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Professor - Evandro Nicomedes
1Contato- evandro.araujobh@gmail.com
Fundamentos de Redes de Computadores
Fundamentos de redes TCP/IP
• Nestes capítulos iremos aprender sobre o 
protocolo TCP-IP Versão 4 e versão 6
• NAT, DNS, DHCP, WINS
Objetivos
Professor - Evandro Nicomedes
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP versão 4 (IPv4)
Professor - Evandro Nicomedes
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
O protocolo TCP/IP atualmente é o protocolo mais usado
em redes locais. Isso se deve basicamente à popularização
da Internet, a rede mundial de computadores, já que esse
protocolo foi criado para ser usado na Internet.
Outro fato que tornou o TCP/IP popular é que ele possui
arquitetura aberta e qualquer fabricante pode adotar a
sua própria versão do TCP/IP em seu sistema operacional,
sem a necessidade de pagamento de direitos autorais a
ninguém. Com isso, todos os fabricantes de sistemas
operacionais acabaram adotando o TCP/IP,
transformando-o em um protocolo universal, possibilitando
que todos os sistemas possam comunicar-se entre si sem
dificuldade.
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
A arquitetura do TCP/IP é mostrada na figura abaixo. Como
você pode observar, ele é um protocolo de quatro
camadas. Nesta mesma figura fazemos a correlação das
camadas do TCP/IP com as camadas do modelo OSI.
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
O TCP/IP é, na realidade, um conjunto de protocolos. Os
mais conhecidos dão justamente o nome desse conjunto:
TCP (Transmission Control Protocol, Protocolo de Controle da
Transmissão) e IP (Internet Protocol), que operam nas
camadas Transporte e Internet, respectivamente. Mas eles
não são os únicos. Vamos falar rapidamente dos protocolos
mais usuais durante a nossa explicação sobre o
funcionamento das camadas do protocolo TCP/IP e,
posteriormente, uma explicação mais detalhada.
Todos os protocolos do TCP/IP são documentados nos RFCs
(Request for Comments), que são documentos descritivos
do protocolo TCP/IP e que estão disponíveis na Internet.
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Camada de Aplicação
Esta camada equivale às camadas 5, 6 e 7 do modelo OSI
e faz a comunicação entre os aplicativos e o protocolo de
transporte. Existem vários protocolos que operam na
camada de aplicação. Os mais conhecidos são o HTTP
(HyperText Transfer Protocol), SMTP (Simple Mail Transfer
Protocol), o FTP (File Transfer Protocol), o SNMP (Simple
Network Management Protocol), o DNS (Domain Name
System) e o Telnet. Se você é entrosado com a Internet, já
deve Ter ouvido falar nesses termos.
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Professor - Evandro Nicomedes
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Camada de Aplicação
A camada de aplicação comunica-se com a camada de
transporte através de uma porta. As portas são numeradas e
as aplicações padrão usam sempre uma mesma porta
O uso de um número de porta permite ao protocolo de
transporte (tipicamente o TCP) saber qual é o tipo de
conteúdo do pacote de dados (por exemplo, saber que o
dado que ele está transportando é um e-mail) e, no
receptor, saber para qual protocolo de aplicação ele
deverá entregar o pacote de dados, já que, como estamos
vendo, existem inúmeros.
Assim, ao receber um pacote destinado à porta 25, o
protocolo TCP irá entregá-lo ao protocolo que estiver
conectado a esta porta, tipicamente o SMTP, que por sua
vez entregará o dado à aplicação que o solicitou (o
programa de e-mail).
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Camada de Aplicação
Você pode descobrir as portas abertas usando 
um scan de portas ou através da linha de 
comandos (Windows), usando o comando 
netstat numa das seguinte formas:
• netstat -an |find /i "listening" 
//Portas em escuta 
• netstat -an |find /i "established" 
//Portas com ligação estabelecida 
• netstat -an |find /i "3389"
//Definir porta específica “3389”
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Fundamentos de Redes de Computadores
*Numa máquina existem 
(teoricamente) 65.536 
portas TCP que podem ser 
usadas pelas mais diversas 
aplicações/serviços, o que 
(teoricamente) poderíamos 
ter 65.536 
aplicações/serviços 
distintos a correr em 
simultâneo na nossa 
máquina.
O IP identifica a máquina e 
o porta identifica a 
aplicação/serviço.
Além das portas TCP 
temos também 65.536 
portas UDP(teoricamente).
Iremos entender a diferença 
entre TCP e UDP mais a 
frente.
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Camada de Transporte
A camada de transporte do TCP/IP é um equivalente direto da
camada de transporte (camada 4) do modelo OSI. Esta camada é
responsável por pegar os dados enviados pela camada de
aplicação e transformá-los em pacotes, a serem repassados para
a camada de Internet.
No modelo TCP/IP a camada de transporte utiliza um esquema de
multiplexação, onde é possível transmitir “simultaneamente” dados
das mais diferentes aplicações. Na verdade, ocorre o conceito de
intercalamento de pacotes. Vários programas poderão estar
comunicando-se com a rede ao mesmo tempo, mas os pacotes
gerados serão enviados à rede de forma intercalada, não sendo
preciso terminar um tipo de aplicação de rede para então
começar outra. Isso é possível graças ao uso do conceito de
portas, explicado anteriormente, já que dentro do pacote há a
informação da porta de origem e de destino do dado.
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Camada de Transporte
Nesta camada operam dois protocolos: o já falado TCP
(Transmission Control Protocol) e o UDP (User Datagram Protocol).
Ao contrário do TCP, este segundo protocolo não verifica se o
dado chegou ou não ao destino. Por esse motivo, o protocolo mais
usado na transmissão de dados é o TCP, enquanto que o UDP é
tipicamente usado na transmissão de informações de controle.
Na recepção de dados, a camada de transporte pega os pacotes
passados pela camada Internet e trata de colocá-los em ordem e
verificar se todos chegaram corretamente. Como chegamos a
comentar anteriormente, em redes grandes (e especialmente na
Internet) os quadros enviados pelo transmissor podem seguir por
diversos caminhos até chegar ao receptor. Com isso, os quadros
podem chegar fora de ordem.
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Camada de Internet
A camada de Internet do modelo TCP/IP é equivalente
à camada 3 (Rede) do modelo OSI. Assim, todas as
explicações dadas sobre essa camada no capítulo
passado são 100% válidas para a camada de Internet
do TCP/IP.
Há vários protocolos que podem operar nessa camada:
IP (Internet Protocol), ICMP (Internet Control Message
Protocol), ARP (Address Resolution Protocol) e RARP
(Reverse Address Resolution Protocol).
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Camada de Internet
Na transmissão de um dado de programa, o pacote de
dados recebido da camada TCP é dividido em pacotes
chamados datagramas. Os datagramas são enviados para
a camada de interface com a rede, onde são transmitidos
pelo cabeamento da rede através de quadros. Esta
camada não verifica se os datagramas chegaram ao
destino, istoé feito pelo TCP.
Esta camada é responsável pelo roteamento de pacotes,
isto é, adiciona ao datagrama informações sobre o caminho
que ele deverá percorrer. Para entendermos mais a fundo o
funcionamento desta camada e dos protocolos envolvidos,
devemos estudar primeiramente o esquema de
endereçamento usado pelas redes baseadas no protocolo
TCP/IP (endereçamento IP).
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Camada de Interface com a Rede
Esta camada, que é equivalente às camadas 1 e 2 do
modelo OSI, é responsável por enviar o datagrama
recebido pela camada de Internet em forma de um
quadro através da rede. Nós estudamos o
funcionamento desta camada no capítulo passado. A
figura abaixo mostra o esquema completo de um
computador operando com o protocolo TCP/IP.
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Fundamentos de Redes de Computadores
Funcionamento do TCP/IP
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Fundamentos de Redes de Computadores
Aplicação
Apresentação
Sessão
Transporte
Rede
Link de dados
Fisica
7
6 
5
4
3
2
1
Aplicação
Transporte
Internet
Interface 
com a rede
7
4
3
1
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Fundamentos de Redes de Computadores
Aplicação7
Out In
Dados
http://ww
w.terra.co
m.br
Transporte
Dados TCP ou UDP?
Porta de saída Porta de retorno
http = 80 Aleatória acima de 1024
smtp = 25 
ftp = 21
…
TCP
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Fundamentos de Redes de Computadores
DadosTCP
Transporte
Internet
4
3
DadosTCP
1 - Interface com a 
rede
IP
Responsável pelo 
endereçamento lógico
192.168.0.1
e o endereçamento físico
A5:BB:FF:07:34:8A
IPV4, IPV6, ARP, RARP, 
ICMP …
Ethernet, 3G, Fibra óptica, 
Wireless 802.11, … 
Placa de Rede
Modem, …
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Fundamentos de Redes de Computadores
Cabeçalho IPv4
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Fundamentos de Redes de Computadores
TCP : Conexão
21
HostCliente
Send SYN seq=x
Receive SYN
+ACK segment
Send ACK y+1
Receive SYN segment
Send SYN seq=y, 
ACK x+1
Receive ACK segment
HostCliente
Send FIN seq=x
Receive FIN 
+ ACK segment
Send ACK y+1
Receive FIN segment
Send ACK x+1
Receive ACK segment
Estabelecendo uma conexão TCP/IP Fechando uma conexão TCP/IP
Receive ACK segment
Send FIN seq=y, 
ACK x+1
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Fundamentos de Redes de Computadores
Endereçamento IP
Como dissemos anteriormente, o protocolo TCP/IP é
roteável, isto é, ele foi criado pensando-se na
interligação de diversas redes – onde podemos Ter
diversos caminhos interligando o transmissor e o
receptor –, culminando na rede mundial que hoje
conhecemos por Internet. Por isso, ele utiliza um
esquema de endereçamento lógico chamado
endereçamento IP. Em uma rede TCP/IP cada
dispositivo conectado em rede necessita usar pelo
menos um endereçamento IP.
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Fundamentos de Redes de Computadores
Endereçamento IP
Endereçamento IP
É claro que em poucos anos essa quantidade de dispositivos
conectados à Internet – que no início parecia ser algo impossível
de se alcançar – terá sido atingida, até mesmo porque há alguns
endereços que não podem ser usados, diminuindo o número
máximo de endereços IP disponível. Por isso, já foi padronizado o
endereçamento IP usando 128 bits em vez de 32 bits. Esse
endereçamento, que ainda não está comercialmente em uso, é
chamado IPv6, IP Next Generation (Ipng) ou Simple Internet
Protocol Plus (SIPP). Com 128 bits é possível endereçarmos
340.282.366.920.938.463.463.463.374.607.431.768.456
dispositivos diferentes.
Um nerd qualquer calculou que com esse número dá para termos
1.564 endereços IP por metro quadrado da superfície do planeta
Terra.
340 undecilhões, 282 decalhões, 366 nonilhões, 920 octilhões, 938 septilhões, 463 sextilhões,463 quintilhões, 374 quatrilhões, 
607 trilhões, 431,000 biilhões, 768 milhões, 211 mil e 456
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Fundamentos de Redes de Computadores
Endereçamento IP
Campos de um endereço IP
O endereço IP é um número de 32 bits, representado em decimal em forma de
quatro números de oito bits separados por um ponto, no formato a.b.c.d. Assim, o
menor endereço de IP possível é 0.0.0.0 e o maior, 255.255.255.255.
