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Turno: EAD Aluno (a): Marcos Vinicius Tinoco Teixeira Peso deste trabalho na média: 30% Nota: RU: 3677431 ATENÇÃO Não haverá prorrogação ou reabertura Tutor: Vitor Hugo Lopes Lau para entrega fora do prazo; Disciplina: Tempos e Métodos Para solicitação com justificativa, Curso: Engenharia de Produção contatar o CMA pelo ATENDIMENTO Data Limite para postagem: consultar calendário acadêmico ON LINE no Univirtus ATIVIDADE PRÁTICA DE TEMPOS E MÉTODOS Atividade Prática (Dica – Se possível, usar o Excel para facilitar os cálculos) 1. Ler o anexo: Contextualização para a Atividade Prática1 2. Assista ao vídeo da Aula Prática 4 na rota de estudo da disciplina: a. Prepare o cronômetro ou na sua falta utilize o cronômetro de um telefone celular; b. Efetue a cronometragem pelo método contínuo de 12 passagens dos 30 pinos do kit de simulação utilizado no vídeo. Considere o início e final de cada passagem, o momento em que o operador coloca suas mãos sobre a mesa; c. Anote as cronometragens na planilha abaixo e calcule as passagens individuais, a média e a amplitude das 12 passagens. Descarte a maior e a menos, restando 10 passagens aproveitáveis: Medição Tempo contínuo cronometrado (segundos) Tempo individual cronometrado (segundos) 1 37,39’’ 37,39’’ 2 89,74’’ 52,35’’ 3 126,83’’ 37,09’ 4 176,04’’ 49,21’’ 5 211,11’’ 35,07’’ 6 256,01’’ 44,90’’ 7 291,55’’ 35,54’’ 8 337,29’’ 45,74’’ 9 373,42’’ 36,13’’ 10 419,51’’ 46,09’’ 11 456,78’’ 37,27’’ 12 504,94’’ 48,16’’ X = Tempo Médio das 10 Medições Aproveitáveis 41,93’’ R = Amplitude das 10 Observações Aproveitáveis (maior – menor) 17,28 1 Jurandir Peinado e Alexandre Reis Graeml d. Considerando o tempo médio e a amplitude obtidos, verificar nas tabelas 1 e 2 do texto de contextualização da Atividade Prática os coeficientes Z e d2 para 10 cronometragens com 95% de grau de confiança e 5% de erro amostral e verifique se a medição efetuada pode ser validada: Tabela 1 – Coeficientes de distribuição normal Probabilidade 90% 91% 92% 93% 94% 95% 96% 97% 98% 99% Z 1,65 1,70 1,75 1,81 1,88 1,96 2,05 2,17 2,33 2,58 Fonte: Jurandir Peinado e Alexandre Reis Graeml Tabela 2 – Coeficientes d2 para o número de cronometragens iniciais N 2 3 4 5 6 7 8 9 10 d2 1,128 1,693 2,059 2,326 2,534 2,704 2,847 2,970 3,078 Fonte: Jurandir Peinado e Alexandre Reis Graeml No cronometragens iniciais = Z . R Er . d2 . X ATENÇÃO I: Se o número obtido for inferior ao número de cronometragens tomadas, a cronometragem está validada e você pode continuar o cálculo do tempo normalizado e tempo padrão. Agora se o número obtido for maior que o número de cronometragens tomadas, a cronometragem não está validada e você deve apresentar abaixo os prováveis motivos disto ter ocorrido. Como sugestão assista novamente ao vídeo e fique atento aos detalhes das passagens dos pinos pelo operador: Apos os cálculos chegamos a um resultado igual a, 27,54, o que invalida a cronometragem. Uma das causas da invalidação da cronometragem, e o movimento mais lento do operador, ao pegar o pino com uma mão, passar para a outra e depois colocá-lo em seu devido local, alem de ser um movimento que requeira um pouco mais de coordenação motora. Para melhoramos a cronometragem e conseguir validá-la, poderíamos treinar o operador para executar a tarefa com ambas as mãos, porem uma por vez, quando pegar os pinos da esquerda para direita, usar a mão direta e vice e versa, enquanto a não usada fica apoiada sobre a mesa, o processo deve começar sempre de cima para baixo, dando uma visão mais clean do processo ao operador, respeitando sempre a linha e a ordem dos pinos, por exemplo, o primeiro pino, no primeiro furo da fila ao lado. espera-se que o operador faça um movimento mais rápido e ao mesmo tempo consiga diminuir a fadiga das mãos descansando elas durante o turno de trabalho uma por vez, devemos ressaltar que a tarefa deve ser feita sentado. E esperado que o trabalhador execute o processo de forma mais confortável. O mobiliário deve respeitar os padrões ergonômicos, cadeira e mesa. A tendência de se adotar um processo totalmente padronizado, e fazer com que o operador faça menos movimentos, e alem de aumentar a produtividade, pode levar a uma 2 memorização mais rápida do processo, levando o operador a um aperfeiçoamento mais rápido dos movimentos. A tendência e que com o passar do tempo, o operador se familiarize cada vez mais com a execução do processo, buscando sempre um movimento mais rápido e otimizado. _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ATENÇÃO II: Se você não encontrou uma alternativa para resolver o problema da invalidação das cronometragens, faça o cálculo assim mesmo com o tempo médio encontrado. e. Faça o cálculo do tempo normalizado para um grau de rendimento de 95% (0,95) pois o operador foi considerado pouco hábil para a tarefa: TN = TC . gr TN = Tempo normalizado TC = Tempo cronometrado gr = Grau de rendimento do operador O tempo normalizado para a operação e, 39,83’’. f. Faça o cálculo do tempo padrão, considerando um grau de concessão de 5% para perdas pessoais e 10% para perdas gerais. TP = TN + (TN . %Pp) + (TN . %Pg) TP = Tempo padrão TN = Tempo normalizado %Pp = Concessões para perdas pessoais %Pg = Concessões para perdas gerais O tempo padrão para a atividade e, 44,6’’. g. Anexar a este exercício a filmagem e/ou as fotos realizadas para utilizarmos como evidências da sua atividade prática junto ao MEC ATENÇÃO: SE HOUVER CARACTERIZAÇÃO DE PLÁGIO, O TRABALHO SERÁ CONSIDERADO NULO E A NOTA ZERA ZERADA h. Passar este documento preferencialmente para pdf e entregar como anexo na resposta do exercício 1 da atividade prática no AVA. ATIVIDADE PRÁTICA DE TEMPOS E MÉTODOS No cronometragens iniciais = Z . R TP = TN + (TN . %Pp) + (TN . %Pg)