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22.09.2022 
 
1 
Direito Constitucional PROF.: Adriane Fauth 
www.oesquadraodeelite.com.br 
EDITAL ABERTO 
TEORIA GERAL DOS DIREITOS 
FUNDAMENTAIS 
Classificação 
1. (CESPE/2015) Na CF, a classificação dos 
direitos e garantias fundamentais restringe-se a três 
categorias: os direitos individuais e coletivos, os direitos 
de nacionalidade e os direitos políticos. 
2. (CESPE/2017) Os direitos fundamentais 
individuais incluem o direito à intimidade, o direito ao 
devido processo legal e o direito de greve. 
Gerações 
3. (CESPE/2022) Os direitos fundamentais de 
primeira geração (ou dimensão) são denominados de 
direitos sociais, que demandam um fazer por parte do 
Estado, e foram inaugurados com as revoluções 
burguesas do século XVIII. 
4. (CESPE/2019) o chamado direito de resistência 
inclui-se entre os direitos fundamentais de segunda 
dimensão. 
5. (CESPE/2019) a igualdade formal é 
característica típica dos direitos fundamentais de 
segunda dimensão. 
6. (CESPE/2019) o direito de greve é classificado 
como direito fundamental de terceira dimensão. 
7. (CESPE/2019) a titularidade dos direitos 
fundamentais de terceira dimensão é sempre individual. 
8. (CESPE/2010) Os direitos transindividuais ou 
difusos não podem ser exercidos senão por 
coletividades, e são considerados direitos humanos de 
terceira geração, como os direitos à sindicalização e à 
previdência social. 
9. (CESPE/2013) O direito ao meio ambiente 
ecologicamente equilibrado é considerado um direito 
fundamental de terceira geração, em razão de ser 
baseado no interesse comum que liga e une as pessoas 
e ter caráter universal. 
10. (CESPE/2014) Historicamente, os direitos 
fundamentais de primeira dimensão pressupõem dever 
de abstenção pelo Estado, ao contrário dos direitos 
fundamentais de segunda dimensão, que exigem, para 
sua concretização, prestações estatais positivas. 
11. (CESPE/2021) A efetivação dos direitos 
individuais, que constituem direitos de defesa frente a 
intervenções do poder público na esfera particular dos 
indivíduos, demanda predominantemente atuações 
estatais de natureza positiva materializada por 
prestações públicas. 
12. (CESPE/2013) Constituem os chamados 
direitos de primeira geração os direitos civis e sociais, 
caracterizados pelo valor da liberdade, enquanto os 
denominados direitos de segunda geração são aqueles 
relacionados aos direitos econômicos, políticos e 
culturais, decorrentes do ideal da igualdade, e os 
chamados direitos de terceira geração são 
representados pelos direitos correlacionados ao valor da 
solidariedade ou fraternidade. 
13. (CESPE/2014) Os direitos fundamentais têm o 
condão de restringir a atuação estatal e impõem um 
dever de abstenção, mas não de prestação. 
 