Nota: Com oito bits podemos representar até 256 números (28), de 0 a 255.
Com isso, teoricamente uma rede TCP/IP pode ter até
4.294.967.296 endereços IP (2564), ou seja, esse número
de dispositivos conectados a ela (dissemos
teoricamente porque, como veremos, alguns
endereços são reservados e não podem ser usados).
.
Identificação da rede Identificação da máquina
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
 Cada host (computador) possui um endereço IP
que codifica seu número de rede e número de
host.
 Endereço IP é formado pela combinação de 4
conjuntos de 8 bits (octeto), totalizando 32 bits.
 Endereço IP = Endereço de REDE + Endereço de HOST
200 251 192 0
8 bits 8 bits 8 bits 8 bits
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
Cada dispositivo de uma rede TCP/IP precisa ter um
endereço IP único, para que o pacote de dados consiga ser
entregue corretamente. Por isso, você não pode
simplesmente usar em sua rede qualquer endereço IP que
você quiser. Você terá de obrigatoriamente usar endereços
que não estejam sendo usados por nenhum outro
computador da rede. Quanto maior a rede, maior a
probabilidade de ter computadores usando endereços IP
que você pensou em usar. Imagine então a situação de
uma rede conectada à Internet: nenhum do endereços IP
de sua rede poderão ser endereços que estejam sendo
usados por outras máquinas ao redor do mundo.
Como você pode reparar, há alguns bits fixos no início de
cada classe de endereço IP. Isso faz com que cada classe
de endereços IP seja dividida conforme mostra a tabela.
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Fundamentos de Redes de Computadores
Classes de Endereços IP
Nota: Como você pode reparar, alguns endereços não constam nessa tabela pois
são de uso reservado, por exemplo os endereços 127.x.x.x (que são usados com a
finalidade de testar a rede).
Classe Endereço mais baixo Endereço mais alto
A 1.0.0.0 126.0.0.0
B 128.1.0.0 191.255.0.0
C 192.0.1.0 223.255.255.0
D 224.0.0.0 239.255.255.255
E 240.0.0.0 255.255.255.254
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Fundamentos de Redes de Computadores
Conflitos IP
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Fundamentos de Redes de Computadores
Classes de Endereços IP
Rede 
Rede Host Host Rede 
Host Host Host 
Rede HostRede Rede 
Reservado para uso futuro 
A
B
C
D
E
Endereço Multicast
8 bits 8 bits 8 bits 8 bits
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Fundamentos de Redes de Computadores
Classes de Endereços IP
Em redes usamos somente os endereços IP das 
classes A, B e C. Para que você entenda melhor 
a tabela acima, fizemos o seguinte resumo:
– Classe A: O primeiro número identifica a rede, os demais três 
números indicam a máquina. Cada endereço classe A 
consegue endereçar até 16.777.216 máquinas. 
– Classe B: Os dois primeiros números identificam a rede, os dois 
demais indicam a máquina. Esse tipo de endereço consegue 
endereçar até 65.536 máquinas.
– Classe C: Os três primeiros númerosidentificam a rede, o último 
número indica a máquina. Com isso, consegue endereçar até 
256 máquinas. 
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Fundamentos de Redes de Computadores
Números Máximos de Hosts 
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Fundamentos de Redes de Computadores
Classes de Endereços IP
Para que você entenda melhor essa classificação, vamos explicar
primeiro os endereços de classe C. Nesse tipo de endereço IP, os
três primeiros números indicam a rede e o último número indica a
máquina. Se você for usar um endereço IP classe C em sua rede,
você poderá ter, pelo menos teoricamente, até 256 dispositivos
conectados em sua rede (de 0 a 255).
Na verdade, você poderá ter até 254 dispositivos, já que os
endereços 0 e 255 são reservados, como veremos adiante. Se você
precisar de mais endereços IP, você precisará ter acesso a mais um
endereço classe C, ou mesmo pleitear um endereço classe B, caso
sua rede seja realmente muito grande (com um endereço classe B
é possível endereçar até 65.536 máquinas diferentes, sem
descontar os endereços reservados).
Ou seja, a escolha do tipo de classe de endereçamento (A, B ou C)
é feita com base no tamanho da sua rede. As redes locais em sua
esmagadora maioria utilizam endereços de classe C.
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Fundamentos de Redes de Computadores
Endereçamento IP - Especiais
Existem alguns endereços que são conhecidos como
endereços “mágicos”, que são endereços Ips reservados
para redes privadas.
Assim, você pode montar a sua rede TCP/IP baseada nesses
endereços que não gerará conflito com os endereços IP da
Internet, pois os roteadores da Internet reconhecem esses
endereços como sendo de uma rede particular e não
repassam os pedidos de pacotes que façam referência a
esses endereços para o resto da Internet.
Mesmo que o roteador de sua rede esteja configurado de
forma errônea e passar o pacote adiante, o pacote
acabará atingindo um roteador que estará configurado
corretamente, “barrando” o pedido de seguir para o resto
da Internet, evitando o conflito.
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Fundamentos de Redes de Computadores
Classes de Endereços IP
Esses endereços especiais (reservados para redes
privadas) são os seguintes:
– Classe A: 10.0.0.0 a 10.255.255.255
– Classe B: 172.16.0.0 a 172.31.255.255
– Classe C: 192.168.0.0 a 192.168.255.255
Ou seja, se você pretende montar uma rede TCP/IP
particular, sem estar conectada ao backbone da
Internet, baseada em um endereço classe C, poderá
usar o endereço 192.168.0.0
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Fundamentos de Redes de Computadores
O Protocolo IP
O sistema de redes que forma a estrutura básica da Internet é
chamado backbone. Para que a sua rede esteja conectada à
Internet, ela terá de estar conectada ao backbone de alguma
forma, seja diretamente, seja indiretamente, através de uma outra
rede que esteja conectada ao backbone. Por exemplo, no Brasil,
um dos backbones existentes é o da Embratel. Dessa forma, se
você quiser que sua rede esteja conectada à Internet, ela deverá
estar conectada diretamente à rede Embratel ou indiretamente,
conectando a sua rede a uma outra rede que possua essa
conexão.
A Internet possui uma estrutura hierárquica. O responsável pelo
backbone é o responsável pelo controle e fornecimento de
números Ips a seus subordinados; por sua vez os números Ips que o
responsável pelo backbone pode ceder a seus subordinados foi
estabelecido pelo backbone hierarquicamente superior ao
backbone em questão.
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Fundamentos de Redes de Computadores
Default Gateway
De forma muito simples e objetiva podemos dizer o seguinte:
Só necessitamos de configurar um endereço gateway quando
pretendemos comunicar com equipamentos fora da nossa rede ou
sub-rede. Quando refiro rede, não me refiro à rede física
(infraestrutura) mas sim ao conjunto de equipamentos que estão
dentro da mesma rede lógica. Digamos que o endereço gateway,
é a porta de saída para outra rede.
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Fundamentos de Redes de Computadores
IP Público x IP Privado
• IP Público ou Válido
Ex: 200.251.198.23
• IP Privativo ou Inválido
Ex: 10.0.0.0 a 10.255.255.255
172.16.0.0 a 172.31.255.255
192.168.0.0 a 192.168.255.255
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Fundamentos de Redes de Computadores
Máscara de Rede
Um termo que você encontrará com facilidade ao
configurar redes baseadas no protocolo TCP/IP é
máscara de rede. A máscara é formada por 32 bits no
mesmo formato que o endereçamento IP e cada bit 1
da máscara informa a parte do endereço IP que é
usada para o endereçamento da rede e cada bit 0
informa a parte do endereço IP que é usada para o
endereçamento das máquinas. Dessa forma, as
máscaras padrões são:
– Classe A: 255.0.0.0
– Classe B: 255.255.0.0
– Classe C: 255.255.255.0
Nota: O valor 255 equivale a um grupo de oito bits (byte) com todos os seus bits em
1.
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Fundamentos de Redes de Computadores
Máscara de sub-rede
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Fundamentos de Redes de Computadores
IP
IP em decimal: 192.168.1.1
IP : 11000000.10101000.00000001.00000001
Maior IP : 11111111.11111111.11111111.11111111
Menor IP : 000000000.00000000.00000000.00000000
.
Máscara de rede
Máscara de rede em decimal: 255.255.255.224
Mascara de rede: 11111111.11111111.11111111.11100000
Maior Masc de rede: 11111111.11111111.11111111.11111111
Menor Masc de rede: 000000000.00000000.00000000.00000000
IP: 192.168.1.1
Masc: 255.255.255.224
O endereçamento IP
B
in
á
ri
o
B
in
á
ri
o
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Endereço de rede e broadcast 
Endereço de rede – primeiro IP da faixa(range)
Endereço de Broadcast – último IP da faixa (range)
O endereço 0 indica “rede”. Assim, o endereço 192.168.0.0
indica a rede que usa endereços que comecem por
192.168.0. Como esse endereço é classe C, somente o último
byte é usado para endereçar as máquinas presentes na
rede, por isso os três primeiros números são fixos e só o último
varia. rede.
Já o endereço 192.168.0.255 é reservado para broadcast, o
ato de enviar um mesmo pacote de dados para mais de
uma máquina ao mesmo tempo. Um pacote de dados de
broadcast é recebido por todas as máquinas da rede.
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Fundamentos de Redes de Computadores
Veja se você realmente entendeu!
IP Máscara Classe Endereço de rede Broadcast Outro ip da rede
192.168.255.254 . . . C
210.0.0.210 255. . . 
210.220.230.240 255. . . 0 A
172.31.0.1 255. . . 
192.168.0.10 . 255 . .0 
200.202.247.45 255. . .
4.5.6.7 . . 0 .0
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Fundamentos de Redes de Computadores
Calculo de IP’s na rede - CIDR
Os endereços IP/máscara podem ser apresentados de várias
formas. Hoje vamos mostrar como tendo a máscara podemos fazer
a mesma notação.
Um endereço IPv4 é formado por 32 bits que é o mesmo que
dizermos que possui quatro octetos representados na forma
decimal (ex: 192.168.0.1). Uma parte desse endereço indica-nos a
rede e a outra parte indica-nos qual a máquina. Para
determinarmos que parte do endereço IP identifica a rede e que
parte identifica a máquina, teremos de recorrer à máscara de rede
(subnet mask ou netmask) associada. Para ser mais fácil produzi o
seguinte esquema para ajudar na compreensão.
Considerem que em cada octeto
existe uma escala igual à que se
encontra naelipse amarela.
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Calculo de IP’s na rede - CIDR
Vamos considerar para exemplo a máscara 255.255.255.0.
Vamos começar por calcular o primeiro 255. Para tal, 
olhamos para a elipse amarela e vamos verificar a que 
valores vamos ter de atribuir 0 ou 1 para obter o valor 255, ou 
seja, basicamente vamos passar 255 para o valor binário 
correspondente.
Para 255 é fácil pois teríamos de colocar tudo a 1.
Somando 128+64+32+16+8+4+2+1 termos então o 255.
