 
 
 
 
 
 
 
 
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