Características 
14. (CESPE/2015) A característica da 
universalidade consiste em que todos os indivíduos 
sejam titulares de todos os direitos fundamentais, sem 
distinção. 
15. (CESPE/2018) Os direitos são criados em 
conformidade com determinado contexto histórico e se 
tornam fundamentais quando constitucionalizados. 
16. (CESPE/2014) A historicidade, como 
característica dos direitos fundamentais, proclama que 
seu conteúdo se modifica e se desenvolve de acordo 
com o lugar e o tempo. Por isso, os direitos 
fundamentais podem surgir e se transformar. 
17. (CESPE/2018) Os direitos fundamentais são 
irrenunciáveis. 
18. (CESPE/2018) Os direitos fundamentais são 
imprescritíveis, ou seja, não perdem efeito com o 
decurso do tempo. 
19. (CESPE/2022) Os direitos fundamentais 
caracterizam-se por seu caráter absoluto, característica 
que permanece mesmo havendo eventuais colisões 
entre eles. 
20. (CESPE/2021) Os direitos fundamentais não 
são absolutos e podem ser restringidos ou limitados por 
previsão constitucional ou legal, em benefício do 
interesse social e em observância às bases de 
proporcionalidade. 
21. (CESPE/2015) A limitação de direitos 
individuais, enquanto direitos de hierarquia 
constitucional, deve se dar por expressa disposição 
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Direito Constitucional PROF.: Adriane Fauth 
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constitucional ou mediante lei promulgada com 
fundamento imediato na própria Constituição Federal. 
22. (CESPE/2015) A ilimitabilidade é uma 
característica dos direitos fundamentais consagrados na 
CF, pois esses são absolutos e, diante de casos 
concretos, devem ser interpretados com base na regra 
da máxima observância dos direitos envolvidos. 
23. (CESPE/2022) Os direitos e garantias previstos 
pela Constituição Federal de 1988 estão dispostos em 
rol taxativo, em razão da ampla rede de proteção a eles 
destinada. 
24. (CESPE/2021) Os direitos fundamentais estão 
restritos ao rol taxativo previsto na CF, sendo inibida a 
inclusão de novos direitos ao seu catálogo. 
25. (CESPE/2018) O rol dos direitos fundamentais 
previsto na Constituição Federal de 1988 é taxativo, isto 
é, o Brasil adota um sistema fechado de direitos 
fundamentais. 
26. (CESPE/2018) A Constituição Federal, ao 
prever, de forma exaustiva, os direitos e garantias 
fundamentais dos indivíduos, faz que sejam 
desconsiderados outros direitos humanos, mesmo que 
estejam previstos em tratados internacionais dos quais 
o Brasil seja parte. 
27. (CESPE/2021) Para que seja reconhecida como 
um direito ou uma garantia fundamental pelo 
ordenamento jurídico brasileiro, a norma internacional 
deverá ser aprovada, em cada casa do Congresso 
Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos 
respectivos membros. 
 
Titularidade dos Direitos 
fundamentais 
28. (CESPE/2022) Decisão recente do Supremo 
Tribunal Federal reconhece como beneficiários dos 
direitos e garantias fundamentais acolhidos pela 
Constituição Federal de 1988 não somente os 
brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil, mas 
também os estrangeiros de passagem pelo território 
brasileiro, desde que haja, nesse caso, tratado 
internacional entre o Brasil e o país de origem do 
estrangeiro, para que ele tenha preservados seus 
direitos. 
29. (CESPE/2022) O texto constitucional é claro ao 
prever que apenas os estrangeiros residentes no Brasil 
dispõem de todos os direitos garantidos aos brasileiros. 
Assim, os estrangeiros não residentes no Brasil estarão 
submetidos apenas ao ordenamento jurídico de seu país 
de origem. 
30. (CESPE/2022) Os direitos e garantias 
fundamentais destinam-se à proteção do ser humano 
em sua totalidade. Assim, uma interpretação teleológica 
e lógico-sistemática permite afirmar que os direitos e 
garantias fundamentais têm como destinatários não 
apenas os brasileiros, mas também os estrangeiros, 
residentes ou não no Brasil, e apátridas, caso se 
encontrem dentro do território nacional. 
31. (CESPE/2018) Todo ser humano detém direitos 
fundamentais, independentemente de raça, credo, 
nacionalidade ou convicção política. 
32. (CESPE/2018) Os direitos e as garantias 
fundamentais constitucionais estendem-se aos 
estrangeiros em trânsito no território nacional, mas não 
às pessoas jurídicas, por falta de previsão constitucional 
expressa. 
33. (CESPE/2013) Embora os direitos e as 
garantias fundamentais se destinem essencialmente às 
pessoas físicas, alguns deles podem ser estendidos às 
pessoas jurídicas. 
34. (CESPE/2022) Suponha-se que um estrangeiro 
hipossuficiente, residente no Brasil de forma irregular, 
precise regularizar a migração para ter acesso a 
serviços públicos, como, por exemplo, à inclusão em 
programas sociais e à educação pública. Nesse caso, é 
direito do estrangeiro solicitar gratuidade das taxas 
exigidas para esses procedimentos de regularização de 
permanência no país, uma vez que a CF garante 
expressamente a não distinção entre brasileiros natos, 
naturalizados ou estrangeiros residentes no país, 
assegurando-lhes a igualdade de tratamento na forma 
da lei, para os atos necessários ao exercício da 
cidadania. 
 
Tribunal Penal Internacional 
35. (CESPE/2008) A submissão do Brasil ao 
Tribunal Penal Internacionaldepende da 
regulamentação por meio de lei complementar. 
 