Então podemos considerar que 255.255.255.0 é igual a:
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Calculo de IP’s na rede - CIDR
Então e como calcular? (também designada por 
notação CIDR (Classless Inter-Domain Routing))
• Bem, esta parte é ainda mais simples, pois apenas 
basta contar o número de 1’. Para o caso anterior são 
24 (ou seja 8 bits + 8 bits + 8bits)
• Então considerando que eu tenho o endereço 
192.168.0.1 com a máscara: 255.255.255.0 é igual a 
dizer que eu tenho 192.168.0.1/24
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Calculo de IP’s na rede - CIDR
Podemos ainda concluir que para o endereço 192.168.0.1 com a 
máscara 255.255.255.0:
A parte que identifica a rede é:: 192.168.0 (3 primeiros octetos)
A parte da máquina é o .1 (último octeto)
Considerem agora que a máscara era 255.255.240.0?
Imaginem que eu tenho o endereço 172.16.32.1 com a máscara 
255.255.240.0 posso simplesmente representar com 172.16.32.1/20
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Calculo de IP’s na rede
Para começar vamos a alguns conceitos.
Endereço IP – Um endereço IPv4 é formado por 32 bits que é o mesmo que
dizermos que possui quatro octetos representados na forma decimal (ex:
192.168.0.1). Uma parte desse endereço indica-nos a rede e a outra parte
indica-nos qual a máquina.
Máscara de rede – Para determinarmos que parte do endereço IP identifica a
rede e que parte identifica a máquina, teremos de recorrer à máscara de
rede (subnet mask ou netmask) associada.
Endereço Broadcast – O endereço broadcast de uma rede/sub-rede é
definido como um endereço especial uma vez que permite que uma
determinada informação seja enviada para todas as máquinas de uma
rede/subrede. Este é sempre o último endereço possível de uma rede/sub-
rede.
Para explicar como proceder à divisão de uma rede em várias sub-redes
vamos a um exemplo para que sejam mais fácil a explicação:
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Calculo de IP’s na rede
• Problema: Vamos considerar que pretendem organizar uma 
LAN Party e querem criar 6 sub-redes. Como requisito, cada 
uma das sub-redes deverá suportar 30 hosts (máquinas). A 
vossa rede principal é 192.168.1.0/24 e tem suporte para 254 
hosts. Como proceder a essa divisão?
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Calculo de IP’s na rede
Para começar vamos recordar quais os requisitos:
– Cada sub-rede deve ter suporte para pelo menos 30 hosts;
– No mínimo devemos ter 6 sub-redes;
Antes de proceder aos cálculos, vamos verificar se é possível
satisfazer tais requisitos.
Ora se a minha rede principal suporta 254 máquinas então 30
(PC’s) x 6 (sub-redes) = 180, logo será possível satisfazer o
pedido. Foi também tido em conta que serão “perdidos” dois
endereços por cada sub-rede: o endereço de sub-rede que
identificará essa sub-rede e o endereço de broadcast de
casa sub-rede.
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Calculo de IP’s na rede
Dando prioridade à exigência a nível de PC’s, vamos
considerar o diagrama seguinte e responder à seguinte
questão: Em que número da elipse amarela conseguiriam
encaixar 32 PC’s (30 é o números de PCs + 1 que é o
endereço para rede e +1 endereço de broadcast, que dá
um total de 32).
Ora têm 3 possibilidades: no 128, 64 ou 32. No entanto, a
escolha deverá recair sobre 32 por ser o número mais próximo
(neste exemplo até é igual) do solicitado.
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Calculo de IP’s na rede
Sabendo que a escolha é então 32 podemos então
rapidamente afirmar que as sub-rede distam 32 endereços
umas das outras e que podemos variar 3 bits.
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Calculo de IP’s na rede
Além disso vamos também ter de alterar a mascara da rede
principal e ajustar às sub-redes. Como a máscara original é /24
(255.255.255.0) e como agora passamos a ter mais sub-redes e
menos endereços disponíveis por cada sub-rede, então a máscara
terá de avançar para a frente no último octeto. Como estamos
usando mais 3 bits do último octeto, basta efetuar a soma o peso
dos mesmos (128+64+32 = 224). Então a nova máscara a aplicar às
novas sub-redes será: 255.255.255.224 (/27).
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Calculo de IP’s na rede
Entenda a resposta para nosso problema no quadro abaixo:
Você entendeu? Então responda.
• O que acontece com as outras faixas de IP que eu não escolhi?
• Quando um outro computador estará na rede do computador 
cujo o IP é 192.168.1.58?
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Calculo de IP’s na rede - 256
256 o número cabalístico
• Porque 256?
– 256 é a quantidade de ip’s disponíveis entre 0 e 255. 
Seu uso se torna prático pois os humanos sabem 
calcular muito bem em decimal. Com o uso do 256 
não existe a necessidade da transformação em 
binário.
• Como usá-lo no calculo?
Quantidade de IP’s 32 (30 hosts +1 de rede + 1 de broadcast)
- 256
Resultante 224 (valor da máscara de rede)
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Veja se você realmente entendeu como calcular!
IP Máscara End. de Rede End. de Broadcast Outro ip da rede
10.20.30.40 255.128.0.0
200.30.130.13 255.255.255.252
172.19.216.10 255.255.0.0
200.56.50.12 255.255.255.240
55.47.145.26 255.255.128.0
172.19.1.218 255.255.254.0
20.54.32.62 255.255.255.224
192.168.0.1 255.0.0.0
172.24.9.77 255.255.240.0
10.16.0.49 255.255.255.192
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Tabela de roteamento
Toda a funcionalidade do roteador é baseada em
tabelas de roteamento. Quando um pacote chega em
uma das interfaces do roteador, ele analisa a sua tabela
de roteamento, para verificar se na tabela de
roteamento, existe uma rota para a rede de destino.
Pode ser uma rota direta ou então para qual roteador o
pacote deve ser enviado. Este processo continua até
que o pacote seja entregue na rede de destino, ou até
que o limite de 16 hopes (para simplificar imagine um
hope como sendo um roteador da rede) tenha sido
atingido.
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Tabela de roteamento
Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma "mini-
tabela" de roteamento (na plataforma Windows):
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Tabela de roteamento
Cada linha é uma entrada da tabela. 
Por exemplo, a linha a seguir é que define o Default Gateway da ser 
utilizado: 
0.0.0.0 0.0.0.0 200.175.106.54 200.175.106.54 1 
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Tabela deroteamento
Uma entrada da tabela de roteamento possui os campos indicados no
esquema a seguir e explicados logo em seguida:
• Network ID: Este é o endereço de destino. Pode ser o endereço de uma rede
(por exemplo: 10.10.10.0), o endereço de um equipamento da rede, o
endereço de uma sub-rede ou o endereço da rota padrão (0.0.0.0)
• Network Mask: A máscara de sub-rede utilizada para a rede de destino.
• Next Hop: Endereço IP da interface para a qual o pacote deve ser enviado.
Considere o exemplo a seguir, como sendo uma entrada de um roteador,
com uma interface de WAN configurada com o IP número 10.200.200.4:
• Interface: O ip de intreface do equipamento que esta configurada na
mesma rede do next hop.
• Metric: A métrica é um indicativo da “distância” da rota, entre destino e
origem, em termos de hop.
Esta entrada indica que pacotes enviados para a rede definida pelos parâmetros
10.100.100.0/255.255.255.0, deve ser enviada para o gateway 10.200.200.1 e para chegar a este
gateway, os pacotes de informação devem ser enviados pela interface 10.200.200.120.
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Tabela de roteamento
Vamos analisar cada uma destas entradas e explicar a função de cada
entrada, para que você possa entender melhor os conceitos de
roteamento.
Rota padrão
Esta rota é indicada por uma identificação de rede 0.0.0.0 com uma
máscara de sub-rede 0.0.0.0.
Quando o TCP/IP tenta encontrar uma rota para um determinado destino,
ele percorre todas as entradas da tabela de roteamento em busca de uma
rota específica para a rede de destino.
Caso não seja encontrada uma rota para a rede de destino, será utilizada a
rota padrão.
Em outras palavras, se não houver uma rota específica, mande através da
rota padrão. Observe que a rota padrão é justamente o default gateway da
rede (10.204.200.1), ou seja, a interface de LAN do roteador da rede. O
parâmetro Interface (10.204.200.50) é o número IP da placa de rede do
próprio servidor.
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Tabela de roteamento
Continuação
Endereço da rede local
Esta rota é conhecida como Rota da Rede Local. Ele basicamente
diz o seguinte:
"Quando o endereço IP de destino for um endereço da minha rede
local, envie as informações através da minha placa de rede
(observe que tanto o parâmetro Gateway como o parâmetro
Interface estão configurados com o número IP do próprio servidor).
Ou seja, se for para uma das máquinas da minha rede local, manda
através da placa de rede, não precisa enviar para o roteador.
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Tabela de roteamento
Continuação
Local host (endereço local)
Este endereço faz referência ao próprio computador. Observe que 10.204.200.50 é o
número IP do computador que está sendo analisado (no qual executei o comando
route print).
Esta rota diz que os programas do próprio computador, que enviarem pacotes para o
destino 10.204.200.50 (ou seja, enviarem pacotes para si mesmo), devem usar como
Gateway o endereço de loopback 127.0.0.1, através da interface de loopback
127.0.0.1. Esta rota é utilizada para agilizar as comunicações que ocorrem entre os
componentes do próprio computador. Ao usar a interface de loopback, toda a
comunicação ocorre a nível de software, ou seja, não é necessário enviar o pacote
através das diversas camadas do protocolo TCP/IP, até que o pacote chegue na
camada de enlace (ou seja, a placa de rede), para depois voltar. Ao invés disso é
utilizada a interface de loopback para direcionar os pacotes corretamente. Observe
que esta entrada tem como máscara de sub-rede o número 255.255.255.255. Esta
máscara indica que a entrada é uma rota para um endereço IP específico.
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Tabela de roteamento
Continuação
Network broadcast (Broadcast de rede)
Esta rota define o endereço de broadcast da rede.
Broadcast significa enviar para todos os computadores da rede. Quando é utilizado o
endereço de broadcast, todos os computadores da rede recebem o pacote e
processam o pacote. O broadcast é utilizado por uma série de serviços para fazer
verificações periódicas de nomes, para enviar uma mensagem para todos os
computadores da rede, para obter informações de todos os computadores e assim
por diante.
Observe que o gateway é o número IP da placa de rede do servidor e a Interface é
este mesmo número, ou seja, para enviar um broadcast para a rede, envie através da
placa de rede do computador, não há necessidade de utilizar o roteador. Um detalhe
interessante é que, por padrão, a maioria dos roteadores bloqueia o tráfego de
broadcast, para evitar congestionamentos nos links de WAN.
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Continuação
Rede/endereço de loopback
Comentei anteriormente que os endereços da rede 127.0.0.0 são endereços 
especiais, reservados para fazer referência a si mesmo. Ou seja, quando 
faço uma referência a 127.0.0.1 estou me referindo ao computador no qual 
estou trabalhando.
Esta rota indica, em palavras simples, que para se comunicar com a rede de 
loopback (127.0.0.0/255.0.0.0), utilize "eu mesmo" (127.0.0.1). 
