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Reeducação Funcional_Prática

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Reeducação Funcional
P R O F A R O B E R T A P A S Q U A L U C C I R O N C A
Ciclo da 
marcha
O que é a marcha?
Sequência de repetições de movimento dos 
membros para mover o corpo para frente 
enquanto mantém a estabilidade no apoio. 
O corpo humano integra os movimentos dos vários 
segmentos e controla a atividade muscular, de 
modo que o gasto energético seja mínimo. 
AVALIAÇÃO 
DA 
MARCHA
DETECÇÃO 
DE 
ALTERAÇÕES
PROGRAMAS DE 
TREINAMENTO E 
REABILITAÇÃODA 
MARCHA
Análise da marcha
A análise da marcha pode ser:
Clínica (visando ao estudo de um 
determinado paciente) 
Científica (visando ao estudo das 
repercussões de uma patologia 
sobre a marcha)
É a mensuração, a descrição e a avaliação sistemática de 
dados que caracterizam a locomoção humana 
Ciclo da marcha
• A maior unidade usada para descrever a marcha é chamada de 
Ciclo da marcha 
Espaciais (distância) Temporais (tempo)
Ciclo da marcha
• Um ciclo da marcha = começa quando o
calcanhar do membro de referência faz contato
com a superfície de apoio (solo), e termina
quando o calcanhar do mesmo membro faz
contato novamente com o solo.
• Passada
- 70 a 82 cm.
Ciclo da marcha
• Passo: refere-se a distância entre o
apoio de um pé, até a colocação do
pé contrário ao solo;
• Tem como medida entre 35 e 41 cm.
Para cada passada tem-se dois passos.
Divisão do ciclo da marcha
• É dividido em 2 fases:
• FASE DE APOIO: intervalo no qual o pé do membro de referência fica
em contato com o solo.
• FASE DE BALANÇO: é aquela porção na qual o membro de referência
não faz contato com o solo.
Divisão do ciclo da marcha
• Dois períodos de DUPLO APOIO
Refere-se aos dois intervalos, em um ciclo da marcha, no qual o peso do
corpo é transferido de um pé para o outro e, tanto o pé direito quanto
o esquerdo, encontram-se em contato com o solo ao mesmo tempo.
Fase de apoio
• Corresponde a 60% do ciclo de marcha.
• Subdividido em 3 intervalos de acordo com a presença de um ou dos dois pés no solo.
• O início e o final do apoio envolve a presença dos 2 pés no solo (duplo apoio) e a
porção média envolve a presença de apenas um pé (apoio simples).
Fase de balanço
• Corresponde a 40% do ciclo de marcha.
• Subdividido em 3 intervalos:
- Balanço inicial
- Balanço médio
- Balanço terminal
• Muitos pacientes apresentarão dificuldades e não conseguirão realizar a
marcha, mesmo com o uso de dispositivos auxiliares.
• Portanto, o treino de marcha começa muito antes de colocarmos nosso
paciente para deambular e ficarmos “corrigindo” seus déficits.
• Precisamos estimular a realização de tarefas progressivas até chegar à
realização da marcha.
• Esses exercícios são chamados de pré-deambulação.
Exercícios pré-deambulação
• a. decúbito ventral com apoio dos cotovelos e, depois, sobre as mãos;
• b. decúbito dorsal com os joelhos fletidos e com os pés apoiados para posterior 
elevação pélvica ou exercício de ponte;
• c. posição de quatro apoios;
• d. posição ajoelhada;
• e. posição semiajoelhada;
• f. posição sentada;
• g. bipedestação;
• h. marcha com e sem o auxílio das barras paralelas.
Treino de Marcha
Dispositivos auxiliares à marcha
BARRAS PARALELAS
ANDADOR
MULETA AXILAR
MULETA CANADENSE
BENGALA
Ajuste dos dispositivos
20° a 30° de flexão do cotovelo
Altura do punho (processo estiloide da ulna - com paciente em pé) 
Mão na altura do trocanter maior femur
• Barras paralelas: 5 cm mais largas que a pelve;
• Muletas axilares: 2 ou 3 dedos abaixo da axila e ponteiras - 15 cm além dos pés;
• Muletas canadenses: Paralela à tíbia e ao femur e braçadeira superior - 2,5 cm a 4 cm 
abaixo do olécrano;
• Bengalas: Contralateral (normalmente), aproximadamente 15 cm da borda lateral dos 
dedos do pé e topo da bengala aproximadamente no nível do trocânter maior.
