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Disciplina de Doenças Infecciosas Veterinária
Docente: Aline Maia
Discentes: Ana Beatriz e Ana Thays
Adenite equina
Universidade Estadual do Ceará – UECE
Faculdade de Veterinária - FAVET
Introdução
Maiores rebanhos do mundo
Responsável pela geração de inúmeros empregos
Importante atividade do agronegócio:
Lazer
 
Cultura
 
Turismo
 
Introdução
2º: Doenças limitantes das atividades dos equino
Doenças do Trato Respiratório
Perdas econômicas
Diagnóstico e prevenção
Detecção precoce 
Rápido retorno dos animais 
Prevenção de complicações secundárias
Adenite Equina - Garrotilho
Etiologia – Adenite Equina
Streptococcus equi subsp. equi
Família: Streptococcaceae
Gram-positivas
Forma de cocos em cadeias
Anaeróbios facultativos, imóveis, catalase (-)
β hemolítica
Grupo C de Lancefield 
S. Equi subsp. zooepidemicus
S. equi subsp. equi
DIFERENCIAR!
Fermentação de lactose
Sorbitol
Trealose
Etiologia – Adenite Equina
Fatores de Virulência
Cápsula de ácido hialurônico
Hialuronidase
Estreptolisina O
Estreptoquinase
Leucotoxina
Receptores para a Fc de IgG
Peptidoglicano e proteína M antifagocítica
Proteína ligadora ao colágeno (CNE)
Exotoxinas pirogênicas
Proteína M
Epidemiologia
Susceptíveis: Equinos, asininos e muares
Idade: 1 – 5 anos
Interrupção do trabalho
Queda na performance
Gastos com tratamento
Impacto estético
Óbitos
Prejuízos:
Predomínio em animais com cerca de 1 ano
Morbidade variável
Mortalidade:
Não tratados ou diagnóstico tardio – 10%
Tratamento adequado – 1%
Epidemiologia
Fontes de infecção
Equídeos doentes ou portadores
Secreções nasais ou conteúdo de linfonodos e abcessos
Transmissão
Direta: Contato entre os animais
Indireta: água, ração, pasto, fômites e utensílios de manejo geral.
Fatores de risco
Alta aglomeração e alto fluxo de animais
Situações de estresse, virose e parasitoses
Portadores assintomáticos
Não cumprimento da quarentena
Estresse, transporte, excesso de trabalho, viroses e parasitoses aumentam a suscetibilidade dos animais e podem desencadear a enfermidade em animais com infecção latente
Patogenia
Proteína M
Permite a aderência da bactéria às células dos epitélio nasal, oral e faríngeo, tonsilas e linfonodos
Efeito antifagocitário
Infecção por via oral ou nasal
Adere às células da mucosa 
Multiplicação
Proteína M
Se liga ao fibrinogênio e a fração C3b
Inibe as vias alternativas e clássicas
Dificulta a fagocitose
Patogenia
(retrofaríngeos e submandibulares)
Processo similar ocorre na região da nasofaringe: secreção nasal purulenta
Poucas horas após infecção
Linfonodos regionais
Multiplicação
Quimiotaxia de neutrófilos
Aumento da permeabilidade vascular
Edema e formação de abscesso
Patogenia
Exotoxinas pirogênicas
Liberação de citocinas pró-inflamatória
Fase aguda da inflamação
Febre, neutrofilia e aumento de fibrinogênio
80% - 90%
Benigno – cura clínica
10% - 20%
Complicações
Sinais clínicos
PI
2-4 semanas – recuperação espontânea;
Graves/crônicos - até 3 meses;
Gravidade da doença
Curso clínico
1-3 semanas
Febre (39-41°C) 
Linfadenopatia
Descarga nasal (mucosa – mucopurulenta)
Inapetência e tosse
Dificuldade respiratória e de deglutição
Gânglios endurecidos
Enfartamento de linfonodos
Conjuntivite
Descargas oculares
Complicações clínicas
Disseminação sistêmica
Empiema de bolsa gutural;
Reação imunomediada;
Miosites;
Ruptura dos abscessos;
Abscessos em órgãos abdominais, torácicos e no encéfalo;
Espúrio/bastardo/metastático
Artrite, tendinite, nefrite, celulite…
Microbiológico
Características epidemiológicas
Diagnóstico
Sinais clínicos
Cultivo e identificação microbiológica
Praticidade;
Resultado acurado;
 Custo acessível;
Material: pus de linfonodos, secreções nasais e bolsa gutural, de lavados nasais ou órgãos após necrópsia;
Confirmatório;
Antibiograma.
Hematológico
Leucocitose (neutrofilia), fibrinogênio, anemia, hiperproteinemia, CK.
Diagnóstico
ELISA
ELISA (IDEXX Laboratories Inc., Westbrook, Maine, USA);
Proteína M – S. equi subsp. Equi
Resposta vacina = infecção
PCR
Detecção do agente;
Gene da proteína SeM;
Necrópsia
Pneumonia purulenta – necrótica;
Pleurite; Hepatite; Nefrite; Linfadenite; Artrite; Miocardite;
Diferencial
Potros: rodococose e influenza;
Adultos: arterite viral equina, herpes vírus, influenza e mormo.
Compressas quentes;
Contraindicado antibioticoterapia.
Maturação e drenagem de abscessos
Quadro inicial da infecção;
3-5 dias.
Tratamento antimicrobiano
Tratamento
Tratamento antimicrobiano imediato;
Penicilina: procaína, potássica e sódica (IM);
Ceftiofur: 2-5mg/Kg (IM).
Tratamento
Surtos
Suporte
Investigação
Prováveis fatores predisponentes ou fatores de riscos
Fluxo de animais
Aquisição de animais
Evitar adquirir animais de propriedades de locais endêmicas ou com histórico de Garrotilho	
Cuidados gerais
	Com a saúde do animal
Animais recém-adquiridos, doentes ou reintroduzidos
Controle e Profilaxia
Quarentena
Isolamento e Tratamento
Animais doentes
Higiente e Desinfecção
Instalações e utensílios de manejo geral
Exames clínicos e laboratoriais 
Principalmente em propriedades endêmicas
03
Controle e Profilaxia
VACINAÇÃO
Animais adquiridos e do rebanho
Conclusão
O garrotilho é uma doença de marcada importância econômica na equinocultura, pois durante o seu curso causa diversos prejuízos em relação ao tratamento e a diminuição do desempenho do animal. Assim, faz-se necessário o seu diagnóstico e tratamento precocemente através das técnicas disponíveis e realização de medidas de controle e profilaxia para reduzir a ocorrência da doença no rebanho. Ademais, o efetivo controle da doença requer o desenvolvimento de vacinas mais eficientes que as disponíveis.
Obrigada!
Dúvidas?