Tabela de roteamento
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Continuação
Multicast address (endereço de Multicast):
O tráfego IP, de uma maneira simples, pode ser de três tipos:
Unicast é o tráfego direcionado para um número IP definido, ou seja, para um
destinatário, definido por um número IP.
Broadcast é o tráfego dirigido para todos os computadores de uma ou mais
redes. Multicast é um tráfego direcionado para um grupo de computadores, os
quais estão configurados e "inscritos" para receber o tráfego multicast.
Um exemplo prático de utilização do multicast é para uma transmissão de vídeo
através da rede. Vamos supor que de uma rede de 1000 computadores, apenas
30 devam receber um determinado arquivo de vídeo com um treinamento
específico. Se for usado tráfego unicast, serão transmitidas 30 cópias do arquivo
de vídeo. Com o uso do Multicast, uma única cópia é transmitida através do link
de WAN e o tráfego multicast (com base no protocolo IGMP), entrega uma
cópia do arquivo apenas para os 30 computadores devidamente configurados
para receber. Esta rota define que o tráfego multicast deve ser enviado através
da interface de rede, que é o número IP da placa de rede. Quando falei sobre
classes de endereços, a classe D é reservada para tráfego multicast, com IPs
iniciando a partir de 224.
Tabela de roteamento
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Continuação
Limited Broadcast (Broadcast Limitado)
Esta é a rota utilizada para o envio de broadcast limitado. O endereço de broadcast
limitado é formato por todos os 32 bits do endereço IP sendo iguais a 1
(255.255.255.255). Este endereço é utilizado quando o computador tem que fazer o
envio de um broadcast na rede local (envio do tipo um para todos na rede), porém o
computador não conhece a número da rede local (network ID). Você pode perguntar:
Mas em que situação o computador não conhecerá a identificação da rede local?
Por exemplo, quando você inicializa um computador, configurado para obter as
configurações do TCP/IP a partir de um servidor DHCP, a primeira coisa que este
computador precisa fazer é localizar um servidor DHCP na rede e requisitar as
configurações do TCP/IP. Ou seja, antes de receber as configurações do DHCP, o
computador ainda não tem endereço IP e nem máscara de sub-rede, mas tem que se
comunicar com um servidor DHCP. Esta comunicação é feita via broadcast limitado,
onde o computadorenvia um pacote de formato específico (chamado de DHCP
Discovery), para tentar descobrir um servidor DHCP na rede. Este pacote é enviado
para todos os computadores. Aquele que for um servidor DHCP irá responder a
requisição do cliente. Aí o processo de configuração do DHCP continua, até que o
computador esteja com as configurações do TCP/IP definidas, configurações estas
obtidas a partir do servidor DHCP.
Tabela de roteamento
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Tabela de roteamento
Network ID Network Mask next hop Interface 
187.29.30.1/30
187.29.30.2/30
10.204.200.13/24
10.204.200.178/24
10.204.200.1/24
0.0.0.0 0.0.0.0 10.204.200.1 10.204.200.178
10.204.200.0 255.255.255.0 10.204.200.178 10.204.200.178
Rota PadrãoRota Rede local
IP do www.unibh.br = 187.72.160.56 
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Tabela de roteamento
Network ID Network Mask next hop Interface 
187.29.30.1/30
187.29.30.2/30
10.204.200.13/24
10.204.200.178/24
10.204.200.1/24
0.0.0.0 0.0.0.0 187.29.30.2 187.29.30.1
10.204.200.0 255.255.255.0 10.204.200.1 10.204.200.1
Rota PadrãoRota Rede local
IP do www.unibh.br = 187.72.160.56 
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Tabela de roteamento
Quais são as tabelas de roteamento dos três roteadores envolvidos (Roteador Matriz, 
Roteador Filial A e Roteador Filial B) nas ligações entre a matriz e filiais?
10.25.8.1/25
10.25.8.21/25
10.25.8.41/25
172.16.33.23/16
172.16.231.6/16
172.16.0.1/16
10.100.200.1/30
10.100.200.2/30
10.100.200.5/30
10.100.200.6/30
192.168.0.49/24
192.168.0.55/24
192.168.0.230/24
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O Protocolo IP – Outros auxiliares
ARP (Address Resolution Protocol)
Como acabamos de ver, as redes baseadas no protocolo TCP/IP
baseiam-se inteiramente em um endereço virtual, chamado
endereçamento IP. Acontece que as placas de rede das
máquinas conectadas à rede operam com o esquema de
endereçamento MAC, como comentamos no capítulo passado.
O protocolo ARP é responsável por fazer a conversão entre os
endereços Ips e os endereços MAC da rede. Em uma rede grande,
os pacotes TCP/IP são encaminhados até a rede de destino
através dos roteadores, como explicamos. Atingindo a rede de
destino, o protocolo ARP entra em ação para detectar o endereço
da placa de rede para o qual o pacote deve ser entregue, já que
no pacote há somente o endereço IP de destino e não o
endereço da placa da rede.
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O Protocolo IP – Outros auxiliares
ARP (Address Resolution Protocol)
O ARP funciona mandando primeiramente uma
mensagem de broadcast para a rede perguntando, a
todas as máquinas, qual responde pelo endereço IP
para o qual pretende-se transmitir um pacote. Então, a
máquina que corresponde a tal endereço responde,
identificando-se e informando o seu endereço MAC
para que a transmissão de dados entre essas máquinas
possa ser estabelecida.
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O Protocolo IP – Outros auxiliares
RARP (Reverse Address Resolution Protocol)
O protocolo RARP permite que uma máquina descubra 
um endereço IP através de um endereço MAC, 
fazendo o inverso do que o protocolo ARP faz. 
Quando ligamos um computador, ele não sabe qual é 
o seu endereço IP. Essa informação estará gravada em 
algum arquivo de configuração dentro do disco rígido 
da máquina (ou dentro de alguma memória eletrônica 
não volátil, no caso de dispositivos que não sejam 
computadores, como roteadores, switches, etc.).
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O Protocolo IP – Outros auxiliares
RARP (Reverse Address Resolution Protocol)
Acontece que máquinas que não tenham disco rígido 
(estações que usem o recurso de boot remoto, que 
consiste em carregar o sistema operacional através da 
própria rede em vez de carregá-lo através do disco 
rígido da máquina) não têm, portanto, como saber o 
seu endereço IP e, portanto, não têm como iniciarem 
uma comunicação de rede usando o protocolo TCP/IP. 
Assim, em redes TCP/IP com esse tipo de máquinas 
haverá a necessidade de ser criado um servidor RARP. 
Esse servidor armazenará uma tabela contendo os 
endereços MAC das placas de rede presentes na rede 
e os seus respectivos endereços IP. 
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O Protocolo IP – Outros auxiliares
ICMP (Internet Control Message Protocol)
Caso um roteador não consiga passar adiante um
datagrama recebido – por estar congestionado demais
ou então por ter zerado o campo Tempo de Vida (TTL,
Time to Live) do datagrama, por exemplo –, ele precisa
informar ao transmissor do datagrama que ocorreu um
erro.
O mecanismo usado pelos roteadores para informar
esse tipo de erro é o uso do protocolo ICMP, Internet
Control Message Protocol. Apesar de estarmos tratando
o ICMP como um assunto à parte, ele é parte
integrante do protocolo IP.
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O Protocolo IP – Outros auxiliares
ICMP (Internet Control Message Protocol)
É importante notar que o ICMP é somente um
mecanismo usado para informar à máquina
transmissora da ocorrência de um erro com o
datagrama enviado, através de mensagens enviadas
pelos roteadores da rede. Ele não se preocupa em
corrigir o erro nem tampouco em verificar a integridade
dos datagramas que circulam pela rede.
Como mostramos na figura abaixo, a mensagem ICMP
é transmitida usando um datagrama IP. Como o IP não
verifica se um datagrama chegou ou não ao destino,
pode ocorrer de a própria mensagem ICMP ser perdida
no meio do caminho.
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NAT, DNS, DHCP, WINS
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NAT
Aproveitando o conhecimento sobre endereços privados e endereços
públicos, hoje vamos falar sobre NAT (Networl Address Translation). O
conceito de NAT é sempre alvo de discussões devido às questões de
segurança que advêm da utilização desta técnica mas também, nos
últimos tempos, devido ao “pressing” no uso do IPv6.
Sabendo que os IP’s públicos (IPv4) são um recurso limitado e atualmente
escasso, o NAT tem como objetivo poupar o espaço de endereçamento
público, recorrendo a IP’s privados.
Os endereços públicos são geridos por uma entidade reguladora, são
pagos, e permitem identificar univocamente uma máquina (PC,
routers,etc) na Internet.
Por outro lado os endereços privados apenas fazem sentido num domínio
local e não são conhecidos (encaminháveis) na Internet, sendo que uma
máquina configurada com um IP privado terá de sair para a Internet
através de um IP público.
A tradução de um endereço privado num endereço público é então
definido como NAT e está definido no RFC 1631.
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NAT
Existem 3 tipos de NAT:
• NAT Estático – Um endereço privado é traduzido num endereço
público.
• NAT Dinâmico – Existe um conjunto de endereços públicos (pool),
que as máquinas que usam endereços privados podem usar.
• NAT Overload (PAT) – Esta é certamente atécnica mais usada. Um
exemplo de PAT é quando temos 1 único endereço público e por
ele conseguimos fazer sair várias máquinas (1:N). Este processo é
conseguido, uma vez que o equipamento que faz PAT utiliza
portas que identificam univocamente cada pedido das máquinas
locais (ex: 217.1.10.1:53221, 217.1.10.1:53220, etc) para o exterior.
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DNS
DNS é a sigla para Domain Name System (Sistema de Resolução de
Nomes). O DNS é um esquema de gerenciamento de nomes,
hierárquico e distribuído. O DNS define a sintaxe dos nomes usados
na Internet, regras para delegação de autoridade na definição de
nomes, um banco de dados distribuído que associa nomes a
atributos (entre eles o endereço IP) e um algoritmo distribuído para
mapear nomes em endereços.
O DNS e especificado nas RFCs 882, 883 e 973. As aplicações
normalmente utilizam um endereço IP de 32 bits no sentido de abrir
uma conexão ou enviar um datagrama IP. Entretanto, os usuários
preferem identificar as maquinas através de nomes ao invés de
números. Assim e necessário um banco de dados que permita a
uma aplicação encontrar um endereço, dado que ela conhece o
nome da maquina com a qual se deseja comunicar. Um conjunto
de servidores de nomes mantém o banco de dados com os nomes
e endereços das maquinas conectadas a Internet.
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DNS
Domínios DNS
Um domínio nada mais é do que uma subárvore do espaço
de nomes de domínio. O nome de um domínio é o nome do
ramo que está no topo daquele domínio. Por exemplo, o
topo do domínio minhaorganizacao.com.br é um ramo
chamado com.br.
Cada subárvore é considerada parte de um domínio. Assim
como um nome de domínio pode estar em diversas
subárvores, um nome de domínio pode estar em diversos
domínios. Por exemplo, minhaorganizacao.com.br faz parte
do domínio com.br e também do domínio br.