Tratados Internacionais de Direitos 
Humanos 
 
36. (CESPE/2021) Após a Emenda Constitucional 
n.º 45/2004, os tratados internacionais sobre direitos 
humanos que foram incorporados ao ordenamento 
jurídico seguindo-se o rito constitucionalmente previsto 
passaram a ser hierarquicamente superiores às leis e 
inferiores à CF. E 
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37. (CESPE/2016) A CF estabelece que, após a 
aprovação por qualquer quórum durante o processo 
legislativo, todos os tratados e convenções sobre 
direitos humanos subscritos pelo Brasil passem a ter o 
status de norma constitucional. 
38. (CESPE/2018) Tratados e convenções 
internacionais sobre direitos humanos que forem 
aprovados em cada casa do Congresso Nacional, nos 
termos da CF, serão equivalentes às emendas 
constitucionais. 
39. (CESPE/2017) Direitos e garantias previstos em 
normas e tratados internacionais sobre direitos humanos 
assumem estatuto de norma constitucional 
automaticamente, no momento da sua assinatura pelo 
Brasil. 
40. (CESPE/2012) Os tratados internacionais que 
forem aprovados, em cada Casa do Congresso 
Nacional, por três quintos dos votos dos respectivos 
membros e em dois turnos serão equivalentes a 
emendas constitucionais. 
 
DIREITOS x GARANTIAS 
41. (CESPE/2014) As disposições meramente 
declaratórias, que instituem as garantias, imprimem 
existência legal aos direitos reconhecidos, e as 
disposições assecuratórias, que instituem direitos, 
limitam o poder, em defesa dos direitos. E 
 
Aplicabilidade e eficácia 
42. (CESPE/2021) As disposições constitucionais 
definidoras dos direitos e das garantias fundamentais 
carecem da atuação do legislador infraconstitucional 
para a viabilização dos direitos nelas veiculados. 
43. (CESPE/2012) De acordo com o que dispõe a 
CF, as normas definidoras de direitos fundamentais têm 
aplicação imediata, mas gradual. 
44. (CESPE/2021) A eficácia dos direitos 
fundamentais não se restringe às relações entre os 
cidadãos e o poder público. 
45. (CESPE/2021) Para solucionar conflito entre 
uma entidade privada com poder social e um associado, 
é possível a aplicação da teoria da eficácia horizontal 
dos direitos e garantias fundamentais. 
 
DIREITOS E DEVERES 
INDIVIDUAIS E COLETIVOS – 
ART. 5º 
DIREITO À VIDA 
46. (CESPE/2022) Por força do princípio da 
dignidade da pessoa humana, a pena de morte não é 
admitida, em nenhuma hipótese, pela CF. 
47. (CESPE/2021) O direito fundamental à vida é 
hierarquicamente superior aos demais direitos 
fundamentais. 
48. (CESPE/2016 – INSS) O direito à vida 
desdobra-se na obrigação do Estado de garantir à 
pessoa o direito de continuar viva e de proporcionar-lhe 
condições de vida digna. 
49. (CESPE/2022) Inclui-se no dever de proteger a 
vida a obrigação do poder público de resguardar a 
integridade dos presos que se encontram sob sua tutela 
ou custódia. 
50. (CESPE/2013) A proteção do direito à vida tem 
como consequência a proibição da pena de morte em 
qualquer situação, da prática de tortura e da eutanásia. 
51. (CESPE/2013) Consoante o princípio do acesso 
universal e igualitário às ações e aos serviços de saúde, 
todos os seres humanos têm direito à vida e, em caso 
de adoecimento, a receber tratamento condigno, de 
acordo com o estado atual da medicina, 
independentemente de sua situação econômica. 
52. (CESPE/2012) A tortura é constitucionalmente 
proibida, exceto para salvar a vida de outras pessoas. 
53. (CESPE/2010) Segundo posição majoritária do 
Supremo Tribunal Federal (STF), a realização de 
pesquisas em células-tronco embrionárias ofende o 
direito à vida, assim como o princípio da dignidade da 
pessoa humana. 
54. (CESPE/2005) A Constituição protege a vida de 
uma forma geral, inclusive a uterina. 
55. (CESPE/2004) Apesar de inovadora em vários 
aspectos, infelizmente a Constituição de 1988 não faz 
referência à submissão de alguém a tratamento 
desumano ou degradante. 
56. (CESPE/2013) Segundo jurisprudência firmada 
pelo STF mediante aprovação de súmula vinculante 
acerca da matéria, somente será admissível o uso de 
algemas quando houver necessidade de transporte do 
preso para ser conduzido até delegacia, presídio ou 
mesmo sala de audiências, justamente pelo fato de se 
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expor a perigo a autoridade policial, colocando em risco 
a sua integridade física. 
 