Particularidades:
BARRAS PARALELAS
Para apoio e 
estabilidade máximos;
Limita a mobilidade;
ANDADOR
• Estabilidade e apoio máximos;
• Permite mobilidade;
• 4 pernas (2 ou 4 podem ser rodas);
• Podem ser dobráveis;
• Desvantagens:
• Incômodos e difíceis de guardar e transportar;
• Uso prejudicado em escadas;
•  Velocidade da deambulação;
• Padrão de marcha anormal;
Muletas
• Melhorar o equilíbrio;
• Alivio total ou parcial do apoio de peso
sobre um MI;
• Geralmente são usadas de forma
bilateral;
• Aumento da BDA;
• Permite uma deambulação funcional.
MULETAS AXILARES
• Pouca estabilidade;
• Muitos padrões de marcha;
• Deambulação mais rápida;
• Desvantagens:
• Menos estáveis que o andador;
• Lesões neurovasculares;
• Paciente deve ter bom equilíbrio;
• Necessita de grande FM de MMSS;
MULETAS 
CANADENSES
• Indicação para longos períodos;
• Pctes com estabilidade e coordenação;
• Fácil de transportar e guardar;
• Sem risco de lesões neurovasculares;
• Desvantagens:
- Menos estáveis que o andador;
- Necessidade de bom equilíbrio em pé e FM 
em MMSS;
- Insegurança (geriátricos);
BENGALAS
• Aumentam o equilíbrio e estabilidade;
• Funcional em escadas e peq. espaços;
• Fácil transporte.
Treino de marcha
• Bengala
• Muletas: 
- marcha de três pontos, 
- marcha de três pontos modifica, 
- marcha de quatro pontos e 
- marcha de dois pontos
• Andador:
- Marcha sem descarga de peso
- Marcha com descarga de peso parcial
- Marcha com descarga de peso total
• Subir e descer degraus
Bengalas
1) Posicioná-la no MS oposto ao MI afetado.
2) A bengala e o membro envolvido avançam 
simultaneamente.
3) Em seguida o membro bom é avançado.
Como Usar Andadores e Bengalas
https://www.youtube.com/watch?v=PAai7XChIAE
https://www.youtube.com/watch?v=PAai7XChIAE
Andador e muletas
https://www.youtube.com/watch?v=lOHV4xw9MrI
https://www.youtube.com/watch?v=lOHV4xw9MrI
Andador e muletas
https://youtu.be/GP9yBXUMzZo
https://youtu.be/GP9yBXUMzZo
Muletas
https://www.youtube.com/watch?v=zh9jEMLWgZk
https://www.youtube.com/watch?v=zh9jEMLWgZk
Muletas
https://youtu.be/wLId5_Gu3Vc
https://youtu.be/wLId5_Gu3Vc
Subindo escadas –
Muletas e Bengala
• Olhando as escadas de frente, coloque as muletas
perto do primeiro degrau.
• Empurre as muletas com os braços estendidos,
abaixe a cabeça e coloque a perna não
machucada no primeiro degrau.
• Endireite as suas costas e levante as muletas e a
sua perna machucada ao mesmo tempo.
• Coloque as muletas no outro braço ao usar o
corrimão.
• https://youtu.be/0QP0PRsF7X8
https://youtu.be/0QP0PRsF7X8
Descendo as escadas 
– Muletas e Bengala
• Fique com os dedos do pé da sua perna não
machucada perto do início do primeiro degrau.
• Dobre o joelho da sua perna não machucada
para manter o equilíbrio e desça as muletas e a
sua perna machucada até o próximo degrau.
• Apoie-se nas suas muletas e abaixe o corpo
colocando a perna não machucada no mesmo
degrau.
• https://youtu.be/0QP0PRsF7X8
https://youtu.be/0QP0PRsF7X8
Técnicas de transferência
e mudanças de decúbito
O que são 
mudanças 
de decúbito?
• São mudanças de posição do corpo:
• Da posição de decúbito dorsal para
decúbito lateral (e vice-versa);
• Da posição de decúbito dorsal para
sentada (e vice-versa);
• Da sedestação para ortostatismo (e
vice-versa).
Por quê 
mudar os 
decúbitos?