Os domínios localizados nas pontas dos ramos da árvore de
domínios geralmente representam máquinas individuais. Os
nomes de domínios podem apontar para um endereço de
rede ou informações de roteamento de correio eletrônico.
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DNS
Dominio de primeiro nível
Originalmente, a Internet foi dividida em 7 domínios de uma
maneira a dividir a Internet por tipo de organização. Estes
domínios foram chamados de Domínios de Primeiro Nível ou
DPN. Os domínios originais são:
com: Organizações comerciais
edu: Organizações de ensino
gov: Organizações governamentais
mil: Organizações militares
net: Organizações da rede
org: Organizações internacionais
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“ ”
arpa com edu gov mil net au br uk zw... ... ...
in-addr
200
222
0
34
Top Level
Domains
Second 
Level
Domains
ce
waxwin
berkeley com
telemar
34.0.222.200.in-addrp.arpa
generic domains country domains
telemar.com.br
root
www www.telemar.com.br (FQDN)
FQDN (Fully Qualified Domain Name): nome
de domínio completo de um host na Internet,
reflete toda a hierarquia desde onde o domínio
está registrado até o Top Level Domains
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DNS
Embora os domínios originais devessem continuar a ser
respeitados dentro de cada um dos domínios internacionais,
isto acabou não ocorrendo. Cada país definiu suas próprias
regras para divisão. A maioria manteve a divisão por
organizações, embora não necessariamente com os
domínios originais.
A Inglaterra, por exemplo, define co.uk para instituições
comerciais e ac.uk para instituições acadêmicas. Já o Brasil
manteve os domínios originais (por exemplo, com.br, net.br)
e, recentemente, criou domínios adicionais como eti.br,
para especialistas em tecnologia da informação, psi.br para
provedores de acesso, g12.br para instituições de ensino de
1º e 2º graus, etc..
Você pode obter mais informações sobre outros domínios na
página do Registro BR http://registro.br/.
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DNS
Servidores de Nomes
Os programas que guardam as informações sobre as
máquinas conectadas são chamados Servidores de
Nomes. Estes servidores de nomes normalmente
mantêm informações completas sobre um
determinado espaço de nomes de domínio, chamado
de zona. Um único servidor de nomes pode ter
autoridade sobre múltiplas zonas.
A diferença entre zona e domínio é bastante sutil. Uma
zona contém informações sobre os nomes de domínios
e os dados que um domínio contém, com exceção
dos nomes de domínios delegados.
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DNS – Domínio e subdomínio
Porém, se um subdomínio de um domínio não foi 
delegado a ninguém, a zona contém os nomes de 
domínio e os dados daquele subdomínio, também. A 
diferença entre zona e domínio fica mais clara na 
figura abaixo.
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 A descentralização da administração do DNS é obtida através 
do conceito de delegação.
 A administração de um domínio pode ser dividida em 
subdomínios e cada subdomínio pode ser delegado a outra 
organização.
 Os name servers (servidores de nomes) geralmente contêm 
informações completas a respeito de uma zona, que podem ser 
obtidas através de um arquivo local ou de outro name server.
DNS - Delegação
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Os servidores de nomes podem ser classificados como:
 Autoritativos
Os servidores autoritativos podem ser de dois tipos: 
servidores primários (primary master) e servidores 
secundários (secondary master).
 Cache-Only
Os servidores do tipo Cache-Only não têm autoridade 
sobre nenhuma zona (exceto, se configurado, pela 
0.0.127.in-addr.arpa).
Quando uma consulta a um nome é feita e sua resposta 
ainda não está no cache do servidor, é preciso resolvê-lo 
através de consultas recursivas a servidores autoritativos.
 Fowarders
Os servidores do tipo Forwarder encaminham as 
consultas de resolução de nomes para outros servidores.
DNS – tipos de Servidores
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A – Address: Associação de um nome a um endereço (mapeamento direto)
AAAA – Address IPv6; Associação de um nome a um endereço IPv6
NS – NameServer; Indica o nome de um servidor de DNS do domínio ou 
subdomínio;
CNAME – Canonical NAME; um alias (nome alternativo) para um host;
MX - Mail eXchanger; Definição de servidores de correio electrónico do 
domínio ou subdomínio ;
PTR – PoinTeR; Associação de um endereço a um nome (reverse DNS –
mapeamento inverso)
SOA – Start Of Authority; Identificação de cabeçalhos de zonas
SRV - SeRVice; permite definir serviços disponíveis num domínio
TXT – .Definição de informação textual sobre o domínio/li>
DNS – tipos de registros
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Como funciona uma pesquisa DNS
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Do browser a montagem do pacote
Protocolo get index.html
Qual o endereço IP desta URL?
IP
Mascara de rede
DNS Primario
DNS Secundário
Gateway
Dominio
Data de expiração
192.168.0.102
255.255.255.0
192.168.0.1
4.3.2.1
192.168.0.1
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Endereçamento IP da estação de trabalhoProfessor - Evandro Nicomedes
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Um novo pacote para resolução DNS é montado
Protocolo Qual o IP do endereço
www.xpto.com.br
IP
Mascara de rede
DNS Primario
DNS Secundário
Gateway
Dominio
Data de expiração
192.168.0.102
255.255.255.0
192.168.0.1
4.3.2.1
192.168.0.1
João.intranet.home.com
20/10/2009 18:03:12
Endereçamento IP da estação de trabalho
192.168.0.1
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Como funciona uma pesquisa DNS
Serviço de 
resolução DNS do 
modem ADSL 
recebe pacote, 
verifica se sabe 
resolver o IP do 
domínio FQDN
www.xpto.com.br
192.168.0.1
O serviço DNS verificar o endereço FQDN
em sua tabela e em seu cache.
domínio “www.xpto.com.br”
Caso o endereço não esteja, ele verifica
se tem o NS autoritativo para o final do
dominio, nesse caso “.br”
Quando não tem, ele pergunta ao ns
autoritativo “.” (Root Servers)
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Como funciona uma pesquisa DNS
Os root servers , respondem qual o
endereço IP do servidor autoritativo para o
domínio, nesse caso “.br”
domínio “www.xpto.com.br”
Ao receber o endereço do responsável pelo
“.br”, uma nova pergunta e endereçada a
esse servidor autoritativo
Verifica 
tabela de 
roteamento
Verifica tabela
de roteamento
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Como funciona uma pesquisa DNS
O servidor DNS autoritativo verificar em sua
tabela e seu cache se tem o IP do domínio FQDN
“www.xpto.com.br”
Ele responde que não sabe o IP, do domínio
FQDN, mas conhece o IP do servidor autoritativo
do domínio “xpto.com.br”
Um novo pacote é enviado a esse endereço
Verifica 
tabela de 
roteamento
Verifica
tabela de
roteamento
Verifica
tabela de
roteamento
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Fundamentos de Redes de Computadores
Como funciona uma pesquisa DNS
O servidor DNS verificar em sua tabela e
em seu cache.
Ele responde o endereço IP para o
domínio FQDN “www.xpto.com.br”
IP 200.202.247.41
A resposta e dada a estação que ao
receber esse IP o pacote com o pedido
será montado e enviado ao servidor
Verifica 
tabela de 
roteamento
Verifica
tabela de
roteamento
Verifica
tabela de
roteamento
Desfaz o NAT e 
entrega a 
estação
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Protocolo get index.html
Qual o endereço IP desse 
endereço?
200.202.247.41
IP
Mascara de rede
DNS Primario
DNS Secundário
Gateway
Dominio
Data de expiração
192.168.0.102
255.255.255.0
192.168.0.1
4.3.2.1
192.168.0.1
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20/10/2009 18:03:12
Endereçamento IP da estação de trabalho
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Como funciona uma pesquisa DNS
Agora a caminho do
www.xpto.com.br
Lembre-se que aqui
temos o NAT e tabela
de roteamento para
verificar
192.168.0.1
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Protocolo get index.html
Realizando o Nat e 
verificando o roteamento
Tabela de roteamento
Endereço de rede Mascara de rede Gateway Interface
192.168.0.0 255.255.255.0 - 192.168.0.1
0.0.0.0 0.0.0.0 187.200.10.125 187.200.10.126
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Fundamentos de Redes de Computadores
Como funciona uma pesquisa DNS
1
9
2
.1
6
8
.0
.1
Desfaz o NAT e
entrega a estação
Calma, a página não foi
entregue ainda, isso
ainda é apenas um ACK
Verifica
tabela de
roteamento
Verifica
tabela de
roteamento
Verifica
tabela de
roteamento
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Fundamentos de Redes de Computadores
Como funciona uma pesquisa DNS
1
9
2
.1
6
8
.0
.1
Desfaz o NAT e
entrega a estação
Agora sim, lá vai os
pacotes da página
HTML
Verifica
tabela de
roteamento
Verifica
tabela de
roteamento
Verifica
tabela de
roteamento
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Fundamentos de Redes de Computadores
DNS
Ainda não acabou, agora temos de buscar as imagens que 
estão em outros sites, vamos começar toda a resolução para 
os endereços novamente .......
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WINS
O WINS é a abreviatura de Windows Internet Name Services. É um
serviço de resolução de nomes. Mais um? O DNS já não é um
serviço de resolução de nomes? Sim para as duas questões. O WINS
é mais um serviço de resolução de nomes, que é mantido por
questões de compatibilidade com versões anteriores do Windows
(95, 98, Me, 3.11) e de compatibilidade com aplicações mais
antigas, que ainda dependam da resolução de nomes NetBios, a
qual é feita pelo WINS.
O WINS é um serviço que permite que os clientes façam o registro
do nome NetBios, dinamicamente durante a inicialização. O cliente
registra o seu nome NetBios e o respectivo endereço IP. Com isso o
WINS vai criando uma base de nomes NetBios e os respectivos
endereços IP, podendo fornecer o serviço de resolução de nomes
NetBios na rede.
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DHCP
DHCP, o Protocolo de Configuração Dinâmica de Servidor
(Dynamic Host Configuration Protocol), descreve os meios pelo
qual um sistema pode se conectar a uma rede e obter a
informação necessária para comunicação naquela rede.
Como Funciona
Quando o cliente DHCP, é executado na máquina cliente, ele
começa a transmissão por difusão de requisições de informações
de configuração. Por padrão, estas solicitações estão são na
porta UDP 68. O servidor responde na UDP 67, dando ao cliente
um endereço IP e outras informações de rede, como a máscara
de rede, roteador e servidores DNS. Toda esta informação é
fornecida na forma de um arrendamento (lease)'' e é válido
somente por um determinado período (configurado pelo
mantenedor do servidor DHCP). Desta forma, endereços IP
atribuídos a clientes que não estão mais conectados à rede,
podem ser reaproveitados automaticamente.
Clientes DHCP podem obter uma grande quantidade de
informações do servidor.
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DHCP
ATRIBUIÇÃO DE ENDEREÇO
O DHCP pode atribuir endereço para um equipamento de rede de
três formas:
– Configuração manual;
– Configuração automática;
– Configuração dinâmica.
Configuração Manual
Neste caso, é possível atrelar um endereço IP a uma determinada
máquina na rede. Para isso, é necessária a associação de um
endereço existente no banco do servidor DHCP ao endereço MAC
do adaptador de rede da máquina. Configurado desta forma, o
DHCP irá trabalhar de maneira semelhante ao BOOTP. Esse
endereço "amarrado" ao equipamento não poderá ser utilizado por
outro, a não ser que eles utilizem a mesma placa de rede.
