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OUT 1999 NBR 6299
Emulsões asfálticas - Determinação
do pH
Origem: Projeto NBR 6299:1999
ONS 34 - Organismo de Normalização Setorial de Petróleo
CE-34:000.01 - Comissão de Estudo de Asfalto
NBR 6299 - Asphaltic emulsions - Determination of pH
Descriptors: Asphaltic emulsions. Determination of pH
Esta Norma substitui a NBR 6299:1971
Válida a partir de 29.11.1999
Palavras-chave: Emulsão asfáltica. pH 2 páginas
Sumário
Prefácio
1 Objetivo
2 Definição
3 Resumo do método
4 Aparelhagem e materiais
5 Procedimento
6 Expressão dos resultados
Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS),
são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo
parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS, circulam para Consulta Pública entre os
associa-dos da ABNT e demais interessados.
1 Objetivo
Esta Norma estabelece o procedimento de determinação do pH de emulsões asfálticas.
2 Definição
Para os efeitos desta Norma aplica-se a seguinte definição:
pH: Logaritmo decimal do inverso da concentração hidrogeniônica.
3 Resumo do método
Uma amostra de emulsão tem seu pH determinado por meio de um potenciômetro previamente calibrado com soluções-
padrão.
4 Aparelhagem e materiais
4.1 Potenciômetro equipado com dispositivo para correção do efeito da temperatura.
4.2 Eletrodos de referência, de vidro, do tipo platina/mercúrio/calomelano/solução aquosa saturada de KCl, possibilitando
leitura entre pH = 1 e pH = 14.
4.3 Frascos de lavagem com borrifador, para acondicionamento de água destilada, acetona e tricloroetileno.
ABNT - Associação
Brasileira de
Normas Técnicas
Sede:
Rio de Janeiro
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ABNT–Associação Brasileira de
Normas Técnicas
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Impresso no Brasil
Todos os direitos reservados
NBR 6299:19992
4.4 Termômetro graduado de 0oC a 100oC, com precisão de ± 0,5oC.
4.5 Soluções calibradoras comercialmente disponíveis para faixa de pH ácido (tampão 1) e de pH básico (tampão 2).
4.6 Solução de cloridrato de alquilpropilenodiamina de ácido graxo a 0,5% em peso, com pH entre 3,0 e 4,0.
4.7 Acetona e tricloroetileno com grau de pureza comercial.
5 Procedimento
5.1 Preparação
5.1.1 Todas as medidas devem ser efetuadas entre 20oC e 30oC.
5.1.2 A amostra é conservada em um recipiente apropriado de vidro, com tampa, de 250 mL de capacidade. A quantidade
de amostra é de aproximadamente 200 g, devendo ser homogeneizada antes do ensaio.
5.1.3 Lavar o eletrodo com água destilada, usando o frasco de lavagem com borrifador. No caso de emulsões catiônicas,
ele é molhado com a solução de cloridrato de alquilpropilenodiamina de ácido graxo e a seguir lavado com água destilada.
5.1.4 O eletrodo é imerso em uma solução-tampão colocada em um béquer de 100 mL, para ser calibrado (pH)1.
NOTA - Para emulsões catiônicas usar o tampão 1 e para emulsões aniônicas usar o tampão 2.
5.1.5 Posteriormente, lavar o eletrodo com água destilada, usando o frasco com borrifador.
5.2 Ensaio
5.2.1 Verter em um béquer de 100 mL um volume de emulsão capaz de atingir a metade do mesmo.
5.2.2 Imergir o eletrodo com lenta agitação da amostra.
5.2.3 Esperar alguns segundos para que se estabeleça o equilíbrio e fazer a leitura (pH)2.
5.2.4 Retirar o eletrodo e limpar com acetona e em seguida com tricloroetileno para a dissolução total do ligante eventual-
mente depositado.
5.2.5 Lavar de novo com acetona e depois com água destilada, usando os frascos com borrifadores.
5.2.6 Imergir o eletrodo novamente na solução-tampão usada anteriormente e fazer nova leitura (pH)3.
6 Expressão dos resultados
O resultado é a leitura (pH)2, dada com uma casa decimal, que só será válido se a diferença entre as leituras (pH)1 e (pH)3
for menor ou igual a 0,2 unidade.

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