• Prevenir a formação de úlceras de pressão;
• Promover conforto e relaxamento;
• Prevenir complicações pulmonares 
(hipoventilação e acúmulo de secreção);
• Mudar o paciente de posição quando 
necessário durante a cinesioterapia;
• Ensinar o paciente e/ou acompanhantes as 
transferências para facilitar a independência 
e as AVDs.
Procedimentos antes da transferência
• Tipo de patologia
• Nível de consciência/Nível de compreensão
• Grau de independência
• Todas as articulações tem ADM normais?
• Tem dor?
1. Avaliação do paciente:
• Tipo de transferência
• Número de pessoas
• Trajeto
2. Seleção da Transferência 
Procedimentos antes da transferência
• Preparar o espaço
• Posição da cama, cadeira, C.R., etc (+ curto +fácil + seguro + funcional)
• Verificar onde estão os auxiliares de marcha 
• Verificar a altura das superfícies implicadas na transferência.
3. Posição do equipamento:
• Melhora a colaboração 
• Diminui a ansiedade
• Maior sintonia
4. Informar e orientar o paciente:
• Diminui o risco de queda
• Diminui o risco de machucar certas zonas do corpo
5. Posição do paciente:
Posicionamento no leito – Hemiplegia
Posicionamento no leito – Paraplegia
Posicionamento no leito – Tetraplegia
Posicionamento no leito – Tetraplegia
Transferência da cadeira de rodas para 
o tablado (Hemiplegia)
Transferência ativa da cadeira para o 
tablado (Paraplegia)
Transferência da cadeira de rodas para 
o tablado (Paraplegia)
Transferência da cadeira de rodas para 
o tablado (Tetraplegia)
Mudança decúbito - DD para DV
Mudança decúbito - DV para DD
Mudança decúbito - DL para DD
Mudança decúbito - DL para sentado 
(usar apoio na cervical, escápula e fossa 
poplítea – “pêndulo”)
Mudança decúbito - Sentado para deitado 
(passar pelo DL)
Mudança decúbito - Sentado para em 
pé
Mudança decúbito - DD para DL 
quando paciente muito grande ou obeso – 2 
pessoas do mesmo lado
Método Mckenzie
Método Mckenzie
• Os exercícios de extensão desenvolvidos por Robin McKenzie enfatizam a
extensão do tronco, buscando aliviar a pressão posterior sobre os discos.
• Para o autor, a justificativa era que o disco é a principal fonte de dor nas costas. Os
problemas discais ocorrem porque as pessoas passam muito tempo em posições
sentadas e em outras posições de flexão, sem se moverem o suficiente em
extensão para aliviar as pressões sobre os discos.
• Desse modo, ele defendia sobretudo os exercícios de extensão para aliviar as
pressões sobre os discos.
Método Mckenzie
• Realizar exercícios do método McKenzie:
a. deitado de decúbito ventral;
b. deitado de decúbito ventral, com extensão;
c. extensão deitado;
d. extensão de pé;
e. flexão deitado;
f. flexão sentado;
g. flexão de pé.
Exercício 1: deitado em decúbito ventral
a. Deitado de decúbito ventral;
O paciente fica em decúbito ventral com os braços ao lado do corpo e a cabeça
voltada para um dos lados. Ele deve permanecer nessa posição, inspirar
profundamente algumas vezes e, então, relaxar completamente por 2 ou 3 minutos.
Exercício 2: deitado em decúbito
ventral, com extensão
• b. Deitado de decúbito ventral, com extensão;
• O paciente continua em decúbito ventral e coloca os
cotovelos abaixo dos ombros, de modo a se apoiar
nos antebraços.
• Iniciar inspirando profundamente algumas vezes e, em
seguida, deixar os músculos na coluna lombar, no
quadril e nas pernas relaxarem completamente.
• Permanecer nessa posição durante 2 ou 3 minutos,
executado-a uma vez por sessão e sempre depois do
exercício 1.
Exercício 3: extensão deitado
c. Extensão deitado;
 Colocar as mãos sob os ombros, como se fosse
erguer o corpo, apoiando-se nas palmas das mãos.
 Próximo passo: esticar os braços e levantar a
parte superior do corpo até o máximo permitido
pela dor.