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DHCP
Configuração Automática
Nesta forma, o servidor DHCP é configurado para atribuir um
endereço IP a um equipamento por tempo indeterminado.
Quando este conecta-se pela primeira vez na rede, lhe é atribuído
um endereço permanente. A diferença existente entre esta e a
primeira configuração é que nesta não é necessária uma
especificação do equipamento que utilizará determinado
endereço. Ele é atribuído de forma automática.
Configuração Dinâmica
Neste tipo de configuração, é que reside a característica principal
do DHCP, que o diferencia do BOOTP. Desta forma o endereço IP é
locado temporariamente a um equipamento e periodicamente, é
necessária a atualização dessa locação.Com essa configuração,
é possível ser utilizado por diferentes equipamentos, em momentos
diferentes, o mesmo endereço IP. Basta, para isso, que o primeiro a
locar o endereço, deixe de utilizá-lo. Quando o outro equipamento
solicitar ao servidor DHCP um endereço IP poderá ser fornecido ao
mesmo o endereço deixado pelo primeiro.
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP
Um cliente DHCP pode passar por seis estados de aquisição:
– INICIALIZA 
– SELECIONA 
– SOLICITA 
– LIMITE 
– RENOVA 
– VINCULA NOVAMENTE 
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP
7
6
5
4
3
2
DHCPDiscover DHCPOffer DHCP Request DHCPAck DHCP Renew DHCPRelease
Ligou o 
computador
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Fundamentos de Redes de Computadores
Protocolo 
Protocolo DHCP (montagem do pedido IP - DHCPDISCOVER)
Estou precisando de um 
IP, alguém pode me 
ofertar?
Assim como no endereçamento lógico, o primeiro e último 
endereço do 
Mac adrress não são utilizados para o endereçamento físico.
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP - DHCPDISCOVER
7
6
5
4
3
2
DHCPDiscover DHCPOffer DHCP Request DHCPAck DHCP Renew DHCPRelease
DHCPDISCOVER
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP
Modem ADSL
-Router com NAT
-DHCP Server
-DNS Server
Critérios de atribuição de IPs
Atribuição manual: onde existe uma relação entre o
endereço MAC do cliente e o endereço IP a fornecer.
Essa associação é feita manualmente pelo
administrador da rede, com isso apenas os clientes cujo
MAC consta nesta lista poderão receber configurações
desse servidor.
Atribuição automática: onde o cliente obtém um
endereço de um espaço de endereços possíveis,
especificado pelo administrador. Geralmente não existe
vínculo entre os vários MAC habilitados a esse espaço
de endereços.
Atribuição dinâmica: tem funcionamento parecido
com o automático, porém cada cliente tem um tempo
de vida para seu IP, e este tempo começa a expirar
assim que o cliente for desconectado da rede, portanto
na próxima vez que ele se conectar na rede, se o tempo
de vida ainda for valido (maior que zero) ele continuará
com o mesmo IP, caso contrario será fornecido um novo
IP ao cliente.
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP – DHCPOFFER NO SERVIDOR
Modem ADSL
-Router com NAT
-DHCP Server
-DNS Server
Itens de um servidor DHCP Valores
Prefixo da rede 192.168.0
Range de distribuição [100-240]
Mascara a ser utilizada 255.255.255.0
Duração da concessão 3 dias
Endereço de broadcast 192.168.0.255
Opcional - Gateway 192.168.0.1
Opcional - Dns (primario e secundário) 192.168.0.55; 4.3.2.1
Opcional - Dominio intranet.home.com
Opcional - Servidor de horas 192.168.0.55
Tabela de distribuição de IP dinâmico
Mac address IP distribuído Expirar em:
ac:ff:dd:0A:fe:e2 192.168.0.100 20/10/2009 17:35:21
00:fe:9a:5d:22:ba 192.168.0.101 19/10/2009 08:01:54
Tabela de distribuição de IP estático
Mac address IP distribuído Expirar em:
ee:cd:dd:eA:88:e5 192.168.0.11 -
3C:44:FA:82:91:F8 192.168.0.102 20/10/2009 18:03:12
O servidor DHCP reserva um endereço IP para o cliente e estende-se uma oferta de 
concessão IP, enviando uma mensagem DHCPOFFER para o cliente.
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP - DHCPOFFER
7
6
5
4
3
2
DHCPDiscover DHCPOffer DHCP Request DHCPAck DHCP Renew DHCPRelease
DHCPOFFER
DHCPOFFER
Quando um servidor DHCP recebe um pedido de concessão de IP de um cliente. O 
servidor DHCP reserva um endereço IP para o cliente e estende-se uma oferta de 
concessão IP, enviando uma mensagem DHCPOFFER para o cliente.
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP - DHCPREQUEST
7
6
5
DHCPDiscover DHCPOffer DHCP Request DHCPAck DHCP Renew DHCPRelease
DHCPREQUEST
Um cliente pode receber ofertas de vários servidores DHCP, mas ele só aceita uma oferta de
DHCP. Com base no campo de identificação de transações no pedido, os servidores serão
avisados se o cliente aceitou. Quando os outros servidores DHCP receber esta mensagem, eles
retiram todas as ofertas que eles poderiam ter feito para o cliente e retornar o endereço
oferecido para o pool de endereços disponíveis.
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP - DHCPACK
7
6
5
4
3
2
DHCPDiscover DHCPOffer DHCP Request DHCPAck DHCP Renew DHCPRelease
DHCPACK
A fase de reconhecimento envolve o envio de um pacote DHCPACK para o cliente. Este
pacote inclui a duração da concessão e quaisquer outras informações de configuração que o
cliente poderia ter solicitado. Neste ponto, o processo de configuração de IP for concluída.
IP
Mascara de rede
DNS Primario
DNS Secundário
Gateway
Dominio
Data de expiração
192.168.0.102
255.255.255.0
192.168.0.55
4.3.2.1
192.168.0.1
João.intranet.home.com
20/10/2009 18:03:12
Professor - Evandro Nicomedes
116Contato- evandro.araujobh@gmail.com
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DHCP - DHCPRENEW
7
6
5
4
3
2
DHCPDiscover DHCPOffer DHCP Request DHCPAck DHCP Renew DHCPRelease
DHCPRENEW
IP
Mascara de rede
DNS Primario
DNS Secundário
Gateway
Dominio
Data de expiração
192.168.0.102
255.255.255.0
192.168.0.55
4.3.2.1
192.168.0.1
João.intranet.home.com
20/10/2009 18:03:12
Metade do tempo de 
expiração
Faltando um terço do 
tempo de expiração
Ao final do tempo de 
expiração
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Fundamentos de Redes de Computadores
DHCP - DHCPRELEASE
7
6
5
4
3
2
DHCPDiscover DHCPOffer DHCP Request DHCPAck DHCP Renew DHCPRelease
DHCPRELEASE
IP
Mascara de rede
DNS Primario
DNS Secundário
Gateway
Dominio
Data de expiração
192.168.0.102
255.255.255.0
192.168.0.55
4.3.2.1
192.168.0.1
João.intranet.home.com
20/10/2009 18:03:12
Tabela de distribuição dinâmica
Mac address IP distribuído Expirar em:
ac:ff:dd:0A:fe:e2 192.168.0.100 20/10/2009 17:35:21
00:fe:9a:5d:22:ba 192.168.0.101 19/10/2009 08:01:54
3C:44:FA:82:91:F8 192.168.0.102 20/10/2009 18:03:12
João
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Serviços automatizados em servidores 
Servidor DHCP
Tabela de distribuição dinâmica
Mac address IP distribuído Expirar em:
ac:ff:dd:0A:fe:e2 192.168.0.100 20/10/2009 17:35:21
00:fe:9a:5d:22:ba 192.168.0.101 19/10/2009 08:01:54
3C:44:FA:82:91:F8 192.168.0.102 20/10/2009 18:03:12
DNS
host domínio ip
PC-Marina intranet.home.com 192.168.0.100
notebookleo intranet.home.com 192.168.0.101
intranet.home.com 192.168.0.102João
Wins
host ip
PC-Marina 192.168.0.100
notebookleo 192.168.0.101
192.168.0.102João
Particularidade 
do mundo 
Windows
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Endereçamento 169.254.0.0/16 - Vamos explicar!
Certamente alguns de vocês já deram conta que às vezes esta é a gama de
endereços ao qual o endereço configurado na vossa placa de rede
pertence. As vezes questionam-se, por exemplo, sobre o porquê de não terem
Internet numa máquina. Uma das primeira perguntas que costuma fazer é
qual o endereço IP que a máquina tem naquele momento, ao que me
respondem 169.254.X.X.
Bem, tal endereçamento é assumido pela configuração de rede
(normalmente usando sistemas operativos Windows), quando a sua máquina
não consegue contactar nenhum servidor de DHCP (servidor que atribui as
configurações de rede). Quando uma máquina não consegue obter
dinamicamente as configuraçõesde rede (IP, mascara, Gateway, DNS..)
então adquire um endereço designado de link-local ou seja, a máquina
executa um processo de auto-configuração a nível de rede . Este endereço
permite assim comunicar com outras máquinas da rede sem a necessidade
de terem um IP configurado manualmente ou via servidor de DHCP.
A Internet Assigned Numbers Authority (IANA) reservou o intervalo de
endereços 169.254.0.0 – 169.254.255.255 para o endereçamento IP privado
automático. Consequentemente, o APIPA fornece um endereço que,
garantidamente, não entra em conflito com endereços “encaminháveis”.
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O Protocolo IP versão 6 (IPv6)
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IPV6
IPv6 (Internet Protocol version 6) ou ainda IPng (Internet Protocol
Next Generation), é a nova versão do IPv4 (IP usado atualmente).
O principal motivo para o desenvolvimento do IPv6 é a quantidade
de IPs disponível atualmente. O IPv4 permite que até 4.294.967.296
de endereços IPs estejam em uso e estes endereços estão se
esgotando rapidamente com o surgimento de novos usuários,
serviços, equipamentos, sites conectados a internet. Já o IPv6 é
implementado em 128 bits o que eleva absurdamente a
quantidade de endereços IPs que atualmente é implementado em
32bits, isso faz com que o número de IPs disponível teoricamente
seja
340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456
A quantidade de endereços IPv4 disponíveis atualmente e de
apenas 7,92% em relação aos endereços disponíveis pelo IPv6.
340 undecilhões, 282 decalhões, 366 nonilhões, 920 octilhões, 938 septilhões, 463 sextilhões,463 quintilhões, 374 quatrilhões, 
607 trilhões, 431,000 biilhões, 768 milhões, 211 mil e 456
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IPV6
A utilização da NAT mostrou-se eficiente no que diz respeito a
economia de endereços IP, além de apresentar alguns
outros aspectos positivos, como facilitar a numeração interna
das redes, ocultar a topologia das redes e só permitir a
entrada de pacotes gerados em resposta a um pedido da
rede. No entanto, o uso da NAT apresenta inconvenientes
que não compensam as vantagens oferecidas.