DIREITO À IGUALDADE/ISONOMIA 
57. (CESPE/2016 – INSS) Em decorrência do 
princípio da igualdade, é vedado ao legislador elaborar 
norma que dê tratamento distinto a pessoas diversas. 
58. (CESPE/2022) Para garantir a efetividade do 
princípio da igualdade, a Constituição Federal de 1988 
não prevê nenhuma norma que trate homens e mulheres 
de maneira diferenciada. O mencionado princípio da 
igualdade deve ser considerado de forma absoluta, não 
se admitindo, em nenhuma hipótese, qualquer forma de 
diferenciação entre os sexos. 
59. (CESPE/2022) Analisando-se o princípio da 
igualdade com relação ao particular, verifica-se que este 
não poderá tratar os demais membros da sociedade de 
maneira discriminatória, atingindo direitos fundamentais 
por meio de condutas preconceituosas, sob pena de 
responsabilização civil e até mesmo criminal, quando o 
ato for tipificado como crime. Assim, é vedado ao 
particular, na contratação de empregados, por exemplo, 
utilizar qualquer critério discriminatório com relação a 
sexo, idade, origem, raça, cor, religião ou estado civil. 
60. (CESPE/2021) As ações afirmativas possuem 
como objetivo a concretização do princípio 
constitucional da igualdade material. 
61. (CESPE/2020) Embora a Constituição Federal 
de 1988 preveja expressamente não distinção entre 
brasileiros, o próprio constituinte estabeleceu, no texto 
constitucional, hipóteses de tratamentos distintos entre 
homens e mulheres. 
62. (CESPE/2017) Lei aprovada pelo Congresso 
Nacional para conferir proteção especial às mulheres, 
seja qual for o tratamento diferenciado entre os gêneros, 
contrariará a CF, que prevê a igualdade entre homens e 
mulheres em direitos e obrigações. 
63. (CESPE/2013) Ao consagrar o princípio da 
isonomia, que veda de modo absoluto discriminações ou 
privilégios, a Constituição impede a legislação 
infraconstitucional de estabelecer requisitos 
diferenciados de admissão no serviço público. 
64. (CESPE/2012) O estabelecimento de regras 
distintas para homens e mulheres, quando necessárias 
para atenuar desníveis, é compatível com o princípio 
constitucional da isonomia e poderá ocorrer tanto na CF 
quanto na legislação infraconstitucional. 
65. (CESPE/2011) O princípio da isonomia decorre 
do fundamento, constitucionalmente expresso, da 
dignidade da pessoa humana. 
66. (CESPE/2015) Homens e mulheres são 
absolutamente iguais em direitos e obrigações. 
67. (CESPE/2013) O estabelecimento de limite de 
idade para a inscrição em concurso público não fere o 
princípio da igualdade, desde que a limitação se 
justifique em face da natureza e das atribuições do cargo 
a ser preenchido. 
68. (CESPE/2008) Se uma empresa francesa, 
estabelecida no Brasil, conferir vantagens aos seus 
empregados franceses, diferentes e mais benéficas que 
as vantagens concedidas aos empregados brasileiros. 
Nessa situação, configurar-se-á ofensa ao princípio da 
igualdade, pois a diferenciação, no caso, baseia-se no 
atributo da nacionalidade. 
69. (CESPE/2004) Uma empresa estrangeira com 
filial no Brasil não aplica o Estatuto do Pessoal da 
Empresa aos funcionários brasileiros, apenas aos 
empregados naturais do seu país de origem. Essa 
política adotada pela empresa gera vantagens salariais 
aos empregados estrangeiros, embora estes 
desempenhem funções idênticas às dos brasileiros De 
acordo com a jurisprudência do STF, a situação descrita 
não configura discriminação inconstitucional,visto que 
foi feita com base em critérios objetivos e razoáveis. 
70. (CESPE/2004) Considere a seguinte situação 
hipotética. No edital de um concurso público para 
provimento de vagas no cargo de policial rodoviário 
estadual, no item referente aos requisitos para a 
investidura no cargo, constava um subitem segundo o 
qual o candidato teria de ser do sexo masculino. Nessa 
situação, em face do tratamento isonômico entre 
homens e mulheres, o subitem do edital é 
inconstitucional. 
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Direito Constitucional PROF.: Adriane Fauth 
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