 Manter a pélvis, o quadril e as pernas relaxadas e
deixar a coluna lombar ceder, aumentando a sua
lordose;
 Manter essa posição por 1 ou 2 segundos
 Repetir esse ciclo de movimentos de modo suave
e ritmicamente
Método Mckenzie
d. Extensão de pé;
 Manter os pés ligeiramente
separados e coloca as mãos na altura
da cintura.
Estender o tronco para trás ao
máximo, na altura da cintura, usando
suas mãos e seus dedos como pivô.
Repetir esse ciclo de movimentos,
tentando estender o tronco um
pouco mais a cada vez, de modo
que, ao final, o paciente tenha
atingido o grau máximo possível de
extensão
Método Mckenzie
e. Flexão deitado;
• Deitado em decúbito dorsal com os
joelhos flexionados e as plantas dos pés
no chão ou na cama.
• Flexionar os joelhos em direção ao peito,
coloca ambas as mãos em torno dos
joelhos e, devagar, mas firmemente, puxa
os joelhos em direção ao peito o máximo
que a dor permitir.
• expirar enquanto traz os joelhos ao peito.
Método Mckenzie
f. Flexão sentado;
• Sentado na beirada de uma
cadeira firme, com os joelhos e os
pés separados e descansando as
mãos nas coxas.
• Inclinar o tronco para frente e
tocar o chão com as mãos,
retornando imediatamente à
posição inicial.
• Repetir esse ciclo de movimentos
suave e ritmicamente e, a cada
vez, tentar se inclinar um pouco
mais,
Método Mckenzie
g. Flexão de pé.
• Posição ortostática, manter os pés
separados na largura do ombro e
deixa os braços soltos.
• Inclinar-se para frente e desliza os
dedos perna abaixo.
• Retornar imediatamente à posição
inicial.
• Repetir esse ciclo de movimentos
suave e ritmicamente, tentando
inclinar-se um pouco mais a cada
vez
Método Williams
Método Williams
• Com o propósito de reduzir a dor e estabilizar o tronco, o paciente desenvolve
ativamente os músculos flexores e alonga passivamente os músculos
extensores lombares. Os exercícios de flexão de Williams são uma série de seis
exercícios que enfatizam a flexão do tronco.
Método Williams
• Realizar exercícios do método Williams:
a. fortalecimento dos abdominais;
b. exercício de ponte;
c. alongamento dos músculos eretores da espinha;
d. alongamento dos eretores da espinha e posteriores da coxa;
e. alongamento do músculo tensor da fáscia lata e do ligamento iliofemoral;
f. exercício de fortalecimento de quadríceps.
Exercício 1 – Fortalecimento dos abdominais
• Decúbito dorsal, com os dois joelhos flexionados e as mãos na região anterior 
das coxas, 
• Flexionar o tronco até desencostar o ângulo inferior da escápula, fortalecendo 
os músculos abdominais.
Exercício 2 - Exercício de ponte
• Decúbito dorsal, com os joelhos em flexão e os pés apoiados no solo
• Realizar o exercício de ponte para fortalecer os músculos glúteos.
Exercício 3 - Alongamento dos músculos eretores da 
espinha
• Decúbito dorsal, levar o joelho direito em direção ao peito; voltar à posição 
inicial;
• Levar o joelho esquerdo ao peito e, por fim, levar os dois joelhos ao peito para 
alongar os músculos eretores da espinha.
Exercício 4 - Alongamento dos eretores da espinha e 
posteriores da coxa
• Paciente, sentado com os
joelhos estendidos, tenta
alcançar os dedos dos pés
com a ponta dos dedos das
mãos para alongar os eretores
da espinha e os músculos
posteriores da coxa.
Exercício 5 - Alongamento do músculo tensor da fáscia lata e do 
ligamento iliofemoral
• Quatro apoios, colocar um joelho para frente sob o peito, com quadril e
joelho contralateral em máxima extensão para alongar o músculo tensor da
fáscia lata e o ligamento iliofemoral.
Exercício 6 -
Fortalecimento 
de quadríceps
• Paciente inicia em pé, com apoio bipodal, e move-
se para um agachamento completo, fortalecendo
assim os músculos do quadríceps.
Método Klapp
Método Klapp
• O método Klapp é uma técnica
antiga utilizada na prática clínica e,
no entanto, pouco pesquisada.
Consiste no alongamento e no
fortalecimento da musculatura do
tronco por meio de posições em
gatas semelhantes aos quadrúpedes.