A NAT quebra o modelo fim-a-fim da Internet, não permitindo
conexões diretas entre dois hosts, o que dificulta o
funcionamento de uma série de aplicações, como P2P,
VoIP e VPNs.
.
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IPV6
Outro problema é a baixa escalabilidade, pois o número de
conexões simultâneas é limitado, além de exigir um grande
poder de processamento do dispositivo tradutor. O uso da
NAT também impossibilita rastrear o caminho de pacote, através
de ferramentas como traceroute, por exemplo, e dificulta a
utilização de algumas técnicas de segurança como IPSec. Além
disso, seu uso passa uma falsa sensação de segurança, pois,
apesar de não permitir a entrada de pacotes não autorizados,
a NAT não realiza nenhum tipo de filtragem ou verificação nos
pacotes que passa por ela.
Uma pergunta interessante a se fazer é “É o IPv5?”, o IPv5 esteve em
teste, mas, não foi considerado apropriado para a internet, visto
que o mesmo foi apenas uma pequena modificação experimental
no IPv4 para trafegar voz e vídeo sobre multicast (entrega de
informações para múltiplos destinatários simultaneamente).
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IPV6
Outro problema é a baixa escalabilidade, pois o número de
conexões simultâneas é limitado, além de exigir um grande
poder de processamento do dispositivo tradutor. O uso da
NAT também impossibilita rastrear o caminho de pacote, através
de ferramentas como traceroute, por exemplo, e dificulta a
utilização de algumas técnicas de segurança como IPSec. Além
disso, seu uso passa uma falsa sensação de segurança, pois,
apesar de não permitir a entrada de pacotes não autorizados,
a NAT não realiza nenhum tipo de filtragem ou verificação nos
pacotes que passa por ela.
Uma pergunta interessante a se fazer é “É o IPv5?”, o IPv5 esteve em
teste, mas, não foi considerado apropriado para a internet, visto
que o mesmo foi apenas uma pequena modificação experimental
no IPv4 para trafegar voz e vídeo sobre multicast (entrega de
informações para múltiplos destinatários simultaneamente).
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IPv6 / IPv4
Com o intuito de facilitar o processo de transição
entre as duas versões do Protocolo Internet, algumas
técnicas foram desenvolvidas para que toda a base
das redes instaladas sobre IPv4 mantenha-se
compatível com o protocolo IPv6, sendo que nesse
primeiro momento de coexistência entre os dois
protocolo, essa compatibilidade torna-se essencial
para o sucesso da transição para o IPv6.
As Principais vantagens do IPv6 em relação ao IPv4 são:
– Endereçamento. A maior parte dos endereços IPv4 são de classe C,
que são muito pequenas para muitas organizações, os endereços de
classe B estão praticamente esgotados.
.
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IPv6 / IPv4
– A convergência das redes de telecomunicação futuras para a
camada de rede comum, o IPv6, prevê o aparecimento de novos
serviços sobre IP (por exemplo, VoIP, streaming de vídeo em tempo
real, IoT etc). O IPv6 suporta intrinsecamente classes de serviços
diferenciadas, em função das exigências e prioridades do serviço.
– Os endereços IPv6 tem um tamanho de 128 bits, como já vimos o que
porta uma quantidade de endereços muito grande.
– O IPv6 suporta atribuição automática de endereços em uma rede,
sem a necessidade de um servidor DHCP.
– Cabeçalho remodelado. Alguns campos do cabeçalho do IPv4 foram
descartados ou tornados opcionais, para simplificar o processamento
dos pacotes mais comuns.
– Maior suporte para campos opcionais e extensões.
– O originador dos pacotes tem como identificar um fluxo de pacotes
para um determinado destino e pedir tratamento especial desse fluxo
por parte do roteador, como Qos diferenciado e serviço de tempo
real.
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IPv6 / IPv4
Cada uma dessa técnicas apresenta uma característica
específica, podendo ser utilizada individualmente ou em
conjunto com outras técnicas, de modo a atender as
necessidades de cada situação, seja a migração para o IPv6 feita
passo a passo, iniciando por um único host ou sub-rede, ou até de
toda uma rede corporativa.
Estes mecanismos de transição podem ser classificados nas
seguintes categorias:
– Pilha Dupla: que provê o suporte a ambos os protocolos no mesmo
dispositivo;
– Tunelamento: que permite o tráfego de pacotes IPv6 sobre estruturas
de rede IPv4;
– Tradução: que permite a comunicação entre nós com suporte apenas
a IPv6 com nós que suportam apenas IPv4.
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IPV6
• Os nós tornam-se capazes de enviar e
receber pacotes tanto para o IPv4, quanto
para o IPv6.
• Um nó IPv6/IPv4, ao se comunicar com um
nó IPv6, comporta-se como um nó IPv6 e na
comunicação com um nó IPv4, como um nó
IPv4.
• O nó precisa de pelo menos um endereço
para cada pilha.
• Utiliza mecanismos IPv4, como por exemplo
DHCP, para adquirir endereços IPv4, e
mecanismos do IPv6 para endereços IPv6
• Mecanismos de transição - Pilha Dupla
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IPV6
• Mecanismos de transição - Tunelamento
• Também chamada de encapsulamento.
• O conteúdo do pacote IPv6é encapsulado em um pacote IPv4.
• Podem ser classificadas nos seguintes modos:
– Roteador-a-Roteador
– Host-a-Roteador
– Roteador-a-Host 
– Host-a-Host
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IPV6 - Endereçamento IPV6
• Mecanismos de transição - Tradução
Os 32 bits dos endereços IPv4 são divididos em quatro grupos de
8 bits cada, separados por “.”, escritos com dígitos decimais. Por
exemplo: 192.168.0.10.
A representação dos endereços IPv6, divide o endereço em oito
grupos de 16 bits, separando-os por “:”, escritos com dígitos
hexadecimais (0-F). Por exemplo:
2001:0DB8:AD1F:25E2:CADE:CAFE:F0CA:84C1
Na representação de um endereço IPv6, é permitido utilizar
tanto caracteres maiúsculos quanto minúsculos.
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Decimal BINARIO HEXA
1 ------ 0000 ------ 1
2 ------ 0001 ------ 2
3 ------ 0010 ------ 3
4 ------ 0100 ------ 4
5 ------ 0101 ------ 5
6 ------ 0110 ------ 6
7 ------ 0111 ------ 7
8 ------ 1000 ------ 8
9 ------ 1001 ------ 9
10 ------ 1010 ------ A
11 ------ 1011 ------ B
12 ------ 1100 ------ C
13 ------ 1101 ------ D
14 ------ 1110 ------ E
15 ------ 1111 ------ F
8 4 2 1
0 0 0 1 1
0 1 0 1 5
0 1 1 1 7
1 0 0 1 9
1 1 0 0 C
1 1 1 0 E
Tabela para transformação
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Entendendo a relação de Bit e a numeração IPV6
2 0 0 0 : : /3
0 0 1 0 2000:0000:0000... 0000
0 0 1 1 = 3 3FFF:FFFF:FFFF... FFFF
F C F C 0 0 FC......
FD......
1111 1100
1111 1100
/7
1
1111 1101 D
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IPV6
Estruturas de endereços de transição
A principio o IPv6 será compatível com o IPv4 até que todo o
mundo esteja utilizando o IPv6. Obviamente, adaptações nos
sistemas operacionais atuais serão necessárias, portanto o IPv6 não
substituirá o IPv4 de uma hora para outra. Cogitá-se até mesmo
que o IPv4 não seja descartado após uma implementação
significante do IPv6.
Os endereços IPv6 podem ser compatíveis com IPv4, podendo o
primeiro conter endereços IPv4. Os 128 bits do IPv6 tomam o
seguinte formato:
::192.168.0.1 Onde:
– os primeiros 80 bits ficam = 0;
– campos de 16 bits ficam = 0;
– os últimos 32 bits = IPv4..
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IPV6 - Endereçamento IPV6
É possível observar que a abreviação do grupo de zeros só pode
ser realizada uma única vez, caso contrário poderá haver
ambigüidades na representação do endereço.
Com o endereço 2001:DB8::130F::140B, não será possível
determinar se ele corresponde a
2001:DB8:0:0:130F:0:0:140B, 
2001:DB8:0:0:0:130F:0:140B
2001:DB8:0:130F:0:0:0:140B
Esta abreviação pode ser feita também no fim ou no início do
endereço, como ocorre em 2001:DB8:0:54:0:0:0:0 que pode ser
escrito da forma 2001:DB8:0:54::
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IPV6 - Endereçamento IPV6
Outra representação importante é a dos prefixos de
rede. Em endereços IPv6 ela continua sendo escrita do
mesmo modo que no IPv4, utilizando a notação
CIDR. Esta notação é representada da forma
endereço IPv6/tamanho do prefixo, onde tamanho
do prefixo é um valor decimal que especifica a
quantidade de bits contíguos à esquerda do
endereço que compreendem o prefixo.
O exemplo de prefixo de sub-rede apresentado a seguir
indica que dos 128 bits do endereço, 64 bits são
utilizados para identificar a sub-rede.
Como o CIDR (IPv4)
“endereço-IPv6/tamanho do prefixo”
Prefixo 2001:db8:3003:2::/64
Prefixo global 2001:db8::/32
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Endereçamento IPV6
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IPV6 - Endereçamento IPV6
• 2001::A
typeGLOBAL-UNICAST
network2001::8
Prefix length126
network range
2001:0000:0000:0000:0000:0000:0000:0008-
2001:0000:0000:0000:0000:0000:0000:000b
total IP addresses4
IP address (full)2001:0000:0000:0000:0000:0000:0000:000a
Prefix length (full)
1111111111111111:1111111111111111:1111111111111111:1111111111111111:
1111111111111111:1111111111111111:1111111111111111:1111111111111100
00
01
10
11
Hexadecimal 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F
Valor 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15
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IPV6 - Endereçamento IPV6
Informe o range IPV6 dos IP’s abaixo:
fe80::f390:Bd3F/96
fc00::1234 /127
2001::abcd/123
network range
fe80:0000:0000:0000:0000:0000:0000:0000
fe80:0000:0000:0000:0000:0000:ffff:ffff
network range
fc00:0000:0000:0000:0000:0000:0000:1234
fc00:0000:0000:0000:0000:0000:0000:1235
network range
2001:0000:0000:0000:0000:0000:0000:abc0
2001:0000:0000:0000:0000:0000:0000:abdf
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IPV6 - Endereçamento IPV6
Esta representação também possibilita a agregação dos
endereços de forma hierárquica, identificando a topologia da
rede através de parâmetros como posição geográfica,
provedor de acesso, identificação da rede, divisão da sub-rede,
etc. Com isso, é possível diminuir o tamanho da tabela de
roteamento e agilizar o encaminhamento dos pacotes.
Com relação a representação dos endereços IPv6 em URLs
(Uniform Resource Locators), estes agora passam a ser
representados entre colchetes. Deste modo, não haverá
ambiguidades caso seja necessário indicar o número de uma
porta juntamente com a URL. Observe os exemplos a seguir:
http://[2001:12ff:0:4::22]/index.html
http://[2001:12ff:0:4::22]:8080
.
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IPV6 
Existem no IPv6 três tipos de endereços definidos:
– UNICAST
– ANYCAST
– MULTICAST
Unicast . este tipo de endereço identifica uma única
interface, de modo que um pacote enviado a um
endereço unicast é entregue a uma única interface;
Existem alguns tipos de endereços unicast IPv6:
Global Unicast; Unique-Local; e Link-Local por
exemplo. Existem também alguns tipos para usos
especiais, como endereços IPv4 mapeados em IPv6,
endereço de loopback e o endereço não-
especificado, entre outros.
Leitura obrigatória 
desse conteúdo. 
Página 64
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IPV6
• UNICAST - Global Unicast
equivalente aos endereços públicos IPv4, o endereço global unicast
é globalmente roteável e acessível na Internet IPv6.
– 2000::/3
– Globalmente roteável (similar aos endereços públicos IPv4);
– 13% do total de endereços possíveis;
– 2(45) = 35.184.372.088.832 redes /48 distintas.
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IPV6
• UNICAST - Link Local
podendo ser usado apenas no enlace específico onde a interface
está conectada, o endereço link local é atribuído
automaticamente utilizando o prefixo FE80::/64.
– Deve ser utilizado apenas localmente;
– Atribuído automaticamente (autoconfiguração stateless);
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IPV6
• UNICAST - Unique Local Address (ULA)
utilizado apenas para comunicações locais, geralmente dentro de
um mesmo enlace ou conjunto de enlaces. Utiliza o prefixo : FC00::/7.
– Prefixo globalmente único (com alta probabilidade de ser único);
– Utilizado apenas na comunicação dentro de umenlace ou entre um
conjunto limitado de enlaces;Não é esperado que seja roteado na
Internet.
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IPV6
• Identificador da Interface (IID)
– Devem ser únicos dentro do mesmo prefixo de sub-rede.
– O mesmo IID pode ser usado em múltiplas interfaces de um único nó, 
desde que estejam associadas a sub-redes diferentes.
– Normalmente utiliza-se um IID de 64 bits, que pode ser obtido:
• Manualmente
• Autoconfiguração stateless
• DHCPv6 (stateful)
• A partir de uma chave pública (CGA)
– IID pode ser temporário e gerado randomicamente.
– Normalmente é basado no endereço MAC (Formato EUI-64).
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IPV6
• UNICAST - Endereços especiais
– Localhost - ::1/128 (0:0:0:0:0:0:0:1)
– Não especificado - ::/128 (0:0:0:0:0:0:0:0)
– IPv4-mapeado - ::FFFF:wxyz
• Faixas Especiais
– 6to4 - 2002::/16
– Documentação - 2001:db8::/32
– Teredo - 2001:0000::/32
• Obsoletos
– Site local - FEC0::/10
– IPv4-compatível - ::wxyz
– 6Bone – 3FFE::/16 (rede de testes desativada em 06/06/06)
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IPV6 
Anycast . identifica um conjunto de interfaces. Um pacote
encaminhado a um endereço anycast é entregue a
interface pertencente a este conjunto mais próxima
da origem (de acordo com distância medida pelos
protocolos de roteamento). Um endereço anycast é
utilizado em comunicações de um-para-um-de-muitos.
Multicast . também identifica um conjunto de interfaces,
entretanto, um pacote enviado a um endereço
multicast é entregue a todas as interfaces associadas a
esse endereço. Um endereço multicast é utilizado em
comunicações de um-para-muitos. A lista abaixo
apresenta alguns endereços multicast permanentes. Os
endereço multicast deriva do bloco FF00::/8
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IPV6
• Exemplos de endereços multicast
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Entendendo os IPV6’s utilizados e suas classificações
2001:DB8:CAFE:F0CA:FACA:2::3
2804:1:2:B0CA:2C0:17FF:FE00:D1CA
FE80::DAD0:BABA:CA00:A7A2
FE80::2C0:17FF:FE00:D1CA
2002:C8A0:79C::B010:DE:C0C0
::1
FD00:ADA:2345:B0BA::1
FF0E::BEBA:D012:3:4
FF05::BABA:BEBE:BABA
GLOBAL (DOCUMENTAÇÃO)
GLOBAL
LINK LOCAL
GLOBAL (6 TO 4)
LOCALHOST (127.0.0.1 IN IPV4)
ULA (UNIQUE LOCAL)
MULTICAST
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IPV6 – Autoconfiguração – Stateless/ Statefull
Uma das novidades mais interessantes do IPv6 é a possibilidade de toda
uma rede de computadores se autoconfigurar sem a necessidade de
utilização de um serviço de DHCP ativo em algum servidor. Essa forma de
autoconfiguração é denominada Stateless Address Autoconfiguration, mais
conhecida como SLAAC. Esse método não mantém nenhum registro dos
endereços atribuídos (stateless) e é automaticamente atribuído nos hosts
(autoconfiguration), daí a origem do seu nome.
O processo de autoconfiguração dos endereços em redes baseadas no IPv6
consiste basicamente em duas etapas:
(i) configuração do prefixo e
(ii) configuração do sufixo de host.
A primeira etapa é possível porque os hosts aprendem o prefixo da rede
através das mensagens ICMPv6 Tipo 134 (RA) anunciadas pelos roteadores,
conforme pode ser observado na figura abaixo. Reparem que no contexto
do IPv6 os roteadores ganham evidência por causa dessa funcionalidade, o
que valoriza ainda mais o profissional de infraestrutura.
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IPV6 – Autoconfiguração – Statefull
Autoconfiguração de Endereços Stateful
• Permite um controle maior na atribuição de endereços aos host.
• Os mecanismos de autoconfiguração de endereços stateful e
stateless podem ser utilizados simultaneamente.
• Por exemplo: utilizar autoconfiguração stateless para atribuir os
endereços e DHCPv6 para informar o endereço do servidor DNS.
• DHCPv6 e DHCPv4 são independentes. Redes com Pilha Dupla
precisam de serviços DHCP separados.
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IPV6 – Autoconfiguração – Stateless
Depois de aprendido o prefixo da rede, fica faltando apenas determinar o 
sufixo que será utilizado nos últimos 64 bits do Host-ID (sufixo de host). 
O sufixo de host é automaticamente gerado a partir do endereço físico
(MAC) da interface de rede. O detalhe é que o MAC tem apenas 48 bits, 
por isso é aplicada uma função de expansão denominada IEEE EUI-64 
(Extended Unique Identifier) no endereço físico que preenche os demais 16 
bits através de um algoritmo padronizado, processo que pode ser observado
na figura abaixo.
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IPV6 – Autoconfiguração – Stateless
Então vamos utilizar a figura.
Como exemplo para entender o
algoritmo da função de
expansão EUI-64 que
basicamente consiste em 3
etapas.
A primeira etapa consiste em
pegar o endereço físico de 48
bits e separá-lo em dois blocos
iguais de 24 bits.
A segunda etapa consiste em
adicionar os algarismos
hexadecimais FFFE (mais 16 bits)
entre os dois blocos, de maneira
que o endereço foi expandido
para 64 bits.
Ainda não acabou, falta a terceira etapa que consiste em inverter o sétimo bit do 
primeiro byte para 1 (destacado em preto), uma flag indicando que o endereço é
administrado localmente.
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IPV6 – Particularidades do mundo Windows
Para colocar no padrão IPV6 e não “randomize” como a microsoft realiza.
netsh interface ipv6 set global randomizeidentifiers=disabled
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IPV6 – Particularidades do mundo Windows
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IPV6 – Descoberta de vizinhança
Descoberta de Endereços da Camada de Enlace
• Determina o endereço MAC dos vizinhos do mesmo enlace.
• Substitui o protocolo ARP.
• Utiliza o endereço multicast solicited-node em vez de broadcast.
– O host envia uma mensagem NS informando seu endereço MAC e solicita o 
endereço MAC do vizinho.
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IPV6 – Descoberta de vizinhança
Descoberta de Endereços da Camada de Enlace
• Determina o endereço MAC dos vizinhos do mesmo enlace.
• Substitui o protocolo ARP.
• Utiliza o endereço multicast solicited-node em vez de broadcast.
– O host envia uma mensagem NS informando seu endereço MAC e solicita o 
endereço MAC do vizinho.
– O vizinho responde enviando uma mensagem NA informando seu endereço
MAC.
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IPV6 – Descoberta de vizinhança
Descoberta de Roteadores e Prefixos
• Localizar roteadores vizinhos dentro do mesmo enlace.
• Determina prefixos e parâmetros relacionados à
autoconfiguração de endereço.
• No IPv4, está função é realizada pelas mensagens ARP Request.
• Roteadores enviam mensagens RA para o endereço multicast all-
nodes.
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IPV6 – Descoberta de vizinhança
Detecção de Endereços Duplicados
• Verifica a unicidade dos endereços de um nó dentro do enlace.
• Deve ser realizado antes de se atribuir qualquer endereço unicast
a uma interface.• Consiste no envio de uma mensagem NS pelo host, com o campo 
target address preenchido com seu próprio endereço. Caso
alguma mensagem NA seja recebida como resposta, isso indicará
que o endereço já está sendo utilizado
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IPV6 - Roteamento
	
A tabela de roteamento é feita de forma semelhante a IPV4
Tabela de Roteamento 
Endereço de rede Endereço do Gateway Interface 
 
 
 
LAN
WAN
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Informe o primeiro E ÚLTIMO ENDEREÇO DA REDE
IPV6  2001:0DB8:2000::/36
PRIMEIRO
ÚLTIMO
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Qual é o último IPv6 válido para o ip informado abaixo
• 2001:9999:255:FBB1:45AA:9:AABB:F1F0%12/54 
• Em qual interface o IPv6 esta configurada?
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Usando o conceito de autoconfiguração IPv6 Stateless,
infome como seria o endereços ip’s abaixo para um link-local
• MAC d2:00:1b:5b:99:80
• MAC 0a:a8:6d:38:c6:dc
• MAC 3c:07:54:4c:e8:bb
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Informe quem é rede para os endereços IPv6 abaixo e
indique outro ip participante da mesma Rede
• 2001:0DB8:AD1F:25E2:CADE:CAFE:F0CA:84C1/112
• FF02::1:FF00:0000/104
• 177:FAC3:B00c::9/127
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Reescreva os endereços abaixo de forma completa
sem abreviações.
2001:DB8:0:CA1::1:ABCD
2001:DB8:4::2
2001:DB8:200::BDB:110
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DIVIDA O PREFIXO 2001:DB8::/32 EM REDES /36
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
2001:0DB8:
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Informe todos os IPv6 válidos tendo como referência o IP 
abaixo.
• 2001:9999:255:FBB1:45AA:9:AABB:F1F0%eth0/12
6 
• Em qual interface o IPV6 esta configurada?
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Sendo esse um IPV6 autoconfigurado, informe qual e o
MAC ADDRESS destes computadores
• fe80::6aa8:6dff:fe38:c6dc/64
• fc00::baaa:12ff:fe1B:C67F/7
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Diferenças entre o 
IPv4 e IPv6
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O que você não aprendeu na
matéria de TCP/IP(v.4, v.6), DNS e 
DHCP e gostaria de perguntar ao
professor agora.
Limitado a uma pergunta por
aluno.

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