• Esse método é uma forma de
tratamento em que são
utilizadas posturas
assimétricas de alongamento e
que permite trabalhar o
fortalecimento de toda essa
musculatura.
Método Klapp
Realizar exercícios do método Klapp:
a. engatinhar perto do chão;
b. deslizamento horizontal;
c. deslizamento lateral;
d. engatinhar lateral;
e. exercício do arco grande;
f. exercício de virar o braço;
g. exercício da grande curva.
Exercício 1 - engatinhar perto do chão
• Paciente, apoiado nos cotovelos a 90 graus, os dedos e as mãos direcionados 
para frente, a cabeça em posição neutra, o quadril e os joelhos a 90 graus.
• Realizar movimentos de hipercifose torácica e hiperlordose lombar.
Exercício 2 - deslizamento horizontal
• Paciente na posição de gatas, com o quadril e o joelho a 90 graus de flexão, é solicitado 
a estender o tronco e levar os membros superiores à frente sem tocar os cotovelos no 
chão,mantendo a cabeça erguida e uma distância entre as mãos igual à largura dos 
ombros.
Exercício 3 - deslizamento lateral
• Após o exercício anterior, é solicitado que o paciente deslize o tronco e os
MMSS em direção ao lado convexo da escoliose, alongando o lado côncavo
da curva, o que consiste no exercício de deslizamento lateral.
Exercício 4 - engatinhar lateral
• Posição quadrúpede com as mãos direcionadas interiormente, levando para frente
o membro superior e para trás o membro inferior do lado da concavidade, com a
cabeça mantida rodada para o lado da convexidade. No caso da figura, o paciente
apresenta a concavidade para o lado esquerdo.
Exercício 5 - exercício do arco grande
• Paciente na posição quadrúpede, estende o membro superior e o membro
inferior do lado côncavo em diagonal. O joelho e o cotovelo contralateral
são mantidos aproximados.
Exercício 6 - exercício de virar o braço
• Paciente na posição de gatas, com o
membro superior do lado côncavo em
extensão e abdução de 90 graus, realiza
uma rotação do tronco acompanhado da
cabeça, também em direção ao lado da
concavidade.
Exercício 7 - exercício da grande curva
• Paciente, na posição de gatas, realiza uma extensão do membro superior e do 
inferior do lado da concavidade. 
Método Feldenkrais
Método Feldenkrais
• Realizar exercícios do método Feldenkrais:
a. balançando o corpo de pé;
b. balançando o corpo na posição sentada;
c. respiração;
d. movimento de torsão;
e. diferenciação dos movimentos pélvicos por meio de um relógio
imaginário.
Exercício 1: balançando o corpo de pé
• Ficar na posição de pé e deixar o corpo
balançar levemente de um lado para o
outro. Prestar atenção no movimento da
coluna e da cabeça e faça de 10 a 15
pequenos e tranquilos movimentos. Então,
tentar movimentos semelhantes para frente
e para trás.
Exercício 2: balançando o corpo na posição sentada
• Sentar-se na beirada da cadeira, colocar os pés no chão, bem separados, e relaxar os
músculos das pernas até que os joelhos possam se mover para os lados e para frente, num
movimento fácil de tornozelo.
• Nessa posição, movimentar o tronco de um lado para o outro até obter um movimento leve
de balanço.
Exercício 3: respiração
Exercício 4: movimento de torsão
• Deitar-se em decúbito dorsal e flexionar os joelhos. 
• Cruzar as pernas, colocando a perna direita sobre a esquerda. 
• Deixar os dois os joelhos caírem para a direita.
• Voltar à posição inicial. 
• Expirar quando a perna cai e inspirar quando ela volta.
Exercício 5: diferenciação dos movimentos 
pélvicos por meio de um relógio imaginário
• Deitar-se em decúbito dorsal, flexionar os joelhos,
colocar os pés no chão e colocar as mãos ao lado do
corpo.
• Imaginar um relógio pintado na região posterior da
pelve.
• Tentar colocar o máximo de pressão da pélvis sobre o
chão, no ponto das 6 horas (o cóccix).
• Depois colocar maior pressão no topo das 12 horas;
• Voltar às 6 e às 12 horas novamente, para lá e para cá,
repetindo o movimento 25 vezes.
• Os movimentos da pélvis devem ser lentos e contínuos,
com mudanças suaves de uma posição para outra.
• Depois, realizar o movimento contínuo, em que
passaremos o ponto de contato por todas as horas do
relógio:
Pilates
Método Pilates
• O método pilates se destaca e se diferencia dos outros pelos princípios e pelos
conceitos criados por Joseph. Entre esses princípios, estão a respiração, o
controle, a precisão, a fluidez, o alinhamento, a concentração, a calma e a
centralização (centro de força ou power house).
Mat pilates ou 
pilates solo
• O mat pilates é mais popular devido ao seu
custo inferior e à praticidade em realizá-lo.
• Com alguns equipamentos simples, como
um colchonete, uma bola e uma banda
elástica, já é possível praticá-lo.
• A resistência nos exercícios é o próprio
peso corporal contra a ação da gravidade, a
banda elástica ou outro equipamento,
quando utilizado.
Exercício de 
abdução do ombro 
em diagonal
Exercício abdominal com flexão e extensão 
alternadas dos membros inferiores
Exercício abdominal 
inferior, com flexão e 
extensão dos quadris e 
joelhos e adutores
dos quadris com o uso
da bola suíça
Alongamento de cadeia posterior do membro inferior com auxílio da 
banda elástica e fortalecimento dos extensores do joelho contralateral
Exercício de ponte
unilateral com 
membro inferior 
em extensão na
bola suíça
REFORMER
“
CADILLAC OU TRAPÉZIO
“
CHAIR
LADDER BARREL
Reeducação Postural Global
Cadeia 
inspiratória
• Escalenos, esternocleidomastoideo,
peitoral menor, intercostais e
diafragma;
• Com o encurtamento dessa cadeia, não
conseguiremos alongar a região da
nuca, soltar os ombros ou corrigir a
lordose lombar sem acarretar um
bloqueio inspiratório.
Cadeia mestra 
anterior
• Sistema suspensor do diafragma e das
vísceras, esternocleidomastoideo,
longo do pescoço, escalenos,
diafragma, iliopsoas, tensor da fáscia
lata, adutores e tibial anterior.
Cadeia mestra posterior
• Paravertebrais, glúteo máximo, isquiotibiais, poplíteo,
tríceps sural, em particular, o sóleo) e músculos da
planta do pé (em particular, o flexor curto dos dedos);
• O encurtamento dos músculos paravertebrais altera a
harmonia das curvas vertebrais: anteriorização da
cabeça, ausência de cifose torácica ou hiperlordose
tóraco-lombar.
• O encurtamento dos músculos estáticos dos membros
inferiores impede o bom posicionamento de diferentes
segmentos: joelho varo ou valgo, calcâneo varo ou
valgo, de acordo com a predominância da rigidez dos
músculos posteriores da coxa, da perna ou da planta do
pé.
Cadeia anterointerna
do quadril
• Iliopsoas, adutor longo, adutor
curto, porção anterior do adutor
magno, reto femural e pectíneo;
• O encurtamento dessa cadeia
acarreta uma adução, uma
rotação interna dos fêmures e
uma hiperlordose lombar.
Cadeia superior 
da cintura 
escapular
F E I X E S U P E R I O R 
D O T R A P É Z I O , 
F E I X E M É D I O D O 
D E L T O I D E E 
S U P R A E S P I N H A L ;
Cadeia anterointerna 
do ombro
• Subescapular, coracobraquial e 
peitoral maior.
• Sua perda de flexibilidade
acarreta na adução e rotação
medial do ombro
Postura sentada
• Trabalha escoliose: trações que ela exerce
sobre os músculos paravertebrais e pelo fato
de que o fisioterapeuta permanece apto, a
cada instante, a controlar visualmente sua ação.
• Trabalha o equilíbrio na posição sentada.
• Essa postura permite ao fisioterapeuta insistir
sobre: a coluna vertebral; os quadris e o
equilíbrio de apoio sobre os ísquios.
Postura de pé inclinada 
para frente
• Alongamento dos músculos posteriores dos
membros inferiores.
• Libera a coluna lombar de toda a compressão,
permitindo ao fisioterapeuta trabalhar com precisão
nessa região.
• Essa postura possibilita ao fisioterapeuta insistir
sobre: as vértebras lombares; as articulações
sacroilíacas; a pelve; os joelhos e os pés.
Palpação Transverso abdominal
Ativação dos 
músculos 
multífidos

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